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Reembolso e falta de comunicação
Comprei uma viagem para mim e para minha família com destino Amsterdã, porém antes da viagem me vi com um problema de saúde e tive que ser internada e ser operada. Solicitei o reembolso pela empresa xcover, pois tenho o direito segundo a apolice de reembolso da passagem aérea e hospedagem. Porém recebi uma negativa deles me informando que o que eu tinha era uma doença pré existente. Enviei todos os documentos necessários comprovando que não era uma doença pré existente e solicitando o reembolso. Isso já faz três semanas e até o presente momento não obtive resposta. Além disso não consigo mais entrar no meu login no site da xcover está sempre a dar erro. Preciso e tenho direito ao meu reembolso e quero uma resposta da xcover.
Mapfre - Mapfre nega responsabilidade e recusa a partilha de relatório de peritagem
Venho por meio desta formalizar reclamação contra a MAPFRE Seguros, devido à recusa indevida de indemnização pelo sinistro ocorrido em maio de 2025, alegando falsamente que o evento seria anterior à vigência da apólice (iniciada em abril de 2025). Adicionalmente, a seguradora recusa-se a partilhar o relatório de peritagem, violando o Artigo 88.º do Código do Seguro (Decreto-Lei n.º 291/2007). Factos Incontestáveis - Cronologia Impossível: A alegação da MAPFRE de que o sinistro ocorreu antes de abril de 2025 é materialmente falsa, pois o evento deu-se no meado de maio de 2025. - Violação de Direitos: O Artigo 88.º garante ao segurado acesso a toda a documentação do processo, incluindo relatórios de peritagem. A MAPFRE classificou-o como "documento interno" sem base legal. - Falta de Transparência: Exigi repetidamente as provas técnicas que sustentam a conclusão do perito (ex.: metodologia, registos anteriores), mas a seguradora recusa a partilha de informação. Além de reclamar aqui, vou proceder reclamação também à ASF e Outras Entidades competentes para realizar - Intervenção Urgente: exijo que as entidades audite a Mapfre para: -- Divulgar o relatório completo de peritagem, conforme a lei; -- Justificar como um sinistro de maio de 2025 poderia ser anterior à apólice; -- Investigar possível falsificação de documentos ou má-fé contratual; -- Assumir a responsabilidade e indemnizar os danos com a máxima urgência. - Aplicação de Sanções: Pela violação do dever de informação e transparência (Artigo 94.º do Código do Seguro). - Mediação ou Arbitragem: Solicito a intervenção do CACC ou similar para resolução extrajudicial. Anexos Cópia da apólice; Comprovativo da data do sinistro; Troca de mensagens com a MAPFRE, incluindo a recusa de partilha do relatório; Comunicação prévia com Técnico e Perito enviado pela companhia Mapfre Nota Final: Caso a MAPFRE não regularize a situação em 10 dias úteis, avançarei com ação judicial por incumprimento contratual e danos morais, nos termos do Artigo 800.º do Código Civil.
Sem acesso ao cartão
Exmos Srs No dia 16 de Junho pedi à Edenred a substituição do cartão refeição de empresa por robo do mesmo. Enviei dois e-mails à minha empresa , um no dia 27 de Junho e um no dia 24 de julho, ontem, a confirmar se já tinham recebido o cartão. A resposta foi negativa. Contactei a Endenred e como o prazo máximo de recepção do cartão são 10 dias úteis e já tinha passado mais de um mês, fui aconselhada a cancelar o cartão e a pedir outro. Hoje recebi às 11h30 um e-mail a confirmar que a empresa recebeu o cartão . Contatei a Endenred e disseram-me que esse cartão está cancelado e não se pode reverter a situação. Terei que esperar por um cartão novo. Pedi que abrissem uma excepção uma vez que irei ficar sem acesso ao subsídio de refeição mais um mês, e enviassem o cartão por correio urgente para a minha morada , uma vez que foi da responsabilidade da Endenred estar em incomprimento nos 10 dias úteis que estabelece no contrato para recepção do mesmo, aliás vai muito além dos 10 dias úteis, vai mais de um mês e meio. A resposta foi que não podem mudar a morada nem enviar por correio urgente.
