Reclamações públicas
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serviço de carregamento de ar condicionado
Empresa: NORAUTO Mem-Martins No dia 6/7/2026 desloquei-me à loja da Norauto de Mem-Martins para solicitar um novo carregamento do ar condicionado do meu veiculo, já que o efetuado anteriormente não apresentou o resultado esperado. Fui informada neste dia (6/julho de 2026 que o serviço realizado anteriormente em agosto de 2025, só tinha validade de 3 meses. Informação que o colaborador da loja foi questionar, porque também não sabia. Resolvi solicitar o livro de reclamações e descrevi o motivo da minha indignação. Contudo após a minha elaboração foi-me entregue o original da reclamação. (A folha da reclamação é o nº 38164654). Posteriormente, fui contactada telefonicamente e solicitando para regressar à loja para entregar o original da reclamação, situação que considero irregular e que me suscitou dúvidas quanto ao correto cumprimento dos procedimentos legais relativos ao Livro de Reclamações. Solicito esclarecimentos sobre: - A fundamentação da recusa na assistência solicitada - O uso irregular do Livro de Reclamações por parte da Norauto.
Encomenda com informação errada do estafeta
Bom dia, Como já é habitual nos últimos anos, tenho tido vários problemas com a entrega de correio e encomendas na minha residência. Para evitar atrasos nas entregas e deslocações desnecessárias, costumo pedir as entregas para o meu local de trabalho, exceto quando estou de baixa, como é o caso agora. Nessas situações, solicito que as entregas sejam feitas em casa ou num ponto de recolha próximo. Desta vez, o fornecedor fez dois envios por motivos de stock: um para o ponto de recolha e outro para a minha residência. Recebi uma SMS a indicar que a entrega seria feita na sexta-feira, dia 03/07, até às 19h. Como era um dia importante para mim, decidi faltar à fisioterapia para poder receber a encomenda. Para minha surpresa, às 19:03 recebi uma mensagem do fornecedor a informar que a transportadora tentou entregar o pacote, mas não teve sucesso. Mais tarde, às 20:15, recebi uma SMS dos CTT a lamentar o atraso na entrega da encomenda. Ao contactar o fornecedor, foi-me dito que iria ser pedido um novo envio. Infelizmente, preciso mesmo da fisioterapia diariamente e não posso voltar a faltar só para receber a encomenda, pois já perdi tempo antes e corre o risco de ninguém aparecer de novo. Tenho conta nos CTT e podem consultar o histórico das minhas encomendas. Tenho provas de tudo o que me foi dito e do que comunicaram ao fornecedor. Além disso, sou motorista distribuidor porta a porta, com mais de 22 anos de experiência em entregas. Por isso, conheço bem o processo e não compreendo como estas situações ainda acontecem.
Débitos efetuado sem subscrição
Bom dia, Não fiz nenhuma subscrição na Glovo prime e debitaram-me da conta, no dia 6 de Junho e no dia 6 de Julho, a quantia de 5,99 em cada mês. Já tive que ir cancelar o método de pagamento na app da PayPal, uma vez que era o modo de pagamento que tinha, quando efetuava encomendas. Na app da Glovo, fui ao separador da Glovo Prime e não tinha efetuado nenhuma subscrição da Glovo Prime. Entrei em contacto com o vendedor GLOVOAPP23 SL, e o mesmo nem fez caso da minha exposição, apesar de só ter referido que eu não tinha nenhuma subscrição. Fiquei sem entender como tinha uma subscrição na Glovo Prime, sem ter sido eu a fazê-lo.
iParque retém saldo dos utilizadores e exige taxa abusiva de 6.15€+IVA para devolver o dinheiro!
Quero apresentar uma reclamação sobre a aplicação iParque (ACIN iCloud Solutions Lda) e o seu novo sistema de carregamentos, que considero uma autêntica armadilha para o consumidor. No dia 3 de julho, ao tentar pagar o estacionamento em Matosinhos, deparei-me com uma aplicação confusa e nada intuitiva, que agora obriga a "top ups" por município. Devido a esta má usabilidade, carreguei por engano 5,00€ na entidade da Maia, além de já ter 19,25€ em Matosinhos. Ao perceber que o sistema está desenhado para reter o nosso dinheiro, solicitei o reembolso do meu saldo total de 24,25€ e a desativação da conta. Para meu espanto, a iParque recusou a devolução integral (Ticket ID: 00763310). Alegam que o dinheiro fica cativo na autarquia e que, se eu quiser o MEU dinheiro de volta relativo a um serviço que não foi usado, tenho de pagar uma "taxa administrativa" de 6,15€ + IVA. Isto é inadmissível. O saldo não utilizado é propriedade do consumidor e não pode ser confiscado por regras ocultas em Termos e Condições. Cobrar mais de 7,50€ para processar um reembolso é uma prática abusiva para nos obrigar a desistir do dinheiro. Exijo a devolução imediata e integral dos meus 24,25€.
