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Obrigação de aquisição de Smartphone para acesso a conta online
Exmos Senhores, Venho por este meio apresentar o meu desagrado relativamente a uma situação que considero injusta e discriminatória. Refiro-me ao caso de um cidadão com 87 anos no caso meu avô, que, para continuar a aceder à sua conta online, está a ser obrigado a adquirir um smartphone. Esta exigência, imposta pela entidade em questão, revela-se totalmente desadequada à realidade e às necessidades de pessoas idosas, muitas das quais não têm facilidade em utilizar este tipo de tecnologia, nem deveriam ser forçadas a fazê-lo. Entendo que a digitalização dos serviços é importante, mas não pode ser feita à custa da exclusão dos mais velhos nem da imposição de custos adicionais injustificados. Obrigar alguém a comprar um equipamento específico para aceder a um serviço que já utilizava é uma prática que considero abusiva e desrespeitosa, ainda para mais são estes os clientes mais fieis e por vezes com mais valor nas contas. Solicito, por isso, que a DECO analise esta situação e, se possível, intervenha junto da entidade responsável, de modo a garantir que continuem a existir alternativas acessíveis e adequadas para todos os utilizadores, independentemente da sua idade ou competências digitais. Com os melhores cumprimentos, Rita Bernardo
seguimento lento
Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a minha seguradora relativamente à gestão do acidente de viação ocorrido em 21 de agosto de 2025. Os principais pontos da minha reclamação são os seguintes: No local do acidente existia um sinal de STOP (sinal B2) e eu parei devidamente antes de avançar. Solicitei o acesso à Auto Notícia/relatório técnico, mas até à presente data (25 de setembro, mais de um mês depois) não recebi qualquer resultado ou esclarecimento sobre a investigação técnica. Apesar de toda a informação e explicação que enviei imediatamente após o acidente, a seguradora atribuiu-me automaticamente a culpa, sem ter em conta os factos apresentados. A gestão da proteção jurídica foi aparentemente subcontratada, mas até agora não houve qualquer acompanhamento sério ou diligente do processo. Considero este procedimento inaceitável: Não houve análise adequada dos factos, Não houve comunicação clara nem acesso aos documentos relevantes, E fui colocado como culpado sem qualquer prova válida. Requeiro: O acesso imediato à Auto Notícia e a todos os relatórios técnicos relacionados com o acidente; Uma reavaliação justa e imparcial do processo; Uma explicação formal sobre o motivo pelo qual a seguradora ignorou a informação que forneci logo após o acidente. Caso não haja resposta adequada, reservo-me o direito de apresentar queixa junto da ASF (Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões) e de avançar para as instâncias legais competentes. Com os melhores cumprimentos, Liesbeth van Duijn
Débito direto indevido
Exmos. Senhores, Sou titular da conta Nº0127062555730, conforme já tive oportunidade de vos dar conhecimento, verifiquei que me foi cobrado um débito direto no valor de 14,99 euros, em 24/09/2025. Solicitei o estorno do mesmo nos termos do disposto no artigo 118.º Decreto-Lei n.º 91/2018, de 12 de novembro e ainda não procederam em conformidade. Aguardo a V/ rápida resposta. Cumprimentos. David Rosado
Não cumprimento da Apólice
Apresento novamente reclamação, uma vez que a generali mantém uma conduta claramente lesiva para o consumidor, recusando-se a cumprir a apólice de saúde relativamente às sessões de Terapia da Fala. Desde o início desse problema, a generali tenta se abster da responsabilidade e sempre "jogava" o problema para a Advancecare, somente apóes muita insistência (inclusive da pròpria Advancecare) é que a generali parou de falar que o responsável seria a Advancecare, sendo que na verdade o único responável por tudo isso é a própria generali. Após o reconhecimento da Advancecare em um "lapso", um erro na interpretação da minha apólice, eles reembolsaram apenas algumas das sessões de Terapia da Fala, entretanto o tratamento ainda não terminou, estão a decorrer mais sessões e a Generali simplesmente recusa-se a cumprir com suas responsabilidades contratuais. Isso mostra o quanto esta empresa possui uma má gestão, foi identificado um erro mas a empresa acha que é legal e aceitável corrigir esse erro de maneira parcial, sendo que de acordo com a Lei do consumidor, nesses casos, a empresa deveria (além de reconhecer o lapso) resolver o problema gerado por eles mesmos, que no caso seria o reembolso das demais sess$oes de Terapia da Fala e não somente algumas. É preocupante que uma empresa como esta esteja a atuar normalmente, tratam seus clientes com desdém, o atendimento é ruim, moroso e com respostas evasivas. A gengerali continua com o incumprimento do contrato e em uma violação dos direitos básicos do cliente. A única coisa que solicito é que tratem e resolvam o problema riado por vocês por completo e não parcial. Hajam com ética, respeito e responsabilidade.
