Reclamações públicas
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Reclamação de dívida inexistente
Exmos. Senhores, Insistentemente reclamam o pagamento de uma divida que não reconheço. É verdade que marquei uma consulta de ortopedia e é verdade que me apresentei para a ser vista. Não fui atendida em consulta porque não fui atendida na recepção onde esperei mais de meia hora, enquanto todas as recepcionistas menos uma se ausentaram e nem a assistente às consultas se dispôs a ouvir-me. Já expliquei tudo ao telefone, ao serviço contencioso por telefone e em junho também enviei mail. Nem sequer o valor da consulta seria o reclamado. Não fui consultada e creio me no direito de ser eu a reclamar pelo péssimo serviço prestado, quando nem podia andar. Recuso qualquer divida e solicito que deixem de incomodar me a pedir a regularização de algo que não devo.
Abuso/engano a pessoa idosa
Exmos Srs., Em Janeiro passado, forçaram a minha tia, de 82 anos, a adquirir um aparelho auditivo que não necessitava, assinando para isso um contrato de crédito que ela não compreendeu e o qual não consegue pagar. Nem sequer lhe deram cópia do contrato que assinou, limitando evidentemente a possibilidade de reagir ou de perceber o que fez. A postura dos trabalhadores é de autêntico bullying, aproveitando-se da idade e fragilidade das pessoas. Solicito a resolução do contrato, a devolução dos montantes pagos, devolvendo, evidentemente, o referido aparelho auditivo.
De’Longhi ECAM29061B – defeito persistente e assistência ameaça não cobrir nova avaria
Produto: Máquina de café automática De’Longhi ECAM29061B Loja: Rádio Popular – Viseu Data da compra: 19/12/2023 Adquiri esta máquina por cerca de 500€, estando ainda dentro do período de garantia. Em maio de 2025, a máquina avariou, tendo sido diagnosticado um problema no moinho (objeto não identificado no moinho que segundo a marca necessitou da substituição do mesmo). Foi-me comunicado que a garantia não cobria a avaria por alegado mau uso (obstrução no moinho), tendo-me sido apresentado um orçamento no valor de 96,41€, o qual paguei no ato de levantamento do equipamento. Após a reparação, passei a utilizar exclusivamente café da marca De’Longhi, conforme recomendado pela assistência técnica. No entanto, a 05/07/2025, cerca de um mês e meio após a primeira reparação, a máquina voltou a avariar com o mesmo problema (objeto estranho preso nas mós do moinho). Importa referir que o sinal de descalcificação apenas apareceu no dia anterior à avaria, não havendo tempo razoável para realizar esse procedimento. Sendo que sempre foram realizadas as devidas manutenções à máquina. Levei novamente a máquina à assistência, tendo sido apresentado novo orçamento de 89,70€, o qual recusei. Informei que apresentaria reclamação. Nessa sequência, a máquina foi reparada sem custos, tendo sido informada no relatório técnico que o não pagamento do orçamento enviado se devia a uma "atenção comercial". No entanto, fui novamente alertada de que, se o problema voltar a ocorrer, terei de suportar os custos, alegando que a manutenção e ajustes de descalcificação não são defeitos de fabrico. Alertam ainda que o problema está relacionado com ajustes, dificuldade de utilização e manutenção da máquina o que não é verdade. Alerto que o problema da máquina não moer o café não estava relacionado com a descalcificação (que não foi possível realizar em tempo útil devido à avaria), mas sim de um problema no moinho que alegam ser um objeto estranho preso nas mós do mesmo (reitero que utilizo café exclusivamente da marca De’Longhi). Considero esta posição inaceitável: a máquina encontra-se dentro do período de garantia legal, estou a utilizar o café recomendado e a cumprir as manutenções previstas. Solicito que o problema seja assumido como um defeito coberto pela garantia, e que, em caso de nova avaria semelhante, seja garantida a substituição da máquina, (atendendo a que já é a segunda vez que a máquina deixa de moer café apesar de cumprir o aconselhamento da assistência técnica), conforme previsto na Lei nº 84/2021. Solicito resposta formal a esta reclamação.
