Reclamações recentes

L. S.
21/01/2026

Falha na encomenda

No dia 08/12/2025, efetuei uma encomenda online na Futebol Clube do Porto Store, tendo o pagamento sido devidamente concluído. Inicialmente ocorreu um erro no endereço de e-mail associado à encomenda, situação que foi prontamente corrigida, não tendo ficado qualquer pendência relacionada com esse assunto. Posteriormente, ao dirigir-me à loja física para levantamento da encomenda, fui informada de que não existia qualquer registo da mesma no sistema, motivo pelo qual me foi solicitado que regressasse noutro dia, num horário em que estivesse presente um responsável pelo site. No dia seguinte, voltei à loja e foi-me então comunicado que a encomenda não se encontrava disponível porque o artigo estaria retido na alfândega, sendo-me garantido que a reposição de stock ocorreria entre os dias 05 e 09 de janeiro. No entanto, no dia 10/01, ao deslocar-me novamente à loja para obter esclarecimentos, uma vez que o atendimento por e-mail e telefone é manifestamente deficiente, fui surpreendida com a informação de que a encomenda ainda não se encontrava disponível e que nem sequer tinham conhecimento da mesma para me prestar informações de como se encontrava o seu estado. Na semana seguinte, voltei a contactar a loja por e-mail, tendo-me sido assegurado que os artigos seriam recebidos e entregues durante essa semana. Até à data de hoje, 21/01, não recebi qualquer informação adicional, não me foi entregue o artigo, nem obtive resposta ao último e-mail enviado. Assim, já decorreu mais de um mês desde a data da compra, sem que o bem tenha sido entregue, o que configura um incumprimento contratual. Nos termos do Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro, nomeadamente do artigo 19.º, o fornecedor está obrigado a entregar os bens no prazo máximo de 30 dias, salvo acordo em contrário, o que não se verificou neste caso. Adicionalmente, considero que foram violados os deveres de informação clara, verdadeira e adequada ao consumidor, previstos no artigo 4.º do mesmo diploma, bem como os princípios da boa-fé contratual e da proteção dos legítimos interesses do consumidor, uma vez que, o mesmo artigo que encomendei embora teoricamente não exista stock já está disponível para compra no site do vendedor em questão. Importa ainda referir que não pretendo o reembolso do valor pago, mas sim a entrega do artigo adquirido, conforme é meu direito enquanto consumidora. A proposta de reembolso apresentada pela loja não resolve a situação criada pela falta de profissionalismo, desorganização interna e incumprimento reiterado das obrigações legais por parte do vendedor. Face ao exposto, solicito a intervenção da DECO PROteste no sentido de verem salvaguardados os meus direitos enquanto consumidora e de ser garantido o cumprimento do contrato celebrado. Obrigada!

Em curso
A. O.
26/08/2025

Bilhetes não recebidos

No dia 30 de julho de 2025, procedi à compra de bilhetes para o jogo de futebol do Futebol Clube do Porto, realizado em 3 de agosto de 2025, através do canal oficial do clube. O montante correspondente foi imediatamente debitado da minha conta bancária, mas até à presente data nunca recebi os bilhetes adquiridos. Contactei o FC Porto sobre esta situação e, em resposta, a entidade alegou ter enviado previamente um email com os bilhetes. Contudo, esse email nunca foi recebido, o que considero ser uma falsidade e uma tentativa de iludir o consumidor, agravando a falta de transparência e boa-fé comercial. Nos termos do Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro (transposição da Diretiva 2011/83/UE), o consumidor tem direito de resolução do contrato no prazo de 14 dias e a entidade fornecedora encontra-se obrigada a proceder ao reembolso em caso de incumprimento contratual. Ora, já decorreram mais de 26 dias sem entrega do serviço contratado nem restituição do valor pago. Esta conduta por parte do Futebol Clube do Porto configura: Incumprimento contratual grave, Violação dos direitos do consumidor, Prática comercial desleal ao invocar uma comunicação inexistente. Assim, venho por este meio solicitar à DECO a intervenção imediata junto do Futebol Clube do Porto, exigindo que: Seja efetuada a devolução integral do montante pago, sem mais atrasos; Seja registada a infração pelo incumprimento legal; A situação seja comunicada às autoridades competentes (Direção-Geral do Consumidor e ASAE), caso a entidade não regularize voluntariamente a situação. Caso não exista resolução célere, reservo-me o direito de avançar judicialmente contra o Futebol Clube do Porto, reclamando pelos prejuízos causados. Com os melhores cumprimentos, Ana Oliveira

Resolvida
P. D.
12/02/2022

Enganados e expulsos do estádio

Isto passou-se no Jogo Porto - Sporting no dia 12-02-2022.Não posso deixar de escrever aqui o que me aconteceu a noite passada. Decidi pela primeira vez ir ao Estádio do Dragão. Como somos 3 casais e os homens são do Sporting e as mulheres do Porto, decidimos ir para as bancadas normais. Escrevo normais porque realmente o que aconteceu ontem é tudo menos isso. Entramos no estádio tranquilamente tirando uma boca ou outra. O Sporting marca o primeiro golo, tudo bem, marca o segundo e o ambiente começou a ficar pesado e sinceramente já estava a pensar ir embora ao intervalo. Eram as pessoas da bancada ao lado a insultar, pessoas do nosso setor a descer as bancadas (porque estávamos logo na 3 fila) a dizer para irmos embora e tirarmos as camisolas.Até aí, nada de especial. O pior acontece 2 minutos antes do intervalo quando os seguranças vendo o que estava a acontecer, perguntam-nos se queremos ir para a bancada do Sporting para estarmos mais seguros (os homens). Obviamente dissemos que sim e mal apitou para o intervalo os seguranças levaram-nos para fora do setor (pessoas a quererem-nos bater e tiveram de fazer um cordão à nossa volta). Chegámos lá fora e eles dizem que podemos ir que já comunicaram ao seguranças do outro setor o que se tinha passado (estranhei que nenhum deles fosse connosco). Estamos a caminho do outro setor e um segurança pergunta onde nós vamos, explicamos a situação e ele responde que se saímos não voltamos a entrar e para tirarmos os cachecóis e ir embora (durante esta conversa com o segurança, vieram dezenas de pessoas insultar-nos ao lado do segurança, varias tentativas de cuspidela, uma delas certeira, graças a deus que estava de máscara). Falamos com toda a polícia que estava à volta do estádio e todos os outros seguranças. NADA. Fomos ao sítio dos camarotes, entramos e pedimos o livro de reclamações, as meninas foram atenciosas e levaram-nos para uma sala para fazer a queixa. Durante isto, aparece o chefe de segurança (um dos que nos enganou e meteu-nos fora do estádio) numa forma completamente agressiva e a encostar a cabeça ao meu irmão a dizer que tinha dito que nos ia pôr lá fora e nós concordamos. Resumindo, pagamos as seis pessoas um total de 360 euros para ver meio jogo, levar uma cuspidela, insultos e sermos enganados e expulsos pelos seguranças (CHEFE DE SEGURANÇA).Resta dizer que nós nunca fizemos nenhum insulto e nem golos festejamos.

Encerrada

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