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Encomenda não recebida
Ex. Senhores a encomenda TMEMHWNTN Feita a 23 - 01-2025 no valor de 63,45 euros, ainda não foi recebida. Gostaria de saber o estado da encomenda pois já está com muito atraso
Reembolso
Exmºs. Senhores No dia 29-11-2024 contactei a Clínica dentária HEYDOC (Grupo Lusiadas), sita no Alegro Sintra, na companhia da minha esposa, na intenção de lhe "oferecer" a colocação de uma prótese dentária; Após consulta de avaliação foi-me apresentado um orçamento no valor de 1.415,00 Euros, que consistia na extração de 4 dentes e posteriormente na colocação de uma prótese dentária com 10 dentes; Foi-me dito pela clínica que caso aceitasse o orçamento deveria de pagar no imediato o valor ali constante, porque os preços poderiam sofrer alteração. Assim fiz. Paguei, e foi emitida a respetiva fatura (Nº. XXX431/XXXXXX1076) Após o término do serviço constante no orçamento, verifiquei que em vez da extração de 4 dentes, foram extraídos apenas 3 dentes, e em vez da colocação de uma prótese com 10 dentes, foi colocada uma prótese com 8 dentes. Falei com a clínica e foi reconhecida a minha reclamação e prontificaram-se a devolver a diferença, que segundo as contas da clínica consistia na devolução de 135,00 Euros. Aliás, a clínica já emitiu uma nota de crédito (550,00€) e a emissão de uma nova fatura(415,00€) datados de janeiro de 2025, para corrigir a situação em termos contabilísticos; Informo que todo o serviço decorreu entre o dia 29-11-2024 e o dia 21-01-2025; No dia 22/01/2025 contactei presencialmente a clínica HeyDoc (Alegro Sintra) para saber quando seria reembolsado. Foi-me solicitado o IBAN, mas não me foi adiantado o prazo para o reembolso; No dia 31-01-2025, voltei a contactar a referida clínica, e a resposta foi, que iriam novamente transmitir o assunto a quem de direito (presumo os serviços administrativos); No dia 14-02-2025, via telefone, voltei ao mesmo assunto e mais uma vez a resposta foi de que não percebiam o porquê do atraso e iriam novamente contactar quem de direito para fazerem o reembolso e me contactariam, obviamente não me contactaram; A última vez que voltei a contactar (presencialmente) a clínica HeyDoc foi no passado dia 24-02-2025 e a resposta voltou a ser idêntica à anterior; Após todas estas diligências por mim realizadas, chego à conclusão de que não vou ter sucesso, pelo que solicito à DECO e na qualidade de seu associado, me ajude na resolução desta questão: Atenciosamente
Fatura e cobrança
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o cancelamento do meu contrato com a Medicare nº. 50100059489 No dia 03/08/2020 fui contactado via telefone para aderir a Medicare. Não tenho mais interesse nos serviços da Medicare. Enviei carta registada em 2023 a solicitar o cancelamento do meu contrato, no entanto nunca obtive resposta por parte da Medicare. Em 08/2024 recebi uma chamada da parte da Medicare dizendo que tinha que pagar pelo menos 1 ano que tinha decorrido. A partir de Agosto de 2024 comecei a receber mensagens mensais com cobrança, inicialmente paguei as primeiras mensalidades mas neste momento não tenho interesse nenhum neste contrato que já devia ter sido resolvido, no entanto continuo a receber mensagens com ameaças de possíveis outros encargos. . Então hoje, 11/03/2025, deixo aqui expresso que não desejo renovar e desconheço fidelidade com a Medicare, por não ter havido qualquer confirmação da minha parte por escrito da adesão e muito menos da renovação, invoco o Decreto-Lei nº 24/2014, de 14 Fevereiro, Artigo 5º, nº 7 (que transpõe a Diretiva nº 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2011, relativo aos direitos dos consumidores), especialmente o art.5º/nº7 no qual é referido que “Quando o contrato for celebrado por telefone, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestador de serviços “. Por não ter assinado nenhum termo onde conste uma fidelização da minha parte com a Medicare, agradeço que procedam ao cancelamento com efeitos imediatos. Cumprimentos.
Devolução inexistente
Exmos. Senhores, 1 - Consulta no dia 4 de Fevereiro 2 - Paguei 140 euros quando dei a minha entrada 3 - Depois verificaram que tinha Medis e que o valor da consulta + exame eram 39.60 Euros 4 - Paguei os 39,60 Euros 5 - Dizem que vão devolver os 140 euros que paguei inicialmente desde o dia 4 !! 6 - envio emails, ligo para o apoio a cliente e dizem que não podem fazer nada porque o assunto está com um departamento que não atendem 7 - Não resolvem presencialmente 8 - Faz hoje 35 dias que estou a aguardar os 140 euros (dei toda a informação bancária necessária para a devolução) 9 - O pior de tudo é não obter nenhuma resposta !! Cumprimentos.
