Reclamações públicas
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Falsa promessa!
Após ver uma publicação no site da empresa, sobre um veículo da marca Citroen, que se encontrava para venda, cujo o valor era negociável, decidi submeter um pedido de contacto. Este foi logo atendido no dia 18.05.2026. Fui atendido - via WhatsApp e chamada telefónica - pelo Sr. Pedro Sousa, que se mostrou muito prestável, marcamos logo visita. Após chegar ao local este senhor não acompanhou a compra diretamente, mas sabe perfeitamente de todo o processo, vi uma outra viatura que não a anunciada mas que foi do meu agrado e decidi avançar com a compra. Qual seria o meu espanto, quando sentado a preencher a papelada, que a viatura não iria ser negociada, pois existia uma campanha em loja, que oferecia um vale de hotel para 5 noites para duas pessoas, em hotéis em Portugal continental e ilhas, aceitei até porque tencionava usar este vale nas minhas próximas férias - que já passaram, aceitei as condições e foi-me dito que o vale seria enviado para a minha casa, coisa que não aconteceu até à data desta reclamação 17.09.2026. Falei por diversas vezes pelo responsável de contacto e compra - Pedro Sousa - que me garantiu que o vale iria ser enviado. Semanas após semana a promessa era a mesma, até que um dia, envia-me uma fotografia com um envelope com a minha morada e informou-me que tinha enviado o vale, coisa que não aconteceu, até porque a morada escrita carecia de informações. Chamei a atenção e foi-me comunicado pelo Sr. Pedro Sousa, que, no passado dia 24/08/2026, procedeu ao reenvio do vale. Até ao dia de hoje não recebi tal vale, nem me foi comunicado mais nada por parte da empresa, não tive também o valor da viatura negociado por imposição desta grande “vantagem”.
Má qualidade do Produto
Exmos. Senhores, Em 30/11/2025 adquiri um Sofá de canto conversível por 679,00€. A referência da encomenda é #19000003055. Sucede que este apresenta defeito: o tecido aos fim de 6 meses está a esgaçar praticamente a romper. Comuniquei-vos de imediato o problema, em 07/07/2026, para que atuassem em conformidade, mas recebi como resposta que o produto não tem garantia, o que desrespeita a legislação aplicável. Exijo a substituição do produto defeituoso. Em alternativa, devolvam-me o dinheiro que paguei ou procedam à reparação do artigo em causa. Caso não me resolvam a situação nos próximos 30 dias, considerarei o contrato como incumprido da vossa parte. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
Falta de informação e acompanhamento de reparação de vinoteca Cecotec
Venho apresentar uma reclamação relativamente à assistência prestada pela Cecotec no âmbito da reparação da minha vinoteca, que foi recolhida no dia 31/08/2026 para ser encaminhada para a assistência técnica. Desde a recolha, não recebi qualquer informação concreta sobre o estado do equipamento, diagnóstico, reparação ou previsão de devolução. Já contactei o serviço de apoio ao cliente da Cecotec por telefone nos dias 03/09, 10/09 e 17/09/2026. Nas três ocasiões fui atendido pela colaboradora Gabriele. Em todas as chamadas foi-me transmitido essencialmente o mesmo: o processo continua com o estado genérico "em processo" e seria enviado um pedido de urgência ao departamento responsável para que este entrasse em contacto comigo. Na chamada de 10/09, fui informado de que já tinha sido efetuada uma reclamação junto do departamento responsável e que seria contactado assim que houvesse uma resposta. No entanto, até ao dia 17/09/2026, não recebi qualquer contacto ou informação desse departamento. Na terceira chamada, realizada em 17/09, a colaboradora Gabriele confirmou novamente que o processo continua apenas como "em processo" e que o serviço de apoio ao cliente não tem qualquer informação adicional sobre o equipamento. Mais uma vez, foi efetuado um pedido de urgência ao departamento responsável. Ou seja, apesar de já terem sido realizados três contactos telefónicos e sucessivos pedidos de urgência, continuo sem saber sequer: onde se encontra atualmente a minha vinoteca; se o equipamento já foi analisado pela assistência técnica; qual é o defeito identificado; se o equipamento será reparado ou substituído; qual a previsão para conclusão do processo; quando poderei receber novamente o equipamento. Compreendo que uma reparação possa exigir algum tempo. No entanto, considero particularmente insatisfatório que, após mais de duas semanas desde a recolha do equipamento e após três contactos com o serviço de apoio ao cliente, a única informação disponível continue a ser simplesmente "em processo", sem qualquer contacto por parte do departamento responsável. Importa ainda salientar que, em nenhuma das três chamadas, o serviço de apoio ao cliente conseguiu fornecer qualquer informação concreta ou encaminhar a situação para um responsável/supervisor, limitando-se a efetuar novamente um pedido de urgência. O que pretendo é uma resposta concreta sobre o estado do equipamento, o diagnóstico e a solução prevista, bem como uma previsão para a conclusão do processo e devolução da vinoteca. Solicito, por isso, a intervenção da DECO PROteste no sentido de ajudar a obter uma resposta efetiva da Cecotec e a resolução deste processo. Tenho disponíveis os comprovativos da recolha do equipamento e os registos/comunicações efetuados com a Cecotec, que poderei anexar à reclamação. Pretendo que a Cecotec me informe concretamente sobre o estado da reparação e proceda à reparação ou substituição do equipamento dentro dos prazos legalmente aplicáveis.
