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Reparação não coberta pela garantia
Bom Dia,Tenho uma carrinha Seat Leon ST, 1.6 TDI de Maio/2014 que adquiri nova.Sempre notei que a travagem da carrinha não era uniforme, sentia pequenos soluços, mas como acontecia apenas a velocidades mais elevadas e não era muito notório assumi como sendo um comportamento normal.De há uns meses para cá, esse comportamento tem vindo a agravar-se, sendo que em autoestrada é bastante notório sente-se as rodas vibrar bastante. Pensei que fosse defeito dos pneus, troquei os pneus fiz a calibragem dos 4 pneus, alinhamento de direção mas o problema manteve-se.Como tenho uma extensão de garantia de 2 anos, contactei uma oficina SEAT (Melvar) para verificarem e resolverem o problema.Qual não é o meu espanto quando o Sr. da oficina me telefona a informar que tinha que substituir os discos de travão dianteiros e as pastilhas porque tinha os discos ovalizados e que isso não era coberto pela garantia por serem peças de desgaste.Questionei o que são discos ovalizados e como é que isso acontece, foram bastante vagos na explicação disseram que podia ter passado no poça de água com os discos quentes e que isso poderia ter deformado os mesmos. Tenho sérias dúvidas que isso alguma vez tenha ocorrido, mas e se tivesse acontecido, isso não é a utilização normal de um carro!Como é que podem considerar desgaste num carro com 35.000Km.E apresentam-me um orçamento para a substituição dos discos e das pastilhas, que ainda me deixou mais boquiaberto, no valor de 350.87€, isso é um assalto!Tenho um Seat Leon 2.0 TDI de 2005 (que também adquiri novo) ainda tem os discos de origem com 150.000Km (devo ter tido sorte e nunca passei com ele numa poça).Em 9 anos comprei à SEAT 2 carros NOVOS no valor de 60.000€ nunca tive problemas, agora que tenho um problema (em garantia) não o resolvem e querem cobrar-me por um defeito que os discos já traziam, não me parece que seja boa politica da empresa.Eu posso ter que substituir os discos (e pagar metade do valor orçamentado pela SEAT noutra oficina) mas se isso ocorrer na minha garagem não voltam a entrar carros dessa marca. Tenho dito.
falta de assistencia
comprei em janeiro atraves de um pequeno comerciante uma placas de indução e um forno da marca meireles ,para meu azar em fevereiro enquanto a minha esposa cozinhava ouvimos um estrondo forte na cozinha ,qual não é o nosso espanto que a boca da placa de indução estalou ficando assim a placa inutilizavel .contactei o pequeno comerciante que logo me colocou em contacto com a assistencia da meireles .passado 3 semanas lá veio o tecnico tirar fotos ,2 semanas passas qual a conclusão !! a garantia não cobre .contactei novamente o pequeno comerciante que tentou ele resolver com a marca ,mas a resposta foi a mesma .passado estes meses todos não tenho fogão em casa .devião ser os senhores da assistencia na minha situação.