Falta diálogo juros e spresad elevados
Exmos. Senhores, Assunto: Pedido Urgente de Apoio e Reavaliação de Situação de Empréstimo Habitação Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar, com a máxima urgência, a vossa intervenção e apoio relativamente à minha situação com o empréstimo habitação que mantenho junto do Banco Santander. Encontro-me em situação de incumprimento desde dezembro, devido a uma penhora das Finanças, situação esta que, felizmente, já consegui regularizar. No entantoo ano passado, solicitei através da plataforma digital a alteração para prestação fixa, com o objetivo de reduzir o valor da mensalidade e assim conseguir manter o pagamento regular. Infelizmente, só mais tarde percebi que essa alteração implicava o pagamento apenas de juros — o que agravou substancialmente o valor em dívida. De momento, estou a ser confrontada com propostas de acordo que exigem o pagamento integral de juros altíssimos (cerca de 500 euros mensais), o que considero desproporcional, tendo em conta o valor do empréstimo original (€95.000) e o valor atual da dívida (€130.000), quando o imóvel em causa tem um valor de mercado estimado em €230.000. Esta situação coloca em risco não só a minha estabilidade financeira como também a manutenção da minha habitação própria permanente. Informo ainda que estou a aguardar um reembolso de seguro que poderá permitir-me regularizar parte ou a totalidade das prestações em atraso, embora ainda não tenha data confirmada para o recebimento. Tenho tentado, de forma insistente, obter uma resposta através de e-mails ao balcão e solicitei reunião presencial, mas até à data não obtive retorno eficaz ou esclarecedor. Dado o contexto e a boa-fé da minha parte na tentativa de resolução, solicito: A reavaliação urgente das condições do acordo proposto; A possibilidade de renegociação dos juros em atraso, ou sua diluição nas prestações futuras ou no final do contrato: Uma reunião presencial ou via chamada com um gestor de conta para resolver esta situação com transparência; Indicação de alternativas que evitem o reporte ao Banco de Portugal por incumprimento, o que agravaria ainda mais a minha situação pessoal e financeira. Estou inteiramente disponível para apresentar documentação de suporte, comprovativos de regularização da penhora anterior e prova de entrada futura referente ao reembolso do seguro. Agradeço desde já a atenção e aguardo uma resposta célere, dada a urgência e gravidade da situação. Com os melhores cumprimentos Emília ascensão carvalho rocha N.º de conta 0003 14539613020 Contacto 934 564 321 Mail emiliaroc@gmail.com Emilia Rocha
Cobranças sem explicações
Exmos Senhores, venho por este meio reclamar sobre faturas e débitos diretos da minha conta que estão a ser cobrados sem ter uma mínima explicação do que se passa. Estou a ser cobrado todos os meses e o meu saldo de cartão Oney Auchan não volta, ou seja, estou sempre a pagar e nada de ter saldo. Eu também perdi o meu cartão Oney e precisava de uma 2ª via, solicitei isso por e-mail e disseram que só tenho direito a uma nova via se eu pagar toda a dívida do cartão, mas o que é isso?? Recebi uma ligaçao da ONEY onde foi completamente inconclusiva sobre o porquê eu estava a ser cobrado, não foi explicado e enquanto não me explicarem e não me enviarem um novo cartão, o débito direto está cancelado.
