Reclamações públicas

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D. M.
23/01/2026

CTT Expresso - Encomenda enviada em centro de entrega 2670 - loures invés st. antónio cavaleiros

Boa noite, Apresento reclamação relativamente ao tratamento indevido da minha encomenda. Apesar de ter chegado a Portugal no dia 16 de janeiro, no dia 23 de janeiro foi encaminhada erradamente para o Centro Operacional de Loures, quando deveria ter sido entregue na minha morada em Santo António dos Cavaleiros. Para além disto, invés de pelo menos tentarem telefonar, deixar aviso ou sequer tocar à campainha (que o meu pai estava em casa), fui informado que "A entrega do envio não foi conseguida, Motivo: O destinatário pediu levantamento num Ponto" ???????????, informação esta que nunca dei e como tal trata-se de um crime de usurpação de identidade. Esta atuação viola as obrigações de prestação de serviço, nomeadamente a obrigatoriedade de tentativa de entrega e comunicação adequada ao destinatário. Tal falha obriga-me a deslocar-me em horário laboral pois o centro fecha às 18h, causando prejuízo injustificado. Exijo portanto: -A correção imediata do registo falso associado ao envio. -Esclarecimento formal sobre o desvio da encomenda e ausência de tentativa de entrega. -Garantia de cumprimento das normas de entrega e responsabilização pelos erros ocorridos. -Avaliação de compensação pelos prejuízos causados. Aguardo resposta e uma resolução célere. Com os melhores cumprimentos, Daniel Monge

Encerrada
m. a.
23/01/2026

Avaria e espera

Adquiri duas máquinas no dia 3 de janeiro uma de secar roupa e outra de lavar roupa. A de secar levantei no próprio dia porque necessitávamos mesmo dela . No dia 7/8 deixou de dar , desde dia 9 a ligar mos para o apoio ao cliente e cada chamada registada foi em vão . Mandavam me ver os filtros , se estava bem ligada a ficha e nada . Mandaram me ligar para a marca o qual não era suposto porque ela está dentro dias 30 dias como diz a lei . Dirigi me hoje a loja para reclamar uma máquina nova onde me foi dito e que não tinham nenhum registo das minhas reclamações . Ah e o prazo que me deram da máquina de lavar já ultrapassou.

Encerrada

Ausência de resposta dos serviços da DGRN por cerca de 9 meses

Em abril de 2025 foi submetido e pago pedido de registo de alteração de sociedade . Nesta data continua por concluir o referido registo apesar de insistências junto do serviço da Conservatória do Registo Comercial do Seixal, provedoria da justiça e IRN. A situação em concreto acarreta prejuízos para a empresa que pretendia com a sua alteração societária prosseguir atividades novas que a ausência de registo impedem. Atendendo a que não consigo vislumbrar forma de ultrapassar a ausência de resposta dos serviços venho por este meio solicitar a ajuda.

Encerrada
T. S.
23/01/2026

Incumprimento reiterado de entrega

Encomenda Leroy Merlin n.º 26003L6399-1 Apresento reclamação formal relativa à encomenda n.º 26003L6399-1, cujo material e transporte foram integralmente pagos, com entrega inicialmente prevista para 14/01. A encomenda era parcial, tendo uma parte sido entregue por outra transportadora. A parte em falta nunca foi entregue, apesar de sucessivos agendamentos e garantias dadas pela transportadora TNB / Rhenus e pelo próprio Leroy Merlin. Recebi várias mensagens SMS a indicar janelas horárias (14h–18h), que não foram cumpridas. No dia 19/01, após confirmação telefónica de que a entrega seria feita apenas após as 15h, a transportadora tentou entregar às 14:08, falhando novamente. Posteriormente, fui acusado de estar a mentir, com a alegação de que a empresa não se compromete com horários, o que contradiz as comunicações enviadas. No dia 22/01, após novos contactos, foi acordada entrega para sábado, dia 24/01. Contudo, ao confirmar com o Leroy Merlin no dia 23/01, fui informado de que a transportadora teria reportado que o artigo se encontraria danificado, informação nunca antes comunicada. A solução proposta foi cancelar a encomenda, aguardar até 14 dias pelo reembolso e só depois realizar nova compra, sendo que os artigos estão praticamente esgotados. Este incumprimento causou prejuízos diretos, tendo o técnico de montagem da cozinha estado presente nos dias 14 e 15, e novamente agendado para o dia 24, com custos imputados ao cliente pela ausência do material. Caso não tivesse insistido repetidamente junto das entidades envolvidas, nunca teria sido informado da situação. Solicito esclarecimento formal, responsabilização pela falha logística e uma solução efetiva e célere, seja por entrega/substituição garantida ou reembolso imediato. Na ausência de resolução adequada, recorrerei aos meios formais de reclamação.