Encomenda não recebida
A resposta apresentada é inaceitável. Sugerir a utilização de outro endereço não resolve o problema e está completamente fora de questão. A responsabilidade pela entrega é exclusivamente da empresa e dos seus parceiros logísticos, não do cliente. Efetuei o pagamento da mensalidade e não recebi o produto, o que configura uma clara falha na prestação do serviço. Nos termos da Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96) e do Decreto-Lei n.º 84/2021, tenho direito à entrega do bem contratado ou, na impossibilidade, ao reembolso integral dos valores pagos. Assim, exijo o reembolso total do montante pago com a máxima urgência. Caso esta situação não seja resolvida de imediato, irei apresentar reclamação no Livro de Reclamações eletrónico, bem como junto das entidades competentes, incluindo a ASAE e o Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo. Aguardo resolução urgente desta situação. Atenciosamente, Raniere
Falta de resposta ao pedido de devolução e ausência de apoio ao cliente
No dia 11 de Junho iniciei um pedido de devolução de três embalagens do suplemento Gestacare Pré-conceção, adquirido por engano na Loja da Saúde. A minha intenção era comprar o Gestacare Gestação, tendo-me apercebido do erro logo após a compra. Desde essa data tenho tentado resolver a situação através dos canais de apoio ao cliente, enviando vários e-mails e solicitando informações sobre o processo de devolução. No entanto, a realidade é que continuo sem qualquer resposta ou solução concreta. O apoio ao cliente simplesmente deixou de responder às minhas mensagens. Considero esta situação inaceitável. Enquanto cliente, espero, no mínimo, uma resposta e um acompanhamento adequado, independentemente da decisão sobre a devolução. O silêncio por parte da empresa e o arrastar deste processo durante semanas demonstram uma clara falta de respeito pelos consumidores. Os três produtos encontram-se sem utilização e pretendo apenas proceder à sua devolução, uma vez que foram adquiridos por engano. Estou a falar de um prejuízo de aproximadamente 42 €, valor que não considero justo suportar por uma situação que tentei resolver atempadamente e para a qual nunca obtive resposta por parte da empresa. Com esta reclamação, pretendo que a Loja da Saúde entre finalmente em contacto comigo e apresente uma solução para este processo, permitindo a devolução dos produtos e o respetivo reembolso, ou, pelo menos, prestando uma resposta clara e fundamentada. Espero que esta situação seja resolvida com a maior brevidade possível, evitando que continue a ser ignorado após um mês de tentativas de contacto.
Má condução do instrutor
Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à conduta de um dos instrutores desta escola de condução, responsável por grande parte da minha formação prática Iniciei o processo para obtenção da carta de condução há aproximadamente um ano, sem qualquer experiência prévia ao volante. Desde as primeiras aulas, fui alvo de uma postura que considero inadequada e incompatível com a função de um profissional responsável pela formação de novos condutores. Ao longo das aulas, o instrutor dirigiu-se a mim de forma grosseira e depreciativa, utilizando comentários como "não sabe o que é esquerda nem direita?", além de frequentemente elevar o tom de voz e gritar quando eu cometia erros. Em vez de corrigir e orientar de forma pedagógica, criava um ambiente de tensão e insegurança. Houve também situações em que fez comentários irónicos relativamente às minhas decisões durante a condução. Durante as 21 aulas que tive com este profissional, considero que não recebi o acompanhamento técnico e pedagógico adequado. Nunca me foram ensinados aspetos básicos e essenciais para a condução segura, tais como o correto ajuste dos retrovisores, noção de espaço do veículo, referências para manobras ou métodos práticos que facilitassem a aprendizagem. Na maioria das vezes, limitava-se a dar instruções sobre o percurso, sem efetivamente ensinar as técnicas necessárias para desenvolver autonomia e confiança ao volante. Além disso, fui pressionada a marcar o exame prático antes de me sentir preparada. Quando manifestei a minha insegurança e expliquei que não me considerava apta para realizar o exame, fui confrontada com comentários que minimizaram as minhas preocupações, em vez de receber orientação adequada para melhorar as minhas competências. Pedi a troca do instrutor depois de tempo porque não sabia da possibilidade da mesma e por medo mesmo . Atualmente sinto que grande parte das 21 aulas realizadas não contribuiu para a minha formação como condutora. Pelo contrário, saio desta experiência com falta de confiança, ansiedade ao conduzir e sem a preparação que seria expectável após tantas horas de formação.
