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PENHORA BANCO CTT
Fui penhorada por um valor 375.49 na conta a ordem pelo banco CTT no dia 6 de Agosto 2025 Essa penhora foi encaminhada pelas Finanças, mas segundo a lei de salvaguarda do ordenado minino nacional (SMN) o banco so deveria ter penhorado a diferença entre o meu ordenado e os 870 euros que correspondem ao salario minimo nacional. Para melhorar acabei de ir agora mesmo ao homebanking do banco CTT, dia 11 de Agosto 2025, e descobri que ate os miseros 50 euros que ainda restavam na minha na conta a ordem, também ja nao consigo movimentar, estao cativos, o que significa que vou viver de fotossíntese ate ao final do mes de Agosto de 2025. Estou chocada e sem palavras. Liguei para a linha de apoio Banco CTT 212 697 144, e a resposta foi que tenho de falar com as Finanças. Ora isso ando eu a fazer desde Dezembro 2024 do passado a tentar resolver a minha situação nas Finanças. No entanto conheço os meus direitos e não vou ser enganada. Meu email: renata.pinho1976@gmail.com
Fiz uma compra e não recebi
Boa Tarde, fiz uma compra na Ppro Payment Services, no dia 07/07/2025, no valor de 34,90€ era uma máquina de café da Krups dados do pagamento entidade: 45648 referência: 206408394, até agora não recebi a minha encomenda, já tentei entrar em contacto e o telefone dá como desligado, também enviei mensagem para a Sra Joana_costaboascompra no instagram e fui bloqueada.. Agradeço que resolvam a situação.
Reembolso do pagamento indevido do prémio de seguro no valor de 288,87€
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação contra a companhia de seguros Generali Tranquilidade, relativamente a uma cobrança indevida de um prémio de seguro, efetuada por mim em nome do meu pai, sem que a apólice estivesse efetivamente em uso ou pretendida, conforme mails acima. Dados do reclamante: Nome: João Paulo Barcelos Henriques NIF: 186237804 Contacto: 965644418 Descrição dos factos: No dia 03/08/2025, efetuei o pagamento no valor de 288,87 € relativo a uma apólice anteriormente subscrita pelo meu pai. Fi-lo com a intenção de o ajudar, julgando que ele se teria esquecido de pagar o seguro. Contudo, fui posteriormente informado de que o meu pai já havia mudado de companhia de seguros e, portanto, a apólice da Generali Tranquilidade não estava a ser utilizada, nem era do seu interesse manter. Assim, o pagamento que realizei foi indevido, realizado por erro de facto, e sem que eu tivesse qualquer vínculo contratual com a apólice em causa. Contactei a seguradora solicitando o reembolso, mas recebi como resposta que a apólice se encontra ativa e que não foi feito pedido de anulação — o que não invalida que o valor foi pago indevidamente por uma terceira pessoa, sem relação direta com o contrato. Pedido: Devolução do valor pago indevidamente; Mediação junto da seguradora, caso esta mantenha a recusa de reembolso. Fico ao dispor para mais esclarecimentos e envio de documentação adicional, caso necessário. Com os melhores cumprimentos João Henriques
Falta de credito
Somos uma empresa de compra e venda de imóveis, sendo essa atividade a principal fonte de receita da nossa empresa. Estamos no mercado há 5 anos e os nossos resultados estão em crescimento e são positivos. Fomos vítimas da incompetência e da desonestidade de um banco, o CGD, nomeadamente a agência da Covilhã. - A 26 de março, contactámos uma empresa de corretagem de crédito, a DS COVILHA, e enviámos todos os documentos solicitados. - A 28 de abril, após análise dos nossos documentos, recebemos uma proposta de crédito para banco CGD no valor máximo de 220 000 euros. - A 28 de maio, assinámos um contrato preliminar de compra e venda (CPCV) para uma casa no valor de 132 000 euros e pagámos um sinal de 13 200 euros. Durante dois meses, contactámos a DS COVILHA porque não tínhamos uma data para a avaliação da casa e, todas as vezes, a resposta era para não nos preocuparmos, pois havia atrasos devido às férias em junho e julho. - A 4 de agosto, conseguimos falar com a responsável pelos créditos do banco CGD, que nos informou que o nosso processo já não era aceite!!! Ou seja, menos de 30 dias antes da escritura final. Essa pessoa, chamada Vera Catarina Gaiola, respondeu-nos com uma análise financeira completamente errada, os números não correspondiam ao ano certo, o volume de negócios estava errado e, pior ainda, o capital próprio estava completamente errado. Informámos o nosso contabilista, que explicou como ler um balanço a essa pessoa completamente incompetente. Não se faz análise financeira quando se é amador. Hoje vamos perder a quantia de 13 200 euros porque o banco CGD não fez bem o seu trabalho. O banco deixou-nos dois meses sem informações sérias e deu-nos desculpas completamente absurdas! Houve: no mês de junho há muitos feriados, no mês de junho há férias, mas na maioria das vezes nenhuma resposta. Sofremos um enorme prejuízo financeiro e moral para nós, gerentes, e pedimos reparação.