Encerrada
J. P.
23/01/2026

Incumprimento da garantia legal e gestão indevida da reparação

No âmbito da garantia legal, entreguei um computador portátil da marca ASUS, adquirido na Darty, para reparação devido a uma avaria ocorrida dentro do período de garantia. Trata-se de um equipamento cuidadosamente escolhido após extensa pesquisa, adquirido a um preço muito competitivo na altura (cerca de 600€), sendo que atualmente o mesmo modelo se encontra listado no site da Darty por 999,99€, valor que comprovo noutro anexto nesta mesma queixa. O equipamento encontra-se identificado pelo número de série NCN0LP00T120500 e pelo número de processo ASUS (RMA) PTB1TC0600. O computador foi enviado para reparação e devolvido cerca de 15 dias depois com exatamente o mesmo problema, o que demonstra uma reparação mal executada. Após testar o equipamento em loja (onde aparentemente funcionava), ao regressar a casa verifiquei que a avaria persistia, tendo regressado de imediato à loja para abertura de um novo processo de reparação. Nesta segunda reparação foi colocada uma nota de prioridade. Ainda assim, o computador só foi dado como “arranjado” 31 dias depois, ultrapassando o prazo legal máximo de 30 dias, previsto na legislação aplicável à garantia de bens de consumo. Mesmo com prioridade, o prazo legal foi excedido, o que constitui incumprimento. Quando me desloquei à loja para levantamento do equipamento, verifiquei que o computador se encontrava fisicamente danificado (amassado num dos cantos), dano esse claramente provocado por queda ou mau manuseamento durante o período em que esteve sob responsabilidade da reparação. O dano era evidente e impossível de ignorar. O dano físico foi registado em loja, tendo sido tiradas fotografias pelos colaboradores da Darty do estado do equipamento antes e depois de ter sido deixado ao seu encargo, associadas ao respetivo processo. Estas fotografias já foram solicitadas à Darty, no meu último contacto telefónico bem-sucedido com eles, mas ninguém as enviou. Tenho tentado contactar a loja para as requisitar novamente e ninguém me atende o telemóvel há pelo menos 1 semana. Apesar de o problema original estar resolvido, o computador foi devolvido num estado inaceitável, impossibilitando o seu levantamento. Os colaboradores da Darty informaram-me de que não poderiam resolver a situação de imediato, alegando ser necessária autorização da ASUS para eventual emissão de crédito. Desde logo manifestei que não aceitava nova reparação, uma vez que: • o equipamento esteve quase dois meses sem poder ser utilizado; • uma das reparações teve nota de prioridade e mesmo assim ultrapassou o prazo legal; • o computador foi danificado pela entidade responsável pela reparação; • necessito do equipamento para fins académicos e exames, tendo enviado o computador para garantia com antecedência precisamente para evitar este prejuízo – o meu calendário de exames está anexado e disponível para consulta. Foi-me garantido que teria resposta no dia seguinte ou, no máximo, no dia imediatamente a seguir. Tal não aconteceu. Esta situação ocorreu a 7 de janeiro, e até à data de hoje, 19 de janeiro, continuo sem qualquer resposta concreta ou solução apresentada, tendo sido eu a insistir repetidamente por contacto telefónico. Acresce ainda que: • foi-me indicado que um equipamento igual ao meu “já não está disponível”, o que não é da minha responsabilidade, tratando-se de um bem adquirido há cerca de dois anos; • tenho conhecimento de que o mesmo modelo está disponível noutras superfícies comerciais à data; • caso seja atribuído apenas crédito pelo valor originalmente pago, não consigo adquirir um equipamento equivalente, ficando claramente prejudicado por uma situação que não causei; • o dano foi causado exclusivamente durante a responsabilidade da reparação, não podendo eu sair lesado. Acresce ainda que, no âmbito desta reclamação formal, tomei conhecimento, apenas no dia 20 de janeiro, de que o meu computador já não se encontrava na posse da Darty, tendo sido enviado novamente para reparação sem o meu consentimento expresso e sem qualquer aviso prévio. Esta situação ocorreu contra a minha vontade, que havia sido claramente manifestada em loja e ao telefone várias vezes, onde declarei que não aceitava nova reparação e exigia uma solução definitiva. A descoberta desta situação deu-se unicamente porque me vi obrigado a deslocar novamente à loja para exigir o acesso às fotografias dos danos físicos causados ao equipamento, não tendo sido informado por qualquer outro meio. A justificação apresentada pelos colaboradores foi a de que tal envio seria “protocolo, por o equipamento já se encontrar há demasiado tempo em loja”, argumento que considero inaceitável, uma vez que o prolongamento do tempo decorreu exclusivamente da incapacidade da Darty em apresentar uma solução, bem como da ausência total de comunicação e acompanhamento do processo. O envio do equipamento para reparação, nestes termos, constitui uma atuação unilateral, não autorizada e lesiva dos meus direitos enquanto consumidor. Face ao exposto, considero existir: • incumprimento da garantia legal; • ultrapassagem do prazo máximo de reparação; • dano do bem durante reparação; • falta de resposta e acompanhamento ao consumidor; • prejuízo sério, continuado e de caráter pessoal e académico; • envio do equipamento para reparação sem consentimento do consumidor e sem comunicação prévia, configurando perda de controlo do bem entregue. Solicito, com caráter de extrema urgência, uma resolução definitiva e justa, nomeadamente: • substituição do equipamento por outro equivalente ou superior, sem custos adicionais, ou • solução alternativa que não me coloque em situação de perda face ao bem originalmente adquirido. • localização imediata do equipamento, identificação da entidade que o detém atualmente e restituição do bem ou solução definitiva no prazo máximo de legalmente admissível por escrito. Solicito igualmente a intervenção das entidades competentes para análise desta situação.