Cobrança de custos administrativos por falha da Ascendi
Recebi recentemente duas cartas da Ascendi com valores de portagens para pagar relativos a viagens feitas há mais de 2 anos na A25 e A29, acrescidos de custos administrativos (ver cartas em anexo).Importa referir que eu tenho um identificador de Via Verde, o qual uso no meu automóvel pelo menos desde 2011, portanto estas portagens em falta só podem ser devido a falha no sistema automático de cobrança de portagens.O número do identificador e a matrícula do automóvel encontram-se no ficheiro Identificador.jpg em anexo.Os valores que me estão a pedir para pagar são os seguintes: Carta/notificação 1: 01.311396104Taxas de portagens - 6,80€Custos Administrativos - 11,05€Valor Total - 17,85Carta/notificação 2: 04.311396105Taxas de portagens - 14,25€Custos Administrativos - 11,05€Valor Total - 25,30Estas passagens são relativas aos seguintes dias:16-Março-201423-Março-201401-Junho-201421-Junho-2015Como podem ver, algumas passagens têm mais de 3 anos!Ora, tendo eu um identificador desde 2011 que continua a funcionar actualmente (2017), que culpa tenho eu que o sistema de cobrança automática de portagens tenha falhado nesses dias?Não estou contra o pagamento das portagens que o sistema não detectou e sublinho que quero pagá-las, mas não acho justo ter que pagar os custos administrativos, pois se o sistema é automático não vejo onde está a minha infracção!Na realidade a infracção é da Ascendi, pois o sistema não funcionou!Como poderia eu saber que o sistema não tinha funcionado nessas datas para proceder voluntariamente e atempadamente ao pagamento?O sistema é automático ou não?Terei que andar todos os dias a ver se o sistema funcionou correctamente?O sistema da Ascendi não funcionou e eu é que tenho que pagar mais por causa disso?!Se é assim, é preferível deixar de usar o identificador!Reitero que quero pagar as portagens em falta mas não irei pagar os custos administrativos, pois não tenho culpa absolutamente nenhuma que o sistema automático de cobrança de portagens tenha falhado!Obrigado pela atenção, espero uma resposta o mais brevemente possível.Anexos:https://www.dropbox.com/s/agasphnobln1b8b/Queixa_Ascendi_anexos.zip?dl=1
cancelamento de seguro
Fiz um seguro aquando da compra de um telemóvel na FNAC O montante era debitado bimensalmente na minha contaTive de encerrar a conta do qual era debitado o valor Solicitei, por e-mail, a alteração do débito direto para outra conta entretanto abertaEnviei, a pedido da SPB, um comprovativo de abertura de contaFoi-me dito que a situação estava resolvidaDois meses depois da situação exposta, recebi uma sms a informar-me de que o seguro tinha sido cancelado por falta de pagamentoTenho insistido por e-mail para que me solucionem o problema, mas sem resposta.
Situação desagradável no embarque para o avião.
Bom dia,Somos uma família de quatro pessoas, eu (com 34 anos e grávida de 27 semanas à data dos acontecimentos, meu marido (com 34 anos) e minhas filhas (uma com sete anos e a outra com 2 anos). Somos residentes na ilha Terceira (Açores), viajamos com regularidade em companhias aéreas como a Sata, Tap e Ryanair e já viajámos em outras companhias também, nunca tivemos nenhum problema.No passado dia 30 de junho de 2017, saímos da nossa ilha de residência, acompanhados pela companhia aérea Ryanair, em direção a Lisboa, no dia 1 de julho, fomos rumo à Ilha da Madeira (Funchal) através da Easyjet com quatro bagagens de cabine e quatro malas pessoais pequenas, não tivemos qualquer problema, ou chamadas de atenção em nenhuma destas viagens. É de referir que viajámos acompanhados com um grupo de mais doze pessoas, composto por seis adultos, três crianças de onze anos, uma de sete, outra de quatro e uma bebé de colo com dez meses.De regresso a Lisboa, no dia 8 de julho, no voo n.