Reclamações públicas

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A. S.
07/04/2026

Cobrança indevida de seguro Premium Protect – Europcar Coimbra

Apresento reclamação contra a Europcar de Coimbra, no âmbito do contrato de aluguer nº 7019025415. No dia 25 de março de 2026, celebrei um contrato de aluguer de viatura (Peugeot 208), no âmbito de um processo de veículo de substituição. Desde o início, não me foi devidamente explicado que estava a contratar um seguro adicional “Premium Protect” com custos associados, tendo sido induzida em erro quanto à sua natureza e necessidade. Foi-me transmitido de forma pouco clara, não sendo explicado que se tratava de um seguro facultativo e significativamente mais oneroso, agindo de má fé. Informei a funcionária, Beatriz Mendes, de que necessitava de fatura com o meu NIF para efeitos de reembolso pela minha seguradora, uma vez que se tratava de um veículo de substituição, sendo que já tinha beneficiado dos primeiros 5 dias a responsabilidade da companhia sem qualquer seguro premium associado. Posteriormente, iniciei um novo contrato por minha conta, mantendo a informação que se tratava de uma viatura de substituição. Dois dias depois, fui informada por mensagem de que a seguradora iria assumir a totalidade dos custos, tendo sido necessário reiniciar o contrato, novamente sem qualquer explicação clara relativamente às condições e seguros incluídos. Mais tarde, fui contactada telefonicamente e informada de que a minha apólice de seguro não cobria o seguro com franquia zero contratado junto da empresa, prevalecendo antes o meu seguro contra todos os riscos com franquia de 250€. Ou seja, foi-me incluído um seguro adicional desnecessário, sem que tal me tivesse sido devidamente explicado. Considero que houve má fé, falta de transparência, omissão de informação relevante e indução em erro por parte da funcionária Beatriz Mendes, resultando na contratação de um serviço que não pretendia nem necessitava. Face ao exposto, venho solicitar: A devolução dos valores pagos indevidamente relativos ao seguro “Premium Protect”; Esclarecimentos formais sobre a atuação da colaboradora Beatriz Mendes; A análise e correção dos procedimentos adotados neste tipo de situações. Aguardo uma resposta com a maior brevidade. Com os melhores cumprimentos, Adriana Soraia Costa Santos

Encerrada
X. M.
07/04/2026

Reclamação de atendimento e conduta de funcionário

Local/Posto: Rua João Cunha Serra lote Q 5 1800-003 Lisboa Rent-a-car] Data e Hora: 6/04/2026 18h Identificação do Atendimento: Atendido por: Catarina ​Descrição dos Factos: Venho por este meio formalizar uma reclamação relativa ao atendimento prestado pela funcionária identificada como Catarina, na data e local acima referidos. ​A funcionária demonstrou, desde o início do contacto, uma postura visivelmente impaciente e desprovida de qualquer empatia ou cortesia. Ao ser questionada sobre a sua identificação completa, para fins de rigor no acompanhamento do meu processo, a funcionária adotou uma atitude hostil, arrogante e pretensiosa. ​Embora compreenda o direito à privacidade, a forma como a recusa foi comunicada foi desrespeitosa e desnecessariamente conflituosa. Um profissional em funções de atendimento ao público deve manter o equilíbrio e a educação, mesmo perante pedidos que não possa satisfazer, o que não se verificou. Esta conduta não se coaduna com os padrões de serviço que se esperam de uma empresa deste setor, tendo tornado a experiência de aluguer extremamente desagradável. ​Pretensão: Solicito que a empresa tome as medidas corretivas adequadas quanto à formação em atendimento desta funcionária, garantindo que situações de arrogância e falta de urbanidade não se repitam com outros clientes.

