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Burla Comercial
Boa tarde, Venho por este meio fazer uma denúncia de burla de comerciais da ENDESA.A minha mulher foi abordada em casa, à cerca de 3/4 meses, por uma senhora, que infelizmente não temos o nome nem nenhum contacto, passando-se como comercial da ENDESA e referindo varias vezes que tinha de proceder a atualizações de dados no nosso contrato de luz, da EDP. A minha mulher referiu que tinhamos contrato com a EDP pois não queriamos mudar ao qual a senhora respondeu que a EDP ia deixar de existir e passar assim a titular-se de ENDESA. Pediu a factura, e informou-a que era necessário trocar o contador da luz por estar desactualizado também. Foi-lhe dito que teria de assinar o novo documento da actualização de dados, pelo que ela assinou. Acontece que após isto acontecer, ficámos automaticamente com o contrato da EDP cancelado e ficou ativo o da ENDESA. No mesmo dia, ou no dia seguinte, contactamos a linha de apoio da EDP onde nos disseram que o contrato tinha cessado pois tinhamos aderido a uma nova estação de eletricidade, a ENDESA. Abordamos a senhora que isto não passou de uma burla de uma comercial da ENDESA e tivemos de fazer novo contrato da EDP. Entrámos em contacto, através da linha de apoio, com a ENDESA onde cancelámos de imediato o contrato que nos tinha sido impingido de forma ilegal na qual a senhora que nos atendeu foi bastante atenciosa e julgámos nós que tínhamos ficado com o problema resolvido. Acontece que chegou-nos passado uns dias, uma carta a casa com um valor a ser cobrado pelo usufruo da eletricidade da ENDESA. Dirigimo-nos à loja do cidadão nas Laranjeiras onde fizemos uma reclamação por escrito e explicámos detalhadamente a burla a que nos submeteram. Após algum tempo, ligaram à minha mulher a dizer que a reclamação não foi aceite e que teriamos de pagar esse valor. Depois disto continuou a chegar cartas da ENDESA referindo que se não pagassemos o dinheiro em falta ia para contagioso (41,38€). Decidimos pagar mas queremos reaver esse dinheiro pois fomos vitimas de uma burla de uma senhora, comercial da ENDESA na zona do Sobralinho. Venho então por este meio, solicitar a vossa ajuda para resolver esta situação e que reavessemos o valor que pagámos, injustamente. Temos 2 filhas com menos de 4 anos e tal como toda gente queremos o melhor para elas sendo que esta situação desagradável não beneficia em nada. Segundo sei, esta situação ja ocorreu com mais pessoas. Agradeço, desde já, a Vossa atenção.Melhores cumprimentos,Nuno Oliveira914713590
Problemas com o tarifário WTF
Tenho um problema com o meu tarifário WTF, que tem deixado muito a desejar, dado que eu já sou um cliente com algum tempo a usufruir do mesmo.Passo a citar o problema.Tenho o tarifario F (16.80€ por mês), e a pedido do prestador de serviço, como é normal, ter de estar disponivel no dia de carregamento (dia 24 de cada mês na minha situacao) esse mesmo valor! Ok, até aqui tudo bem.Um certo mês ainda deste ano 2018, eu apenas consegui carregar o telemovel no dia 26 desse mês, e o mesmo serviço tem um limite de até as 14h do dia limite de carregamento para usufruir do serviço,certo. Entao eu só carreguei no dia 26 e ele ficou à mesma a assumir o dia 24 (mesmo ja nao tendo usufruido do serviço esses 2 dias)Agora a situacao torna se chata e aborrecida, após essa situacao, eu deixei passar visto que eram apenas 2 dias de diferença.Mas este mês tornou a acontecer mas de uma maneira mais extraordinaria, e pouco sensata da parte do prestador de serviços!Eu teria de ter em saldo no mesmo dia 24 os 16,80€, e não tinha, por motivos seja quais eles forem, mas é certo que nao tinha, recebi as mensagens por parte da WTF a dizer que teria de carregar e que alargariam o prazo até as 14h do proprio dia limite para efetuar o carregamento, eu nao o fiz, logo deixei de ter direito ao serviço. Carreguei o telemovel hoje (dia 31) e a mensalidade continua a ser renovada a dia 24 (mesmo nao tendo usado o serviço durante o periodo de 7 dias devido a não ter o saldo devido)! Pergunto o porquê de ser imposta essa regra ou esse metodo, do carregamento ser sempre ao mesmo dia desde o dia da sua aderência, se eu não usufruo do produto desde a data e tempo limite,ate à data em que o carrego!Se eu nao tenho saldo nao usufruo do servico,ok! Mas assim que efetuo o carregamento teem de me dar 1 mês de serviço, caso contrario estarei sempre a mandar dinheiro fora! Se são 30 dias de serviço ou 22/23 dias uteis, nao faz sentido eu independente do dia em que carregue, ter de carregar sempre no dia 24, mesmo sem usufruir do serviço quando nao tenho o dinheiro disponivel.
