Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
R. S.
09/05/2026

Desativação de funções da Via Verde

Venho por este meio expor a situação que é comum e abusivo por parte da empresa Via Verde. Já tenho o meu identificador à uma série de anos sem problemas de funcionamento em portagens/scuts como em parques de estacionamento. A partir do momento que introduziram as novas modalidades de pagamento, nas portagens começou a dar laranja assim como deixou de funcionar em parques de estacionamento. Sei que o identificador tem a pilha boa e funciona bem, dando sinal sempre que passa nas scuts(se dá bem num lado também tem de dar nas portagens/parques). No site para fazer a gestão do dispositivo a opção do parque de estacionamento deixou de estar ativa e dá sempre erro sempre que tento ativar. Acho a situação ilegal mudarem as condições sem avisarem e obrigarem os utilizadores a mudarem para as novas modalidades. Quero que a minha via verde volte a dar nos parques e aparecer os valores cada vez que passo nas portagens.

Encerrada

Processo de Nacionalidade

Caros senhores, Dei entrada no processo de Nacionalidade no Instituto dos Registos e Notariado (Arquivo Central do Porto) em 18-10-2023. Levando em conta que o processo por tempo de residência legal em Portugal é de 18 a 30 meses, no meu caso o prazo já expirou. Isto é, já se passaram 30 meses. Na verdade, o prazo de 30 meses foi atingido em 18 de abril de 2026. Solicito uma justificativa para a demora na resolução do processo. Atenciosamente, Flavia Silva

Em curso
N. L.
09/05/2026

Falta de profissionalismo e competência

No dia 25 de Março iniciei o processo de agendamento de revisão mecânica automóvel, do meu veiculo Dacia, tendo recebido contacto por e-mail, da consultora de serviço Carby Sra. Flávia Azevedo, que a revisão seria no dia 20 de Abril. Desde logo indiquei que além da revisão periódica do veiculo, pretendia a substituição de um dos tampões de roda do mesmo, ao qual a operadora sugere, que me desloque presencialmente ao concessionário, para fazer a encomenda. Tendo respondido que dado que a revisão seria unicamente a 20 de Abril, existiam 16 dias úteis, tempo mais que suficiente para verificarem a existência da referida peça em stock e realizar a encomenda da mesma, a substituir no dia da revisão 20 de Abril. Apos 2 envios de fotografia da referida peça e descrição da mesma, a consultora continuava a não identificar a peça em causa, tendo sido necessário enviar o próprio link, do site dacia, no dia 01 de Abril, onde consta a referida peça como acessório oficial disponível desta marca. No dia 02 de Abril a consultora Flávia Azevedo confirma por e-mail o valor e disponibilidade da peça em causa. No dia 20 de Abril pela manhã, ao entregar o veiculo para revisão e questionar se na oficina tinham o tampão da roda para substituição, sou informado pela conselheira de serviço Inês Eduardo que não tinha qualquer informação acerca do tampão da roda. Ao recolher o veiculo pela tarde, questiono novamente se tinham informação da substituição do tampão da roda, ao que desta vez a conselheira Inês Eduardo entra em contradição, relativamente a versão apresentada de manhã e indica-me que tinham a informação, mas o pedido não entrou no sistema de encomendas da oficina. Foi feita a encomenda do tampão da roda e tive de me deslocar novamente a oficina, no dia seguinte, a fim de substituir o referido tampão. Falta de profissionalismo, de competência, sobretudo da consultora Flavia Azevedo, que me levou a nova deslocação a oficina, novo gasto de combustível e alteração de horário laboral.