º EZY7608, às 21h10m, após passagem no balcão de check-in sem qualquer problema, na porta de embarque passámos por uma situação muitíssimo desagradável, que passo a descrever:Fomos os primeiros da fila, uma vez que, como já referi, estou grávida. A senhora que nos atendeu mal nos cumprimentou e disse-nos de forma rude, passo a citar, Só podem levar uma bagagem de mão por pessoa, afastem-se que depois resolvemos a situação, para eu poder prosseguir com o embarque dos restantes passageiros, como não tinha percebido o que nos tinha dito, pedi que voltasse a repetir, no mesmo tom rude e arrogante, voltou a proferir a mesma frase. Justifiquei-me dizendo que só tínhamos quatro bagagens de cabine e quatro malas pessoais pequenas, ao qual me respondeu que todas eram consideradas bagagens de mão e que só tínhamos direito a levar uma por pessoa. Expliquei-lhe que tinha viajado nesta mesma companhia (Easyjet) de Lisboa para a Madeira exatamente com a mesma quantidade de bagagem que estava a levar de volta, mas a funcionária mostrou-se relutante, voltando a dizer para nos afastarmos, eu e o meu marido dissemos que não queria esperar para resolver a situação, até porque tinha prioridade pela minha gravidez, além de que estava acompanhada pelas minhas duas filhas pequenas e que queria que chamasse o supervisor para resolvermos a situação. A funcionária voltou a dizer repetidamente a mesma frase que citei anteriormente, parecendo que não estava a ouvir o que estávamos a dizer, utilizando sempre um tom rude, arrogante e ameaçador. Passámos três das nossas malas pequenas e pessoais a outras das pessoas que nos estavam a acompanhar na viagem, mesmo em frente ao balcão de embarque, pelo que o nosso restante grupo acabou por transportar entre duas a três bagagens de mão por pessoa para o avião, não lhes sendo dito nada e passando sem qualquer problema. Isso levou-nos a crer que a funcionária tomou a situação como algo pessoal para connosco. Pedimos que se identificasse, mas não o fez, fingindo que não tínhamos pedido nada, pedimos livro de reclamações, disse que só estava disponível no balcão de Check-in, dificultando-nos o acesso a este, uma vez que se voltássemos para trás para fazer a reclamação perderíamos o voo.Voltámos a reforçar que queríamos resolver a situação naquele momento e que exigíamos que chamasse o supervisor. Com ar ameaçador, a funcionária, nesse momento, chamou alguém, que, pelo que pudemos perceber, foram as duas agentes policiais que apareceram para falar connosco após ter no entretanto se dirigido a nós mais um funcionário da Easyjet, que resolveu reforçar o que a sua colega já nos tinha dito. Se esta pessoa era o supervisor não fazemos ideia, uma vez que não se identificou, mantendo o mesmo discurso rude e arrogante da colega.As agentes policiais foram educadas e tentaram acalmar-nos e resolver a situação, dizendo-nos que sabiam que na ilha da Madeira acontecia inúmeras vezes situações destas, pois os funcionários mostravam-se pouco compreensivos. Voltámos a explicar que tínhamos vindo de Lisboa com as mesmas bagagens de mão e que ninguém nos tinha levantado qualquer problema, nem nos tinha informado de que as nossas malas pessoais estavam incluídas no que a Easyjet consideram bagagem de mão. Nesse momento e após já termos passado as outras bagagens pessoais para os nossos colegas de grupo, apenas nos restava uma mochila pequena mais. Com todo o alvoroço da situação, uma das agentes policiais resolveu dirigir-se ao tal funcionário que também se tinha dirigido a nós arrogantemente e pedir que, devido a toda a situação, que nós não nos importávamos de que as malas de cabine fossem para o porão, uma vez que o voo estava cheio e provavelmente não teria espaço na cabine para as bagagens de todos os passageiros (o que nós facilitamos sempre que nos é pedido em qualquer companhia) e que desta forma e apesar de já terem causado um grande mal estar à nossa família, não apresentaríamos qualquer reclamação. Mais uma vez, o funcionário da Easyjet se mostrou relutante, arrogante e rude, não permitindo que tal acontecesse.Explicámos ainda que estávamos a transportar na mochila, duas fraldas, toalhitas e uma muda de roupa para o caso da nossa filha mais nova precisar dentro do avião e que para além das malas de cabine estarem muito cheias, se