Encomenda não entregue e ausência de resposta!
Mister Tuga, Tenho uma reclamação formal relativamente a uma compra realizada no vosso site no dia 11 de junho de 2026, no valor de 154,10 €. Até à presente data, 17 de setembro de 2026, a encomenda não foi entregue. Além da ausência de entrega, considero particularmente grave a falta de comunicação por parte da empresa. Desde a realização da compra, não recebi qualquer e-mail com informação de rastreio da encomenda, nem qualquer atualização concreta relativamente ao estado ou previsão de entrega. Tentei contactar-vos diversas vezes através dos meios de comunicação disponibilizados no próprio vosso site, nomeadamente e-mail, Instagram e WhatsApp, sem obter uma resposta adequada ou qualquer solução para o problema. Após meses de tentativas de contacto, a única resposta que recebi foi, essencialmente, para aguardar pela entrega do produto, sem que me tenha sido apresentada uma data concreta, um número de rastreio válido ou qualquer explicação sobre o motivo pelo qual uma encomenda realizada há mais de três meses continua sem ser entregue. Considero esta situação inadmissível. Já decorreu um período manifestamente excessivo desde a realização e pagamento da encomenda, sem entrega, sem rastreio e sem uma comunicação adequada por parte da empresa. Desta forma, solicito que me seja apresentada uma solução concreta e imediata, nomeadamente: 1. A confirmação do estado atual da encomenda; 2. O respetivo número de rastreio e transportadora, caso a encomenda tenha efetivamente sido expedida; 3. Uma data concreta para a entrega; ou 4. Caso não seja possível garantir a entrega num prazo razoável, o reembolso integral dos 154,10 € pagos. Não considero aceitável continuar simplesmente a aguardar indefinidamente por uma encomenda relativamente à qual a empresa não fornece qualquer informação concreta. Aguardo uma resposta objetiva e uma resolução desta situação com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, David Código da confirmação, LGGXN8A6X Data da compra: 11/06/2026 Valor: 154,10 €
Ikea não muda
Temos de começar a falar do que realmente se passa dentro da IKEA Portugal. Há colaboradores e ex-colaboradores que falam de assédio, perseguição, pressão, medo, abuso de poder, favoritismo e pessoas que foram tratadas de forma injusta simplesmente por terem entrado em conflito com determinadas chefias ou por terem levantado problemas. E isto não pode continuar a ser tratado como se fossem apenas "queixas de colaboradores". Há casos concretos . Por exemplo, o caso da Maria, da IKEA Food, que, segundo os relatos, viu o seu posto e responsabilidades serem reduzidos. Em vez de sentir apoio, terá sentido cada vez mais pressão e que a culpa era dela., Adirecao, Service Office e People and Culture fizeram pressão e perseguicão. Também existem relatos sobre a pressão exercida por pessoas ligadas ao People & Culture e ao Service Office, fazendo colaboradores sentirem-se mal, culpados e responsáveis pelos problemas que estavam a denunciar. E a Maria não é a única. A Inês, a Carla, a Sandra e muitos outros colaboradores e ex-colaboradores relatam situações que lhes causaram sofrimento e que ainda hoje têm consequências para eles. Há pessoas que foram silenciadas. Há pessoas que deixaram de falar porque perceberam que falar podia trazer problemas. Há pessoas que dizem ter sido pressionadas a assinar cartas de rescisão ou a sair da empresa, porque sentiam que, se não aceitassem, a sua vida dentro da IKEA iria tornar-se impossível. Também existem relatos envolvendo chefias como Bruno Nabias, João Ventura, Ivo, Sergio Botelho e outras pessoas em posições de responsabilidade. Segundo colaboradores e ex-colaboradores, algumas destas chefias terão contribuído para situações de pressão, perseguição e desgaste, com o conhecimento ou apoio de outras estruturas da empresa. Não pode ser sempre o colaborador a ser considerado o