Reclamações públicas

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i. V.
19/09/2026

Problema com encomenda, entrega e montagem

Exmos. Senhores, Venho solicitar o vosso apoio e intervenção relativamente a um problema com uma encomenda de cozinha efetuada junto da Leroy Merlin, que se arrasta há vários meses e que, até à presente data, continua sem resolução. Aquando de uma entrega parcial da encomenda, realizada por uma transportadora contratada pela Leroy Merlin, o transportador recusou-se a colocar os volumes no interior da habitação. Perante a minha preocupação relativamente à possibilidade de chuva, foi-me expressamente garantido pelo transportador que o material se encontrava devidamente acondicionado e que poderia permanecer no exterior sem risco de danos. Confiei nessa informação, até porque não possuía capacidade física para transportar sozinha volumes de grandes dimensões. Entretanto, devido a sucessivos atrasos na montagem, que não foram da minha responsabilidade, o material permaneceu no exterior durante mais tempo do que o inicialmente previsto. Quando os montadores finalmente se deslocaram ao local, verificaram que várias peças se encontravam danificadas pela exposição à chuva e humidade, impossibilitando a sua montagem. Posteriormente, a Leroy Merlin informou-me de que não assumiria a responsabilidade pelos danos e de que teria de suportar os custos das peças danificadas. Discordo totalmente desta posição, uma vez que os danos estão diretamente relacionados com as condições em que a entrega foi efetuada, com as informações prestadas pela transportadora contratada pela própria Leroy Merlin e com os atrasos ocorridos na montagem. A situação tem-me causado prejuízos e transtornos significativos. Encontro-me há vários meses sem uma cozinha funcional, sendo obrigada a recorrer frequentemente a refeições fora de casa e serviços de entrega, suportando despesas adicionais. Apresentei uma reclamação formal ROR00000000045717654 à Leroy Merlin, tendo recebido como resposta apenas que a situação estava a ser acompanhada pela equipa de loja e que seriam tomadas medidas para a sua resolução. Contudo, até ao momento, não me foi apresentada qualquer solução concreta, nem foi assumida a responsabilidade pelos danos. Fiz novamente nova reclamação no livro eletrônico. Considero que, enquanto cliente, não posso ser responsabilizada por danos resultantes das condições de entrega e dos atrasos na montagem, especialmente quando segui as indicações dadas pelo próprio transportador. Solicito, assim, o apoio da DECO PROteste na análise desta situação e na defesa dos meus direitos enquanto consumidora, nomeadamente no sentido de a Leroy Merlin assumir a substituição, sem qualquer custo para mim, das peças danificadas e proceder à conclusão urgente da montagem da cozinha. Pretendo igualmente saber se, perante as circunstâncias descritas, a posição assumida pela Leroy Merlin relativamente à imputação dos custos das peças danificadas é legítima e quais os meios que tenho à minha disposição para exigir a resolução da situação e, eventualmente, o ressarcimento dos prejuízos adicionais que tenho vindo a suportar. Tenho disponíveis a documentação da encomenda, comunicações trocadas com a Leroy Merlin, reclamações apresentadas e respetivas respostas, bem como outros comprovativos relacionados com o processo, caso sejam necessários para a análise. Agradeço desde já a vossa ajuda e orientação para conseguir finalmente resolver uma situação que se prolonga há vários meses e que considero estar a causar-me prejuízos que não me podem ser imputados. Com os melhores cumprimentos,

