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Renovação de contrato abusiva (Securitas Direct)
Exmos. Senhores, No âmbito de um crédito á habitação com o Banco BPI, foi-me oferecido um serviço de segurança com a Securitas Direct ao qual aceitei e contratei por um período de 36 meses. Todo o negócio foi mediado pelo banco BPI, a especificidade das clausulas contratuais com a Securitas Direct não são devidamente explicadas e podem induzir em erro o cliente, visto que o foco do processo é o crédito á habitação e não um contrato paralelo com o fornecedor de um alarme. Uma semana após a data de termo do contrato (30.06.2025) fui contactado por um agente comercial da Securitas Direct no sentido de fazer um melhoramento das condições do contrato e para venda de novos equipamentos, na qual indiquei claramente que não estava interessado nessa oferta e que o mesmo contrato já se encontrava vencido. O agente da Securitas Direct, informou-me de uma renovação automática de mais 12 meses, da qual eu não tinha conhecimento nem recebi qualquer aviso prévio. Nesse contacto fui informado para a necessidade de enviar carta registada para resolução do contrato, facto que fiz de imediato. Nunca fui contactado pela Securitas Direct, antes da data de termo do contrato, para informar sobre essa renovação automática, o que indica má fé por parte da empresa. Estas práticas são altamente condenáveis e configura uma cláusula abusiva, contrariando o Decreto-Lei n.º 446/85 (Art. 22.º) e a Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96), uma vez que limita indevidamente o direito do consumidor à rescisão. Ultimamente tenho sido coagido constantemente pela Securitas Direct através de chamadas ameaçadoras no sentido de assumir um contrato atá 30 de junho de 2026 que não estou interessado. Indiquei claramente que não quero a renovação e, tal como foi referido anteriormente e após indicação da Securitas Direct, já enviei uma carta registada a informar essa minha vontade. Toda esta situação mancha o bom nome do Banco BPI e revela a índole da empresa Securitas Direct, é altamente condenável e considera-se uma prática medieval visto que estão a obrigar-me a um contrato que não estou interessado, previsto no artigo 334º do Código Civil que estabelece que "É ilegítimo o exercício de um direito, quando o titular exceda manifestamente os limites impostos pela boa fé, pelos bons costumes ou pelo fim social ou económico desse direito". Pelo exposto, peço que considerem com seriedade e responsabilidade esta situação, e que parem de me coagir diariamente através de chamadas telefónicas, caso contrário serei obrigado a recorrer ás autoridades. Ao Banco BPI, peço que revejam as vossas parcerias e que protejam os vossos clientes de empresas com a índole explanada nesta minha carta, as centenas de queixas no portal da queixa e na DECO de outros clientes vítimas destas práticas são claramente reveladores do esquema maléfico e oportunista da Securitas Direct. Cumprimentos,
Bloqueio indevido de cartões apesar de não existir qualquer dívida pendente.
Descrição da Reclamação: Venho, por este meio, apresentar reclamação contra a Oney Portugal. A empresa mantém os meus cartões bloqueados sob a alegação de uma dívida que já foi integralmente paga — ou seja, não possuo atualmente qualquer valor em incumprimento com a Oney. Apesar disso, a instituição continua a restringir o acesso aos serviços financeiros contratados, o que considero totalmente abusivo e injustificado. A situação configura uma violação clara da Lei n.º 24/96 (Lei de Defesa do Consumidor), nomeadamente: • Art. 5.º – Direito à qualidade dos serviços; • Art. 6.º – Direito à proteção dos interesses econômicos; • Art. 8.º – Direito à reparação de prejuízos. Invoco ainda o meu direito, ao abrigo do Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD), Art. 16.º, de ver os meus dados atualizados e corretamente refletidos nos sistemas da empresa, bem como a obrigação da Oney de atuar com diligência e lealdade, conforme o Decreto-Lei n.º 298/92, Art. 75.º. Exijo a regularização imediata da situação, com: 1. O desbloqueio dos meus cartões; 2. A confirmação formal de que não há dívida pendente em meu nome; 3. E a retificação dos dados junto de quaisquer entidades externas (nomeadamente Banco de Portugal), caso aplicável. Esta conduta tem-me causado constrangimentos injustos e é, a meu ver, uma prática lesiva dos direitos dos consumidores. Fico a aguardar resolução urgente da situação. ⸻ Emerson Ferreira NIF 309582733
Valores abusivos
Fazem meses que estou a pagar Terapia da Fala para meu filho em uma clínica dentro da rede e sempre estão a cobrar-me um valor maior do que consta na apólice. O valor correto para oagamento da minha parte seria 16 euros, mas devido a falha da seguradora, estou a pagar 27,50 euros. Faz tempo que entro em contacto com eles diariamente e até hoje não resolveram a situação e nem me reembolsaram pelos valores pagos indevidamente, devido a uma falha na própria Generali Tranquilidade. É inadmissível que uma empresa trate dessa maneira os seus clientes, sem retorno, sem solução. Isso mostra falta de ética e de comprometimento. Sinto-me roubada e enganada por esta empresa.