Encerrada
C. C.
07/04/2026

Pedido Não Entregue e Recusa de Reembolso

No dia 07/04/2026, realizei um pedido através da Bolt Food, tendo preenchido corretamente os campos disponíveis na aplicação: no campo “morada” indiquei o nome da minha rua e no campo “número da porta” coloquei o número do meu prédio. O número do apartamento não foi incluído nesse campo, uma vez que a própria aplicação dispõe de uma secção distinta para esse efeito. Durante a entrega, recebi uma mensagem do estafeta a informar que não conseguia encontrar a morada. Verifiquei, através da localização, que o mesmo se encontrava no início da rua. De imediato, forneci indicações adicionais, incluindo a referência de um restaurante situado em frente ao meu prédio, bem como as coordenadas exatas de GPS, de forma a facilitar a entrega. Apesar destas indicações claras e atempadas, o pedido foi posteriormente marcado como “entregue”. Ao tentar contactar o estafeta, fui informada de que não havia nada a fazer e que o pedido teria sido cancelado. Perante esta situação, entrei em contacto com o apoio ao cliente, onde me foi comunicado que não seria possível proceder ao reembolso, com a justificação de que a morada estaria incorreta. Não concordo com esta avaliação, uma vez que a morada fornecida estava correta e suficiente para a entrega, tendo ainda sido complementada com instruções adicionais precisas durante o processo. Considero inaceitável que, mesmo após colaboração ativa da minha parte para garantir a entrega, o pedido não tenha sido recebido e o prejuízo tenha sido totalmente imputado a mim, enquanto consumidora. Esta situação demonstra uma clara falha no serviço prestado, bem como uma ausência de suporte adequado por parte da empresa. Reforço que não recebi o pedido nem fui reembolsada, tendo ficado prejudicada sem qualquer solução apresentada. Solicito, assim, a devida análise do caso e a restituição do valor pago, uma vez que a responsabilidade pela não entrega não me pode ser atribuída.

Encerrada
I. M.
07/04/2026

Não devolução quantia paga

Em Outubro de 2025 contratei com a empresa acima referida o transporte de 12 caixas da minha residência em Mozelos, Portugal para Catanduva, São Paulo, Brasil por via marítima. E paguei em conformidade com o orçamento que me foi disponibilizado e para o NIB indicado para o efeito. Ficou combinado que iriam recolher os meus pertences a minha casa no dia 12 de outubro, coisa que aconteceu em duas fases a primeira no próprio de dia 12 e a restante uma semana depois por incapacidade de transportarem todas as caixas num só dia. Foi-me dito que o transporte demoraria entre 1 a 3 meses a chegar ao destino. Ora chegado a Janeiro 2026 comecei a interrogar o CEO da empresa Sr. Fernando por diversas vezes de quando chegariam as caixas e ele foi sempre arranjando desculpas para ainda nem sequer ter colocado a mercadoria na alfandega, e dando sendo novos prazos e datas para a viajem. Tenho gravadas as conversas via Whatsapp de todas as conversas tidas. No mês de Fevereiro continuei a perguntar em sucessivas mensagens pela minha carga e quando estimava que me entregasse a mesma e continuaram as desculpas que iam desde problemas com barcos que vinham não sei de onde, com as greves nos portos em Lisboa e Porto, e sempre dando datas novas para despachar a mercadoria e que nunca cumpriu. Soube por um despachante que as empresas têm 3 meses para fazer o frete e que quando não fazem tem que devolver a mercadoria e o dinheiro pago pelos clientes. Dei conta a empresa Stanley por email que se não entregassem a mercadoria até ao dia 22 de Março eu desistiria dos seus serviços exigindo a devolução da mercadoria entregue e o dinheiro pago. No dia 15 de Março avisei formalmente o sr. Fernando que não queria mais os seus serviços e exigia a devolução do dinheiro pago e da mercadoria. No dia 21 de Março a empresa Stanley transportes enviou-me um email a acusar a receção do meu email e comprometendo-se a entregar a mercadoria e a devolver o dinheiro no prazo de 5 dias úteis, ou seja o prazo para pagar terminava no dia 27 (sexta-feira) e não pagou garantindo depois de instado a pagar, que pagaria no inicio da semana seguinte até ao dia 2 quinta feira, ontem coisa que não fez. Falei com ele telefonicamente e voltei a exigir o pagamento e disse~-lhe que caso não o fizesse recorreria as entidades competentes como a Policia e Tribunal e demais entidades competentes. Ele ficou indignado e começou a ameaçar que se eu quisesse ir por esse caminho as coisas iam ficar mais complicadas. Eu não sei o que posso fazer para evitar que as coisas se compliquem mais. Depois desta conversa enviei um email referindo que queria a devolução do dinheiro e da mercadoria avisando-o para as consequências nefastas da falta de pagamento em tempo útil. Assim esta reclamação tem por objetivo sensibilizar a empresa STANLEY TRANSPORTES a pagar o que me deve e a marcar um dia para eu levantar a carga ou me entregar a carga no local por mim indicado. Aguardo resposta Isaac Magalhães

Encerrada
M. C.
07/04/2026

Pedido de cancelamento e reembolso por cobrança indevida número de atendimento nº 24691848

