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Recusa Substituição Identificador dentro prazo garantia
À Via Verde Portugal,Venho por este meio expor uma avaria no meu identificador Via Verde, associado à matrícula AZ-22-PB e ao contrato n.º 518204151 .O dispositivo em questão apresenta falhas de leitura [ou luz amarela nos pórticos] como constatado no mail transcrito abaixo, o que indica o fim da vida útil da bateria ou defeito técnico. Mais solicito que seja fornecida a data em que foi inicialmente detetada a avaria, conforme os registos dos pórticos. (Pelo menos 21/03/2025).Dado que o equipamento foi adquirido/substituído em 07/04/2026 e encontra-se, portanto, dentro do prazo legal de garantia de 3 anos previsto no Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro.Solicito a substituição gratuita do identificador por um novo exemplar totalmente funcional, sem qualquer custo adicional de aquisição ou de nova adesão a modalidades de aluguer que não as contratadas inicialmente.Fico a aguardar a vossa breve resposta com as instruções para a troca.Melhores cumprimentos, Marisa Vieira
Encomenda não recebida
Boa tarde, em junho de 2025 foi-me enviada uma encomenda vinda do brasil a qual ainda está nas instalações dos CTT segundo o código de rastreio. Já mandei vários emails para expor a minha situação, foi pedido para descrever a encomenda,o que foi feito e por fim a resposta por parte deles foi que não encontraram nada e que iam dar por encerrado . Esse é o código de rastreio das coisas: EB121050583BR
Valor não recercido
Exmos.Senhores Venho por este meio relatar que no dia 5/4/2026 Domingo dirigi-me à Self-Service Lavandaria Speed Queen localização na R.25 de Abril 32b 2650-061 Brandoa iniciei um ciclo de lavagem na máquina 3 com um custo de 7€ , e logo após iniciar reparei que um lençol teria ficado preso na porta da máquina ao parar o processo de lavagem recorrendo ao botão de pausa do próprio equipamento consegui então abrir a porta e retirar o lençol , ao querer voltar a iniciar o processo de lavagem ao qual tinha pago reparei que a máquina voltou a pedir novo pagamento! Recorri então ao contacto telefónico disponível na loja para tentar resolver a situação após várias mensagens no WhatsApp entre elas respostas virtuais geradas por IA não obtive mais resposta nem resolução para o meu problema!
Prática abusiva: Cobrança de subscrição para aceder a jogos já comprados (Caso DayZ)
Venho por este meio expor uma situação que considero inadmissível e uma falta de respeito pelos consumidores que investem na aquisição de jogos na plataforma Xbox (Microsoft). Sou proprietário de uma licença do jogo DayZ, adquirido através de uma chave digital validada pela plataforma. No entanto, para poder usufruir do jogo que comprei, a Microsoft obriga-me ao pagamento de uma subscrição mensal (Xbox Game Pass Core/Essential). Sem esta "renda" mensal, o jogo que é minha propriedade nem sequer abre. O absurdo da situação atinge o limite com os seguintes factos: Redundância: O jogo DayZ está incluído na lista de jogos da própria subscrição. Isto significa que eu, que já paguei pelo jogo, sou obrigado a pagar a mesma mensalidade que um utilizador que nunca o comprou. O meu investimento inicial foi reduzido a zero pela Microsoft. Aumentos Arbitrários: O custo desta subscrição obrigatória tem sofrido aumentos unilaterais. O que antes custava cerca de 60€/ano, hoje custa mais de 100€/ano, apenas para manter o acesso a um produto que já paguei. Discriminação de Plataforma: No PC, o acesso aos servidores deste mesmo jogo é gratuito após a compra. Na consola, a Microsoft criou uma barreira financeira artificial. É o equivalente a comprar uma casa e ser obrigado a pagar uma renda mensal para nela morar, ao mesmo valor de quem nunca a comprou. Exijo uma posição da Microsoft sobre esta "venda casada" e uma solução para os utilizadores que, como eu, possuem licenças individuais e estão a ser duplamente tributados para aceder ao que é seu por direito.