burla cartão universo
Exma. Senhora Coordenadora da DECO Proteste O meu nome é Ana Bela Silva, residente em Lisboa, titular do cartão Universo n.º fi. Venho, por este meio, expor a situação em que fui vítima e solicitar o vosso apoio: No dia 9 de setembro de 2024, foi realizada no meu cartão Universo uma operação de transferência no valor de 3.249,13 €, que não reconheço nem autorizei. Apresentei queixa-crime na Polícia Judiciária e comuniquei de imediato o sucedido ao Banco Universo e ao Banco de Portugal. Em resposta, o Universo informou-me por escrito que, como a operação teve alegada autenticação biométrica na aplicação, não seria possível o reembolso e que devo assumir a totalidade da dívida, sujeita ainda a juros e penalizações por incumprimento. Esta posição é, a meu ver, abusiva e contrária à lei: O artigo 114.º, n.º 1 do Decreto-Lei n.º 91/2018 (que transpõe a Diretiva PSD2) obriga o prestador de serviços de pagamento a reembolsar imediatamente operações não autorizadas. O artigo 115.º do mesmo diploma estabelece que a minha responsabilidade, enquanto utilizadora, está limitada a 50 €, salvo se o banco conseguir provar negligência grave ou atuação fraudulenta — o que nunca aconteceu neste caso. Assim, o Universo não só se recusa a aplicar o limite legal como insiste em cobrar a totalidade do valor, colocando-me numa situação injusta e extremamente penalizadora, mesmo após prova de denúncia criminal. Face a esta situação, venho solicitar a intervenção da DECO Proteste para: Apoiar a defesa dos meus direitos enquanto consumidora, Pressionar o banco Universo a respeitar o quadro legal em vigor, Evitar que este tipo de práticas abusivas continue a ocorrer com outros consumidores em circunstâncias semelhantes. Agradeço desde já toda a atenção e apoio que possam dispensar. Com os melhores cumprimentos, Ana Bela Silva
Insatisfação com a decisão da seguradora
Exmos. Srs. No dia 09/09/2025, recebi a minha fatura de água. O valor apresentado era demasiado elevado para o habitual. No dia seguinte contatei a INDÁQUA, empresa responsável pelo fornecimento de água pedindo explicações. Fui informado para verificar o contador porque provavelmente se trataria de uma fuga de água. Consultado o contador ficou claro que se tratava de uma fuga de água. Faltava determinar o local da mesma tendo em conta que dentro do edifício não foram detetados sinais de humidade. No dia 10/09/2025 participei o sinistro á seguradora ZURICH, via telemóvel. Tomaram conta da ocorrência e abriram um processo com o Nº 009435362, referente à apólice Nº 005802918 em nome de Anita Cristina Rodrigues Costa. Os técnicos da INDÁQUA tentaram detetar o local da fuga. A pesquisa levada a cabo não conseguiu determinar o local da fuga de água. No dia 13/09/2025, fui informado pela seguradora que “Para a instrução do processo, foi nomeado o gabinete de peritagem “Uon Consulting Sa”. Apesar das minhas solicitações, via email, para que enviassem o perito o mais rápido possível porque estava há vários dias sem água o mesmo só veio ao local no dia 18/09/2025, ou seja 8 dias depois da participação do sinistro. Foi enviado para o perito, a seu pedido, orçamento especificando: Despesa com pesquisa da fuga de água; Despesa com substituição da canalização; Despesa com reposição. Foram ainda solicitados vários documentos como: Fatura de água, Caderneta Predial Urbana e IBAN. Tudo foi enviado por email no dia 15/09/2025. Tendo em conta a demora do perito, apesar dos pedidos para que fosse rápido na ação, os técnicos sugeriram que se detetasse a entrada para o abastecimento de água na residência bem como o percurso da canalização desde a entrada da rede de abastecimento até ao ponto de entrada na residência para ser mais fácil a deteção do local da fuga de água. Foram efetuadas escavações no jardim para tentar determinar o percurso da canalização. Após esse trabalho os técnicos da INDÁQUA voltaram ao local e com os meios técnicos disponíveis conseguiram determinar um local próximo para a fuga de água. A canalização em causa atravessava o logradouro da casa onde existe muros, escadas, e jardim com aterro de mais de 2 metros de profundidade. No dia 18/09/2025, recebi a visita do Perito que recolheu fotografias do local e dos trabalhos realizados para determinar um ponto aproximado da fuga de água para assim evitar danos maiores e despesas desnecessárias. Ao final do dia fui contatada por SMS pelo perito para dar o meu aval ao orçamento apresentado. A minha resposta foi positiva. Em data posterior a fuga foi anulada e a canalização reparada. Foram 12 dias em que estive com o abastecimento de água cortado na minha residência com todos os inconvenientes e perturbações que tal situação causa. No dia 22/09/2025 fui informado pela seguradora ZURICH que não assumia qualquer despesa por não se tratar de Fuga de Água no interior da residência apesar de na minha apólice “ABANCA LAR – ZURICH”, para além dos danos por Fuga de Água estar previsto Danos em Canalizações Subterrâneas – 2.500.00 €, com franquia de 10% e Danos Estéticos, com igual valor. Naturalmente que não me conformo com a decisão por entender ser injusta e não corresponder ao que consta da minha apólice. Pretendo que a seguradora assuma as suas responsabilidades. atentamente Anita Costa