Ocorrência de sinistro
No dia 13 de outubro de 2018, pelas 23 horas, sinistro ocorrido ao meu veículo (Chevrolet, KL1J, matrícula 61-OD-66). O veículo encontrava-se devidamente estacionado perto do edifício onde resido, cito na rua Fonte do Bispo, Edifício União, Coimbra. Devido ao fenómeno atmosférico extremo que se abateu em Coimbra nessa noite (o qual foi profundamente documentado em todos os meios de comunicação social) foi atingido por uma estrutura envidraçada das escadas do prédio do Edifício União ( Lusa administradora é a empresa responsável pela administração) que se desprendeu e voou descontroladamente, causando danos extensos e significativos em todo o veículo. A PSP esteve presente no local e tomou conhecimento da ocorrência.Enviei um email à empresa a expor a situação e não obtive qualquer resposta, tentei contacto telefónico no qual foi-me dito que a empresa não se responsabilizava pelos danos causados.
Demora na peritagem e autorização de reparação de veiculo.
Exmo(s)Senhor(es),Eu, Ivo Miguel Correia Cruz com cartão cidadão nº12578211, com seguro automóvel na Tranquilidade com o número de apólice 0003994714, venho por este meio dirigir à Companhia de Seguros Tranquilidade, uma queixa por mau serviço prestado, falta de esclarecimento e falta de eficácia na peritagem e reparação do meu veiculo, demorando 50 dias o processo total.No dia 8 de Setembro do presente ano, tive um sinistro, com o veículo automóvel de minha propriedade, de matrícula 91-OF-11, o qual se encontra segurado sob a modalidade de danos próprios, envolvendo um 2º veículo. Fui responsável pelo mesmo, pelo que assinamos ambos a declaração amigável de sinistro, dando conhecimento no momento ao meu mediador de seguro. Procedi ao do envio da respetiva declaração amigável, no 1º dia útil, 10/09/18, através de e-mail ao referido mediador de seguro. O acidente decorreu enquanto me encontrava de férias no Algarve, pelo que o carro foi transportado de camião para a oficina próxima da minha residência, oficina Autocambota, na Póvoa de Santo Adrião, chegando no dia 13/09/18. Aquando à chegada do veículo, o mediador solicitou que a peritagem fosse feita. A oficina selecionada foi a Autocambota, uma vez que esta é parceira da companhia de seguros Tranquilidade e foi-me recomendada como sendo facilitadora do processo. Acionei o Veículo de substituição, sendo renovado o aluguer subsequentemente a cada 5 dias, tendo de me dirigir semanalmente a um balcão da Guerin, para renovação de guia de circulação legal. Foi-me referido pelo mediador que a peritagem inicial seria no dia 17/09/18, ficando a aguarda feedback do processo. Como não fui contactado, contactei a oficina via telefone e dirigi-me pessoalmente à mesma no dia 21/09/18, tendo sido informado que o perito tinha estado presente mas não estava concluído o processo/autorização para reparação de danos. Contactei o mediador para saber informações o qual referiu que o processo estaria a decorrer e teria nova visita de peritagem a 24/09/18. Após este dia contactei oficina e mediador e ninguém me deu nova informação de autorização de reparação, sendo ainda mais referido, que estariam a avaliar os danos. Questionei se já existia orçamento de reparação e foi-me negado, sendo referido pelo operador da oficina que o perito teria “calculado um valor aproximado de reparação, fazendo um valor de reparação subjetivo e que existiria possibilidade de perda total” sem estes terem desmontado o carro afim de aferir um