mudássemos as coisas, dentro do avião causaria grande transtorno andarmos a tirar as malas da cabine sempre que fosse necessário algum daqueles pertences.De qualquer forma e muito desagradados com a situação, resolvemos passar os pertences da mochila para uma das malas de cabine, pelo que o fecho da mala abriu, ficando preso só em algumas partes, mas acabámos por resolver a situação.Por esta altura, estava eu, no meu estado, nervosíssima, a minha filha mais velha a chorar com a situação, a mais nova completamente desorientada e a correr de um lado para o outro e o meu marido irritadíssimo.Toda essa situação se passou perante os funcionários da Easyjet, que a nosso ver, quiseram dificultar e causar mau estar à nossa família.Logo após a arrumação dos pertences na mala de cabine, já não havendo mais passageiros para embarcar, o funcionário da Easyjet, novamente de forma rude e arrogante (e até mostrando um ar de alguma satisfação) disse-nos que as nossas malas de cabine tinham de ir para o porão, porque a cabine estava cheia. Como devem calcular, nessa altura sentimo-nos feitos palhaços, humilhados, ainda mais irritados e já com grande dificuldade em conseguir aceitar ou gerir qualquer emoção. Não mostrámos vontade em colocar as malas no porão, até porque lá continha os pertences necessários para a minha filha mais nova utilizar durante o voo e até mesmo por todo o circo que os funcionários tinham armado.Mais uma vez o funcionário arrogante, disse à colega para fechar o voo e que nós ficávamos atrás, eu não aceitei, ele voltou a repetir por mais duas ou três vezes o mesmo à funcionária, que esteve quase a fazê-lo ou não estivéssemos nós ao pé dela a proibi-la de fazer tal coisa.Acabámos por ir para o avião, eu grávida e num estado de nervosismo tal, o meu marido também nervosíssimo, a minha filha mais velha a chorar num pranto e a mais nova agitadíssima e mostrando preocupação com o que os senhores tinham feito à mãe.Quero referir que dentro do avião, o chefe de tripulação quis saber o que tinha acontecido, pediu-nos desculpa em nome da Easyjet e disse que já tinham tido por inúmeras vezes reclamações por parte dos passageiros, dos funcionários madeirenses.Como é óbvio não poderíamos deixar passar em branco uma situação destas, sobretudo pela atitude mostrada por aqueles dois funcionários da Easyjet.Acabei por me sentir mal durante o voo, não consegui prestar a devida atenção e assistência às minhas filhas a bordo. E mesmo sem dizer nada, um dos membros da tripulação teve a sensibilidade para perceber que eu não me estava a sentir nada bem e veio oferecer-me uma água.Foi uma situação que classificar como desagradável é pouco. Deixou-nos, a mim e meu marido, a dormir mal durante algumas noites.Riscámos assim a Easyjet das nossas vidas, não pretendendo viajar mais com essa companhia aérea e como é óbvio desaconselhar quaisquer conhecidos a fazê-lo.
Encomenda trocada / erro nos artigos
No passado dia 30 de Junho recebi uma encomenda que seria para mim, mas apesar dos dados virem correctos , os artigos eram errados. A minha encomenda foi trocada com a Sra Sara Rabadan Rodriguez de Huelva, com quem mantive contacto e percebi que efectuaria a recolha dos artigos que recebeu, que seriam para mim. Ao longo de todo o processo enviei e-mails para Espanha, nos quais me foi informado que a minha situação estava a ser analisada e tinha sido reencaminhada para o departamento correspondente. Até ao momento, a situação continua por resolver. Sendo que a encomenda foi recolhida em Huelva, a obrigatoriedade ao recepcionar os artigos correctos em armazém é reencaminhar os mesmos para o destinatário correcto. Não consigo perceber o motivo de tal não se verificar. Tentei entretanto contactar a loja de Faro (que dá como tendo stock do artigo, soube através da loja de Albufeira, já que a de Portimao não tem um dos artigos que já não está disponível online), mas desde as 11h30 de hoje até às 13h55 de hoje, ninguém atendeu o telefone. Liguei para a linha de apoio ao cliente, ( que aliás é só visível no verso do talão de