Cobrando um valor que desconheço
Exmos. Senhores, Sou titular do contrato de crédito Nº (80003996499) e tenho duvidas relativamente à taxa de juro aplicada. Sendo que não obtive resposta ao pedido de esclarecimentos que vos fiz chegar, solicito a vossa resposta ao mesmo com a maior brevidade. Cumprimentos.
Pontos retirados
Tenho um cartão de crédito do Wizink (Cartão Wizink Travel) que me facultava uma série de benefícios, designadamente dava pontos por cada euro de compras (que poderiam ser trocados por viagens). Foi-me enviado um email no dia 01-07-2025 desta instituição bancária referindo uma denúncia de contrato. Considerando que nunca falhei com os pagamentos ao Wizink, calculei que fosse um email fraudulento e não o abri (até por múltiplos conselhos do Wizink). No dia 21-07-2025, ao tentar confirmar junto do Wizink se o email era fraudulento, foi-me transmitido que, efetivamente, o banco irá cancelar o meu cartão de crédito por razões internas ao banco às quais sou completamente alheia (vai descontinuar aquele cartão). Como tinha mais de 30.000 pontos acumulados, questionei o banco sobre se podia trocar os pontos por viagens e fui informada que já tinha ultrapassado os dias que me deram para o efeito no email (15 dias). Não procuraram garantir que o prazo contasse apenas após a leitura do email, nem deram um prazo justo ao cliente. Fiz uma reclamação junto do Banco de Portugal à qual o Wizink respondeu afirmando que procederam à correção dos meus pontos e que eu poderia confirmar essa informação no meu extrato de julho. O meu extrato de julho indica que tenho mais de 26.000 pontos. No entanto, após contacto com a linha de pontos Wizink fui informada que tenho apenas cerca de 500 pontos (ou seja, o Wizink continua privar-me dos mais de 30.000 pontos sem justificação).
A1: demora na assistência
Aos serviços competentes da OK TeleSeguros No dia 30/07/2025, pelas 14h20m a viatura em que seguia com a minha família na A1, sentido Sul-Norte, sofreu um acidente ao quilómetro 193Km, com um objeto atravessado na faixa de rodagem. Não foi possível evitar a ocorrência, em virtude da colisão com o objeto (mais tarde identificado pela brigada da GNR como um eixo de uma viatura, ainda com parte de uma roda agarrada) se ter dado na faixa da esquerda, durante a ultrapassagem de um veículo pesado. Às 14h26h foi realizado o telefonema para a Assistência Brisa, reportando a situação: o acidente e respetivo pedido de assistência, assim como a existência de um objeto metálico de grandes dimensões na via, mencionando que tínhamos um bebé a bordo. Após a sinalização do carro imobilizado com o triângulo, foi possível avaliar os danos na viatura, tratando-se do pneu dianteiro direito totalmente destruído. Foi também acionado o pedido de socorro à Guarda Nacional Republicana, uma vez que o veículo estava imobilizado sobre um viaduto, com uma berma muito estreita. A brigada da GNR realizou o respetivo Auto de Ocorrência (em anexo), descrevendo-nos o objeto, mas a distância a que nos encontrávamos não nos permitiu fotografar o objeto, tendo em conta a perigosidade da circulação pedonal. A brigada autorizou a deslocação do veículo para uma centena de metros adiante, para possibilitar a mudança do pneu, No entanto, constatámos que não tínhamos connosco a “chave de segurança” da jante, o que obrigou a recorrer, pelas 16h56m, à Assistência em Viagem do seguro, designadamente no pedido do reboque que nos transportasse para o nosso destino, São Pedro do Sul. Foi mencionado que já estávamos imobilizados na autoestrada há quase 3 horas, com um bebé a bordo. Foi-nos informado que o seguro apenas autorizava o reboque para a localidade mais próxima, por motivo de furo. Referi que não era um furo normal, era consequência de uma colisão com um objeto na via, que era tarde para resolver a situação, a situação do bebé fechado num carro há horas e que tínhamos o alojamento pago em São Pedro do Sul. Felizmente o reboque chegou pelas 17h15 e o técnico que o conduzia foi incansável a procurar uma oficina que nos resolvesse o problema. Esta situação foi quase inviabilizada pelo serviço de táxi que chegou pelas 18h25m, mais de uma hora depois. Tendo em conta que foi mencionada várias vezes a gravidade da situação, que totalizou 4 horas imobilizados na autoestrada, com um bebé de 15 meses em situação de grande desconforto, atendendo à temperatura de 40ºC no exterior, venho assim solicitar a devida indeminização por danos pessoais. Aguardo deferimento.