Produto danificado
Exmos. Senhores Venho manifestar o meu descontentamento com a empresa Accional, cediada nos Açores. Solicitei os seu serviços para colocação de película solar nos janelões de minha casa. Os mesmos tiveram que ser substituídos duas vezes, por descamação, manchas e bolhas no produto. Desta segunda vez, a empresa, alegou que era má utilização, por limpeza com produtos não indicados, pelo que, inicialmente iriam apenas emitir uma nota de crédito, para minimizar danos, depois voltaram atrás nesta questão e disseram que não teriam nada a ver com o sucedido, que era da minha inteira responsabilidade! Apesar desta situação, recorri aos serviços para então me explicarem como se poderia limpar, uma vez que apenas estava a usar água e não ficava em condições, pela primeira vez, recebo um email com as indicações, passo a passo, de limpeza. Um ano depois. Como esta informação nunca me foi prestada, apenas perguntavam e alegavam que os danos eram dos produtos que usava, ao que eu respondia que usava produto indicado para vidros, com isto, nunca me foi dito como limpar, que produto usar...O material não trás livro de instruções, pelo que deveriam informar os clientes da sua utilização. Informei a empresa que, atendendo a que nunca me prestaram tal informação, iria recorrer superiormente. Ainda foram cerca de 1500 euros em películas. Além de terem sido muito desagradáveis, agora nem nota de crédito, porque reclamei. Aguardo indicações vossas. Muito obrigada Selma Borges
Aluguel de carro
Exmos Senhores, Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação e solicitar o vosso apoio relativamente a uma situação que considero lesiva dos meus direitos enquanto consumidor. O meu nome é Felipe Paulo, residente em Lisboa, com o NIF 322111889 e contacto telefónico +351 932 419 518. Venho por este meio solicitar o reembolso total do valor pago pela reserva de aluguer de viatura, uma vez que o serviço não foi prestado e que existiu falta de clareza na informação contratual, bem como informação contraditória prestada no momento da retirada. Apesar de constar referência à exigência de cartão de crédito, essa informação não foi apresentada de forma clara, destacada e inequívoca antes da confirmação e pagamento da reserva, tratando-se de uma condição essencial do contrato. Em nenhum momento ficou claramente percetível que a inexistência de cartão de crédito inviabilizaria totalmente a entrega da viatura, não sendo aceites alternativas como cartão de débito ou caução em numerário. Acresce que, no balcão da Centauro, no momento da tentativa de levantamento da viatura, a própria atendente informou expressamente que, não sendo possível a entrega do veículo, eu teria direito ao reembolso total do valor pago. Essa informação foi determinante para a minha aceitação da situação no local. Contudo, posteriormente, foi-me recusado o reembolso, o que configura: Falta de transparência na informação pré-contratual; Prestação de informação contraditória por parte do representante do fornecedor; Não prestação do serviço contratado por motivo alheio à vontade do consumidor. Face ao exposto, venho solicitar a vossa intervenção no sentido de me auxiliar na obtenção do reembolso integral do montante pago. Fico disponível para fornecer qualquer documentação adicional necessária. Com os melhores cumprimentos, Felipe Paulo NIF: 322111889 Telefone: +351 932 419 518 Lisboa
Recusa em finalizar o cancelamento de um seguro de garantia
Ineficácia, falta de coordenação e recusa em finalizar o cancelamento de um seguro de garantia, que persiste ativo apesar da confirmação de cancelamento por uma das entidades envolvidas. Histórico de Fatos (Cronologia de 02/Abr/2026 a 06/Abr/2026): Início do Processo (02/Abr/2026): O processo de cancelamento do seguro foi iniciado por indicação da Darty em março/2026, mas o link fornecido para o efeito estava inoperacional. Primeiro Contacto e Redirecionamento: O consumidor contactou a SquareTrade e forneceu todos os dados solicitados (Apólice n.