Encerrada
N. L.
09/05/2026

Falta de informação, regra abusiva e falta de controlo e higiene

No passado dia 18 de Abril dirigi-me ao ginásio Fitness UP em Olhão, situado no Ria Shopping, para realizar um treino diário. O recepcionista informou-me do valor, solicitei fatura com numero de contribuinte, ao qual respondeu que não costuma passar faturas com numero de contribuinte para treinos diários. Voltei a mencionar que queria fatura com contribuinte, e forneci o cartão de cidadão para que o recepcionista pudesse criar registro pessoal e emitir fatura, foi feito o pagamento e emitida a fatura 33031/*****0413. Foi entregue o termo de responsabilidade para ser assinado por mim, relativamente ao seguro de acidentes, como é usual em qualquer ginásio. Após estes procedimentos sou informado pelo recepcionista que não podia entrar com um saco de ginásio que levava comigo, para dentro da sala de musculação. Questionei o porquê desta limitação, porque não me havia informado antes e onde estava escrita esta norma, em local visível no balcão ou dentro do ginásio. Informou-me que era por ordem do instrutor de sala de musculação. Pedi para falar com o instrutor responsável e fui informado que o mesmo não estava de momento. Voltei a questionar porque não havia informado desta norma limitativa antes de ter feito o pagamento da diária e onde estava afixada em local visível ao publico a mesma. Não obtive resposta por parte do recepcionista. Sugeriu que deixa-se o saco de ginásio atras do balcão, dado que não tinha comigo cadeado para cacifo, norma a qual também não fui informado antes do pagamento da diária. No decorrer do treino, verifiquei que esta norma limitativa não está afixada em nenhum local dentro da sala, nem nos corredores de acesso ou balneários. Mais grave foi o facto de verificar que uma norma de higiene essencial, como a utilização de toalha nos equipamentos, não é cumprida pela generalidade dos utilizadores, sem qualquer controlo ou advertência por parte dos instrutores ou recepcionista presentes neste espaço.

Resolvida

Agendamento

Exmos. Senhores, Venho apresentar uma reclamação formal relativamente ao processo de residência da minha filha, Kyara. O pagamento referente ao processo foi efetuado no dia 21/02/2026, encontrando-se inclusive registado no portal como “pagamento efetuado”. Contudo, até à presente data, não recebemos qualquer email com a data de agendamento. Informo ainda que já foram enviados diversos emails anteriormente, inclusive respostas no mesmo contacto de atendimento, sem qualquer retorno, esclarecimento ou atualização do estado do processo. Esta situação está a causar preocupação e insegurança, considerando o tempo já decorrido após a confirmação do pagamento e a ausência total de resposta por parte dos serviços. Solicito, com carácter de urgência: • Verificação imediata do processo; • Envio da data de agendamento; • Ou informação concreta sobre o motivo do atraso. Caso a situação continue sem resposta, serei obrigada a recorrer aos meios formais de reclamação disponíveis. Aguardo uma resposta com a maior brevidade possível.

Encerrada

Demora excessiva da AIMA para agendamento de entrevista/residencia

Exmos Senhores, Venho por meio desta apresentar reclamação contra a AIMA devido a demora excessiva no agendamento da minha entrevista para o processo de regularização da minha residência. Entrei legalmente em Portugal em dezembro de 2024 com visto de procura de trabalho válido até fevereiro de 2025, prazo este que foi se estendendo devido as mudanças das leis e atrasos. Mesmo após inúmeras tentativas de contacto, não obtive resposta. Em julho de 2025 solicitei a ajuda de um advogado que entrou com uma intervenção judicial para tentar garantir o andamento do processo, porém até o presente momento continuo sem qualquer previsão de atendimento. Essa demora está causando diversos prejuízos a minha vida profissional, financeira e emocional, impedindo minha estabilidade e regularização completa em Portugal, apesar de eu ter cumprida todas as exigências legais. Solicito: Agendamento urgente da entrevista Resposta formal sobre o andamento do meu processo Respeito aos prazos razoaveis Regularização célere da minha situação documental Cumprimentos, Paula Timbó Araújo

Encerrada
N. H.
08/05/2026
Empresas de Distribuição de Encomendas em Portugal

Preocupação sobre falhas sistemáticas nos serviços de distribuição de encomendas em Portugal