Débito direto sem autorização
Retiraram da minha conta no dia 26-07-2025 a quantia de 6,49€ sem autorização, nao conheço sequer a empresa designada por isso solicitava, ja tentei contactar a empresa mas sequer aparece um link ou um email para entrar em contacto, por isso peço que me devolvam o meu dinheiro ou então tomarei as devidas medidas
Falta de compromisso
Ontem fiz o pedido do reboque as 21:30 me informaram que chegaria às 22:13 chegou às 00:13 concluindo tive 3 horas à espera do reboque , depois foi para o pátio no dia de hoje , e uma atendente me informou que o meu carro chegaria ao mecânico de manhã do dia de hoje , Liguei a empresa e me informaram que talvez chegaria hoje às 18 ou só amanhã de manhã , só mostram que a Lusitânia , não tem compromisso nenhum com os que a eles confiam Richardy Martins Ragassi Matrícula: 4773ND
3o lesado em sinistro
No seguimento do resultado ao sinistro 0026421718 ocorrido no dia 16/6/25 , venho por este meio expor o resultado e o meu descontentamento: -Como 3o lesado esperava um melhor atendimento da parte da seguradora, no dia seguinte ao sinistro enviei um email à mesma a pedir ajuda e informações, expondo a situação e como deveria proceder para obter carro de substituição pois preciso de veiculo para ir trabalhar e transportar material de treino nos mais diversos horarios (email ao qual recebi uma resposta automática dizendo que teria resposta num prazo de 4 dias úteis, ate hoje -28/7/25- nenhuma resposta ao dito email)- -A peritagem ao meu veiculo ficou marcada para a 2a feira seguinte ao sinistro , e qual nao e o meu espanto quando recebo notificao de "carro ausente" no dia em que o perito aparece na oficina, liguei para a seguradora e explicam-me que o carro nao foi para a oficina e nao sabiam onde estava... Como curioso que sou, desloquei-me a oficina selecionada na plataforma generali para a realização da peritagem , na qual fui informado que tinham processo de entrada do carro , mas carro nem ve-lo. Para nao me alongar mais nesta descricão, o carro estava no estaleiro que trabalha com a seguradora literalmente a 100m da oficina e não o levaram, e ainda me disseram que a seguradora nao os informou do destino do carro (o que me leva a crer que se não tenho sido eu a ir procurar o carro, ainda hoje estava a espera da peritagem) -O resultado da peritagem logo a partida foi "possível perda total" , ate ai tudo bem , compreendo que pela idade do carro ja seja dificil encontrar algumas pecas (Honda civic MA MB DE 2000 ja agora) - Veredicto confirmado - 1500e de indemnização - 1350 se ficasse com o "salvado" Pois bem, apos pesquisa de mercado, conclui que com menos de 3000/3500e nao se compra um carro igual ao meu ou em condições semelhantes, então resolvi contestar sob a orientação de um advogado. Escrevi uma carta à sede, como aconselhado pelo advogado, e representante generali na minha cidade, que verdade seja dita pouca ou nenhuma ajuda facultaram durante o processo "escreva uma carta a contestar e envie" , como se fosse coisa que eu fizesse todos os dias e soubesse os procedimentos . Na carta enviada constava: -Justificação e pedido de ajuste do valor a ser indemnizado - pesquisa de mercado , que so de abrir o básico do OLX ou custo justo , confirma de caras que 1500 é um valor totalmente descabido para o veiculo em questão. -declarações assinadas por clientes meus que comprovam a minha quebra de rendimentos, (ascendeu a mais de 2000e) Entre outras. Quero deixar também aqui explicito que entre a decisão da seguradora e o envio da carta a contestar , recebi uma chamada muito simpatica da oficina a perguntar quando ia buscar o carro, passo a citar: "O resultado da seguradora ja saiu , quando pode vir buscar o carro que ja esta a esturvar?" Isto no tempo que eu ainda tinha para decidir se aceitava os 1500, os 1350 mais salvado , ou contestava o valor Apos o envio da carta , recebo email da seguradora no dia 23/7/25 a dizer que mantinham a posição e os valores propostos inicialmente, passando por cima de todas as quebras que de rendimento, pressão por parte das entidades envolvidas e falta de apoio do inicio ao fim! Pessimo!
