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serviço prestado pela Edreams
1. Efetuada reserva através da Edreams (com registo de email de alvaropiresreis@gmail.com) de um pacote para 8 pessoas de 2 a 5 de fevereiro de 2019, em Roma. O pacote constava de: 2/02 – viagem de ida, Porto – escala em Madrid – Roma (FCO) na Air Europa 2, 3 e 4/02 – estadia no Quality Hotel Rouge e Noir em regime P.A. 5/02 – viagem de regresso, Roma (FCO) – escala em Lisboa – Porto na TAP, tendo eu efetuado a compra para as 8 pessoas.2. Na ausência da receção de qualquer email da parte da Edreams, com a confirmação da reserva efetuada em 5/01, e na impossibilidade de efetuar/ concretizar contato telefónico com Edreams (760 450 253, 707 782 829 e 934 920 532), efetuei deslocação a Lisboa (mais de 500 Km – ida e volta) no dia 1/02.3. No Largo Rafael Bordalo Pinheiro, n.º 16, 1200-369 Lisboa, não encontrei a Edreams, uma vez que esse espaço se encontrava em obras. Questionado um agente da polícia que se encontrava em serviço junto ao local, este afirmou que o edifício estava em obras há mais de 2 anos. Considero enganosa a morada contida no vosso site. Na ausência de respostas, desloquei-me ao aeroporto de Lisboa à Air Europa e à TAP, a fim de tentar esclarecer a falta de informação, remetendo cada uma das empresas para a Edreams.4. Ainda no mesmo dia 1/02, após o regresso à morada pessoal, nova tentativa gorada de contatar a Edreams através do 808 783 737. No final do dia, depois das 24 horas, finalmente consegui contato telefónico com um operador da Edreams que nos transmite que o email com a confirmação da reserva feita em 5/01, teria sido enviado atempadamente e que poderia estar no SPAM do email. Perante a nossa insistência de que não tinha recebido o referido email, o operador disse que o iria reenviar. Mesmo assim, o email não chegou.5. Perante a ausência da receção do email, voltei a contatar a Edreams, agora para um 0044…(Inglaterra). Perante a explicação do que se estava a passar, este novo interlocutor acabou por me fazer chegar o email de confirmação da reserva efetuada a 5/01. Dada a hora da receção do mesmo, 00:41 horas, com voo com saída prevista para as 7:45 horas, no Porto, era impossível fazer com que 8 pessoas embarcassem atempadamente.6. Quando o operador é confrontado com a minha reclamação verbal sobre o sucedido, ele afirmou que “já não havia nada a fazer porque já tinha recebido o email”.
Parte de artigo eletrónico apreendido
A AT remeteu uma apreensão de resistências eletrónicas à ASAE, para instrução de processo contra-ordenacional, alegando que comprei mercadoria proibida, tabaco mais propriamente, o que não foi o caso. Resistências são parte de um artigo eletrónico, artigo que compro em qualquer loja física ou online.
Paineis solares mal instalados
- Paineis solares montados em 2017- Na altura da montagem foi solicitado ao instalador para fixar os paineis com cabos (tal como todos os vizinhos) e com barras de pedra mais pesadas (tal como todos os vizinhos). O pedido foi ignorado.- Em Feb 2019, os paneis soltaram-se e caíram. Nenhum dos paineis dos vizinhos caiu (também EDP solar)- Foi agendada uma visita do técnico que nos indicou em pessoa que a instalação estava mal feita.- A EDP ligou a dizer que a instalação estava bem feita e que o problema foi vento, não sendo suportado pela EDP. - Técnicos foram ao local re-instalar os paineis e voltaram a indicar que os anteriores estavam mal instalados. - A nova instalação é totalmente diferente da original (tendo os cabos que tínhamos solicitado e barras de pedra mais pesadas).Notas importantes: - Os técnicos no local indicaram-nos que a chefia não autorizou reportar o problema como mal instalado. - De todas as vezes que liguei à EDP, solicitei para guardar no registo o meu comentário de que a instalação não foi feita como deve ser. Logo de seguida, liguei para a EDP e os meus comentários nunca ficaram registados.A EDP indicou que vai cobrar a reparação.Tenho fotografias da minha instalação anterior, do estado avariado e da nova instalação (devidamente instalada com cabos).