Exmos. Senhores, Venho por este meio expor uma preocupação crescente relativamente à qualidade e fiabilidade dos serviços de distribuição postal e de encomendas em Portugal. Enquanto consumidor frequente de compras online, tenho verificado ao longo dos últimos anos uma degradação significativa da qualidade do serviço prestado por diversas empresas de distribuição, situação que, além de recorrente, aparenta já constituir um problema estrutural e generalizado. Entre as situações mais frequentes encontram-se: - Encomendas dadas como “entregues” quando na realidade nunca foram recebidas; - Alegadas “tentativas de entrega” que nunca ocorreram, apesar de o destinatário se encontrar em casa; - Encomendas deixadas à porta das habitações sem autorização do destinatário, expondo-as a furto ou desaparecimento; - Entregas efetuadas a vizinhos sem consentimento prévio; - Extravio de encomendas; - Ausência de contacto telefónico ou tentativa real de entrega; - Obrigação do consumidor se deslocar a pontos de recolha apesar de ter pago entrega ao domicílio; - Falta de indicação de janelas horárias minimamente razoáveis para entrega, obrigando os consumidores a permanecer um dia inteiro em casa. Em muitos casos, estas situações representam prejuízos financeiros, perda de tempo e até problemas laborais para os consumidores. Existem pessoas que chegam a solicitar dias de férias ou teletrabalho para receber encomendas, apenas para depois serem confrontadas com falsas indicações de ausência do destinatário. Basta consultar plataformas públicas de reclamações e fóruns online para verificar que existem milhares de relatos semelhantes envolvendo diferentes operadores de distribuição. A própria ANACOM tem divulgado números elevados e crescentes de reclamações relativas aos serviços postais, sendo frequentemente apontadas como principais causas: - falta de tentativa de entrega; - atrasos; - extravios; - degradação do serviço prestado. Considero que esta situação merece uma análise séria e aprofundada por parte das entidades competentes, nomeadamente ao nível: - da fiscalização efetiva das transportadoras; - da verificação da veracidade dos registos de tentativa de entrega; - da proteção dos consumidores; - da aplicação de coimas verdadeiramente dissuasoras em casos de incumprimento ou falsas declarações operacionais. Parece existir atualmente um sentimento generalizado de impunidade por parte de algumas empresas do setor, em prejuízo dos consumidores que pagam por um serviço que frequentemente não é prestado nas condições contratadas. Solicito, por isso, que esta situação seja analisada pelas entidades competentes e que sejam consideradas medidas de reforço da fiscalização e responsabilização dos operadores de distribuição postal e de encomendas em Portugal. Com os melhores cumprimentos

Encerrada
P. C.
08/05/2026

Pedido de apoio jurídico. Retenção sistemática de 5 envios pessoais pela FedEx em trasferencia resid

ASSUNTO: Peresidênciadido de apoio jurídico — Retenção sistemática de cinco envios pessoais pela FedEx em transferência de Exmos. Senhores, Venho solicitar apoio da DECO no seguimento de um conflito de consumo com a FedEx Express Portugal, envolvendo a retenção indevida de CINCO envios contendo bens pessoais em alfândega há mais de 10 dias e a cobrança ilegítima de taxas aduaneiras. RESUMO DA SITUAÇÃO: Em finais de abril de 2026 expedi do Reino Unido para Portugal, através da FedEx, cinco envios distintos contendo exclusivamente bens de uso pessoal — vestuário, calçado, livros e pequenos electrodomésticos — no âmbito de uma transferência de residência definitiva. AWB envolvidos: 870598631408, 870598631419, 870598631420, 870598631430, 870598631441 A totalidade dos envios deveria ter sido entregue a 28 de abril, mas todos permanecem retidos em alfândega. A FedEx, na pessoa do funcionário Simão Del-Rio, classificou erroneamente todos os envios como expedições comerciais e está a exigir o pagamento de £575 em alegadas taxas aduaneiras, contrariando o regime europeu de Transferência de Residência (Regulamento CE n.º 1186/2009), que isenta estes bens de quaisquer direitos. O facto de cinco envios distintos terem sido tratados da mesma forma incorreta demonstra falha sistemática e não um erro pontual. Quando contestei a cobrança por escrito, fui ameaçado com a devolução dos bens. Apresentei toda a documentação legalmente exigível sem qualquer resolução. IMPACTO: Encontro-me em alojamento temporário sem acesso à totalidade dos meus pertences há mais de 10 dias, sendo forçado a adquirir vestuário, calçado e bens de primeira necessidade, para além de despesas de hotel acumuladas. PEDIDO: 1. Mediar diretamente junto da FedEx Express Portugal a libertação imediata dos cinco envios sob o regime correto; 2. Apoiar-me na obtenção de indemnização pelos prejuízos comprovados; 3. Aconselhar quanto aos passos legais subsequentes. Toda a documentação de suporte está organizada e disponível para envio imediato. Grato pela vossa atenção. Pedro Costa pedro.costa@invictusptstudio.com +351 910007801 Av. Agostinho Ribeiro 205, 2.º Esquerdo, 4610-102 Felgueiras