Falta de resposta
Exmos. senhores, Via e-mail solicitei informações sobre subsidio T$ - Bicicleta elétrica comprada em 2025 - e não se consegue nem vossa resposta de existência ou não de potenciais candidaturas, e no site, já registado, não se consegue avançar para colocar os documentos. Isto é, perfeita nuvem de fumaça que não mostra se o programa está a funcionar e se se pode candidatar. Além disso o site é complicado, isto desde muitos anos que não existem melhorias básicas para esclarecimento e introdução de dados e registros... Aguardo vossa resposta. Duarte Fonseca NIF 183354419
Cartão bloqueado
Boa tarde. Em fevereiro deste ano devido a dificuldades financeiras atrasei me do pagamento da mensalidade tendo por isso entrado em incumprimento. O cartão ficou temporariamente bloqueado. Em Março regularizei o atraso com devidos juros e de lá para cá não me atrasei no pagamento de nenhuma fatura. À 5 meses que me encontro com o meu cartão black plus bloqueado tendo lá saldo de 350€ que necessito com urgência pois tenho a maquina lavar roupa e a de secar avariada e preciso urgentemente mandar concertar ou pelo menos comprar a de lavar. Sempre que logo para lá ou falo pelo chat da APP, dizem me sempre o mesmo: que está tudo em dia mas que não conseguem dar uma data para o desbloqueamento do cartão.. Sendo que a situaçao se arrasta a 5 meses e preciso de resoluçao urgente peço que me ajudem a resolver. Atentamente Sónia Sousa e Silva
Erro de informação de colaboradores ao cliente
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o vosso apoio na resolução de uma situação com o Banco BPI, relacionada com o meu cartão de crédito. No dia 31/03/2025 efetuei o pagamento de 1.004,96 €, com o objetivo de liquidar a totalidade da dívida do cartão. Antes de o fazer, contactei a linha de apoio do BPI e fui informado que esse pagamento bastaria para saldar toda a dívida. Mais tarde, fui informado de que uma compra em cotas (movimento fracionado) não tinha sido liquidada. O BPI reconheceu a falha de informação e devolveu os juros cobrados. No entanto, insiste que a dívida se mantém e deve continuar a ser paga mensalmente, mesmo tendo sido gerada por má informação da própria instituição. Alega ainda que utilizei parte do saldo disponível num cash advance posterior, o que só ocorreu porque me foi garantido que a dívida estava completamente saldada — logo, esse movimento foi consequência direta da falha de informação. O BPI recusa-se a cancelar ou saldar o valor fracionado, mesmo tendo assumido a responsabilidade pelo erro. Considero esta conduta abusiva e contrária aos princípios de boa-fé bancária. Agradeço o vosso apoio na tentativa de resolução deste problema, ou orientação sobre os passos mais eficazes a seguir. Com os melhores cumprimentos, Luis Carlos Gonçalves Crisóstomo Email: luisovskycrisostomo@gmail.com Telefone: 933131399 Cliente BPI: 5-5206683.000.001
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