compra, porque no site apenas aparece o e-mail) , e a funcionária que atendeu, informou que em época de saldos, a prioridade é dada ao cliente da loja física, e que as funcionárias do grupo Cortefiel, em tempos de saldos, não têm autorização para atender o telefone. Fiquei completamente pasmada. Não me ocorre outro termo. O que pretendo, é simples: artigo devolvido/recolhido recepcionado em armazém devolvido ao destinatário correcto, ou seja, à minha pessoa. Quero todos os artigos pelos quais paguei e acho inadmissível e intoleravel, uma falha destas, e em vez de resolverem a questão da melhor form para o cliente, apresentarem apenas como solução o reembolso. Se a minha preocupação fosse o dinheiro, pois não teria efectuado a encomenda. Caso tal não seja de todo possível, atenção, repito, de todo, porque existem lojas women Secret em várias partes do globo, exijo uma compensação. Eis os dados com os artigos correctos:WS logo01/14399 3 7524 28/06/17 13:55Data: Junho 28, 2017ENVIAR PARA:Maria do Ceu SilvestreCOD: 7050 C.C. AQUA PORTIMAO - Rua De Sao Pedro, 72, Loja 1.34Levantar na loja8500 PORTIMAO (Algarve Portimão) - Portugal961903011Número de encomenda: 01414399Total dos artigos: 3FACTURAR A:Maria do Ceu SilvestreUrbanização Alto das Palmeiras lote 9 5G8500-815 Portimao (Faro) - Portugal961903011Esta compra acumulou WowMoney para o nº de sócio 1900010249185016REFÊRENCIA PRODUTO QUANTIDADE PREÇO/UNIDADE TOTAL55496206604 Calças páreo ,Tamaho: L , Cor: vermelho, Partes de cima e de baixo 1 5,99€ 5,99€55499149704 Casaco jacquard texturizado ,Tamaho: L , Cor: beige, Partes de cima e de baixo 1 19,99€ 19,99€55496639704 Top alças franzido ,Tamaho: L , Cor: beige, Partes de cima e de baixo 1 3,99€ 3,99€Despesas de envio 0,00€29,97€ Impostos incluidos: 5,61€Para trocas ou devoluções, entre em contacto com o nosso em womensecret@womensecret.comVer nossa política de devolução e garantia legal na http://womensecret.comCORTEFIEL S.A.: registered at the Trade Register of Madrid Volume 21.800. Sheet 120 Section 8 Page: 107.817.Avenida Llano Castellano 51 - 28034 Madrid - España - Nif 980155070*752401143993170628*WS social networks1/1CÓPIA
Burla
Venho por este meio denunciar o método de fraude por parte pela empresa Mobibox e a passividade da Vodafone em tolerar este tipo de casos. Sem que tenha feito qualquer subscrição ou clicado em algo para introduzir o meu número de telemóvel, recebi no meu telemóvel várias mensagens (em dias diferentes) a informar que tinha subscrito serviços como Portugal Erotixxxo e Game2Up e consequentemente o débito de 3,99€/semana. Após contacto com a Vodafone, estes dizem-me que nada podem fazer a não ser cancelar o serviço, mas com surpresa minha, ficam o dinheiro que vão ter de pagar à Mobibox. Ligo para a Mobibox e estes nem atendem e com isto fico a arder com dinheiro por serviços que nunca activei... Exijo resposta e devolução do dinheiro.
Reembolso de indemnização devida
Cópia de QUEIXA TAP COD.Reseva: 6MJQZ2 (3 passageiros)Começo por não entender como um A319 com 4 elementos de tripulação de cabine são uma tripulação reduzida para servir a refeição que estava incluída nos nossos bilhetes (tal como 5 elementos no A321 do regresso, já agora).O voo 1824 foi cancelado pelo piloto por avaria técnica às 21:00 na Ilha Terceira. Era de ver que já não haveria outro voo TAP nesse dia. Não se entende como se está até às 23:35 (crianças pequenas/idosos vários entre os passageiros) sem nos comunicarem o que se estava a passar. Não se entende como só perto das 00:00 se comece a enviar os passageiros para um hotel que, embora excelente, não tinha rigorosamente nada para oferecer de alimentação. Seria um passeio de ~15’ a pé (num sítio desconhecido da maioria) até ao centro de Angra, sem certeza alguma de encontrarmos um restaurante aberto devido ao adiantado da hora (e pago, claro está, pelo nosso bolso). Sem refeição e quando finalmente começamos a descansar, telefonam às 2:15 da manhã para o quarto teríamos que estar prontos às 7:15 para voltarmos ao aeroporto (viagem de ~20’), para apanhar um