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente a uma cobrança no valor de 99,99€, no dia 29/1/2026 referente à renovação automática de uma subscrição AVG, efetuada no meu cartão sem o meu consentimento explícito. Não autorizei esta renovação de forma consciente, nem fui devidamente informado(a) de forma clara e eficaz sobre a mesma. Adicionalmente, foi referido que teria sido enviado um e-mail de aviso prévio, o qual não recebi. Informo ainda que já entrei em contacto com o suporte da empresa, sob o número de atendimento nº 24691848, relativo à encomenda ID #AGAP2121500938, sem que a situação tenha sido devidamente resolvida até ao momento. Face ao exposto, solicito: O cancelamento imediato da subscrição associada à minha conta; O reembolso total do valor cobrado (99,99€), uma vez que não houve consentimento informado para esta renovação. Solicito que esta situação seja resolvida no prazo máximo de 3 dias a contar da receção deste e-mail. Caso esta situação não seja resolvida dentro do prazo indicado, reservo-me o direito de apresentar reclamação junto das entidades competentes de defesa do consumidor e de proceder à contestação da cobrança junto da minha instituição bancária. Agradeço uma resposta com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, Marcio Andrade Cordeiro

Encerrada
D. F.
07/04/2026

Reembolso não efetuado

No dia 29-08-2025 foi confirmada a encomenda: Nº140925 por parte da Ginova com um prazo de entrega de quase um mês, depois de vários e-mails trocados que a encomenda estaria atrasada e que já não queria a encomenda devido ao extenso prazo de entrega e que queria o meu reembolso, enviaram um e-mail no dia 23-10-2025 com a confirmação do envio da encomenda. No dia 24-10-2025 peço as instruções para devolver as sapatilhas e envio também o Iban para a devolução do dinheiro, no dia 03-11-2025 as sapatilhas são recolhidas e até ao dia de hoje (07-04-2026) farto-me de enviar e-mails a perguntar sobre o meu reembolso e a resposta é sempre a mesma que o departamento está a tratar do reembolso, ora esta situação está a alongar-se demasiado e é inadmissível tanto tempo para fazerem a devolução do dinheiro!!!

Encerrada
A. B.
07/04/2026

Falha entrega

Desde o dia 31/03/26 que espero uma encomenda feita á sensilab, que faz a entrega pela distribuidora Delnext. A Delnext insiste em vir todos os dias á minha morada fazer a entrega antes das 12h quando nas observações do distribuidor escrevi "dp 13h" a pessoa que vem fazer a entrega é super mal educado ao telefone. Estou farta de fazer observações, mandar email, chat online, remarcar a entrega mas cometem sempre o mm erro. Delnext tem um péssimo atendimento cliente. Só quero receber a minha encomenda. 9ZPLYB

Resolvida
M. S.
07/04/2026

Reclamação – Recusa indevida de ativação de cobertura de pneus

Venho apresentar reclamação relativamente à atuação da Seguro Directo e da entidade gestora do processo (IP Assistance), no âmbito de um sinistro coberto pela proteção de pneus. Matrícula 51-MM-57 Verifiquei um furo súbito num dos pneumáticos, situação claramente acidental e imprevisível. Contactei de imediato a linha de assistência, tendo reportado o ocorrido. Por necessidade urgente de deslocação para o trabalho, optei por não acionar reboque, utilizando o pneu suplente e dirigindo-me diretamente a uma oficina. Na oficina, foi constatado que o pneu não era reparável e que a jante se encontrava empenada, evidenciando impacto súbito compatível com rebentamento em circulação. Submeti toda a documentação solicitada (fotografias, medição de desgaste, identificação do pneu, orçamento e IPO), bem como elementos adicionais posteriormente pedidos. Ainda assim, a seguradora recusou a cobertura, alegando falta de prova de ocorrência súbita, ausência de indícios de circulação com o pneu vazio e não acionamento da assistência. Esta decisão é injustificada, pois: * O sinistro foi comunicado de imediato; * A apólice não exige assistência em viagem como condição obrigatória; * O pneu foi considerado irreparável por oficina especializada; * A jante empenada comprova impacto súbito; * Foi entregue toda a documentação solicitada, sendo desproporcional exigir prova adicional impossível. Após contestação, a decisão foi mantida sem fundamentação contratual clara. Solicito a intervenção para reapreciação do processo e cumprimento das condições contratadas, por considerar tratar-se de uma recusa indevida de cobertura. Com os melhores cumprimentos, Mariana Senna Nunes