Encerrada
I. C.
19/09/2026

Defeito pós compra

Venho solicitar o apoio relativamente a uma situação que considero lesiva dos meus direitos enquanto consumidora, relacionada com umas sandálias adquiridas por valor superior a 100 €. Após a aquisição, utilizei as sandálias apenas cerca de cinco vezes, tendo posteriormente constatado uma anomalia na zona da sola/gáspea, com um aspeto de descolamento que se tornou visível mas apenas num do lados. A situação foi comunicada à empresa no dia 13/08/2026, através da respetiva linha de apoio, tendo o artigo sido posteriormente encaminhado para análise pelo Departamento de Qualidade. Durante o período em que aguardei uma resposta, que demorou 25 dias, não voltei a utilizar o artigo, precisamente porque tinha adquirido as sandálias com o objetivo de as utilizar numa viagem que realizei no dia 05/09/2026 e pretendia resolver a situação antes dessa data. Durante os vários contactos telefónicos que mantive com a assistência ao cliente, foi-me transmitido que poderia existir a possibilidade de troca por outro artigo ou devolução do valor pago. No contacto realizado no dia 04/09/2026, manifestei expressamente a minha intenção de proceder à devolução do artigo. Contudo, a resposta posteriormente recebida do Departamento de Qualidade concluiu que não existiria defeito de fabrico e que “não é notório que tem sola a soltar-se”, considerando ainda que o aspeto apresentado corresponderia às características próprias do modelo, por se tratar de um modelo forrado. Não concordo com esta conclusão, por várias razões. Em primeiro lugar, o problema não existia no momento da aquisição e surgiu apenas depois de algumas utilizações, num artigo que teve apenas cerca de cinco utilizações. Em segundo lugar, a situação reclamada apenas se verifica numa das sandálias, não apresentando o outro pé o mesmo aspeto. Considero, por isso, que a explicação de que se trata simplesmente de uma característica própria do modelo não esclarece a situação concreta. Se o acabamento em causa fosse efetivamente uma característica normal e inerente ao modelo e ao seu processo de fabrico, não se compreende por que razão a situação se manifesta apenas numa das sandálias e por que motivo não era percetível quando o artigo foi adquirido. Acresce que considero pouco razoável que um artigo com um preço superior a 100 €, de uma marca reconhecida, apresente este tipo de alteração após apenas cinco utilizações, sobretudo quando o artigo foi adquirido precisamente com a expectativa de uma utilização normal e de uma durabilidade compatível com o seu preço. Também considero relevante o facto de, nos contactos anteriores com a assistência, me ter sido indicada a possibilidade de troca ou devolução, tendo posteriormente sido apresentada uma resposta que não corresponde à solução que me havia sido transmitida durante esses contactos. Após receber a resposta do Departamento de Qualidade, manifestei novamente a minha discordância junto da empresa, solicitando que a situação fosse reapreciada. No entanto, a empresa manteve a sua posição, remetendo novamente para a alegada característica do modelo. Não aceito esta conclusão e pretendo exercer os meus direitos enquanto consumidora. Assim, venho solicitar à DECO PROteste que me esclareça sobre os meus direitos nesta situação e, se possível, me auxilie na resolução do conflito com a empresa. A solução que pretendo é, preferencialmente, a devolução do valor pago. Caso tal não seja possível, aceito como alternativa a substituição do artigo por outro de valor equivalente ou a disponibilização de um vale no valor correspondente à compra, sem prejuízo dos direitos que legalmente me assistam. Disponho de documentação que comprova a compra, bem como dos contactos efetuados, da reclamação apresentada, da resposta do Departamento de Qualidade e das fotografias que evidenciam a situação apresentada. Agradeço, assim, a análise da DECO PROteste e a indicação sobre os procedimentos que devo adotar para fazer valer os meus direitos perante a empresa. Com os melhores cumprimentos, Ivone Costa

Em curso
A. C.
19/09/2026

Produto danificado

Exmos. Senhores, (DESCREVER SITUAÇÃO) Boa tarde, Dia 12 de setembro fiz um levantamento de um pedido na loja do Montijo, levantamento número 4103787517, e quando cheguei para fazer a montagem o tampo da mesa estava danificado. Agradecida a sua substituição ou o reembolso.enviei fotos e vídeos a provar o dano.contactei a loja via email e disseram me que iriam contactar a loja do Montijo e eles iriam entrar em contacto comigo para resolver a situação.mas até ao dia de hoje e após vários emails enviados não obtive resposta nem o telefone atendem. Gostaria de uma solução. Alcino canas

Resolvida
P. R.
19/09/2026
Cigarrinha

Encomenda errada

No âmbito da Encomenda #13997, adquiri um boné destinado a integrar o uniforme escolar do Colégio João de Deus. A razão de ser de um uniforme escolar é a estrita padronização e identidade visual das peças que o compõem. Contudo, o boné fornecido apresenta uma cor acinzentada, totalmente desalinhada e incompatível com a cor do bibe do fardamento. Sendo o produto inadequado para a sua função contratada, solicitei a devolução e o respetivo reembolso. A gerência da loja recusou liminarmente a restituição do valor pago, pretendendo impor a aceitação de um vale de compras. Perante a falta de conformidade de um bem, o consumidor tem direito à restituição do valor no mesmo meio de pagamento original, sendo a imposição de um vale uma prática ilegal. Adicionalmente, a loja adota um critério arbitrário, tendo já efetuado devoluções em dinheiro a outros clientes em situações idênticas. Por prudência, o artigo permaneceu nas instalações da loja. Face à inflexibilidade da gerência e ao atendimento prestado, a situação foi já formalizada no Livro de Reclamações (com conhecimento à ASAE) e seguiu para o Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo de Lisboa (CACCL). Exijo a resolução do contrato e a devolução integral do valor pago pelo boné exclusivamente por transferência bancária (IBAN).