Recusa da prestação do serviço acordado
Exmos. Srs./Sras., No dia 22 deste presente mês, entrei em contacto com a Chubb para inserir na apólice de seguro, a minha filha recém nascida para começar a usufruir das benesses do mesmo. O colaborador, efetuou o registo, o qual indicou que o cartão levaria até 3 semanas para ser entregue na minha morada. Perguntei ao mesmo, como deveria proceder, caso precisasse ir a uma consulta em um dos parceiros. O mesmo indicou que eu poderia utilizar do número da apólice do seguro, que eu ficasse descansado, pois o registo já havia sido efetuado. No mesmo dia, marquei uma consulta no hospital da luz em Coimbra para o dia 23, onde sempre faço as consultas da minha família. No hospital foi-me dito que pelo número da apólice não seria possível deduzir o valor da consulta. O cartão era imprescindível. Contestei a Chubb por email, a dizer que segui uma informação incorreta por parte de um dos seus colaboradores, enviei a fatura do hospital, mas os mesmos recusam-se a ressarcir a diferença do valor da consulta. Num primeiro e-mail, além de recusarem o valor, indicaram que enviariam uma segunda via do cartão. Respondi dizendo que não era de uma segunda via que necessitava. Tornaram a responder a mesma coisa. Mostrando assim, uma completa falta de atenção ao pedido. E tornando a recusar o pagamento.
alteração da modalidade de pagamento
Boa Tarde Tenho o cartão jumbo há bastantes anos e sempre efetuei as compras em debito direto ou atualmente em pagamento diferido. No mês de dezembro 2024 recebi o novo cartão oney + e realizei a sua ativação via contacto telefónico no qual questionaram qual a modalidade e eu referi a mesma que estava no antigo, debito direto ou pagamento diferido, como fiz a ativação via telefónica não me preocupei mais com os emails para ativação. Agora deparo me com uma conta permanente num valor de 1650€ com uma taxa de credito altíssima..... quando questionam na caixa digo sempre diferido, quando pedem para selecionar respondem que o debito diferido e o numero 1..... esta situação só ocorre desde a atribuição do novo cartão por termino do outro anterior. liguei para a linha disseram para expor a situação tendo em conta que nada podem fazer. o que fizeram foi enganar quem confiava e nunca teve problemas no cartão. Alteraram o modo de pagamento, alteraram nas maquinas o modo de pagamento....sem dar grandes explicações, até aos funcionarios da auchan que nõa sabem explicar. eu fui à app e fiz a alteração para valor fixo, porque não entendo a outra modalidade, Eu nunca escolhi nem escolheria a modalidade conta permanente.... é um verdadeiro roubo a taxa. Assim que terminar de pagar este valor eu cancelarei o cartão, tal como os meus familiares mais próximos. Eu usava o cartão para ter acesso aos descontos porque a vida está cara.... e agora estou a pagar 10x do que poupei..... vergonhoso
Amortização do valor de credito que é inexistente
Exmos. Senhores Tenho vindo desde Julho a arrastar uma questão pertinente, que me deixa a pensar, para que serve e para quê que uma empresa coloca nos seus extratos referentes ao mês uma entidade e referência de pagamento livre de valor, de forma a ir amortizando o valor em dívida, quando chego a conclusão que de nada serve e por incrível que pareça depois de vários emails com o envio do comprovativo do pagamento da amortização do pagamento total, me são enviados extratos, como se o valor nunca tivesse sido transferido! Até então não me resolvem a situação, num contacto telefónico inicial, a transferência não constava sequer nos registos foi-me pedido o preenchimento de um formulário com o envio do comprovativo e nada, ja recebi mais 3 extratos e nada mudou
Problema de acesso à Wizink
Aderi recentemente ao cartão de crédito Wizink. A adesão foi aprovada e criei os dados de acesso, conseguindo entrar normalmente na aplicação e no portal web. Desde o dia da aprovação, fiquei apenas a aguardar a entrega do cartão. Após duas semanas sem receber o cartão, tentei ligar ao apoio ao cliente e verifiquei que o meu NIF não era reconhecido, impossibilitando o contacto. Desde então, reparei que deixei de conseguir aceder à aplicação e ao portal web, surgindo sempre a mensagem: “Parece que alguma coisa não correu bem. Se tiver alguma dúvida ligue para a linha Wizink.” Enviei e-mail e fiz uma reclamação no Portal da Queixa a 15 de setembro, sem obter qualquer resposta útil. Hoje, 23 de setembro, recebi finalmente o cartão, mas continuo sem acessos nem confirmação do meu estado contratual. Diante esta situação, optei por submeter uma reclamação no Livro de Reclamações Eletrónico e, através da DECO, dar visibilidade a este problema, de forma a alertar outros consumidores e também incentivar a Wizink a atuar na resolução desta situação.
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