valor objetivo e respetivo orçamento. Entrei em contacto com o mediador, novamente, que me referiu que existiria nova peritagem a 21 ou 24/10/18 aconselhando-me a aguardar. No dia 25/10/18 contactei novamente oficina e mediador e fui informado que continua a não existir autorização nem qualquer adiantamento no processo. Interpelei junto do mediador e questionei a demora sendo referido que existiria nova peritagem a 04/10/18. Nesse dia contacto oficina e referem que não têm orçamento ainda, e que o processo se mantem condicionado e não existe mais uma vez previsão e /ou justificação para o atraso. Mais reforço que me foi comunicado, só agora, se concordava, na reparação com peças da concorrência, o que me leva a questionar todo o processo realizado até ao momento.No dia 05/10/18 enviei reclamação por e-mail a companhia (clientes@tranquilidade.pt,linhasinistros@tranquilidade.pt), ao qual nunca obtive resposta. Reforço que não recebi qualquer contacto da companhia, sendo eu sempre a procurar informação.Dia 09/10/18 (1 mês apos acidente) contactei oficina e mantem-se a situação, sem peritagem e sem qualquer orçamento de reparação. Em desespero, referi que ia mudar o carro de oficina uma vez que não estavam a dar resposta. Nesse mesmo dia recebi uma chamada da oficina a referir que já tinham desmontado o carro e já tinham enviado inclusivamente o orçamento ao perito. Dia 11/10/18 contactei oficina e referiram que o perito já tinha dado autorização, no entanto, a autorização de reparação da companhia foi dada apenas no dia 23/10/18, nunca me dando qualquer feedback.Com toda esta demora, no dia 15/10/18 tive de entregar o carro de substituição por imposição da seguradora, nem me tendo dado outra opção ficando sem veículo.O Carro só ficou reparado no dia 29/10/18, dia em que levantei, tendo pago franquia atribuída.Nunca fui contactado pela companhia, a justificar o motivo da demora ou qualquer informação acerca do processo, nem recebi resposta a minha exposição escrita. Considero inadmissível a demora, a falta de informação e consideração para com o tomador de seguro.
Produtos à venda fora do prazo de validade
Adquiri uma embalagem de arroz com quinoa e verduras da Cigala e qual o não é o meu espanto quando vou ver a data de validade que vencia a 07/2018 (estamos em OUTUBRO).Só reparei no fim, depois de ter comido. Costumo reparar nas datas, mas desta vez passou-me, tendo confiança na loja.Como deixam passar a validade de um produto por 3 MESES? De quem é a responsabilidade se ficar mal disposta ou doente por isso?Passada uma semana, a Cigala telefonou-me e pediu-me os dados para me recompensar e enviou-me 1 embalagem igual à que tinha comprado mais outra embalagem de arroz integral.Passadas duas semanas, entra em contacto comigo alguém do Continente, que para além de estar sempre a rir-se, ainda me diz Ainda bem que não ficou doente, nem teve nada de mal e pediu desculpas.Esperava outra atitude por parte do Continente, onde sou cliente habitual, já há vários anos.
PROBLEMA DESALFANDEGAMENTO
fiz uma encomenda do site fashion nova e qd chegou a portugal ficou preso na alfândega. eram apenas 2 peças de roupa paguei com portes de envio por volta dos 40 euros 15 deles apenas dos portes.fiz o desalfandegamento via net pelo site dos ctt e nunca me disseram que tinha de pagar. quando chego a casa e vejo o aviso de receção dizia que tinha de pagar 25 euros! por 2 peças de roupa! quase o valor das peças! é ridiculo! é um valor super elevado.
