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Cobrança por serviço não pedido
Exmos. Senhores, Sou cliente com o contrato nº(160807127613). Iniciei contrato com os vossos serviços no mês de Julho. Ao receber a primeira fatura no presente mês de Agosto verifiquei que me é pedido o pagamento de um serviço (pack smart) no valor de 8.89€ com período de fidelização de 12 meses. Recebi uma mensagem no dia 18/07 onde menciona o seguinte "Olá, confirma que aderiu a pack smart/eletricidade? Responda sim ou não...". De referir que nunca foi respondido a essa mensagem pelo facto de parecer uma mensagem de burla e visto que nunca obtiveram resposta da minha parte a essa mensagem poderiam obter resposta via telefone ou email. Informo também que no dia de adesão aos vossos serviços em balcão nunca me foi dito que ia ser aderente desse serviço (pack smart) nem me foi explicado que tinha esse valor mensal. No dia em que recebi a primeira fatura e verifiquei de que tinha esse serviço a pagar (pack smart) dirigi-me a um balcão de forma a quebrar essa adesão, foi-me dito que tinham enviado uma reclamação/alteração de contrato e de que iria obter resposta. Hoje (26/08) recebi uma resposta da vossa parte a informar de que não me ia ser alterado o contrato e de que ia ser fidelizado de um serviço de 12 meses, serviço esse que não pretendo beneficiar. De realçar de que nunca respondi a vossa mensagem nem me foi explicado da adesão a esse serviço no dia do contrato em balcão. Anexo a primeira e única fatura que recebi até ao momento de forma a verificar o erro da vossa parte. Até ao momento, os vossos serviços de apoio ao cliente mostraram-se ineficientes na resolução do problema. Solicito a correção imediata das faturas e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Com os melhores cumprimentos.
Bilhetes não recebidos
No dia 30 de julho de 2025, procedi à compra de bilhetes para o jogo de futebol do Futebol Clube do Porto, realizado em 3 de agosto de 2025, através do canal oficial do clube. O montante correspondente foi imediatamente debitado da minha conta bancária, mas até à presente data nunca recebi os bilhetes adquiridos. Contactei o FC Porto sobre esta situação e, em resposta, a entidade alegou ter enviado previamente um email com os bilhetes. Contudo, esse email nunca foi recebido, o que considero ser uma falsidade e uma tentativa de iludir o consumidor, agravando a falta de transparência e boa-fé comercial. Nos termos do Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro (transposição da Diretiva 2011/83/UE), o consumidor tem direito de resolução do contrato no prazo de 14 dias e a entidade fornecedora encontra-se obrigada a proceder ao reembolso em caso de incumprimento contratual. Ora, já decorreram mais de 26 dias sem entrega do serviço contratado nem restituição do valor pago. Esta conduta por parte do Futebol Clube do Porto configura: Incumprimento contratual grave, Violação dos direitos do consumidor, Prática comercial desleal ao invocar uma comunicação inexistente. Assim, venho por este meio solicitar à DECO a intervenção imediata junto do Futebol Clube do Porto, exigindo que: Seja efetuada a devolução integral do montante pago, sem mais atrasos; Seja registada a infração pelo incumprimento legal; A situação seja comunicada às autoridades competentes (Direção-Geral do Consumidor e ASAE), caso a entidade não regularize voluntariamente a situação. Caso não exista resolução célere, reservo-me o direito de avançar judicialmente contra o Futebol Clube do Porto, reclamando pelos prejuízos causados. Com os melhores cumprimentos, Ana Oliveira
Aguarda colocação portal matrículas
Reclamação - matrícula 5 ano - Número de processo: M2526-000365554 João Carlos Figueiredo Arsénio Venho por este solicitar a vossa intervenção pois desde 31.07 que aguardo colocação no portal do meu filho para estudar no 5 ano numa das 2 escolas da sua aérea de residência em Almada Já enviei emails de reclamações e esclarecimentos aos organismos que tutelam a educação e não obtive resposta claro e com a solução para o problema Também contactei ambas as escolas que não estão interessados em resolver o assunto afiam a resolução deste assunto e não dão resposta claras só que tem de esperar vaga Aguardo resposta urgente a este assunto pois e a educação que temos em Portugal Cumprimentos Rui Figueiredo
Numero de serviço de ajuda não atende
Estou a tentar ser atendido à dois dias e ninguém atende nas duas linhas de ajuda da NDL por uma encomenda que não foi entregue. Demora 45 minutos na chamada e depois dizem que não há ninguém disponível e desligam. O website é super desorganizado e só dizem para ligar mas como ninguém atende não da para fazer nada!