Compra de telemóvel com troca de pontos
No site da Meo na área de cliente aparece o Huawei P20 Dual Sim com possibilidade de compra através da troca de 290 pontos + 293 euros. No dia 31 de Janeiro tentei comprar este equipamento com as condições previamente descritas, todavia surgiu um erro que impossibilitava a compra do mesmo. Este erro estava relacionado com uma fidelização que não existe, desta forma contatei o 12096 linha de apoio para troca de pontos, para resolver esta situação, ao qual me responderam que de facto não existia qualquer fidelização e era um erro dos serviços da Meo, portanto iria prosseguir com uma exposição e a qual seria resolvida em 24 horas. Passadas 24 horas, ou seja , no dia 1 de Fevereiro dirigi-me à loja Meo do Fórum Sintra para resolver esta situação pessoalmente. Na loja informaram-me que de facto estava uma exposição em análise e tentaram resolver vendendo um equipamento da loja, no entanto não conseguiam fazer a modalidade que estava no site, uma vez que a campanha em loja era diferente com valor cerca de 200€ mais elevado, apesar de continuar atualmente no site a campanha como fora descrito inicialmente . Consequentemente , procederam a uma reclamação confirmando que eu teria razão e disseram para esperar um contacto da meo. No dia de hoje, 4 de Fevereiro, a Meo tentou entrar em contato para um número que já teria sido meu associado , mas atualmente não é, além do mais esse número não tem pontos suficientes , portanto jamais teria sido tentado comprar o equipamento por parte desse número . Desta forma, o familiar que possui esse número entrou em contato comigo para dar essa informação. Tomei a liberdade de contatar a linha de apoio ao cliente e questionar o porquê de não me terem contatado para o número ao qual está associado a reclamação, os vários contatos efetuados para essa mesma linha e a tentativa de comprar o equipamento através desse número , a resposta que me deram foi que um dos colaboradores registou a reclamação com um outro número ao invés do meu, além do mais informaram-me que ainda não tinham uma resolução para a minha situação e iria deixar uma nova reclamação para ser contactada no prazo de 24horas.
Excedeu o limite do prazo de garantia
-Excedeu o limite do prazo da garantia do arranjo do equipameto-Perda de vários trabalhos futuros-Falta de informação da parte deles-Falta de respeito no atendimento ( desligaram na cara)
Spread acima dos valores de mercado
Em abril de 2012 celebrei com a instituição financeira supracitada um contrato de mutuo com hipoteca com uma taxa de juro EUR06TM+4,5% e Spread de 4,5%.1 - No tocante ao contrato de mutuo celebrado com a instituição nada se pode apontar aos termos do mesmo e da sua validade apesar das vicissitudes do contrato durante a sua existência.2 - Contudo, é de bom grado e bom tom e de boa fé, conforme refere o artigo 227º/1 do Código Civil que na vigência do contrato se proponham condições mais favoráveis ao cliente assim que as condições do mercado o permitam. Aqui se demonstra a boa-fé para com o cliente, parte menos atenta às variações domercado, “sob pena de responder pelos danos que culposamente causar à outra parte» 227º/1 in fine. 3 - Ora numa altura em que a taxa Euribor está a valores negativos a prestação mensal não tem conhecido quaisquer variações, quando existem recomendações do Banco Central Europeu e do Banco de Portugal no sentido de que serão as instituições de crédito a suportar os custos daí advenientes.4 – Está mais que evidente e mais que claro que a CCAM se aproveitou da situação e deixou correr para o seu bolso, até que eu me insurgisse por essa situação e injustiça.5 - Por outro lado, o spread agora proposto é reduzido em apenas um ponto percentual o que fica muito aquém do spread praticado noutras instituições bancárias para o mesmo produto financeiro.Neste contexto, pergunto-me então o porquê de mais do mesmo, ou seja, baixar o spread em apenas um ponto percentual quando existem instituições que o praticam muito mais baixo não indo ainda assim contra as recomendações do regulador e às regras do mercado e conseguem ter o seu lucro traduzido no spread.6 – Daqui se retira que a CCAM lucrou comigo mais de 100% durante os anos de vigência do contrato até à data. Porquê então continuar com a politica de asfixia.7 - Neste sentido então existe usura, juros usurários e enriquecimento sem causa.A v/ instituição está a enriquecer injustificadamente á minha custa contrariando tendências do mercado financeiro, e impondo-me a livre arbítrio condições desfavoráveis, que o não seriam se assim o quisessem, sem contudo se prejudicarem.8 - A Jurisprudencia vai no sentido de que basta apenas que a instituição de crédito tenha um enriquecimento indevido, injustificado. « Relação de Lisboa (Ac. 05.12.1996, BMJ, 462, p. 478)»De acordo com o ilustre professor Antunes Varela : « As causas referidas no n.