Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Violação Direitos Consumidor
Como pode um cliente ter quitado a dívida (tenho a declaração de inexistência de divida), e continuar recebendo cobranças? O que se passa com essa empresa? Como pode uma empresa violar as regras da política de privacidade RGPD?
Generali Tranquilidade - Sinistro não resolvido – má-fé, falta de resposta e recusa de mediação
Em março de 2025, a minha propriedade foi severamente afetada por uma tempestade, resultando em danos diretos em várias estruturas fixas (vedações metálicas, candeeiros, contaminação da piscina, entre outros), conforme documentado e fotografado. A apólice de seguro multirriscos, com cobertura Premium, está ativa na Tranquilidade / Generali. Desde então, e apesar dos contactos via mediador, da apresentação de orçamentos e da realização de peritagem no local, a seguradora recusou-se a assumir responsabilidade, invocando justificações frágeis e infundadas, ignorando por completo os elementos apresentados. Por iniciativa própria, recorri ao CIMPAS para mediação do conflito. No entanto, a Generali recusou participar no processo de arbitragem, revelando total desinteresse em resolver o conflito ou proteger os interesses do cliente. A ausência de resposta efetiva, o desrespeito pelas coberturas contratadas e a recusa sistemática de diálogo demonstram uma grave violação do dever de boa-fé. Esta experiência revelou uma conduta inadmissível para uma entidade seguradora que se apresenta como “confiável”. Estou profundamente desiludida e sinto-me completamente desprotegida como consumidora, não havendo qualquer tipo de prazos legais que as seguradoras tenham de cumprir, um verdadeiro "Faroeste", posto isto e neste contexto, não aconselho qualquer consumidor a recorrer a esta seguradora pois no momento mais crítico é isto que estará á espera "no fim da linha".
Burla
Quando acedi a minha conta vi que me tinham levantado por duas vezes o valor todo na conta. Dois movimentos por parte da Sfp online Figueira da Foz um de 500€ e outro de 34€ até ficar sem valor na conta que não fui eu que realizei quando contactei o banco o mesmo informou me que o cartão deve ter sido clonado e usado online. Ao me dirigir ao banco foi me informado que o cartão deve ter sido clonado e que foi a partir de pagamentos autorizados de mbway ao qual não recebi nenhuma notificação nem sms nem nada por parte do mbway. Quem é responsável por tal acontecimento é o que me vai acontecer ao valor retirado será que o banco assume?
Transferência por SPIN não foi feita no próprio dia
Exmos. Senhores, Foram feitas duas transferências por Spin do Banco CTT para a CGD e não foram recepcionadas no próprio dia. Após contacto efetuado para a linha de apoio do Banco CTT, informaram que as transferências Spin só são efetuadas no dia seguinte, caso a mesma seja feita até às 15:00h, ou 2 dias depois se for feita após as 15:00h. Aguardo o vosso parecer quanto a este assunto, penso que todos os bancos são obrigados a disponibilizar as transferências por Spin no próprio dia. Muito obrigada. Melhores cumprimentos, Helga Fonseca
Reclamação sobre cobrança indevida de comissões "Quasi Cash" – Wizink
Ao analisar o extrato mais recente do meu cartão de crédito Wizink, verifiquei a cobrança de comissões identificadas como "Quasi Cash". De acordo com a última atualização do preçário, compreendo que tais comissões se aplicam a transações em casas de apostas, carregamentos de cartões pré-pagos, ordens de pagamento em plataformas de investimento financeiro ou não financeiro, e compras de moeda ou criptomoeda. No entanto, no meu caso específico, essas comissões foram cobradas em pagamentos comuns via MBWay para compras de bens e serviços que nada têm a ver com as categorias mencionadas no preçário. Exemplos concretos: Bolt: pagamento de serviço de transporte (mobilidade urbana); Klarna: compra parcelada de produto físico através de loja online parceira; Beliane: compra de mobiliário através de uma loja online em Portugal. Em nenhum destes casos houve qualquer transação de natureza especulativa, de transferência financeira ou ligada ao tipo de operação definida como “Quasi Cash” pelo banco. A cobrança dessas comissões, chegando em alguns casos a valores consideráveis, é injustificada e abusiva. Caso eu tivesse utilizado o cartão para os fins explicitamente indicados no preçário, compreenderia a cobrança. Mas cobrar comissões adicionais por compras legítimas de produtos e serviços é inaceitável e injustificável. Assim, exijo a devolução imediata dos valores cobrados indevidamente e a cessação desta prática lesiva aos consumidores.