Encerrada

Pessimos servicos

Exmos. senhores, Venho deste modo apresentar uma queixa contra a Cidadeplan por negligência nos seus serviços. Esteve 10 anos na gerência de um condominio em Alcochete, nunca resolveu nenhum problema pequeno do condominio como tambem grandes problemas problemas de infiltrações no edifício e informa que no prazo de 41 deixa de exercer funções como neste momento temos problemas no edificio a resolver. Ficam deste modo avisados do pessimo serviços desta empresa.

Encerrada
J. P.
23/01/2026

Incumprimento de prazo na emissão de fatura – Reserva n.º 1198321807

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação relativamente ao incumprimento do prazo de emissão de fatura associado à minha reserva n.º 1198321807. No dia 19/01/2026, às 08:31, recebi da vossa parte o e-mail com a declaração de devolução do veículo, no qual consta expressamente a seguinte informação: “Fatura: Para reservas feitas através do site/aplicação da Europcar, a sua fatura estará disponível online no prazo de 48 horas na secção ‘Gerir as minhas reservas’.” Sucede que, à presente data, já decorreu largamente o prazo indicado (mais de 48 horas) e a fatura continua indisponível na área indicada. Acresce que, no dia 21/01/2026, enviei um email para reservas@europcar.com, solicitando esclarecimento e resolução da situação, sem que tenha obtido qualquer resposta até ao momento. Considero esta situação inaceitável. As regras contratuais e os prazos definidos devem ser cumpridos por ambas as partes, não apenas pelo cliente. Responder a comunicações e emitir faturas dentro do prazo anunciado constitui o mínimo exigível num serviço desta natureza. Solicito, assim, com a maior brevidade possível: A emissão e disponibilização imediata da fatura referente à reserva acima identificada; Um esclarecimento formal para o atraso verificado e a ausência de resposta ao contacto efetuado. Caso a situação não seja regularizada de forma célere, reservo-me o direito de recorrer aos meios formais de reclamação disponíveis.

Resolvida
L. L.
23/01/2026
Sercondominio

Assembleia geral de condomínio não realizada

Estamos quase no final de janeiro e a assembleia geral de condomínio a realizar anualmente na primeira quinzenade janeiro ainda não foi realizada e nem mesmo convocada. Há assuntos urgentes: - Obras na minha fração para repração dos danos provocados pelas infiltrações passadas na cobertura e para as quais já tenho orcamento a ser aprovado. - Prestação de contas devidamente documentada com todos os comprovativos, nomeadamente: extratos bancários, faturas, etc. - Orçamento para 2026. - Discussão das outras obras a realizar. - Eleicao da administração para 2026. Solicito, para o bem comum, que seja realizada esta assembleia até a final de janeiro de 2026.