Candidatura ao PAES 2023 - Pedido de documentos passados 2 anos
Exmos. Senhores, Venho por este meio manifestar o meu profundo desagrado relativamente ao tratamento do processo de candidatura nº 065992, submetido em 27/10/2023, acompanhado de todos os documentos solicitados, incluindo registos fotográficos. É com enorme surpresa que, após quase dois anos de espera, me é solicitada a entrega de novos documentos, com data coincidente com a da candidatura. Alguns desses documentos não dependem de mim, mas sim da empresa responsável pela instalação, a qual, como é compreensível, não deveria ser novamente contactada tanto tempo após a conclusão do serviço. Dado o tempo decorrido, é bastante provável que não consiga obter toda a documentação exigida, o que poderá implicar a perda do apoio. Esta situação transmite a sensação de que o sistema está estruturado para dificultar o acesso aos apoios, em vez de os facilitar. Comprometo-me a entregar os documentos que me seja possível reunir dentro do prazo estipulado de 10 dias úteis, mas não posso deixar de registar o meu total descontentamento com a forma como este processo tem sido conduzido, pela falta de diligência e previsibilidade por parte dos serviços responsáveis. Com os melhores cumprimentos, Vitor Costa
Burla
Fui burlado nesta aplicação onde fui submetido a fazer vários pagamentos onde um deles era de 30€ para fazer a liberação de fundos e depois iria ser devolvido na hora depois de ter depositado mais 30€ apareceu-me que a conta foi bloqueada e que tinha que que fazer um pagamento de 19,90€ para a conta ser reativada e fiz e a conta continua bloqueada esta aplicação mostra ter serviço ao cliente mas não tem pois porque não funciona já enviei várias mensagens e ninguém responde!
Crédito Habitação sem Bonificação e Seguros Não Solicitados
> Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação contra o Crédito Agrícola, com base nas seguintes situações: 1. Celebrei um crédito habitação em outubro de 2018. À data já possuía 75% de incapacidade permanente, comprovada através da declaração de IRS. Esta informação foi entregue ao banco, mas nunca foi aplicada a bonificação prevista no Decreto-Lei n.º 230/80, o que considero uma omissão grave com impacto direto nas minhas finanças. 2. Foram-me cobradas despesas associadas ao crédito no valor de cerca de 3.000 €, cujo detalhe nunca me foi devidamente explicado. Considero que, se o crédito tivesse sido bonificado desde o início, essas despesas poderiam ter sido significativamente reduzidas ou mesmo evitadas. 3. Foi-me exigido um valor adicional de 250 € para a remoção do ónus notarial, o que só se tornou necessário porque o banco não aplicou o regime bonificado logo no início. Assim, estou a ser penalizado por um erro que não me é imputável. 4. Identifiquei também a existência de seguros associados em meu nome e em nome da minha mãe (fiadora), os quais nunca foram por nós subscritos, assinados ou autorizados. No meu caso, os prémios são debitados da minha conta bancária. No caso da minha mãe, embora o seguro seja debitado da conta dela, foram retiradas prestações da minha conta, mesmo sendo ela uma pessoa idosa e debilitada, o que considero um abuso grave. Estas situações foram já comunicadas ao banco, ao provedor e ao Banco de Portugal, mas até ao momento não obtive uma resolução satisfatória. Solicito a correção integral destes erros, com aplicação retroativa da bonificação, devolução dos valores indevidamente cobrados e cancelamento de apólices não consentidas. Com os melhores cumprimentos, Armindo Dias Cracel N.º Crédito Habitação: 61008616095
Pedido de iquidação total do meu crédito habitação.