Coimas e Execuções SCUTs
Exmos. Senhores, venho apresentar uma reclamação relativa a um conjunto de processos de cobrança de portagens associados ao meu veículo, que considero manifestamente injustos e ilegais, face à legislação em vigor. Tomei conhecimento, apenas através da Autoridade Tributária (Finanças), da existência de dívidas relacionadas com passagens em portagens eletrónicas (SCUTs), no valor aproximado de 500€, dos quais cerca de 350€ correspondem a “custos administrativos” cobrados pela concessionária AELO (2,21€ por cada passagem de apenas 0,75€). O problema central é o seguinte: nunca recebi qualquer notificação prévia da parte da concessionária, como é legalmente obrigatório. A primeira vez que soube da existência dessas dívidas foi já na fase de execução fiscal, quando recebi notificações das Finanças para pagar imediatamente, sob pena de penhora. Isto viola claramente o direito à notificação previsto na Lei n.º 27/2023, e contraria os princípios da boa-fé e da defesa do consumidor. Segundo essa lei e conforme referido em órgãos de comunicação como o Jornal Económico, a concessionária está legalmente obrigada a notificar o utente antes de remeter o processo para a Autoridade Tributária. Essa notificação nunca me foi feita — nem por carta, nem por email, nem por qualquer outro meio. Solicito, por isso, que a DECO intervenha e que: Requeira às entidades envolvidas (concessionária e Autoridade Tributária) a reavaliação e suspensão destes processos, por falha de notificação obrigatória; Confirme se a cobrança de 2,21€ por cada passagem como custo administrativo está devidamente regulada e se cumpre os critérios de proporcionalidade e legalidade; Informe-me dos meios legais disponíveis para reclamar, suspender ou anular a cobrança destes montantes, especialmente os custos administrativos acumulados de forma abusiva e oculta. Este não é um caso isolado e acredito que esteja a afetar milhares de portugueses, muitos dos quais estão a ser lesados pela falha de comunicação e pela aplicação automática de valores que violam os princípios básicos do direito administrativo e do consumidor. Agradeço desde já o vosso apoio e orientação nesta situação.
Encomenda paga e não recebida
Exmos. Senhores, Efetuei uma compra no dia 3/03/2025, numa loja de vestuário através do Facebook, intitulada TxR. Teixeira,com pagamento antecipado por multibanco,para entidade:45648, referência:510650484 Até à data não recebi o artigo e portanto,está visto que fui alvo de burla Verifiquei que esta entidade tem várias reclamações que não são de agora e pelos vistos continua no terreno .Fica aqui o alerta Os meus cumprimentos Cumprimentos.
Retirar cadastro
Exmos senhores, cadastrei-me junto à minha filha em 2020, mas usei pouquíssimas vezes o cartão. Em 2023 enviei diversos emails, e mensagens pelo APP a solicitar que meu NIF fosse descadastrado da conta do cartão que era vinculado à conta da minha filha. Recebi resposta uma única vez a dizer que estava descadastrado, mas não era verdade. No Mapa de Responsabilidade do Banco de Portugal, meu nome e NIF continuavam a constar. Pedi à minha filha que ligasse. Foram 3 tentativas a pedir que retirassem o meu NIF da conta e nunca foi resolvido. O que mais devo fazer para descadastrar meu nome do cartão da minha filha??? Não uso o cartão há quase 4 anos e não quero ter meu nome vinculado ao cartão Universo. Grata
Burla
Fui burla da por a através da empresa Safecharge Limited, fizeram se passar por a minha irmã do dia 23/07/2025. Disseram que tinha ela tinha ficado sem telefone e que teria adquirido o número por o qual fui contactada no WhatsApp. Alegaram que teria que fazer um pagamento urgente até ao final do dia no qual constatava a entidade e referência da da empresa Safecharge Limited. A queixa foi feita às autoridades. A empresa deveria ter um sistema mais eficiente para garantir que não é utilizada por pessoas nada idóneos.
Cobrança indevida
Estou aqui para reclamar de uma cobrança que já vem descontado da minha conta sem minha autorização a mais de 3 meses e são sempre doís valores de 7,99 somando 15,98 euros De uma empresa que só fui ficar sabendo agora buscando na Internet DD Domestic and G PT/U/AD3/01532 DE530000221022 Nunca fiz tal acordo com essa empresa e agora não sei com quem reaver meu dinheiro que foi subtraído da minha conta.
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