Encerrada
J. M.
08/05/2026

Não aceitam rescisão de contrato mesmo com as leis a defender o consumidor

A 26 de dezembro de 2025 desloquei-me à Bodyconcept de Almada para, inicialmente, receber uma massagem e um tratamento facial. Entrei numa sala onde apenas me falaram sobre os produtos e serviços e campanha que estava a decorrer na altura, a "insitência" foi tanta para que me fidelizasse com eles durante 6 meses que, inocentemente, acabei por ceder. No final, acabei por não receber os tratamentos para os quais tinha marcado para este dia. No entanto, estava e ainda estou a recuperar e a ser medicada, devidamente, para a ansiedade e continuo a ser acompanhada por psiquiatra e psicologia e na mesma altura estava a passar por um processo de divórcio o que escalou a minha situação clinica. Entretanto a 20 de abril de 2026 recebo uma mensagem da COFIDIS a comunicar que se não fizesse o devido pagamento que iriam entrar em processo legal, envolvendo o Banco de Portugal, após esta comunicação entrei em contacto com o meu advogado o qual fez um documento próprio onde mencionam as leis que defendem o consumidor e também o que está escrito na lei portuguesa. A 22 de abril enviei os documentos, aparentemente necessários, para a rescisão do contrato por carta registada e aviso de receção, passaram-se 2 semanas após o sucedido e a Bodyconcept ainda não tinha resposta no qual liguei para a mesma e disse que se não tivesse a situação resolvida até ao final desta semana que iria falar novamente com o advogado. Perante o sucedido a mesma enviou um email ontem (07 de maio 2026) a comunicar que não iriam aceitar a rescisão do contrato, mesmo com as leis de defesa do consumidor, e que iria ter que pagar os valores em falta, mas que "por ato de boa fé" poderia encontrar outro tipo de serviços "para me compensar". Achei uma tremenda falta de respeito e de sensibilidade perante a situação em que me encontro, os meus ataques de panico e ansiedade voltaram a aumentar devido a esta situação e por possivelmente ficar com o meu nome "sujo" no Banco de Portugal porque estas pessoas não aceitam a rescisão do contrato, mesmo o meu advogado ter mencionado as leis que me defendem e mesmo a COFIDIS ter-me mencionado que a Bodyconcept poderia fazer uma nota de crédito de modo a anular as prestações em falta. Após a situação ainda assim tentei ligar para a senhora Anabela Rodrigues, duas vezes sem sucesso, enviei email a dizer que ia contactar novamente com o meu advogado e até ao momento não me comunicaram de volta.

Encerrada
R. S.
08/05/2026

A BETANO Gama

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao bloqueio do levantamento do saldo existente na minha conta na plataforma Betano Portugal⁠. No dia 06/05/2026, efetuei um depósito no valor de 800€ através da minha conta bancária.  Após refletir melhor sobre a situação, decidi não realizar qualquer aposta, pelo que solicitei simplesmente o levantamento/devolução do montante depositado para o mesmo método de pagamento utilizado. Contudo, o pedido de levantamento tem vindo a ser sucessivamente bloqueado.  Foi-me solicitado um comprovativo bancário/extrato detalhado para validação do depósito efetuado. Enviei o comprovativo disponibilizado pelo meu banco, documento esse que comprova claramente a operação realizada. Ainda assim, foi recusado alegadamente por não constar o meu nome no documento. Considero esta situação desproporcional e injustificada pelos seguintes motivos: O valor depositado nunca foi utilizado em apostas; O pedido consiste apenas na devolução do meu próprio dinheiro; Já forneci o comprovativo oficial emitido pela entidade bancária; Não me foi apresentada uma alternativa clara ou razoável para resolução da situação; O bloqueio prolongado do levantamento está a impedir o acesso a fundos que me pertencem legitimamente e que me estão a fazer falta. Solicito assim: A devolução imediata dos 800€ ; A reavaliação urgente da documentação já enviada; Caso o documento apresentado não seja considerado suficiente, que me indiquem de forma objetiva e específica qual o documento exato necessário para concluir a validação. O meu banco só tem esse documento que foi enviado.  Para enviar o extrato bancário terei de esperar até final do mês para reaver o meu dinheiro e hoje só ainda é dia 08/05. E ainda posso correr o risco de entretanto cair na tentação de apostar e gastar o dinheiro. Penso que até seja essa a intenção. Devolvam que é meu!

Encerrada

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