Transações fraudulentas na minha conta
Bom dia, Nos dias 11 e 12 de julho, foram realizadas 5 transações fraudulentas na minha conta do Activo Bank relacionadas com o cartão com final 5013 que adicionei aos serviços do Google Pay no dia 8 de julho, anexei uma imagem com os detalhes das mesmas, estas transações não foram feitas nem autorizadas por mim, pelo que procedi à reclamação junto do Activo Bank, recebi um e-mail em resposta no qual me informaram que, como as transações foram feitas pelo Google Pay, não podem ser responsabilizados pelas mesmas e que, como adicionei este método de pagamento, é da minha responsabilidade, de forma alguma concordo, pois é esta instituição financeira que deve garantir a segurança do meu dinheiro, iniciei um processo com o suporte do Google Pay para que me forneçam detalhes das transações (hora, data, local de realização) e me informem se serão responsáveis pela perda do meu dinheiro, uma vez que o Activo Bank simplesmente não oferece qualquer solução. Não entendo como é que uma instituição financeira dá esta resposta ridícula, é o banco que deve garantir a segurança das suas plataformas e gerar alertas em caso de transações suspeitas, se o banco permite a utilização de plataformas de pagamento como o Google Pay, deve garantir aos seus utilizadores a segurança das mesmas e se as considera arriscadas, deve gerar controlos para evitar estas situações, também se há algo a investigar, deve ser o Banco Ativo a comunicar com a Google, não envia os seus clientes para saber o destino dos seus recursos, agradeço a sua ajuda intervindo para responsabilizar este banco pelo dinheiro de seus clientes e pela fragilidade dos seus canais virtuais e pela pouca segurança que oferecem. Têm a lata de dizer que o simples facto de terem feito uma autorização forte no dia 8 de julho para registar o serviço já justifica que a partir de agora podem fazer o que quiserem com o meu dinheiro sem sequer me enviarem uma notificação de que estavam a esvaziar a minha conta.
Falta de proposta de reestruturação proporcional
Venho por este meio apresentar reclamação contra o Santander Consumer Finance, no âmbito de um contrato de crédito automóvel que tenho com a instituição. Estou atualmente em incumprimento de algumas prestações e, em cumprimento da lei, fui integrado no processo PERSI. Enviei todos os documentos solicitados, demonstrei total colaboração e manifestei por várias vezes a minha intenção de regularizar a dívida através de um plano de reestruturação ajustado à minha atual situação financeira. Apesar de todos os elementos fornecidos e da evidente boa-fé demonstrada, o Santander recusou apresentar qualquer proposta viável. A única “alternativa” dada foi a entrega voluntária da viatura para leilão — uma medida extrema, que me deixaria sem o bem e ainda responsável pelo pagamento do valor remanescente, sem considerar as minhas condições reais. Adicionalmente, informei que estou prestes a encerrar outro crédito (Banco Oney), o que aumentará a minha disponibilidade mensal. Ainda assim, a instituição manteve a recusa, de forma inflexível e sem apresentar opções intermédias. Reclamei também junto do Banco de Portugal, mas recebi como resposta que não têm competência para resolver litígios ou impor medidas corretivas. Peço por isso o apoio da DECO para pressionar a instituição a apresentar uma proposta justa, proporcional e de boa-fé, de acordo com o espírito do PERSI, evitando assim um desfecho injusto que afeta a minha estabilidade financeira e familiar. Agradeço desde já a atenção.
Crédito Automóvel
Eu André da Silva Martins Pedreirinho , com contribuinte 222558865 venho por este meio reclamar da empresa Bicredit que fez comigo um contrato de crédito automóvel , pois eu não tinha rendimentos suficientes para fazer um contrato de crédito e fui enganado pelo vendedor do carro que me vendeu um carro com problemas e não quis resolver os problemas do carro em questão , sendo que eu na altura fiquei de cancelar o respetivo crédito e pedi a bicredit para cancelar o contrato de crédito e os mesmos não fizeram o cancelamento do contrato dento dos 14 dias que tinha para o fazer , ficando eu com um carro velho com problemas e que agora está desvalorizado e inclusive está com reserva de propriedade sendo que não posso vender o mesmo e sou obrigado a manter o mesmo com problemas . Para além de ter sido enganado pelo vendedor do carro fui enganado também pelo banco bricredit que não deu baixa do contrato em questão e que inclusive fez um contrato comigo sem eu ter suficiência econômica para pagar o credito em questão . Fico a aguardar uma solução para esta situação , meus melhores cumprimentos, André da Silva Martins Pedreirinho.
Financiamento a painéis solares relativo ao programa
Exmos Senhores Relativo ao programa de financiamento e incentivo à aquisição de painéis solares ao qual me candidatei em 2023, Aviso 05/C13-i01/2023 – “Programa de Apoio a Edifícios mais Sustentáveis 2023 (1.º Aviso)”. não foi ainda objecto de análise e reembolso.
Reembolso
Voo cancelado em - 2 de Abril pela eDreams e até hoje não tive os voos nem o valor que paguei. Cada vez que questiono seja a eDreams ou a Ryanair as respostas são sempre diferentes. A Ryanair diz que o reembolso já está na carteira de quem fez a reserva desde 12 de Junho . A eDreams diz que ainda não recebeu assim passa o tempo. Nem fiz os voos e até hoje não recebi o que paguei em Janeiro. Há justiça para penalizar estas empresas que não cumprem as leis Portuguesas. Terei que recorrer judicialmente?
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