Encerrada
S. B.
07/04/2026

ncumprimento dos direitos do consumidor e práticas comerciais lesivas

**Reclamação – **Reclamação – Incumprimento dos direitos do consumidor e práticas comerciais lesivas** Venho, por este meio, apresentar reclamação formal contra a Swarovski, relativamente a uma sucessão de situações que evidenciam falhas graves na qualidade dos produtos comercializados e, sobretudo, no cumprimento das obrigações legais para com o consumidor. A presente reclamação incide, em particular, sobre uma pulseira adquirida online em julho de 2025, oferecida no contexto de uma ocasião pessoal relevante. O artigo apresentou defeito ao nível da sua camada exterior (desgaste prematuro da cor), incompatível com uma utilização normal. A peça foi entregue na loja Swarovski do Braga Parque para acionamento da garantia legal, tendo sido posteriormente considerada **não reparável** pelos serviços técnicos da marca. Adicionalmente, foi comunicado que **não existe possibilidade de substituição**, por inexistência de stock. Não obstante, a única solução apresentada consistiu na emissão de uma **nota de crédito**, obrigando à realização de nova compra na marca, solução essa que rejeitei expressamente. Importa salientar que esta prática viola o disposto no **Decreto-Lei n.º 84/2021**, que estabelece o regime jurídico aplicável aos direitos do consumidor na compra e venda de bens, segundo o qual, não sendo possível a reparação nem a substituição, o consumidor tem direito à **resolução do contrato com devolução integral do valor pago**. Acresce que, até à presente data, a pulseira permanece **na posse da loja**, sem restituição do bem nem do montante pago, situação que considero absolutamente inadmissível. Para além deste caso concreto, cumpre ainda referir que esta não é uma situação isolada, mas antes parte de um padrão reiterado de falta de qualidade nos produtos da marca, nomeadamente: * aquisição de uma pulseira com múltiplos pingentes, cujos elementos decorativos (“cristais”) se desprenderam num curto espaço de tempo; * aquisição de uma caneta da marca, cuja utilização se revelou praticamente inviável, apresentando falhas constantes na escrita e defeitos estruturais; * experiência de compra online com serviço de embrulho pago, que resultou na entrega de um acondicionamento manifestamente inadequado e danificado; * mais recentemente, aquisição de um **anel em fevereiro de 2026**, em loja física no Braga Parque, que, apesar de uso extremamente cuidado e apenas ocasional, apresenta um nível de desgaste absolutamente desproporcionado: superfície visivelmente riscada, perda acentuada da cor e exposição da base do material subjacente, o que levanta sérias reservas quanto à qualidade efetiva do produto. Trata-se de um artigo com valor aproximado de 100€, cujo estado atual, em tão curto período de utilização, é manifestamente incompatível com qualquer padrão mínimo de durabilidade expectável. Em nenhuma destas situações foi apresentada uma solução adequada ou proporcional à expectativa legítima associada à marca, limitando-se a Swarovski a respostas insuficientes e desajustadas. Enquanto consumidora com experiência na aquisição e utilização de artigos de bijuteria de diferentes gamas, considero que os problemas verificados não podem, de forma séria, ser imputados a utilização indevida, mas antes a uma qualidade que fica aquém do expectável e do posicionamento comercial da marca. Face ao exposto, solicito a intervenção das entidades competentes, no sentido de ser assegurado o cumprimento da legislação aplicável, designadamente: * restituição do bem indevidamente retido; * devolução integral do valor pago; * análise das práticas comerciais adotadas pela marca no tratamento de situações de garantia. Mais solicito que a presente reclamação seja devidamente apreciada, atendendo ao caráter reiterado das situações descritas. Sem outro assunto, Sara.

Resolvida
A. S.
07/04/2026
Verde Casino

Permissão de depósitos durante autoexclusão – falha grave de jogo responsável

Venho por este meio apresentar reclamação contra a plataforma Casino Verde. Encontro-me em situação de autoexclusão desde outubro de 2025. No entanto, apesar dessa condição, foi possível continuar a aceder à conta, efetuar depósitos e participar em jogos, o que não deveria ter sido permitido. Após análise dos meus extratos bancários, verifiquei a existência de múltiplos depósitos realizados através da entidade de pagamento EuPago nos meses de novembro e dezembro de 2025, em vários dias distintos e de forma repetida. Esta situação demonstra uma falha grave nos mecanismos de controlo e nas políticas de jogo responsável, uma vez que uma conta em autoexclusão deve estar totalmente bloqueada, impossibilitando qualquer acesso ou movimentação. Contactei o apoio ao cliente da plataforma, tendo recebido respostas baseadas apenas nos termos e condições gerais, recusando qualquer reembolso e ignorando completamente o facto de me encontrar em autoexclusão no momento dos depósitos. Considero que: - houve incumprimento das regras de jogo responsável; - foi permitido o acesso e utilização da conta indevidamente; - foram processados pagamentos que não deveriam ter ocorrido. Desta forma, solicito: - a análise completa da situação; - o reconhecimento da falha por parte da entidade; - o reembolso dos valores depositados após a autoexclusão. Anexo comprovativo da autoexclusão. Aguardo uma resolução justa

Encerrada

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