Encomenda devolvida e sem reembolso
Boa tarde Venho por este meio fazer uma reclamação sobre a empresa B-Parts, á muito tempo que fiz a devolução de uma peça dentro do prazo e nas normas fornecidas por estes, enviado para a morada indicada, tudo nos conformes. Foi me recolhida a encomenda no dia 28 de maio de 2026 e dada como recebida nos estabelecimentos da B-Parts no dia 2 de junho de 2026. Após contactar varias vezes a empresa a sua resposta é sempre a mesma "Boa tarde, Pedimos imensa desculpa pela demora no processo. Continuamos a aguardar uma resposta por parte do armazém de origem. Contamos ter uma resposta em breve". Venho desde então enviado emails para a empresa sem uma resposta diferente. Gostaria que algo fosse feito para reaver o meu dinheiro. Cumprimentos.
O guarda-sol partiu-se ao fim de um mês. É demasiado perigoso para mim transportá-lo.
Adquiri um guarda-sol na Leroy Merlin no dia 18 de maio de 2026. Ao fim de menos de um mês de utilização, o guarda-sol partiu-se na base devido a um defeito de fabrico e caiu, por pouco esmagando a nossa mesa. É evidente que a soldadura na base não foi realizada corretamente, conforme demonstram as fotografias anexas, tratando-se de um produto defeituoso, claramente mal fabricado. A ferrugem indica uma selagem deficiente e um possível uso anterior. Quando contactei a vossa equipa de apoio ao cliente, insistiram em que levasse o produto avariado à loja. O artigo foi-nos entregue em casa, tendo nós pago o serviço de entrega. Não temos possibilidade de o transportar até à loja porque é demasiado grande para caber num carro e representa um perigo, dado que apresenta bordas metálicas afiadas e enferrujadas. Para além disso, é extremamente pesado. O cliente não deve ser responsabilizado pelos riscos decorrentes de um produto perigoso e defeituoso. Deslocámo-nos à loja para explicar a situação, e o funcionário do apoio ao cliente sugeriu que alugássemos uma carrinha ou que pagássemos a transportadores para levarem o artigo à loja. Esta não é uma solução aceitável. Utilizámos o guarda-sol durante menos de um mês e não devemos ter de suportar custos nem riscos para proceder à sua substituição ou obter o respetivo reembolso.
Rescisão de Contrato
Exmos. Senhores, No dia 8 de junho de 2026 fiz o comunicado por escrito ao ginásio Fitness Factory Portalegre, informando a minha rescisão do contrato com a entidade em causa. De acordo com o disposto no contrato de adesão, aquando da rescisão os pontos 15 e 16 do mesmo deviam ser cumpridos. Pelo que, informei previamente, com os 30 dias de antecedência, a minha intenção de cessar o contrato (dia 8 de junho de 2026 via email). Quando o aviso é feito até ao dia 15 do mesmo mês, tem efeitos no mês seguinte. Ou seja, cumpri tudo o que estava estabelecido no contrato. No mesmo dia foi-me solicitado que me dirigisse ao estabelecimento para assinar um documento. Contudo, se me pediram para assinar um documento, CONSENTIRAM o meu pedido, CONFIRMARAM o mesmo. No dia 1 de julho de 2026 foi-me retirado o valor da mensalidade, ou seja, não fizeram caso do meu pedido. Na boa fé não cancelei o Débito Direto (coisa que deveria ter logo feito) e a empresa em causa agiu com má fé e retirou o valor da mensalidade, mesmo depois de ter CONSENTIDO o meu pedido. Mais informo que para além de pagar a mensalidade de adesão, também usufruia e pagava do plano de treino. Quando estava mais de uma semana sem frequentar o ginásio, recebia mensagem da nossa PT sobre a ausência. Portanto, se nunca mais recebi nenhuma indicação, foi porque o meu PT soube da minha intenção. Se foi avisado também, este valor do PT deveria ser ainda cobrado? Se eu cumpri com os termos estabelecidos no contrato, avisei com antecedência a minha intenção, porque tenho de eu pagar? A equipa Fitness Factory de Portalegre não cumpriu com o estabelecido no contrato, pois no mesmo, não existe nenhuma cláusula onde tenho de me dirigir ao estabelecimento para formalizar o meu pedido. Eu cumpri com as minhas obrigações, o ginásio Fitness Factory Portalegre falhou com o estipulado no contrato. Agradeço que o meu caso seja analisado e que o valor da mensalidade me seja restituído.
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