Troca/devolução
No final de Agosto foram comprados uns ténis da Reebook de 93,91€ nesta loja, cheguei a casa e deparei-me com uma mancha cinza num dos ténis (estes são cor de rosa), 2 dias após a compra desloquei-me à loja para fazer a reclamação e estive 45 minutos para a conseguir fazer. Segundo o Lei do consumidor, o mesmo tem 15 dias para devolver o artigo em caso de insatisfação e o prazo foi cumprido. Passado mais de dois mês e ainda não tenho a situação resolvida pois a loja anda a empurrar para a marca e a marca para a loja. A marca não assume a responsabilidade e a loja está-se a descartar da mesma também. Esta situação mantém-se por resolver. Na passada quinta-feira (25/10/2018) desloquei-me a loja a fim de resolver a situação, a colaboradora foi impecável mas não tendo poder para decidir ligou para o gerente de loja e o mesmo não quiz falar comigo, dizendo à colaborador para não passar o telefone. Afirmei à colaboradora que iria dar até segunda (hoje dia 29/10/2018) para terem uma resposta definitiva para me dar e que ao fim de dois meses haveria 2 hipóteses, ou devolução do dinheiro ou troca de ténis. Dei tempo mais que suficiente para resolverem a situação da melhor forma possível, devido à incompetência dos serviços e por acharem que o cliente não faz nada andaram a empurrar a ver se a situação fica sem se revolver, mas as consequenciais é ter gasto dinheiro 93,91€ sem poder usufrui do mesmo.
RECUSA PAGAMENTO RESCISÃO
Pedi demissão começo de agosto, não cumpri aviso... mandei carta registrada avisando do meu desligamento (pois lá era obrigada trabalhar em pé 11h por dia), caso em que tive problemas nos pés e pernas... uma das principais razões do meu desligamento.A empresa trata muito mal seus funcionários, sempre pagam atrasado, não dão satisfação alguma, a pior empresa que já trabalhei até hoje! A dona não carrega nem sua própria bolsa, trata seus funcionários como nada, chama atenção a frente de clientes (isso aconteceu comigo), e quando fui receber meu último salário, me expulsou da loja, como se eu tivesse errada!!!Então lá se vão 3 meses que sai e entrei em contato com o responsável, do qual disse para eu ir a ACT procurar meus direitos!Mandei mensagem ao dono, marido da infra citada, Marina Cruz, ele nem se dignou a responder...Enfim, antes de seguir com a lide em sede judicial, venho registrar meu protesto contra a arbitrariedade dessa “empresa”, afim de reiterar meu descontentamento e publicizar a falta de ética e moral da referida empresa!
publicidade indesejada na caixa do correio
O que fazer perante publicidade não endereçada que é colocada na caixa do correio?A caixa tem um pedido em tamanho A4 para não colocarem publicidade.O beneficiado pela publicidade pode ser responsabilizado? … seria a forma mais simples de abordar o assunto.Já que a lei existe, fazia sentido cumpri-la, dissuadindo os que a ignoram – “não” é “não”, mais do que o direito de termos o que queremos na caixa do correio, trata-se de evitar o absurdo que é ter caixas atafulhadas de publicidade e com os envelopes da correspondência parcialmente fora dos receptáculos.Hoje, voltei a ter publicidade: uma agente imobiliária (ERA Carcavelos) deixou o seu folheto.O que fazer, que possa ter alguma eficácia?Com os meus cumprimentosMário Aguiar11 OUT 2018
Problema com Rescisão de Contrato
Em Fevereiro de 2018, a minha mãe, Larysa Slidenko assinou contrato de um ano com o Solinca do Vasco da Gama.O problema hoje é que a minha mãe se encontra severamente incapacitada a nível motor e não se justifica que a inscrição no ginásio se mantenha ativa.Após várias consultas ao médico e vários exames, foi verificado que a minha mãe se encontra com severos problemas na coluna, com vários pressões em diferentes sítios na coluna, passando por discos e vertebras. A minha mãe mal consegue estar em pé ou se mexer sem gritar de dor - uma operação está para breve.Como tal, tentei entrar em contacto várias vezes com o Solinca para cancelar o contrato da minha mãe, sendo a última vez no dia 22-10-2018 onde enviei o relatório da Ressonância Magnética passada pela Dra. Lia Neto.No entanto, o Solinca parece querer prender a minha mãe ao contrato, não aceitando o relatório médico (onde claramente expressa todos os problemas da minha mãe) e exige um Atestado Médico. O que acontece é que os médicos consideram não ser necessário passar um atestado, uma vez que o relatório médico deveria ser o suficiente.Estou extremamente desagradada pela situação. Já não basta a minha mãe estar a sofrer como também estar a ser obrigada a pagar por um serviço que não vai usufruir e deveria conseguir cancelar. Gostaria de ajuda para saber como agir.
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