Encerrada
S. M.
18/09/2026

Roupeiro com falta de conformidade e recusa de garantia

Adquiri um roupeiro à HOMYCASA que, após a montagem, apresentou diversos problemas: folga visível entre as portas fechadas, gaveta com funcionamento deficiente e desalinhamento, folgas na estrutura e vários problemas de acabamento/revestimento das peças. Reclamei junto da HOMYCASA e solicitei a devolução do artigo e o respetivo reembolso. A empresa recusou a reclamação, alegando que os problemas são compatíveis com “montagem incorreta”, sem, contudo, identificar qual o erro de montagem concretamente praticado, qual a instrução que teria sido incorretamente seguida ou apresentar fundamentação que explique os problemas de acabamento e funcionamento identificados. A HOMYCASA limitou-se a propor o orçamento de novas peças, a suportar pelo cliente. Considero que está em causa uma falta de conformidade do bem, nos termos dos artigos 5.º, 6.º e 7.º do Decreto-Lei n.º 84/2021, nomeadamente quanto à qualidade, funcionalidade, durabilidade e características razoavelmente expectáveis de um bem novo. O artigo 9.º do mesmo diploma estabelece ainda regras específicas para situações de instalação incorreta, não bastando, no meu entendimento, a mera alegação genérica de que os danos são “compatíveis” com uma montagem incorreta. Nos termos do artigo 13.º, a falta de conformidade manifestada nos primeiros dois anos presume-se existente à data da entrega, salvo as exceções legalmente previstas. Face à recusa da HOMYCASA em reconhecer a falta de conformidade, pretendo exercer o direito à resolução do contrato, com devolução do roupeiro e reembolso do valor pago, nos termos dos artigos 15.º e 20.º do Decreto-Lei n.º 84/2021. Solicito à DECO PROteste a análise da situação e orientação sobre os meus direitos e sobre a legitimidade da recusa apresentada pela HOMYCASA.

Resolvida
F. R.
18/09/2026

Bloqueio abusivo e injustificado de conta e risco de retenção de saldo - Vinted

Tive a minha conta de utilizador (username: nicestufy, e-mail: nicethingsforvinted@gmail.com) bloqueada permanentemente pela Vinted, sob a falsa alegação de venda de artigos contrafeitos. Todos os artigos que vendi eram originais, neste caso roupa usada, e as fotografias publicadas incluíam sempre as etiquetas e outros elementos de autenticidade dos produtos. A minha conta foi bloqueada de forma automática, sem qualquer revisão humana, tal como tem sido relatado por muitas outras pessoas que passam pela mesma situação com a Vinted. Neste momento tenho um saldo pendente de aproximadamente 300,00 € resultante de vendas legítimas já concluídas, com artigos ainda em fase de entrega pelas transportadoras. Devido ao bloqueio, arrisco-me a perder este valor na totalidade, uma vez que compradores podem reclamar o reembolso dos artigos já enviados, ficando com o dinheiro e com o produto, e eu sem nenhum dos dois. Já contactei a empresa por e-mail a contestar formalmente o bloqueio, mas até agora só recebi respostas automáticas, sem qualquer resolução do problema. Caso a conta não seja desbloqueada ou o valor não me seja restituído na totalidade, informo que avançarei com uma ação em tribunal de pequenas causas (Julgados de Paz), exigindo não só o valor perdido, como também o pagamento das custas judiciais associadas ao processo.

Encerrada
I. F.
18/09/2026

Reembolso não realizado

Exmos. Senhores, Após inúmeros contactos com a About You acerca do reembolso das sapatilhas Handball Spezial (pedido aypt-685-375869610) feito no dia 16 de julho, este ainda não foi reembolsado. Já contactei diversos colegas, onde me disseram sempre que o reembolso teria sido iniciado mas não concluído, tendo cada um dado seguimento ao mesmo e que eu deveria receber o montante nos dias seguintes. Até à data, ainda não recebi nada. Considero esta uma situação deplorável, uma vez que cumpri todos os prazos e regras de reembolso das sapatilhas, e estou há quase dois meses à espera do reembolso de um montante que me pertence. O período de tempo que passou já é tão alargado que já nem é possível procederem ao reembolso da mesma forma como procedi ao pagamento inicial das sapatilhas - por MBway. Já tive de introduzir o meu IBAN na minha área pessoal da App, o que, mesmo assim, não deu em nada no processo da devolução do dinheiro. Está a tornar-se uma situação desagradável e incomodativa, uma vez que não há reembolso à vista, nem qualquer outro tipo de atenção ao cliente. Com os melhores cumprimentos, Inês Figueiredo

Encerrada
S. M.
18/09/2026

Recusa de entrega de relatório de diagnóstico obrigatório da bateria (SoH) - Peugeot e-308 BN-32-RN

