Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Artigo danificado e tentativa de burla
Exmos. Senhores, Em 13/10/2025 adquiri uma Mesa de jantar extensível castanha clara 160/240 x 90 cm MADURA EAN: 4255664854155 por 459,99€. A referência da encomenda é 13018184 A 24/10 recebi o vosso produto, mas sucede que este apresenta defeito: A zona extensível da mesa foi utilizada uma vez e foi identificado que duas das dobradiças estão com defeito, fazendo com que essa zona não feche completamente deixando um espaço aberto. Esta situação torna a mesa extensível inutilizável, pois existe o risco de crianças se magoarem nessa zona. Comuniquei-vos de imediato o problema, em 27/01, para que atuassem em conformidade, mas recebi como resposta que o defeito não tem reparação. Perante essa resposta, em 27/03 comuniquei-vos que queria então a devolução do valor pago, e que esta tivesse lugar de imediato. Ora, a resposta que me foi dada foi que não aceitam restituir o valor total do artigo e que poderiam emitir um voucher para compras na Beliani no valor de 200€ ou uma restituição em dinheiro de 100€. Para poder proceder à reclamação de forma oficial solicitei ao colaborador que me atendeu, o seu nome completo e respectivo número de colaborador. Recebi a resposta que o nome do colaborador era Jonathan Cabral, mas que a empresa Beliani era uma empresa familiar e não possuíam número de colaborador. Sendo uma empresa com mais de 700 colaboradores, muito estranho esta situação. Exijo que procedam à devolução imediata do preço, caso contrário tomarei todas as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
Falsificação de assinatura e falha no ato da entrega de um documento REGISTRADO
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa a uma situação grave ocorrida com a entrega de uma correspondência destinada à minha residência. De acordo com a informação disponibilizada pelos vossos serviços, a referida correspondência consta como tendo sido entregue e assinada por mim. Contudo, declaro que nunca recebi essa entrega nem assinei qualquer comprovativo, pelo que essa informação é falsa. Perante a gravidade da situação, e por se tratar de uma possível falsificação de assinatura, dirigi-me à PSP, onde apresentei o respetivo Boletim de Ocorrência. Acresce que, após contacto com os vossos serviços, não foi apresentada qualquer solução concreta, o que considero inaceitável. Deste modo, solicito: • A averiguação urgente do sucedido; • O envio do comprovativo de entrega com a assinatura registada; • Uma resposta rápida e formal a esta reclamação; • A resolução do problema e apuramento de responsabilidades. Caso não obtenha resposta em tempo útil, irei recorrer às entidades competentes. Aguardo uma resposta com a máxima urgência. Com os melhores cumprimentos,
Cobrança indevida Indebt/Medicare
Exmos senhores, Tenho recebido vários email por parte da indebt a fazer cobrança de valores de um contrato que realizei com a medicare via telefone. Em nenhum momento a medicare me informou sobre uma fidelizacao de 1 ano na realizacao de contrato. E mais, além de nao ter informado ainda fez resistencia sempre que tentei desistir do mesmo, nao me dando essa possibilidade. Um ponto importante é que o seguro em nenhum momento foi sequer utilizado. Para alem disso o contrato foi realizado em 2020 sendo que segundo a lei já se encontra prescrito pois possui mais de 5 anos. Para além disto, tentei explicar esta situacao a indebt de forma a resolver sendo que nao surgiu efeito. E foi lhes pedido dados do contrato e faturas sendo que os mesmos só me conaeguiram enviar por escrito codigos com valores e dizem nao possuir o contrato. Ou seja nem conseguem mostrar devidamemte aquilo que se encontram a cobrar. Eu nao concordo em pagar nenhum valor visto que nem sequer foi feito um esclarecimento devido na altura da realizacao do contrato pois mais nenhum seguro de saude faz o que a Medicare anda a fazer, ou seja enganar os clientes. Agradecia que o assunto fosse resolvido e encerrado.