voo que, afinal, era às 10:20. Quando finalmente chego a Lisboa, verifico que a minha bagagem tinha sido danificada durante o voo (estava excelente na Terceira, marca MODS, Valor aproximado 150€, dimensão=155cm).Tenho muita pena que a TAP, que era uma excelente companhia aérea, se esteja a transformar numa desorganizada “low-cost” muito cara.Teremos, segundo a lei, direito a uma indemnização de 3x400€ (3 passageiros), visto que Lajes-Lisboa são> 1501 km e o voo atrasou-se 4 ou+ horas. Espero sinceramente não ter que recorrer à AirHelp para receber o dinheiro que nos é devido e que não compensa, nem de longe, o facto de ter estragado completamente a fantástica semana de férias na Ilha das Flores (uma das muito poucas que terei este ano).Segue cópia desta queixa para a Autoridade Nacional da Aviação Civil e para a DECO.Melhores cumprimentosAna Cristina Alves
Nota de crédito de Gás Natural
A fatura diz respeito ao Plano Galp DECO GN 2016 (Associado DECO), subscrito online após o leilão de energia da DECO em 2016.Na sequência de mudança de casa, terminei este contrato de Gás natural e contratei um novo, também junto da Galp (para a nova morada).A fatura final em questão originou uma nota de crédito que solicitei, em Abril, através do contact center, que a) o crédito fosse transferido para o novo contrato ou b) que a quantia em questão me fosse creditada no IBAN correspondente ao débito direto associado. Acordei na altura, com o contact center, que o estorno iria ser feito através de transferência bancária para a minha conta.Na ausência do estorno da quantia retida indevidamente desde Abril, ontem contactei novamente o contact center que me informou que a GALP não quer realizar esta transferência bancária por, alegadamente, ser um valor muito baixo (32,30 EUR).Esta situação não é aceitável para mim, tanto mais que todo o relacionamento com a Galp tem sido à distância, e todos os pagamentos efetuados por via bancária.Também o argumento de que se trata de um baixo valor me parece irrealista. Nem o valor é baixo nem a prestação de serviços acordada e assinada com a GALP prevê níveis de serviço diferentes consoante o valor da fatura.
contrato clube interpass
No dia 21 de Junho de 2015, eu primeiro titular do contrato nº 141176-0, fomos contactos pela Interpass e convidados a ir a uma reunião no Hotel Raga Ilha da Madeira, para proceder ao levantamento de um voucher que daria um fim de semana gratuito num dos complexos turísticos associados. Foi-nos transmitido telefonicamente que a reunião não demoraria mais do que 15 minutos e que apenas era para fazer o levantamento do prémio. Ainda nos disseram que era uma forma da empresa fazer publicidade e com o voucher que tínhamos ganho iríamos ficar muito satisfeitos e talvez até convencer familiares a experimentar. Fomos então ao Hotel Raga, para o levantamento do prémio e o que supostamente seria rápido, levou cerca de 2 horas com um promotor da Interpass (Andre Caria),e no final veio um Sr Augusto Silva apresentar a proposta final mas nunca disse que não podíamos desistir,muito pelo contrário, questionamos várias vezes se podíamos desistir a qualquer momento e os mesmo sempre referiram que sim. Nessa reunião o promotor apresentou com grande convicção condições de viagens e alojamento para os associados Interpass, múltiplas vantagens com parceiros comerciais, companhias de seguros, gasolineiras, telecomunicações entre outros. E no fim do discurso apresentou como se fosse o último diamante um seguro de saúde vitalício fazendo a subscrição do cartão “Interpass Family Gold, assim como os nossos ascendentes e descentes poderiam usufruir dele. Este foi o factor decisivo para levar à celebração do contrato porque supostamente os nossos pais e filhos podem usufruir de um seguro de saúde vitalício. Por fim disse o custo mensal do contrato, 95,73 euros em 48 meses e mais as taxas administrativas durante este tempo apenas porque após o pagamento destes 48 meses seríamos membros com contrato vitalício e sem mais custos. No entanto esta situação está salvaguardada no Decreto Lei n.