Prestaçao de Serviço
Exmos. Senhores, sou cliente da Mgen a 3 anos. Só que minha mãe residia comigo aqui em Portugal e quando fui fazer pela seguradora eu assinei o contrato e minha mae deu seu dadi do Iban do banco Millenium dela. A uns sete dias tomou a decisao de ir embora para o Brasil. Eu, mantive diversos contactos com a seguradora dando os dados do meu Iban e a exclusao da seguradora a qual é minha mãe. Pedi por email que mantivesse eu, minha filha e esposa no plano e apenas retirasse minha mae do seguro, pedi os valores e que continuaria no seguro. Fui informado que não posso exclui-la, teria que pagar todos os meses ate finaliza-lo e exigiram um documento que ela foi para o Brasil. Onde fica o direito do cidadao em escolher onde paga todos os meses seus impostos o direito de escolha. Sou obrigado a pagar por um direito que nao existe. Quero a atençao da DecoProteste. Nao posso pagar por um direito onde a utente nao mora mais em Portugal. Deve existir alguma maneira justa onde possa resolver tal situação. Ainda fui indagado que consta isso no contrato. A lei Portuguesa esta acima de qualquer contrato.
Retenção de morada
Boa tarde, fiz a minha retenção de morada para os CTT e as cartas vão para a minha morada, gostava que tomassem atenção
Atraso na entrega de mercadorias e erro na entrega
Exmos. Senhores. No passado dia 26 de Abril desloquei -me com o meu filho ao Leroy Merlin de Carnaxide para comprar um lavatório com torre, 2 armários de cozinha e uma bancada. Após a compra disseram que a entrega seria a 05 de Maio. Tal não aconteceu. Depois de 6 telefonemas ao longo do mês de Maio, para saber quando poderia receber a encomenda, nenhum colaborador me soube responder,sinalizando e enviando avisos das minhas chamadas para o armazém. Um mês depois vieram entregar a encomenda incompleta. Faltava a torre do lavatório e um armário. O meu filho foi várias vezes ao Leroy afim de perceber o que se passava mas sem sucesso. O resto do mês de Junho foi passado sem notificações de quando receberia os artigos em falta. Finalmente o meu filho voltou ao LM afim de renunciar a encomenda pedindo que lhe devolvessem o dinheiro. Ficou combinado que no dia 10 de Julho iriam buscar a encomenda. Não vieram, não avisaram e fiquei todo o dia em casa á espera. No dia 11 de Julho o meu filho recebeu uma mensagem do LM a dizerem que iam entregar os artigos em falta. Não entregaram e mais uma vez fiquei á espera. Dois dias depois avisaram o meu filho que iam recolher a encomenda no dia 14 de julho. Assim aconteceu. Esperei dois meses e não resolvi o meu problema. Dispuseram o que quiseram do cliente, sem sequer um pedido de desculpas. Obrigada Cumprimentos
Faturação errada
Exmos. Senhores Desde que entrei em contacto com o apoio cliente desde Maio de 2025, nenhum colaborador até hoje soube-me dizer como se ia proceder a resolução do problema. Pois estou a cerca de 2 anos a pagar duas moradas sendo que eu pedi a alteração de morada, e invés desse pedido adicionaram-me mais uma morada. E eu só reparei nessa data porque é a minha mãe a titular.E está empresa quando o pagamento não é efetuado na data prevista adicionam sempre o mês seguinte, logo eu sem acesso as faturas, não consegui perceber mais cedo. Além disso, a cada semana que contactava, informavam-me que iam me contactar, em loja disseram que me iam enviar um e-mail. E a até hoje sem resposta. Porém a resposta do apoio ao cliente da ligação de hoje foi que eu não ia conseguir recuperar o meu dinheiro pois foi erro meu por não ter consultado as faturações, e não deles de terem registado mal o serviço pedido.
Encomenda não entregue e nova cobrança
Exmos. Senhores, Em 19/03/2025 realizei uma encomenda de cinco garrafões de água, da marca Culligan, pelo valor de 33,88€. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia 31/03. Contudo, em 04/04 questionei o porque de não terem entregue e acusaram tentativa de entrega, sendo que estive em casa o dia todo e ninguém bateu à minha porta. No mesmo dia 04/04, solicitei o cancelamento do contrato, por falta de recebimento do produto, mas, além de não me estornarem o valor pago da encomenda, em 02 de julho me cobraram um novo aluguer de bebedouro, indevido, já que estou desde março sem utilizar o equipamento e desde abril com solicitação do cancelamento do contrato. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo, solicito a rescisão do contrato celebrado, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização. Cumprimentos.