problema. Não pode ser sempre a chefia a ser protegida. Não pode ser sempre o colaborador a sair, enquanto quem está no poder continua no mesmo lugar. É preciso ouvir pessoas como Maria, Inês, Carla, Sandra e tantos outros que dizem ter passado por situações semelhantes. E é preciso ouvir essas pessoas sem as colocar frente a frente com as chefias de quem têm medo. A IKEA fala muitas vezes de valores, respeito, igualdade e de criar um bom ambiente de trabalho. Então esses valores também têm de existir quando um colaborador denuncia uma chefia. Não podemos ter uma IKEA bonita por fora e colaboradores com medo por dentro. Também está na altura de questionar o papel de Bárbara Graf, Lélia Pontes, People & Culture, Service Office e das chefias envolvidas nestes casos. Chegou o momento de mudar. Porque ninguém deveria ter medo de ir trabalhar. Ninguém deveria ser perseguido por falar. Ninguém deveria perder responsabilidades por levantar a voz e ter medo de ser sindicalizado, pois a Ikea não deixa os sindicatos entrarem.
Algo que Ikea não quer mudar
Temos de começar a falar do que realmente se passa dentro da IKEA Portugal. Há colaboradores e ex-colaboradores que falam de assédio, perseguição, pressão, medo, abuso de poder, favoritismo e pessoas que foram tratadas de forma injusta simplesmente por terem entrado em conflito com determinadas chefias ou por terem levantado problemas. E isto não pode continuar a ser tratado como se fossem apenas "queixas de colaboradores". Há casos concretos . Por exemplo, o caso da Maria, da IKEA Food, que, segundo os relatos, viu o seu posto e responsabilidades serem reduzidos. Em vez de sentir apoio, terá sentido cada vez mais pressão e que a culpa era dela., Adirecao, Service Office e People and Culture fizeram pressão e perseguicão. Também existem relatos sobre a pressão exercida por pessoas ligadas ao People & Culture e ao Service Office, fazendo colaboradores sentirem-se mal, culpados e responsáveis pelos problemas que estavam a denunciar. E a Maria não é a única. A Inês, a Carla, a Sandra e muitos outros colaboradores e ex-colaboradores relatam situações que lhes causaram sofrimento e que ainda hoje têm consequências para eles. Há pessoas que foram silenciadas. Há pessoas que deixaram de falar porque perceberam que falar podia trazer problemas. Há pessoas que dizem ter sido pressionadas a assinar cartas de rescisão ou a sair da empresa, porque sentiam que, se não aceitassem, a sua vida dentro da IKEA iria tornar-se impossível. Também existem relatos envolvendo chefias como Bruno Nabias, João Ventura, Ivo, Sergio Botelho e outras pessoas em posições de responsabilidade. Segundo colaboradores e ex-colaboradores, algumas destas chefias terão contribuído para situações de pressão, perseguição e desgaste, com o conhecimento ou apoio de outras estruturas da empresa. Não pode ser sempre o colaborador a ser considerado o problema. Não pode ser sempre a chefia a ser protegida. Não pode ser sempre o colaborador a sair, enquanto quem está no poder continua no mesmo lugar. É preciso ouvir pessoas como Maria, Inês, Carla, Sandra e tantos outros que dizem ter passado por situações semelhantes. E é preciso ouvir essas pessoas sem as colocar frente a frente com as chefias de quem têm medo. A IKEA fala muitas vezes de valores, respeito, igualdade e de criar um bom ambiente de trabalho. Então esses valores também têm de existir quando um colaborador denuncia uma chefia. Não podemos ter uma IKEA bonita por fora e colaboradores com medo por dentro. Também está na altura de questionar o papel de Bárbara Graf, Lélia Pontes, People & Culture, Service Office e das chefias envolvidas nestes casos. Chegou o momento de mudar. Porque ninguém deveria ter medo de ir trabalhar. Ninguém deveria ser perseguido por falar. Ninguém deveria perder responsabilidades por levantar a voz e ter medo de ser sindicalizado, pois a Ikea não deixa os sindicatos entrarem.