ENCOMENDA NÃO RECEBIDA
Exmos. Senhores, Em 22/07/25 adquiri umas chinelas, da marca Birkenstook, pelo valor de 74,15 €. O pagamento foi efetuado no momento. No vosso site e a publicidade feita no facebook dizia que a entrega seria feita no prazo de 24 horas. Após passarem 48h e as Birkenstook não apareceram, contactei-vos. Disseram que o assunto era com o vosso parceiro Smoothsaturday. Entretanto, após contactar o vosso parceiro, recebi um email a dizer que a entrega seria dia 15/08/25. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada em 24h. Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços 23/07/25 e 18/08/25 e obtive a resposta de que o bem está para entrega. Desde o dia 18/08/25, que estou a tentar falar e não consigo. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo, solicito a rescisão do contrato celebrado, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização. Cumprimentos.
Viatura inutilizável após intervenção técnica
Exmos. Senhores, O meu nome é Diogo Pinto e venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativa a uma intervenção técnica efetuada pela Tesla no âmbito do serviço Mobile Service, agendada através da aplicação da marca. No passado dia 18 de agosto de 2025, foi realizada uma intervenção no meu Tesla Model S85D com o objetivo de proceder à instalação do upgrade de compatibilidade com carregadores CCS. O veículo encontrava-se em perfeito estado de funcionamento, sem qualquer anomalia ou erro, antes da chegada do técnico. Após a instalação do hardware, foi iniciada uma atualização de software, supostamente necessária para a ativação do novo componente. O técnico abandonou o local durante o processo, e, após a instalação da atualização, o veículo começou imediatamente a apresentar vários erros relacionados com a bateria de alta voltagem, impedindo o seu funcionamento normal. De imediato, entrei em contacto com o técnico responsável, que reconheceu o problema e escalou a situação internamente. Fui instruído a manter o veículo desligado e sem abrir as portas/usar a app durante a noite para permitir um diagnóstico remoto por parte da equipa técnica. No dia seguinte, 19 de agosto, fui contactado pelo Tesla Center Porto, que me informou de que teria de suportar um custo adicional de quase 500€, bem como o transporte do veículo por reboque até às instalações da Tesla - custos esses que recuso, dado que o veículo estava perfeitamente funcional antes deste suposto upgrade. Pior ainda, na aplicação foi-me indicado que só haveria disponibilidade para resolver o problema a partir do dia 1 de outubro, ou seja, mais de um mês e meio depois da avaria provocada pela intervenção da vossa responsabilidade. Durante este período, fico completamente privado do uso do veículo, sem qualquer proposta de solução alternativa por parte da Tesla. É importante reforçar que: - O veículo funcionava perfeitamente antes da intervenção técnica; - Os problemas surgiram imediatamente após a atualização de software executada no âmbito do serviço; - A Tesla não está a assumir a responsabilidade, nem a apresentar qualquer solução urgente, razoável ou proporcional à gravidade do problema. Assim, venho exigir que a Tesla: - Reconheça formalmente a responsabilidade pelos danos provocados na viatura; - Proceda à reparação imediata do veículo, sem quaisquer custos adicionais para mim; - Ofereça uma viatura de substituição ou outra solução adequada, tendo em conta que me foi retirado o acesso ao único meio de transporte de que dispunha. Aguardo resolução urgente da situação. Com os melhores cumprimentos, Diogo Pinto
Não entregaram produto e não me respondem
A 03/07/2025 recebi uma encomenda da Primor no valor de 42,64€, onde supostavamente deveriam estar 2 (DOIS) items. No entanto, dentro da caixa só estava UM DOS ITEMS que encomendei, e faltava um (no valor de 19,99€). O vosso serviço de apoio ao cliente disse-me, a 12 julho (Referênca 1874932) que "não podiam dar seguimento à minha reclamação". Desde aí, já fiz INÚMERAS tentativas de contacto e nunca me responderam de volta. A marca recusa-se a responder às 50 tentativas de contacto que fiz, arquivou a minha situação, ficou-me com o dinheiro e nunca me enviou o produto. Neste momento, já nem me respondem. Uma vergonha tratarem assim os consumidores, isto devia ser ILEGAL.