Venho, na qualidade de associado da DECO, solicitar apoio na resolução de uma situação de incumprimento bancário grave por parte do Banco BPI, com impacto financeiro direto sobre mim enquanto consumidor. No dia 30 de junho de 2025, solicitei através do canal oficial “Fale Connosco” do site BPINET a liquidação total do meu crédito habitação, indicando que pretendia que a mesma fosse executada na primeira data útil possível. Voltei a contactar os serviços do banco a 14 de julho de 2025, sem obter qualquer resposta. Nos termos da legislação aplicável ao regime jurídico do crédito habitação (Decreto-Lei n.º 74-A/2017 e alterações subsequentes), o reembolso antecipado total deve ser concretizado no prazo máximo de 10 dias úteis após o pedido do consumidor. Esse prazo terminou a 15 de julho de 2025, sem que o banco tenha dado qualquer seguimento ao pedido ou apresentado justificação para o incumprimento. No próprio dia 15 de julho, ao verificar que a prestação mensal foi debitada normalmente e nenhuma ação adicional tinha sido tomada, contactei a linha de apoio telefónico do BPI (217 207 184), pelas 12h59, numa chamada de 9 minutos e 45 segundos, cuja gravação autorizei expressamente e que poderá ser solicitada para verificação dos factos. Durante essa chamada: Expus a situação e solicitei a liquidação imediata do crédito; O colaborador colocou-me em espera enquanto tentava, sem sucesso, contactar a sucursal da Charneca da Caparica (onde tenho a conta domiciliada); Foi-me dito que seria transferido para outro serviço; A chamada foi desligada durante a transferência e nunca mais fui contactado desde então. No dia 17-07-2025, apresentei uma reclamação formal ao Provedor do Cliente do BPI, recebendo apenas uma resposta automática de receção. Até hoje, 26-07-2025, não obtive qualquer resposta concreta nem do banco nem do provedor. Além do crédito, mantenho uma aplicação designada PPR “BPI Reforma Garantida 8 Anos”, cuja transferência solicitei também através do canal digital, a 14-07-2025. A informação contratual do produto está inacessível no site, apresentando erro técnico (“não se encontra disponível” / #DATA_COMERCIALIZACAO#), e não recebi qualquer documentação solicitada até hoje. Este bloqueio impede-me de mobilizar o PPR, impedindo também o encerramento da conta à ordem. Situação atual: O banco não executou a liquidação do crédito dentro do prazo legal; Não respondeu aos pedidos formais escritos nem ao contacto telefónico; Não forneceu a documentação necessária para transferência do PPR; Estou a ser cobrado comissões mensais de manutenção de conta, sem qualquer serviço associado, sendo que a única razão para a conta continuar aberta é a inação do banco quanto ao crédito e ao PPR. Solicito à DECO: Apoio jurídico ou intermediação junto do Banco BPI para obrigar à liquidação imediata do crédito; Apoio na obtenção da ficha contratual do PPR e viabilização da sua transferência; Abertura de processo de queixa se necessário junto da CMVM ou ASF, caso o banco continue a omitir informação sobre o PPR; Pedido de restituição das comissões de manutenção cobradas indevidamente enquanto cliente “preso” a produtos cuja gestão me está a ser negada. Fico ao dispor para fornecer qualquer comprovativo adicional que se revele necessário. Com os melhores cumprimentos,
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