º 2 do art.º 473.º do Código Civil são meramente exemplificativas e não taxativas (cfr. Antunes Varela, CC Anotado, vol. I, p. 402)Além disso, resulta do disposto no art.º 479.º do mesmo Código, designadamente da expressão tudo quanto se tenha obtido não ser necessário uma efectivação diminuição do património, bastando que se verifique um enriquecimento indevido à custa de outrem, já que nem sempre a obtenção de vantagem de alguém à custa de outrem se exprime no empobrecimento correlativo do património do lesado (Antunes Varela, ob. cit., p. 410).»9 – Solicito assim que intervenham neste processo a fim de que eu seja ressarcido dos danos financeiros causados até à data bem como na reposição da prestação em valores equivalentes ao de outras instituições eliminando assim o livre arbítrio da CCAM – Cantanhede de fixar ao seu critério spreads desproporcionados para a atual conjuntura do mercado.Paulo Manuel Baía Claro
Cobrança enganosa, maliciosa
ESTA CAMPANHA É TOTALMENTE ENGANOSA, REGISTEI DOMÍNIO COM ESSA EMPRESA E AO INVÉS DE COBRAREM €1,00 COBRARAM-ME €19,00 .. COMO O MEU PAGAMENTO ESTAVA AUTOMÁTICO PELO PAYPAL FOI PAGAMENTO FOI ESTANTANEO. EM NENHUM LUGAR, EXPLÍCITO, DIZ QUE SAO APENAS 3 DOMÍNIOS. POR FIM, COMPREI 2 DOMINIOS POR € 19,00 E DEVERIA TER PAGO APENAS € 1,00. E NAO QUEREM DEVOLVER O DINHEIRO. ISSO É ROUBO!!!!!
Cobrança abusiva e contínuo desrespeito no contacto ao cliente
Venho por este meio expor a minha situação, de forma a obter a ajuda que infelizmente não consigo pagar e que me vem sendo recusada por parta desta instituição, tanto em relação à prestação de informação e fundamento como no que toca à justa renegociação do pagamento.A minha indignação e que passo a explicar a seguir, fundamenta-se por aquilo que sei relativamente a estes assuntos, que é pouco ou quase nada, e é também esse o grande motivo do meu contacto, que se baseia, além do mais, em obter ajuda nestas questões legais que envolvem estas situações.A Servdebt ''comprou'' a minha divida - crédito pessoal 10.000€ ao BCP efetuado em 2007 - (eu e o meu fiador - o meu marido - recebemos correspondência ainda dirigida pelo banco BCP, em que nos dava a conhecer a cedência de nossa divida à instituição, correspondência essa datada a 8 de Março de 2018) pelo montante de 3792€ (de acordo com mapa de crédito BdP, já que na carta não vinham descritos quaisquer valores) já depois de vários acordos com o banco que acabavam por ser quebrados por mim, (mas que, como certamente enquanto vinham sendo cumpridos, os valores dos mapas da Central de Crédito do Banco de Portugal sofriam as devidas atualizações mensalmente, indo exatamente de encontro aos recibos dos depósitos em conta que possuo) porque de facto as prestações excediam o meu orçamento e, por erro e desleixe meu, acabei por nunca renegociar com o banco.O ultimo depósito bancário foi efetuado (com comprovativo do BdP e comprovativo bancário do depósito) em Julho de 2015.Comprometi-me telefonicamente em acordo com esta instituição, ao pagamento da primeira prestação com o valor de 100€, e restantes prestações (depois de muito esforço da minha parte devido à falta - ou negação - de compreensão da minha situação por parte desta instituição) com o valor de 70€ . Assim o fiz. Em Novembro do ano que passou efetuei a prestação de entrada (100€) e em Dezembro a primeira prestação de 70€.No início de Janeiro os senhores contactaram-me por ter falhado ao meu compromisso, afirmando que tínhamos acordado uma prestação mensal fixa de 100€.Confrontada, desmenti e exigi aos senhores a consulta da gravação das chamadas que me tinham realizado a mim e ao meu marido, e não efetuei pagamento do restante para perfazer os 100€, porque eu paguei para o valor que me comprometi, 70€.Estes senhores negam providenciar informações exigindo abusivamente o pagamento do montante de 9800€ de acordo com as últimas chamadas e já depois deste alegado incumprimento, já que nos contactos iniciais o valor dado à divida por estes senhores coincidia exatamente com os valores dos registos do BdP.Os senhores (e neste caso a suposta advogada da firma, que também entrou recentemente em contacto connosco - eu e o meu marido - com o objetivo de intimidar e fim de chantagear a transferência da minha divida para contencioso caso