º 323001926594590, IMEI, Nome Completo). A SquareTrade respondeu, informando que o plano é "gerido pela plataforma da Mediamarkt" e redirecionou o pedido para o endereço mm.portugal.apoioaoclientesubscripcoes@mediamarkt.pt. Reclamação Formal: Dada a ineficácia do processo e o contacto tripartido imposto, foi apresentada uma reclamação formal no Livro de Reclamações Online (nº ROR00000000045557300). Confirmação Incompleta (06/Abr/2026): A Media Markt, através de Francisco, confirmou o cancelamento da subscrição com a referência P6P0003551. Inconsistência Detetada: O consumidor sinalizou imediatamente à Media Markt que, apesar da confirmação, o plano de garantia (Apólice n.º 323001926594590) continua a aparecer como ativo no site da SquareTrade (conforme imagem anexa).1 Recuo e Reversão do Processo: A SquareTrade, no mesmo dia (06/Abr/2026), enviou novos emails ignorando todo o histórico da comunicação e a confirmação da Media Markt, solicitando, pela terceira vez, que o consumidor faça o pedido de cancelamento para a Media Markt. Esta ação reverteu o processo para o ponto de partida, demonstrando uma total e inaceitável falta de coordenação entre as entidades.1
AGRESSÃO DE UM MOTORISTA
Ontem, Domingo de Pascoa estava parada no cruzamento entre a Av. EUA e a Gago Coutinho, um senhor numa scooter com uma mochila da Bolt food parou a mota ao meu lado e pediu para falar comigo, eu olhei para ele e, ao perceber que queria falar comigo, abri o vidro. Mal o vidro começa a descer o senhor sem justificação absolutamente nenhuma, começou a esmurrar continuamente o vidro com uma violência brutal. Felizmente tive tempo de não abrir na totalidade o vidro e voltei a fechar. Fica a ressalva que não o ultrapassei nem me cruzei com o homem anteriormente. Após esta situação, o estafeta começou em fuga, em simultaneo liguei para a policia e disseram para ir à esquadra apresentar queixa. Assim o fiz, já na esquadra, o policia, alertou-me para o possível cenário bastante provável do senhor sair impune desta situação, mesmo com a matricula identificada. Em paralelo pedi apoio à Bolt Food explicando o que se tinha passado. Exigiram-me, antes de agir, apresenta-se uma declaração passada pela policía. Enviei a declaração para a Bolt ao qual me responderam que não iriam fazer nada, porque as autoridades competentes estavam a investigar. Resumo, quem se porta mal é benefeciado, e protegido pelo sistema, tanto polícia/sistema, como a bolt foram coniventes com a violência. Felizmente esta história não passou daqui mas lamentávelmente mostra bem as fragilidades de quem é exposto a este tipo de situações. Bolt Bolt Food
Débitos não autorizados e perda de encomenda – envio nº 1Z44T3V3DG96022442
Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a UPS relativamente ao envio nº 1Z44T3V3DG96022442. A encomenda foi enviada para os Estados Unidos e recusada pelo destinatário. Sem qualquer autorização da minha parte, foi iniciado o processo de devolução, tendo sido debitado da minha conta o valor de 41,80 €. Posteriormente, fui informada de que a encomenda foi considerada “carga abandonada”, alegadamente por falta de contacto comigo. No entanto, declaro que nunca fui contactada pela UPS por qualquer meio (telefone, e-mail ou outro). Para agravar a situação, foi efetuado um SEGUNDO débito no valor de 41,80 €, novamente sem qualquer autorização. Neste momento, fui cobrada um total de 83,60 € por um serviço que não foi concluído, sem comunicação adequada e sem o meu consentimento. Considero esta situação abusiva e inaceitável. Solicito: - Reembolso imediato do valor total de 83,60 €; - Justificação formal para os débitos efetuados; - Prova das alegadas tentativas de contacto; - Garantia de que não serão realizados mais débitos na minha conta. Informo que já iniciei a contestação destes débitos junto do meu banco. Aguardo resolução urgente desta situação.
Valor não pago e já passou mais de 24 horas
Sinto que a Leon bet está a adiar o pagamento . Mas dizem que têm problemas nas formas de pagamentos. Sinto que não vou receber o valor e nunca aconteceu tal situação. São apenas 210 euros.
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