Drive On Holidays - Reclamação – portagens scuts / contrato drive on holidays outubro 2024
Aluguei um veículo da Drive on Holidays em outubro de 2024, devolvendo-o no dia 25/10/2024. Conforme o contrato, a pré-autorização no cartão de crédito para pagamento de portagens pendentes é válida até 30 dias após o término do aluguer. No entanto, a Drive on Holidays tentou cobrar as portagens nos dias 26/11/2024 e 06/12/2024, ou seja, fora do prazo contratual, não existindo qualquer autorização válida para débito no cartão. Como resultado, recebi notificações da Via Verde e fui obrigado(a) a pagar as multas, mesmo não sendo responsável pelo atraso. Solicito: A retirada imediata de qualquer imputação de responsabilidade ao meu nome; Que a Drive on Holidays assuma integralmente a gestão do processo junto da Via Verde; O reembolso integral dos valores pagos, por transferência bancária para o IBAN, solicitado nos E-Mails enviados. Cumpri todas as obrigações contratuais e não existe base legal para cobrança adicional ou penalização. [Drive On Holidays - Reclamação – portagens scuts / contrato drive on holidays outubro 2024] [Drive On Holidays - Reclamação – portagens scuts / contrato drive on holidays outubro 2024] [Drive On Holidays - Reclamação – portagens scuts / contrato drive on holidays outubro 2024]
Cobrança indevida de 20€ – incumprimento (art. 80.º, n.º 2 rqs)
Venho por este meio demonstrar a minha total insatisfação e indignação relativamente à cobrança indevida de 20€, associada a um alegado incumprimento (Art. 80.º, n.º 2 do RQS), sem qualquer fundamento. Em primeiro lugar, contactei a Goldenergy, que me informou não existir qualquer registo de pedido de assistência técnica ou ocorrência elétrica na minha instalação, indicando-me que deveria contactar a E-Redes. Assim o fiz, tendo contactado a E-Redes em fevereiro. Na altura, a colaboradora que me atendeu confirmou que não existia qualquer registo de pedido de deslocação de técnico à minha habitação, apenas uma chamada efetuada por mim em dezembro. Essa chamada ocorreu exclusivamente porque, após adesão à Goldenergy, me foi indicado que teria eletricidade em 2 dias, o que não aconteceu. No 3.º dia, contactei a linha de apoio e fui orientada a falar com a E-Redes para verificar a situação. A E-Redes informou-me que estava tudo operacional e que o fornecimento poderia demorar mais 1 dia, o que efetivamente se confirmou, tendo ficado resolvido no dia seguinte. Importa reforçar que: Nunca solicitei qualquer técnico Nunca agendei qualquer visita Nunca houve qualquer intervenção na minha habitação Ainda assim, foi-me cobrado um valor de 20€ por um alegado incumprimento inexistente. A própria colaboradora da E-Redes reconheceu não compreender a origem da cobrança, uma vez que não existia qualquer registo no sistema, tendo-me sido solicitado o preenchimento de um formulário no site para análise da situação. Passado quase 1 mês, continuo sem qualquer resposta. Para agravar a situação, o meu consumo médio mensal ronda os 9€, o que significa que este valor indevidamente cobrado corresponde a cerca de 2 meses de consumo de eletricidade, tornando esta situação ainda mais injustificável. Considero absolutamente inadmissível que, ao contactar novamente a linha de apoio no dia 27/03, e tendo os operadores acesso ao histórico do cliente, onde não consta qualquer incidência, ainda assim mantenham o discurso de que “irão analisar se o incumprimento foi da responsabilidade da E-Redes”. Não existe qualquer dúvida, não houve incumprimento da minha parte. Desta forma, exijo a devolução imediata dos 20€ indevidamente cobrados, bem como um esclarecimento formal sobre a origem desta cobrança. Caso a situação não seja resolvida com a maior brevidade, irei avançar com reclamação junto das entidades competentes.