º 446/85, de 25 de outubro, que diz que não podem existir cláusulas contratuais perpétuas e que se as mesmas existirem são consideradas nulas.” Foi questionado várias vezes por mim se poderia desistir a qualquer momento, o qual me foi respondido que sim, que após o primeiro mês tinha 14 dias para o fazer em qualquer altura, mesmo antes do pagamento da totalidade do valor em contrato. Nunca em altura alguma, foi referido que tínhamos apenas 14 dias para resolução do contrato apenas no primeiro mês. Esta informação foi omitida durante a apresentação. No Decreto lei nº 446/85 refere que a “comunicação de modo adequado e com a antecedência necessária para que, tendo em conta a importância do contrato e a extensão e complexidade das cláusulas, se torne possível o seu conhecimento completo e efetivo, por quem use de comum diligência. Isto nunca foi feito durante a reunião, ou seja, nunca nos foi lido o contrato na integra. Após a apresentação excessivamente longa dos supostos serviços a promotora apresentou alteração do comportamento mostrando alguma inquietude para assinarmos o contrato e começou a pedir os documentos e sob este ambiente pressionado acabamos por assinar e nem nos deixou ler o contrato atentamente. Passou -nos as folhas pelos olhos dizendo que lá estava tudo o que tinha dito. Claro que nós acabamos por acreditar na boa fé do promotor, até porque achamos que uma empresa como a Interpass não nos iria enganar. Foi-nos dito que receberíamos por correio os cartões Family Gold e que a partir dessa altura já estaríamos habilitados a usufruir de todos os serviços apresentados. A verdade é que nunca usufrui dos serviços interpass. Os cartões e a restante informação contratual apenas chegou por correio já passava dos 14 dias após a celebração do contrato e a minha pergunta então é: como poderia rescindir uma coisa que ainda não tinha? Não tive acesso em tempo útil e real a toda a informação necessária para de forma consciente e pensada, sem pressão dos promotores tomasse a decisão de manter ou não o contrato. Desde então tenho cumprido com os pagamentos, mas chegou a um ponto de rutura que não dá mais para continuar porque nunca usufrui dos serviços da Interpass, estou a pagar um valor que não o tenho, ou seja a Interpass nunca me deu/emprestou dinheiro e por isso pergunto-me atualmente o que é que eu estou a pagar? Se nunca me deram nada. Estou a pagar um valor sem usufruir de qualquer bem ou crédito. Após informar que não conseguia pagar o valor inicial, reduziriam a mensalidade para 50 euros mensais sem custos associados, nem prejuízo do valor em falta do contrato. Que princípios são estes que esta empresa aplica?! Considero que o promotor aludiu à celebração do contrato com a Interpass sob falsos pretextos e sem boa-fé. Acho que é uma empresa de publicidade enganosa, que apresenta vantagens e condições falsas, que eu própria já constatei, porque afirmam preços mais baixos, competitivos e promessas de serviços que não cumprem em relação a outras empresas turísticas para conseguir que assinemos um contrato que não corresponde ao que nos é dito. E acrescento ainda que já tentei fazer a rescisão deste contrato mais cedo e fui ameaçada ao telefone por uma senhora chamada Maria José, que me disse que não poderia rescindir contrato que tinha que pagar até ao final,que era a mesmo que pagar uma casa e foi sempre estúpida ao telefone. Como pode ser como a compra de uma casa se nunca me deram nada, nunca usufrui de vantagens e estou a pagar uma coisa que não tenho. Nesta empresa fazem markting agressivo e são pessoas que não têm respeito e atentam contra a integridade moral e psicológica dos consumidores. Peço respeitosamente que me ajudem na resolução deste contrato porque como referi anteriormente nunca usufrui de qualquer vantagem em viagens, complexos turísticos ou benefício monetário e considero que o contrato não foi explicitado de forma clara, transparente, mas foi aplicado em má fé para nos levar a assinarmos e nos tornarem sócios.
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