Encomenda não recebida
Exmos. Senhores, Em 09/09/2026 e 10/09/2026 (o meu marido) encomendámos vários produtos personalizados e efetuei de imediato o pagamento. Conforme indicação do fornecedor, a entrega seria efetuada até 2/3 dias após pagamento. Contudo, até à presente data, a mesma ainda não foi concretizada. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços por email e telefone e não obtive qualquer resposta por parte da equipa Personalize. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo, solicito a rescisão do contrato celebrado e o reembolso do valor total da encomenda, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização. Cumprimentos. Marlene Lucas
Encomenda não recebida
Caros, A única mensagem que recebi da empresa foi após o pagamento e confirmação da encomenda. Após isso, nenhum retorno a mensagem, nenhuma informação sobre a encomenda e nenhuma previsão de entrega. Fiz uma encomenda grande e gostaria de receber ela ou o dinheiro de volta.
Recusa de garantia – corrosão nas portas de frigorífico Bosch KGN36NWE
Adquiri na Auchan um frigorífico BOSCH KGN36NWE, em 29/07/2025. O aparelho apresenta atualmente corrosão/ferrugem extensa nos cantos inferiores direitos de ambas as portas, particularmente acentuada na porta inferior, acompanhada de levantamento e deterioração do revestimento branco. Não houve qualquer pancada, risco, utilização de produtos inadequados ou intervenção que tenha provocado este dano. Contactei a Auchan para acionar a garantia. Foi realizada uma visita técnica no dia 08/09/2026, durante a qual o técnico levantou a hipótese de a corrosão ter sido causada pela utilização de uma esfregona na limpeza da cozinha. Não considero esta explicação plausível, uma vez que a corrosão ocorre de forma semelhante e precisamente na mesma zona das duas portas, incluindo a porta superior. Não é claro de que forma a utilização normal de uma esfregona na limpeza do pavimento poderia provocar este padrão de corrosão na porta superior. Após a reclamação, a Auchan informou-me de que a garantia não cobre ferrugem. Considero que a simples existência de ferrugem não pode, por si só, determinar a exclusão da garantia, sendo necessário apurar a causa da corrosão e se esta resulta de utilização inadequada ou de uma eventual falta de conformidade do aparelho. As fotografias que anexo mostram o levantamento e deterioração do revestimento, com corrosão do metal subjacente, e não apenas uma pequena mancha superficial. Assim, solicito a intervenção da DECO na análise deste caso e no apoio à resolução do conflito com a Auchan. Pretendo que seja assegurada a reposição da conformidade do aparelho, designadamente através da substituição das portas afetadas, sem custos para mim, caso se confirme que a corrosão não resulta de utilização inadequada. Caso a Auchan mantenha a recusa da garantia por alegada utilização inadequada, solicito que seja apresentada uma fundamentação técnica concreta, indicando os elementos que permitem concluir que a corrosão foi efetivamente causada pelo consumidor. Anexo as fotografias das zonas afetadas
Condicionamento do acesso às máquinas SDR (Volta) nos parques mercadona
Assunto: Condicionamento do acesso às máquinas do Sistema de Depósito e Reembolso (Volta) nos parques de estacionamento Mercadona -Canidelo Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente às condições de acesso às máquinas de recolha de embalagens integradas no Sistema de Depósito e Reembolso (SDR – Volta) existentes em estabelecimentos Mercadona-Canidelo. Recentemente, o parque de estacionamento do estabelecimento Mercadona onde utilizo as máquinas Volta passou a funcionar com cancelas e controlo de acesso/saída. Esta alteração criou uma situação que considero incompatível com o espírito e os objetivos do Sistema de Depósito e Reembolso. Um cidadão que se desloque ao estabelecimento exclusivamente para devolver embalagens abrangidas pelo SDR entra no parque para aceder às máquinas Volta, mas, se não realizar uma compra no Mercadona, não beneficia da validação do estacionamento. Assim, para