Reforço de reclamação – recusa de devolução e contacto telefónico inútil – Worten
Venho por este meio apresentar uma reclamação formal e solicitar o apoio da DECO Proteste relativamente a uma situação com a Worten, que considero lesiva dos meus direitos enquanto consumidora. Adquiri uma prancha de cabelo no valor de 59,99€, após aconselhamento direto de uma funcionária em loja. No momento da compra, expliquei claramente que procurava uma prancha a vapor, uma vez que já tinha experimentado esse tipo de produto anteriormente com resultados muito positivos no meu cabelo. Foi-me garantido que o modelo disponível teria um efeito semelhante, o que determinou a minha decisão de compra. Ao chegar a casa, testei o produto apenas numa pequena mecha de cabelo, exclusivamente para verificar se correspondia ao efeito pretendido. Verifiquei de imediato que o mesmo não apresentava qualquer resultado semelhante ao prometido. De seguida, acondicionei o produto na sua embalagem original, mantendo-o em perfeito estado, com todos os acessórios incluídos. Dentro do prazo indicado no talão, desloquei-me à loja para solicitar a troca ou devolução. O pedido foi recusado com a justificação de se tratar de um “produto de higiene”. Posteriormente, fui ainda contactada telefonicamente pela entidade, que se limitou a reiterar a mesma posição, sem qualquer análise da situação concreta ou tentativa de resolução. Importa salientar que, no momento da compra, não me foi devidamente esclarecido que este tipo de produto estaria excluído de troca ou devolução, nem me foi dada qualquer alternativa adequada face às minhas necessidades. Considero, por isso, que fui induzida em erro através de informação inadequada e aconselhamento incorreto. Adicionalmente, o contacto telefónico efetuado pela entidade revelou-se completamente infrutífero, tendo apenas contribuído para aumentar a minha frustração, sem apresentar qualquer solução ou abertura para resolver a situação de forma justa. Solicito ainda que não sejam efetuados novos contactos telefónicos que não apresentem uma solução concreta, uma vez que comunicações repetitivas e sem resolução apenas contribuem para o agravamento da situação. Encontro-me, neste momento, com um produto no valor de 59,99€ que não corresponde às características que me foram garantidas e que não tem qualquer utilidade para mim. Face ao exposto, solicito a intervenção da DECO Proteste no sentido de analisar esta situação e apoiar-me na defesa dos meus direitos enquanto consumidora, visando a obtenção de uma solução justa, nomeadamente a devolução ou troca do produto.
Incumprimento do contrato e violação do dl n.º 84/2021 – pedido #66492284
Venho expor uma violação grave dos direitos do consumidor por parte da Tradeinn Retail Services, S.L. (Swiminn). No dia 16/02/2026, adquiri um Fato de Neoprene HUUB Albacore Buoyancy (Fato Completo). Recebi a confirmação de encomenda (#66492284) com a descrição e imagem inequívoca do fato completo, pelo preço de 148,99€. O contrato foi celebrado e pago com base nestes termos. O artigo entregue foram uns calções, o que constitui uma falta de conformidade absoluta. Nos termos do Artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 84/2021, o profissional tem o dever de entregar bens que correspondam à descrição e possuam as qualidades do bem que o profissional apresentou ao consumidor como amostra ou modelo. A Tradeinn, em vez de assumir o erro de stock ou de publicitação, alterou administrativamente o registo do produto após a venda, tentando fazer passar uns calções pelo fato completo que foi objeto do contrato. Cimenta esta prova o facto de a empresa ter alterado, à posteriori, o valor do artigo no website para 123,56€ — valor correspondente aos calções e que consta agora nos registos da devolução — provando que reconhecem a diferença de produto e valor, mas recusam-se a assumir a responsabilidade contratual pelos 148,99€ liquidados pelo fato completo. Esta alteração é uma tentativa deliberada de contornar a lei e não liberta o vendedor da obrigação de entregar o bem conforme publicitado. De acordo com o apoio jurídico da Deco ProTeste, estamos perante uma violação clara por publicidade enganosa. Apesar das provas enviadas, a empresa ignorou o meu direito à substituição ou compensação, respondendo apenas com mensagens automáticas sobre devoluções padrão. Reitero as minhas pretensões de substituição por artigo equivalente (modelos HUUB Surface, OWC, ZONE3 Agile ou Orca Vitalis) ou a emissão de um voucher de compensação, conforme proposto anteriormente.