Reclamação de Consumidor: Falha no serviço de aluguer e incumprimento de direitos
Entidade visada: Indie Campers (NIF 509626416) Rua Eng. Clément Dumoulin (Solvay Business Park - Armazém J) 2625-106 – Póvoa de Santa Iria Reserva: #2694560 – Atlas 5 Auto Check-in: 07-07-2025 | Check-out: 12-07-2025 No dia 7 de julho de 2025, aluguei através da Indie Campers uma carrinha Atlas 5 Auto para uma viagem em família (2 adultos, 2 crianças pequenas de 1 e 3 anos e um cão), no valor de €862,29 + €21,89 em extras pagos. Menos de 24 horas após o levantamento, a carrinha avariou totalmente (8 de julho, às 18h00), ficando imobilizada. Apesar de várias tentativas de contacto através do número de emergência e WhatsApp disponibilizados no contrato, não obtive resposta eficaz. Só no dia seguinte, às 10h30, e apenas após insistência junto de um colaborador da empresa (Gonçalo), obtive algum apoio. Durante este período: Fiquei cerca de 17 horas à espera do reboque em condições inseguras; A minha família foi obrigada a ir de táxi para um hotel, pago do meu bolso; Tivemos custos adicionais de alojamento e alimentação; Só usufruímos de 1 noite das 5 contratadas, sendo as restantes 4 noites inutilizáveis. Adicionalmente, a experiência foi marcada por graves falhas anteriores à avaria: Atraso superior a 2 horas no levantamento do veículo; Má condição do veículo: sujo, com cheiro desagradável e vários problemas de manutenção (portas e janelas defeituosas, mosquiteiros inoperacionais, cama elevatória insegura, sensores com erros constantes, exterior bastante danificado); Falta de segurança: porta principal não fechava corretamente; Extras pagos não entregues no momento de pick-up, apenas após nova reclamação e recolha direta no armazém. Toda esta situação comprometeu a segurança, o bem-estar e o direito ao serviço contratado, configurando incumprimento contratual grave. Tentativas de resolução direta Após a viagem, apresentei reclamação formal junto da Indie Campers. Apesar de vários contactos, a empresa demorou 1 mês a dar uma primeira resposta com alguma informação concreta, mantendo-me sem qualquer status atualizado durante esse período. Desde então, apenas se dispõe a devolver €364,15, valor que não apresenta qualquer fórmula de cálculo clara e que é manifestamente insuficiente face ao contrato e à lei. Pelos meus cálculos, o reembolso mínimo devido é de: 4 noites não utilizadas: €689,84 Extras pagos e não usufruídos: €21,89 Táxi: €40,45 Total: €752,18 Ainda assim, a empresa recusa-se a devolver os valores e mantém uma postura evasiva, sem apresentar nota de reembolso, comprovativos ou uma fórmula objetiva de cálculo. (Até a data nem os €364,15 cairam na minha conta). Fundamentação legal Nos termos do Decreto-Lei n.º 24/2014 (contratos à distância e direitos dos consumidores) e do Decreto-Lei n.º 67/2003 (garantias e venda de bens de consumo), os consumidores têm direito a: Cumprimento integral do contrato, incluindo a prestação do serviço nas condições contratadas; Reembolso integral dos valores correspondentes a serviços não prestados; Indemnização por danos patrimoniais e não patrimoniais resultantes do incumprimento contratual. As políticas internas da Indie Campers não podem sobrepor-se à legislação portuguesa de defesa do consumidor. Pedido Solicito à DECO/CEC a vossa intervenção para que a Indie Campers proceda a: Reembolso integral das 4 noites não utilizadas (€689,84); Devolução do valor dos extras não usufruídos (€21,89); Reembolso das despesas comprovadas de táxi (€40,45); Avaliação de eventual indemnização adicional pelos custos e transtornos sofridos (alojamento alternativo, alimentação extra, riscos para a segurança e incómodos causados).