Encerrada
A. C.
23/01/2026
Remax Prestige

Péssimo Atendimento

Venho por este meio apresentar queixa formal relativa à atuação do mediador imobiliário João Neto, associado à agência imobiliária por si representada, no âmbito de um processo de compra de imóvel ocorrido recentemente. No âmbito da aquisição de um imóvel anunciado pelo valor de 325.000€, realizámos visita ao imóvel e estabelecemos contacto direto com os proprietários, com os quais foi alcançado um acordo verbal para aquisição pelo valor de 320.000€, condicionado à celeridade do processo, devido à urgência manifestada pelos próprios proprietários. Fomos expressamente informados pelos proprietários de que pretendiam vender-nos o imóvel, tendo-nos sido solicitado que transmitíssemos essa decisão ao mediador imobiliário acima identificado, que a partir deste momento se mostrou desconfiado e desagradado com esta informação. Na sequência deste acordo, avançámos de imediato com várias instituições bancárias, tendo obtido pré-aprovações de crédito, ficando apenas pendente a avaliação do imóvel, para a qual era necessária a documentação do mesmo. Apesar de sucessivos pedidos — nossos e dos bancos — o mediador: • Repetidamente afirmou que “já enviava” a documentação, o que nunca aconteceu; • Deixou de responder a mensagens e chamadas; • Passou a não atender números conhecidos, atendendo apenas contactos novos; • Ignorou contactos diretos das instituições bancárias. Mais tarde, o mediador afirmou que não enviava a documentação por alegada falta de autorização dos proprietários, justificação que nos foi contrariada por várias entidades bancárias e profissionais do setor, que confirmaram que tal documentação é normalmente disponibilizada pelo mediador para efeitos de avaliação. O mediador afirmou-nos presencialmente que: “O problema não é o valor, é a rapidez. O primeiro a marcar a avaliação fica com a casa.” Contudo, a sua conduta impediu-nos ativamente de marcar a avaliação, criando um bloqueio artificial ao processo. Posteriormente, fomos informados de que o imóvel teria sido atribuído a outra proposta. Tomámos ainda conhecimento de que: O mediador é responsável pela agência imobiliária; A sua esposa está ligada a uma empresa de intermediação de crédito; Existem relatos, meramente especulativos, optaram por deixar de colaborar com estas entidades devido a práticas consideradas pouco transparentes, nomeadamente favorecimento de processos financiados pela referida empresa. Importa ainda referir que o imóvel já se encontrava em fase avançada de negociação, tendo tido várias visitas e, pelo menos, duas propostas conhecidas por nós em consideração. No próprio dia em que fomos informados de que a proposta de terceiros teria sido aceite, algumas horas antes, o anúncio do imóvel foi subitamente alterado para o valor de 390.000€, apesar de não haver intenção real de angariar novas propostas, uma vez que o processo se encontrava já em fase de decisão final. Esta alteração de preço, ocorrida num momento crítico do processo, foi-nos apontada por outros profissionais do setor imobiliário como uma prática potencialmente enganadora, suscetível de inflacionar artificialmente a perceção de valor do imóvel para efeitos de avaliação bancária, reforçando as dúvidas quanto à transparência, boa-fé e correção da atuação do mediador. Esta atuação prejudicou-nos deliberadamente, impediu-nos de concluir um negócio para o qual estávamos plenamente preparados e, no mínimo, levanta sérias dúvidas quanto à imparcialidade, transparência e cumprimento dos deveres legais do mediador. Ainda que seja reconhecido no setor como um mediador de atuação comercialmente agressiva, o comportamento acima descrito ultrapassa largamente os limites de uma negociação legítima, não se tratando de competitividade de mercado, mas sim de uma conduta que, pela sua natureza e impacto, merece escrutínio rigoroso.

Encerrada
A. M.
22/01/2026

Burla Smooth Saturday lda

Venho formalizar uma reclamação relativa à compra de sapatilhas Adidas Samba efetuada no website da Ginova https://www.ginova.pt , a 1 de dezembro de 2025, número da encomenda 145476. Recebi um email da Ginova com a confirmação do pagamento, e umas horas mais tarde, um email a dizer que funcionam como um Marketplace e que o acompanhamento da encomenda, o envio, e apoio ao cliente teria que ser com a Smooth Saturday. Hoje é dia 22/01/2026 e ainda não recebi a minha encomenda. Após vários emails com ambas as marcas ninguém me resolve o problema. O meu próximo passo será apresentação de queixa na polícia por burla, para ambas as marcas. Pois bastou uma simples pesquisa para ver centenas de reclamações destas marcas, com situações semelhantes à minha. Valor pago 79,93€

Encerrada

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