Retenção dinheiro de Devolução
Exmos. Srs., Fiz 1 compra no Intermarché da Terrugem que devolvi porque percebi que não tinha as características que eu pretendia. Qdo devolvi, disseram me que ficava em cartão, e deram me um papel pequeno de impressão, mais pequeno que a factura e nunca me avisaram que só aquele papel me dava acesso ao dinheiro que me era devido da devolução, e não em cartão como me disseram no momento da devolução. Não prestaram as informações devidas e eu perdi o papel. Já escrevi no livro de reclamações ao que responderam a pedir desculpa e que ia ter cuidado da próxima vez, assumindo o erro, mas não me devolvem o dinheiro. Considero uma ação de má fé, e de falha na informação prestada ao cliente. O valor é de 42,99€ de um fogão a gás. Escrevi uma carta em resposta à deles do livro de reclamações, e até agora não recebi qq resposta a essa última carta. Já passaram mais de 15 dias. Gostaria de ver isto resolvido. Atentamente, Ana Duarte Ferreira
Cobrança indevida
Inscrevi pelo nome do meu marido na app Edrams pra congelar o preço da passagem por 1€ e depois de um mês veio a cobrança de 89,99€ sem minha premiação! O intuito da compra não foi premium anual e sim apenas congelar a passagem que eu nem quiz comprar.
Anulação indevida de vales promocionais
No âmbito de uma campanha promocional do Pingo Doce (13 a 15 de março), que anunciava a oferta de 20€ em saldo Pingo Doce e 20€ em vale BP por compras iguais ou superiores a 100€, realizei várias compras cumprindo integralmente os requisitos divulgados ao consumidor. Após a realização das compras, e apenas 2 dias depois, fui informada por mensagem que os vales seriam anulados por alegado incumprimento de condições, sendo que tais condições nunca foram comunicadas previamente. Verificou-se que: - A comunicação promocional enviada não mencionava qualquer limitação relativa ao número de contribuinte; - O link indicado na mensagem encontrava-se inacessível (erro 404); - A alegada nova regra apenas consta no talão emitido após o pagamento, impossibilitando uma decisão informada por parte do consumidor; - Parte dos bens adquiridos são perecíveis (carne), impossibilitando a sua devolução; - O apoio ao cliente revelou-se inacessível durante vários dias consecutivos. Posteriormente, foi-me transmitido em loja que existiria uma nova regra que limita a utilização dos vales com base no número de contribuinte — condição essa que nunca foi previamente comunicada, nem de forma clara, nem acessível antes da realização da compra. Considero que esta atuação configura uma prática comercial desleal e de má-fé, na medida em que: - O consumidor é induzido em erro no momento da decisão de compra, com base em informação incompleta; - As condições são alteradas ou aplicadas de forma retroativa, após a concretização da transação; - Existe omissão do dever legal de informação prévia, clara e transparente. Adicionalmente, esta situação configura enriquecimento sem causa por parte da entidade, uma vez que: - O Pingo Doce beneficiou do valor total das compras realizadas sob a expectativa legítima da atribuição dos vales; - Recusou posteriormente a atribuição das vantagens prometidas, sem fundamento devidamente comunicado previamente; - O consumidor ficou privado do benefício anunciado, sem possibilidade de reversão da compra. Tal comportamento viola princípios fundamentais da proteção do consumidor, nomeadamente o dever de boa-fé, transparência e lealdade nas práticas comerciais. Face ao exposto, solicito: - A reposição integral dos vales indevidamente anulados, no valor total de 240€; - A averiguação da legalidade desta prática comercial; - A responsabilização da entidade por eventual violação das normas de defesa do consumidor. Solicito a intervenção urgente das entidades competentes.
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