não efetuasse pagamento de um ''valor rechonchudo'', passando a expressão da advogada, e que no caso seriam no mínimo 5000€) afirmam que possuem prova de que deixei de pagar em 2013.Em 2014, (o passado mais recente a que tenho acesso nos registos do BdP) o valor da minha divida era de 4364€. Em Julho de 2015 (data do ultimo pagamento) a minha divida apresentava o valor de 3792€ na Central de Responsabilidades de Crédito.Que garantias tenho que estes senhores gravam, como afirmam, as chamadas que fazem aos clientes? Em que momento poderei eu solicitar acesso a estas chamadas para prova do que digo?Fui, inclusivamente, abordada de forma muito pouco profissional e extremamente desrespeitosa por parte do senhor que acompanha o nosso processo que me questionava inúmeras vezes, nas inúmeras chamadas que me fazia, se eu me encontrava confortável no meu espaço e no uso de algum bem pessoal de lazer. O senhor questionou-me, numa das chamadas que me fez, se eu estava ''sentadinha a ver TV'', afirmando de seguida que não seria por muito tempo já que a televisão me seria retirada. Sugeriu também, ele e outros agentes de cobrança da instituição com que falávamos, que eu questionasse e incumbisse os nossos familiares e amigos - os meus e os do meu marido - ao pagamento da nossa dívida.Não tenho o poder para dar a volta a esta situação, e por muito que queira, não a consigo resolver com estes senhores enquanto me negarem informação ou fundamento àquilo que me dizem.Estou desempregada e não posso sujeitar-me a pagar uma divida desta maneira e com este calibre, só porque estes senhores assim o dizem. Estaria a pagar o crédito que fiz em 2010, quando este já estava pago a mais de metade, porque apesar dos meus incumprimentos eu fui sempre amortizando o valor.O que posso fazer nesta situação? A minha preocupação passa pela recusa destes senhores em negociarem uma prestação justa de acordo com a minha situação, continuando a insistir em formas e montantes de pagamento que eu nunca vou conseguir cumprir dada a situação em que me encontro. Se os senhores continuam a recusar negociar comigo, eu vou continuar a recusar o pagamento nas condições impostas pelos senhores. Neste momento e com esta situação, não me interessa comprometer-me a um acordo para o qual não tenho orçamento para cumprir.A instituição pode agir desta forma? Agradeço a vossa atenção ao meu caso.Melhores Cumprimentos.
Atendimento Motorista Autocarro
Hoje, dia 25-01-2019 às 19:57 horas encontrava-me à espera do autocarro 706 na paragem de Santa Apolónia e quando chegou o motorista, que parou à frente da paragem e abriu as portas, tanto da frente como a da retaguarda, permitindo o desembarque dos passageiros, aguardei alguns segundos pois por norma voltam a fechar, desligam o motor e fazem uma vistoria ao espaço.Como não realizou nenhuma das acções acima mencionadas, continuando com o motor a trabalhar e com as portas abertas, embarquei. Ao realizar o embarque e ao validar o meu título de transporte eletrónico o motorista estendeu a mão com a palma na minha direção e indica de forma e tom indelicado tem de esperar!. Perante a informação recuei de imediato, saíndo da viatura e indiquei Desculpe, mas como não fechou as portas pensei que podia entrar.Para meu espanto responde novamente de forma indelicada e num tom inapropriado Tem de esperar, não disse que pode entrar, para não falar que tinha pessoas à frente!. Esperou 5 segundos e diz que posso entrar.Como a forma de se dirigir não tinha sido de todo adequada, indiquei em tom de conselho Podia ter respondido de forma mais delicada, obtendo como resposta a interjeição pff.Como a calma tem limites acabei apenas por perguntar como se chama por favor? E após alguma hesitação diz ham.. Martins.Por forma a identificar o motorista em questão anotei os seguintes dados da viatura:76-82-ZGN° frota 2270Com este tipo de atendimento, sem qualquer educação, civismo e desrespeitador acredito que quem tenha alternativas de transporte e seja sujeito a situações semelhantes deixe de usar os serviços por vós prestados.Melhores cumprimentos
Valor excessivo do serviço cobrado pela empresa
Venho por este meio reclamar o valor excessivo cobrado pelos funcionários da empresa Reparações Souza pelo serviço de reparação de uma tomada eléctrica queimada, que ficou em 180€. A tomada ficou a funcionar mas nem foi trocada a base plástica queimada que estava na parede. Sem conhecimentos técnicos e orçamentais, não tive forma de defender um valor mais justo no momento do pagamento do serviço.
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