Atrasos nos pagamentos e tratamentos
Destinatário: Ocidental Seguros Assunto: Reclamação relativa à apólice n.º AT83685068 – acidente ocorrido a 06/01/2025 Exmos. Senhores, Eu, Hugo Filipe dos Santos Ferreira, NIF 197211666, residente em Rua Figueira da Foz, nº 40, Arzila, 3045-367 Coimbra, venho, pela presente, apresentar reclamação formal relativamente à forma como tem sido gerido o meu processo associado à apólice AT83685068, na sequência do acidente grave que sofri em 06 de janeiro de 2025, do qual resultou uma fratura no ombro. Desde o início do processo, foi-me comunicado que os pagamentos seriam efetuados nas datas 10 e 25 de cada mês. Contudo, até à presente data (26 de agosto de 2025), apenas recebi um pagamento no valor aproximado de 170 euros no dia 11 do presente mês, com uma incapacidade de 40% dada pelo médico prestador da seguradora, algo que o médico do trabalho se opôs pois eu não estou em condições de realmente cumprir com as minhas funções. enviando um relatório para a seguradora que supostamente ficou de analisar o caso e proceder ao restante do pagamento, que até ao dia de hoje nem o pagamento em falta por realmente essa incapacidade não corresponder a minha real situação nem o que me deveria ser mesmo devido. por várias tentativas telefónicas e não havendo cumprimento dos compromissos assumidos pela Ocidental Seguros. Adicionalmente, registaram-se múltiplos atrasos e limitações na realização da fisioterapia. Apesar de o médico assistente ter prescrito 15 sessões de fisioterapia , em algumas delas apenas me foram disponibilizadas 3 ou 4 sessões, acrescidas de duas sessões de hidroterapia por atrasos na autorização da seguradora por parte da seguradora, empurrando a responsabilidade dos atrasos para a clínica de tratamentos, Tal situação comprometeu gravemente a recuperação da mobilidade e amplitude do meu braço, contribuindo para a degradação do meu estado de saúde e qualidade de vida comprovado pelos próprios terapeutas que sempre se mostraram indignados com os mesmos atrasos O meu estado de saúde tal não cumpria com a incapacidade temporária de 40% que tive necessidade de ser submetido a intervenção cirúrgica no dia 07 de agosto de 2025. Face ao exposto, considero que a Ocidental Seguros não está a cumprir com as suas responsabilidades contratuais e legais, resultando num prejuízo direto e continuado para a minha saúde, bem-estar e situação financeira. Assim, exijo: 1. A regularização imediata dos pagamentos em atraso, de acordo com o compromisso inicial (dias 10 e 25 de cada mês). 2. A garantia de continuidade e integralidade dos tratamentos prescritos pelo médico (fisioterapia e hidroterapia), sem cortes ou atrasos. 3. Uma explicação formal da Ocidental Seguros relativamente ao incumprimento do contrato e às falhas na gestão do processo. Caso não haja resposta adequada e resolução célere da presente reclamação, reservo-me o direito de recorrer à Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF) e a outros meios legais para salvaguardar os meus direitos. Com os melhores cumprimentos, Hugo Filipe dos Santos Ferreira
Bagagem de porão
Adquiri quatro bilhetes de avião para viajar entre Lisboa e Tirana, com partida no dia 2 de agosto de 2025. Cada um dos bilhetes tinha incluído uma mala de porão de 23 kg. No entanto, julgando que as malas não excediam as dimensões exigidas pela EasyJet para seguirem na cabine, optei por não as despachar para o porão no momento do check-in. Quando fui embarcar, foi-me dito que as malas tinham de seguir para o porão porque excediam as dimensões. Até aqui, tudo bem. No entanto, a EasyJet, apesar de eu ter incluído (e pago) as quatro malas nos bilhetes, resolveu cobrar-me adicionalmente o valor de cada uma das malas na porta de embarque, no total de 174€ (três malas). Questionei a razão de novo pagamento das malas, uma vez que já as tinha pago nos bilhetes. A resposta das funcionárias na porta de embarque foi no sentido de pedir a devolução do valor pago. No entanto, apesar de vários contactos feitos para a EasyJet, a resposta é sempre a mesma: a atuação está de "acordo com os termos e condições de bagagem em vigor". Não questiono a decisão da EasyJet de enviar as minhas malas para o porão na porta de embarque, uma vez que, de facto, excediam as dimensões, mas não percebo a razão para me voltarem a cobrar o valor das malas, uma vez que eu já as tinha pago nos bilhetes. Na verdade, a EasyJet está a cobrar-me duas vezes o mesmo serviço (cobrou nos bilhetes e voltou a cobrar na porta de embarque) situação que de todo não me parece razoável. Por este motivo, reclamei junto da companhia a devolução do valor pago pelo envio das malas para o porão, mas a Easyjet permanece irredutível, defendendo que agiu de acordo com a política da empresa.
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