Boa tarde,
No dia 9 de agosto de 2025, aquando da vossa visita ao local, o vosso técnico/carpinteiro procedeu à avaliação dos danos existentes no armário, causados por uma infiltração. Nessa ocasião, foi-nos explicado que seria possível substituir apenas algumas prateleiras (tendo sido utilizado o termo “biscate”), mas que tal solução nunca resultaria num trabalho em condições, uma vez que o armário se encontrava apodrecido e seria muito difícil obter material idêntico ao original. Foi ainda referido que a melhor e única solução adequada seria a substituição integral do interior do armário.
Foi igualmente indicado que apenas as portas poderiam ser aproveitadas, dado apresentarem danos mínimos, sendo suficiente a sua reparação.
Perante esta avaliação, solicitámos à vossa equipa um orçamento para um armário novo, tendo inclusive mostrado o interior de um armário de um dos quartos como exemplo do tipo de solução pretendida. Em momento algum foi solicitado um orçamento para reparação.
O serviço por nós requerido foi claro e inequívoco: orçamento para um armário novo.
No dia agendado para o início da obra, a vossa equipa, logo à chegada, informou-nos de que algo não estava correto, uma vez que as indicações que tinham eram para efetuar uma reparação, o que não correspondia ao acordado. Tentaram, ainda na nossa presença, contactar o engenheiro da empresa, sem sucesso. De seguida, abandonaram o local, indicando que não poderiam avançar com os trabalhos por se tratar de ordens superiores, aconselhando-nos a contactar o Engenheiro Paulo Mendes para esclarecimento da situação.
Durante esse mesmo dia conseguimos falar com o referido engenheiro, que nos informou que iria averiguar o sucedido e que nos daria uma resposta ainda nesse dia. Tal não aconteceu. Desde então, não voltou a contactar-nos, não atendeu chamadas telefónicas, não respondeu a mensagens via WhatsApp, nem aos diversos emails enviados a solicitar esclarecimentos.
Apenas voltaram a entrar em contacto após a nossa queixa apresentada neste portal da DECO, apresentando uma narrativa e justificação completamente desajustadas da realidade.
Importa deixar claro que não temos qualquer responsabilidade nesta situação. Solicitámos um orçamento para um armário novo, procedemos ao pagamento do valor solicitado e, por motivos totalmente alheios à nossa vontade, as condições acordadas na visita de avaliação de 9 de agosto foram alteradas internamente pela vossa empresa.
Até à presente data, somos nós os lesados, encontrando-nos desde outubro de 2025 privados do montante de 1.192 €, aguardando que a empresa proceda à respetiva transferência do valor pago.
Na ausência de um avanço concreto na resolução deste conflito, informamos que daremos início a outros mecanismos legais com vista à resolução do presente problema.
Sem outro assunto de momento,
Catarina Reis
João Sousa