Exmos. Senhores, No dia 18 de setembro de 2026, desloquei-me à oficina oficial A. MatosCar Beiras em Castelo Branco "Zona Industrial de Castelo Branco Rua A Lote Q, 4E, 6000-459 Castelo Branco" para realizar a revisão oficial dos 2 anos / 20.000 km do meu veículo 100% elétrico, um Peugeot e-308 com a matrícula BN-32-RN (Fatura nº C2F0/3054/2026, no valor de 216,10€). De acordo com as diretrizes e o plano de manutenção oficial da própria Peugeot, a verificação do Estado de Saúde (SoH - State of Health) da bateria de tração é uma operação obrigatória e incluída nesta revisão, servindo para salvaguardar a garantia contratual de 8 anos da bateria. Contudo, ao levantar o veículo, pedi a recepção para fazer o favor de juntar a fatura o relatório da bateria. A receção da oficina chamou o mecânico para entregar-me o relatório impresso com a percentagem de saúde da bateria. No entanto o mecânico alegou de forma infundada que esse documento "só é facultado a clientes com contrato de manutenção/financiamento e que não tenho direito a ela". Uma vez que paguei a totalidade da revisão oficial, na qual o diagnóstico da bateria está incluído por imposição do fabricante, exijo que a A. MatosCar ou a Peugeot Portugal me façam chegar o relatório técnico com o SoH da bateria do meu veículo. A ocultação de dados de diagnóstico pagos pelo cliente viola os direitos do consumidor. Cumprimentos. Atenciosamente Sérgio Vítor Peixoto Mendes

Encerrada
E. S.
18/09/2026

Entrega encomenda

Venho este meio solicitar a empresa a expedição encomenda que foi pedida dia 14/09/2026 e o qual ainda não me foi enviada solicito pois já passou prazo de expedição de 48/72 horas como dizia site espero receber encomenda brevemente obrigada

Resolvida
A. E.
18/09/2026

Falta de assistência, silêncio perante a DECO e não conformidade de artigos (Poltrona e Sofá)

Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a loja Feira dos Sofás de Alverca devido à total ausência de apoio ao cliente, incumprimento das obrigações de garantia e falta de resposta a tentativas de contacto diretas e institucionais. A própria associação de defesa do consumidor DECO já enviou 3 emails à empresa, os quais foram completamente ignorados. Atualmente, o cenário agravou-se: o sofá está a romper perto das costuras, já efetuei mais de 20 chamadas telefónicas (o telefone não funciona) e enviei 2 emails que permanecem sem resposta, impedindo-me de exercer o meu direito à garantia.O histórico de problemas com os artigos adquiridos divide-se da seguinte forma: 1. Situação da Poltrona:A empresa assumiu a responsabilidade pelo defeito apresentado. Desloquei-me presencialmente à loja a pedido da mesma, mas a única solução inicial foi a substituição por modelos de cores incompatíveis com a escolha original. Após dias sem resposta, a loja propôs, a título excecional, a devolução do valor e recolha do artigo. Contudo, esta solução causa-me graves prejuízos logísticos e financeiros: teria de faltar ao trabalho para a recolha e, como resido a cerca de 130 km da loja, teria de efetuar novas deslocações dispendiosas para procurar outra alternativa. Perante isto, propus ser ressarcida de parte do valor da poltrona, assumindo eu a reparação, proposta à qual a loja não deu seguimento. 2. Situação do Sofá:O sofá apresentou um corte numa zona de pouca visibilidade (motivo pelo qual passou no controlo rápido da entrega, feito à pressa por necessitar de regressar ao trabalho). Importa sublinhar que esta situação foi reportada 9 dias após a receção porque, até essa data, o sofá esteve sempre tapado com uma manta no sentido de o proteger, uma vez que só por essa altura seria realizada a sua impermeabilização. O corte foi detetado imediatamente após este procedimento. Inicialmente, foi-me garantido por telefone que o sofá seria substituído e novamente impermeabilizado. Contudo, após o envio de fotografias de pormenor solicitadas pela própria loja, a empresa alterou a sua posição de forma incoerente, recusando a solução com o argumento de que o defeito afinal era "muito visível". Foram trocadas 24 chamadas e vários emails sobre este ponto sem qualquer resolução. Para agravar a situação, o sofá apresenta agora um novo defeito grave, estando a romper junto às costuras. Face ao exposto, aguardo uma resposta urgente por parte da gerência da Feira dos Sofás para resolver a desconformidade de ambos os artigos de forma justa e sem custos adicionais ou transtornos laborais para mim, salvaguardando os meus direitos enquanto consumidora.

Encerrada

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