conseguir sair do parque, fica perante duas alternativas: realizar uma compra que não pretendia fazer ou pagar o estacionamento pelo tempo necessário para proceder à devolução das embalagens. Esta situação parece-me particularmente problemática porque as máquinas Volta não constituem um serviço privado destinado exclusivamente aos clientes que efetuem compras naquele supermercado. Fazem parte de um sistema nacional de depósito e reembolso cuja finalidade é permitir aos consumidores devolver as embalagens abrangidas e recuperar o valor do depósito anteriormente pago. Consequentemente, não considero razoável que o exercício desse direito fique, na prática, sujeito à realização de uma compra adicional no estabelecimento ou ao pagamento de uma quantia para estacionar. A situação é ainda mais relevante atendendo ao modo como a rede de recolha está implementada: as máquinas de devolução encontram-se predominantemente associadas aos estabelecimentos comerciais e, muitas vezes, localizadas no interior ou na área dos respetivos parques de estacionamento. O consumidor necessita, portanto, de conseguir aceder efetivamente a esses equipamentos, independentemente de pretender ou não efetuar compras nesse estabelecimento. Não contesto o direito do Mercadona de estabelecer regras de utilização ou de cobrança pelo seu parque de estacionamento. O que contesto é que essas regras sejam aplicadas de uma forma que torne oneroso o acesso a um equipamento do SDR por parte de quem apenas pretende devolver embalagens. A solução parece, aliás, extremamente simples: deverá ser disponibilizada a validação gratuita do estacionamento às pessoas que utilizem as máquinas Volta, mesmo quando não efetuem qualquer compra no Mercadona, eventualmente através do comprovativo emitido pela própria máquina de devolução ou de outro mecanismo de validação. Não considero aceitável que um consumidor que já pagou o depósito associado às embalagens tenha posteriormente de suportar um custo adicional para conseguir aceder ao equipamento destinado precisamente a permitir a sua devolução e o respetivo reembolso. Esta situação pode ainda funcionar como um desincentivo à devolução das embalagens, contrariando diretamente os objetivos ambientais, de circularidade e de aumento das taxas de recolha que justificam a implementação do SDR. Assim, solicito: 1. Ao Mercadona, que reveja esta prática e implemente um mecanismo que permita validar gratuitamente o estacionamento de qualquer utilizador das máquinas Volta, independentemente da realização de compras; 2. À entidade gestora/responsável pelo Sistema de Depósito e Reembolso – Volta, que esclareça se considera admissível que o acesso a um ponto de recolha do SDR fique sujeito, direta ou indiretamente, ao pagamento de estacionamento ou à realização de uma compra; 3. À DECO e às entidades competentes em matéria de defesa do consumidor, que analisem se esta prática respeita os direitos dos consumidores e as regras aplicáveis ao funcionamento e acessibilidade da rede de recolha do SDR; 4. Que seja esclarecido quais são os requisitos de acessibilidade efetiva aos pontos de recolha que os estabelecimentos aderentes ao SDR têm de assegurar, designadamente quando os equipamentos estão instalados em parques de estacionamento privados sujeitos a pagamento. Considero fundamental que esta questão seja esclarecida também para o futuro. O sucesso do Sistema de Depósito e Reembolso depende de uma rede de recolha verdadeiramente acessível à população. Devolver uma embalagem não pode implicar ser obrigado a comprar alguma coisa no supermercado onde está instalada a máquina nem pagar para conseguir aceder à máquina e sair do local. No mínimo, quem comprovar a utilização da máquina Volta deverá beneficiar da validação do estacionamento pelo período necessário à devolução das embalagens, independentemente de qualquer compra. Agradeço resposta por escrito e informação sobre as medidas que serão adotadas relativamente a esta situação. Com os melhores cumprimentos,
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