Veículo na oficina 4 semanas
Exmos. Senhores, Somos clientes RENAULT há já algum tempo e nunca tinhamos tido uma experiência como esta. Somos uma empresa com frota disponível e necessitamos dos nossos veículos todos os dias. Sucede-se que numa visita de rotina á oficina foi detetado um problema que estava coberto pela garantia. Após conversa com os responsáveis da oficina em ÁGUEDA, entregamos o veículo (Renault master) para reparação tendo nos dito que a reparação demoraria no máximo uma semana, o que para nós era comportável. Sucede que, passou uma semana, duas semanas, três semanas... e vamos para a quarta semana e continuamos se o veículo. É incompreensível nos dias de hoje estarmos dependentes de uma autorização 2 semanas dada pela marca para avançar com a reparação do tal dito defeito (isto mesmo após de confirmarem que estava coberto pela garantia). Passou mais uma semana e veio a tal dita autorização, mas para espanto nosso ainda não tinham pedido o material de substituição todo pelo que a peça que estava em falta á data do dia de hoje ainda não tinha chegado. A empresa está a laborar em alto défice estando a incorrer em multas devido aos prazos de entrega por não estar a cumprir com as entregas com os seus clientes... Em pleno século XXI já ão se justifica este comportamento, apenas estamos reféns e a espera de algo que ninguém quando o problema está definitivamente solucionado, Cumprimentos. Obrigado, Ruben Almeida
O pagamento do Klarna saiu da minha conta bancária, mas não apareceu no histórico de pagamentos
No passado dia 23 maio do presente ano, eu efetuei uma compra na klarna na qual dividi as prestações em 3x. No momento da compra efetuei o primeiro pagamento no valor de 357,31. Nisto no dia 6 junho foi debitado novamente da minha conta os 357,31€. O que não deveria de acontecer sendo que já estava paga a primeira prestação, e assim nesse dia 23 é que teriam de começar o plano de prestações. Ou seja, a prestação deveria ser descontada a cada dia 23 dos dois meses seguintes. Após esta situação e ter dado conta da falta de dinheiro na minha conta contactei o banco Moey de imediato na qual eles não souberam esclarecer a situação e alegam que o dinheiro que paguei á klarna no dia 23 de Maio é o valor que aparece representado no extrato de junho, dia 5. A entidade alega que o valor que aparece no extrato é o saldo cativo do dia 23 de maio. No entanto o que aparece na aplicação é que no dia 23 eu fiz o pagamento a klarna, mas este valor não aparece no extrato de maio. O montante que me foi debitado no dia 6 junho não aparece na aplicação nem no extrato de junho. Sendo assim estes valores e este debito já deveria pagar a segunda prestação. Na aplicação da klarna a compra foi feita dia 23 de maio e o pagamento só é dado como pago a 5 de junho. Precisamente no dia seguinte em que foram a minha conta bancária. Já este mês dia 11 de julho paguei assim a última prestação, porque se paguei em maio, junho, só ficava a faltar a prestação de julho. E assim o fiz para não entrar em cumprimento e desse modo eu cumpri com as prestações a que me comprometi. O que acontece é que na klarna , eu ainda vou ter de pagar esse mesmo valor no mês de agosto, ou seja a quarta prestação. Os valores finais de cada mês nos extratos também não coincidem com o dinheiro real que tinha na minha conta. Assim aparece que tenho mais dinheiro do que na realidade. No fim de junho eu não tinha dinheiro na minha conta, mas no extrato aparece que tinha mais de 500€. Já contactei o banco e a klarna, e ninguém me sabe justificar este desencontro de valores, e nem existe nenhum saldo cativo. Uma coisa é certa, existem 357,31€ que ninguém sabe onde estão e desse modo eu peço uma investigação sobre a situação. Peço também que investiguem a chamada telefónica que fiz para o banco no dia 6 de junho, porque se gravam as chamadas esta vai ter de servir como prova como eu dei falta do dinheiro e tentei saber o seu paradeiro. Já apresentei queixa no livro de reclamações e aguardo resposta e resolução.
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