Cobrança em excesso - tabela de preçços errada
Exmos. Senhores, Com a compra do grupo Arrifana de Sousa, o grupo CUF publicitou os seus planos para todos os antigos utentes da Arrifana de Sousa com um valor promocional simbólico. Para esta publicitação foram também disponibilizados folhetos informativos que direcionavam o cliente ao website promocional, com uma tabela de preço em vigor desde 11/09/2024 (tabela em anexo), que consultei em meados de Outubro. Eu tencionava aderir ao plano para usufruir do valor indicado na tabela para os "Alinhadores (duas arcadas)" - 3017.50€, conforme consta na página 7 da tabela, sem qualquer asterisco (*) ou indicação de que o valor poderia ser superior. No entanto, antes de aderir questionei à funcionária responsável pela adesão ao plano se o valor era referente especificamente aos alinhadores "Invisalign" e se teria que pagar algo mais, ao que esta respondeu que não sabia e deveria questionar às colegas do balcão da clínica. Uma vez ao balcão, a rapariga contactou por via telefónica um responsável da CUF que deu confirmação de que os Alinhadores indicados na tabela com o valor de 3017,50€ eram referentes ao Invisalign e que incluía todo o processo. Com esta confirmação, aderi ao Plano +CUF com o valor promocional e dei inicio ao processo dos alinhadores. Após realizar os raio-X necessários, ainda em Novembro, fiz a primeira consulta para o scan dentário, e no final fui obrigado a pagar o valor dos alinhadores por inteiro, no entanto, foi-me cobrado o valor de 3910€, valor este que coincide com a tabela que entrou em vigor apenas a dia 15/01/2025 (fatura e tabela em anexo). Desde a data do pagamento que tento resolver o problema diretamente com a Clínica, tendo já estado em contacto com vários membros da CUF, dos quais eventualmente fui simplesmente ignorado, e em outras tentativas se recusaram a assumir o facto de que foi feita uma cobrança em excesso. Entretanto também escrevi no livro de reclamações, e o prazo de resposta já passou há cerca de duas semanas, tendo sido mais uma vez ignorado. Fui assim forçado a pagar um valor bastante superior ao indicado e confirmado anteriormente ao inicio do processo, de uma tabela de preço que ainda não estava em vigor. Cumprimentos.
Dificuldade de cancelamento e cláusulas abusivas
Assunto: Cobrança abusiva e dificuldade para cancelar plano de saúde Queixa: Contratei o plano de saúde AgilCare da Agilidade, Lda em fevereiro de 2024, com o primeiro pagamento feito em março de 2024. No dia 08 de março de 2025, entrei em contato para solicitar o cancelamento, pois estou desempregada e não posso mais arcar com os custos. Fui informada de que o cancelamento só pode ser solicitado 30 dias antes da renovação anual (ou seja, em janeiro). Como não fiz isso, fui obrigada a continuar com o plano mesmo sem utilizá-lo. Também me informaram que a renovação é automática, mas ainda assim, não fui avisada previamente sobre a necessidade de cancelamento dentro desse prazo. Tentei argumentar que essa prática é abusiva e contrária ao Código de Defesa do Consumidor, mas a empresa se recusou a cancelar a cobrança. No dia 10 de março, recebi uma ligação do setor de controle de qualidade, onde reafirmaram, de forma arrogante, que a única opção que tenho é agendar o cancelamento para o próximo ano e continuar pagando até lá, mesmo estando desempregada e sem usar o serviço. Essa situação é injusta e abusiva, e por isso exijo: 1. Cancelamento imediato do plano sem cobrança de novas mensalidades. 2. Suspensão de qualquer cobrança indevida ou tentativa de negativação do meu nome. Aguardo uma solução para o problema.
Apólice e Cartão não associados
Exmos. Senhores, Subscrevi o seguro Médis Light + Dental, que não tem período de carência, a 11/02/25. Enviei autorização de débito direto a 11/02, confirmada via email a 24/02, embora o seguro já aparecesse ativo na App desde 14/02. A 20/02 realizei uma TC na Affidea IMI República (convencionados com rede Médis Light - quer o exame específico, quer o providenciador, algo que confirmei previamente ao agendamento). Por erro informático da Médis, não puderam faturar com o meu cartão . Paguei 104€ como particular (vs. 65-75€ com seguro) na forma de caução para poder fazer o exame, tendo-me sido dito, pela clínica e pela Médis, que seria devolvida a diferença aquando da resolução da questão, que ocorreria em 3-5 dias úteis. O problema persiste a 10/03, quase um mês após a subscrição. Segundo explicações da linha de apoio, tenho apólice e cartão válidos, mas não consigo utilizar o seguro porque os dois aparentam não estar devidamente associados no sistema informático da Médis. Contactei o apoio telefónico a 20/02, 24/02, 28/02, 03/03 e 10/03, recebendo sempre a mesma resposta padronizada – esperar mais 3-5 dias úteis – prazos que já excederam várias vezes sem resolução da situação. Nunca recebi comunicação escrita explanando o problema, nem qualquer informação sobre que diligências estão a ser empreendidas para o solucionar. Nunca me foi dada alternativa, nem hipótese de contactar superiores. A juntar a tudo isto, acrescenta-se que nem à minha própria área de cliente na App consigo aceder - consigo utilizar a App 1 vez logo após a sua instalação, mas após isso fica bloqueada e nunca consigo entrar na mesma a não ser que a reinstale (diz impossível estabelecer ligação, quando o telemóvel tem dados móveis, e WiFi ligados e funcionantes) e, em qualquer circunstância, não consigo visualizar informação do meu seguro ou apólice. Apesar do seguro estar "ativo", a seguradora ainda não procedeu à cobrança do prémio, mesmo autorizada para tal, e eu encontro-me impedido de usar um serviço que me comprometi a pagar. Esta situação tem-me impedido de agendar outros atos de saúde, por receio de ter de pagar na íntegra atos cobertos pelo seguro, causando-me transtornos significativos e adiamento de cuidados. Face ao exposto, impõem-se a resolução do problema técnico e explicação formal escrita do ocorrido, o reembolso do correspondente valor comparticipado pelo exame realizado, e a extensão do período de vigência do seguro por tempo igual ao que estive impedido de o usar. Cumprimentos.
Métodos abusivos!
Assunto: Reclamação contra a empresa Agilidade S.A. – Plano de Saúde AgilCare Prezados, Venho, por meio desta, formalizar uma reclamação contra a empresa Agilidade S.A., responsável pelo plano de saúde AgilCare, devido a uma cobrança indevida e prática abusiva em relação à renovação do contrato. Contratei o plano de saúde em fevereiro de 2024, com o primeiro pagamento efetuado em março de 2024. No dia 08 de março de 2025, entrei em contato com a empresa para solicitar o cancelamento do plano, visto que não tenho mais interesse em mantê-lo e, no momento, estou desempregada, sem condições de arcar com os custos. No entanto, fui informada de que o cancelamento só pode ser realizado 30 dias antes da renovação anual. Alegaram que, como eu não solicitei o cancelamento em janeiro de 2025, sou obrigada a manter o plano mesmo sem utilizá-lo. Também fui informada de que a renovação é automática, o que torna a cobrança ainda mais injustificada, pois não houve qualquer comunicação prévia sobre a necessidade de manifestação expressa para evitar a renovação. Argumentei que essa prática é abusiva, uma vez que não fui previamente notificada sobre a renovação do contrato e que a imposição de pagamento por um serviço que não estou utilizando vai contra os princípios do Código de Defesa do Consumidor. Ainda assim, a empresa se recusou a cancelar a cobrança. No dia 10 de março de 2025, recebi uma ligação do setor de controle de qualidade da empresa, e a atendente reafirmou, de forma arrogante, que não há nada a ser feito e que, independentemente da minha situação financeira ou do fato de eu não estar utilizando o serviço, terei que pagar, pois está previsto no contrato. Diante disso, solicito a intervenção deste órgão para garantir meus direitos enquanto consumidora, com base no princípio da boa-fé e no equilíbrio contratual. O que peço é: 1. O cancelamento imediato do plano sem cobrança de novas mensalidades. 2. A suspensão de qualquer cobrança indevida ou negativações em meu nome relacionadas a esse contrato. 3. A apuração da conduta da empresa, que impõe cláusulas abusivas e não informa devidamente os consumidores sobre a renovação.
Vendedores de eletricidade (porta a porta)
Exmos. Senhores, Quero reclamar das constantes visitas efetuadas todos os meses por vendedores que me batem à porta com o argumento de perguntar se o contador da eletricidade já envia automaticamente a leitura, ou então se o contador de eletricidade envia notificações automáticas. A verdadeira razão destas visitas ( que são efetuadas por todas as empresas de eletricidade ) é ver se as pessoas caem na mentira deles e assinam sem saber um contrato que os desvincula automaticamente da fornecedora de eletricidade atual e mudam para a empresa de eletricidade do vendedor que bate à porta. Literalmente todos os meses tenho que aturar isto! Na próxima chamo a polícia porque a minha escada nao é uma feira para venderem produtos! Cumprimentos. Luis Silva
Serviço não realizado
Exmos. Senhores, Fiz a compra de uma consulta online em vosso site, no dia e hora que me foram marcados me pediram para mudar o horário para as 18h, mudei e nunca mais obtive resposta sobre o link que ficaram de enviar para a consulta e nem mesmo pelo WhatsApp!, logo acredito que seja fraude já que não tive consulta nem a prescrição preterida paguei o valor de 29€ deixo meu alerta e aguardo vossa resposta Cumprimentos.
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