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Desinformação e perda de voos
Exmos, Srs, compramos uma viagem para o México através da agência viagens e baratas, ao contratar através de uma agência, esperamos cuidado, cautela e todas as informações necessárias para que imprevistos não aconteçam. Sendo uma agência, e estando sempre em contacto connosco através do Whatsapp, esperamos toda a informação necessária e confiamos plenamente, ainda assim, questionamos se era necessário algum tipo de visto para esta viagem e responderam nos apenas com um formulário para entrada no México. Os voos que nos reservaram seriam com escala em boston na volta para Portugal e nunca nos informaram que seria necessário um visto para embarcar, soubemos apenas no aeroporto quando tentamos fazer check in e nos disseram que era impossível por já ter o visto. A agência viagens e baratas contactou imensas vezes connosco para nos vender outros produtos e seguros, quando lhes questionamos nunca nos informaram deste mesmo visto. Agora pedimos auxilio pela falta de competência deles e a única coisa que nos dizem é que se perdermos o voo temos de pagar um por nossa conta. Não são uma agência competente e confiável, temos de ser nós a investigar tudo o que é necessário e quando precisamos realmente de ajuda, descartaram se, não são uma agência, são uns oportunistas que só estão presentes e disponíveis para o quee lhes interessa, nos problemas não são agência, somos nós por nossa conta
Burla
Assunto: Reclamação formal – prática abusiva, divergência de preços e impossibilidade de utilização de voucher Venho por meio deste formalizar minha total insatisfação com a agência de viagens RUMBO, em razão de práticas desrespeitosas e prejudiciais ao consumidor. Após o cancelamento de uma viagem adquirida, fui informado, quase seis meses depois, de duas opções: receber 134€ em conta ou o valor integral de 216€ em voucher. Optei pelo voucher, acreditando ser a opção mais justa e transparente. No entanto, ao tentar utilizar o voucher, deparei-me com divergências inaceitáveis: o valor das passagens no site era diferente do valor no aplicativo, sendo obrigado a concluir a compra pelo aplicativo, sem qualquer opção de aplicar o voucher no site. Essa situação demonstra falta de transparência, imposição de condições desvantajosas e prática abusiva por parte da empresa. Além disso, a impossibilidade de aplicar o voucher no site, somada à discrepância de preços entre plataformas, revela uma conduta que prejudica o consumidor e fere princípios básicos de boa-fé e honestidade nas relações comerciais. Com base nesta experiência, considero que a RUMBO apresenta condutas irregulares e não confiáveis, e registro minha recomendação de extrema cautela a qualquer consumidor que pretenda utilizar seus serviços. Exijo que a situação seja analisada e solucionada de forma justa e imediata. Atenciosamente, Humberto Dantas
Mala danificada no desembarque
Em Abril 2025 fiz a reserva de um cruzeiro na MSC, através da Logitravel e com o Localizador: 1068449217. No desembarque em Veneza danificaram a mala e foi feita reclamação logo no local. Por ausência de resposta reportei a situação à Logitravel que comunicou à MSC. A email da Logitravel de resposta em 14/ 07/2025 informam que a resposta da MSC era:" O Aor em referência foi submetido em sistema para seguir o processo de reembolso que demora em média 6 a 8 semanas para ser pago." Como continuei sem mais informações nem pagamento da indemnização, continuei a insistir com a Logitravel e em 4/12/2025 (pasme-se) respondem: Agradecemos o vosso contacto. Informamos que iremos verificar internamente, junto aos colegas do departamento financeiro, o estado do reembolso em questão. Devido a uma recente atualização no nosso sistema financeiro (migração do sistema), alguns reembolsos sofreram atrasos. No entanto, gostaríamos de assegurar que a situação já está a ser tratada e estamos a trabalhar para regularizar todos os processos com a maior brevidade possível." Como nada chegou voltei a insistir a 31/01/2026 e a resposta foi: Informamos que nos encontramos a aguardar resposta dos nossos colegas, do departamento financeiro em Itália relativamente ao pedido de esclarecimento efetuado. Assim que obtivermos um retorno, entraremos de imediato em contacto convosco. Garantimos que a situação está a ser devidamente verificada junto dos departamentos competentes. Agradecemos a vossa compreensão e permanecemos ao dispor para qualquer esclarecimento adicional. Voltei a insistir há 10 dias, sem resposta da Logitravel.
Cancelamento de contrato ginasio
Exmo (s) Senhor (s), Venho por este meio, na qualidade de sócio do Ginásio Solinca de Ermesinde, com o número de sócio 16006400, formalizar o meu pedido de rescisão imediata do contrato de adesão, sem qualquer penalização ou pagamento adicional, com base em incumprimento contratual por parte do Solinca e em motivos de saúde devidamente comprovados. Em conformidade com a legislação portuguesa aplicável, nomeadamente o Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro e as normas de proteção ao consumidor previstas na Lei n.º 24/96, de 31 de julho, é possível rescindir contratos de ginásio com período de fidelização sem penalizações quando existam justas causas, tais como incumprimento grave por parte do prestador de serviços ou alterações significativas nas circunstâncias do consumidor, incluindo problemas de saúde comprovados por atestado médico. Adicionalmente, as condições gerais dos contratos de ginásio, segundo Direção-Geral do Consumidor a devem respeitar os princípios de boa-fé e equilíbrio contratual, sendo nulas cláusulas abusivas que excluam responsabilidades do prestador por vícios na prestação do serviço. Passo a expor os motivos que fundamentam o meu pedido: Incumprimento Contratual e Falta de Profissionalismo no Serviço Prestado: Tenho vindo a alertar, sem resposta adequada, para o meu desagrado com a qualidade do serviço no ginásio. Especificamente, na sala de musculação, há uma notória falta de profissionais qualificados durante o horário de funcionamento. Usufruo do ginásio no seu horário de abertura e muitas vezes, entre as 06h30 e as 08h00 não há instrutores em sala para prestar assistência, o que contraria as expectativas razoáveis de um serviço de qualidade. Quando presentes, os profissionais demonstram falta de profissionalismo, ridicularizando sócios ou utentes, comentando de forma inadequada sobre outros membros (como fez a Instrutora Lúcia, com no caso de um sr. de bicicleta com respiração ofegante e não compreender o porquê de outro sócio correr na lateral na passadeira. Quando questionada, diz que não se sente à vontade para chamar o sócio atenção e também não demonstra interesse em compreender se existem motivos para correr daquela forma na passadeira), o que não responde a pedidos de atenção ou controlo, pois não sou eu, enquanto sócia que tenho que ir chamar atenção de outro membro, por me estar a incomodar. Outro acontecimento é a má vontade, como foi o caso com a Instrutora Filipa, solicitei auxílio para me colocar um halter entre os pés e a minha resposta "daqui a pouco não posso", tive que afirmar que a ajuda era naquele momento, ma como não existia vontade, nem pousou o tablet para o fazer. Estes comportamentos violam diretamente as vossas próprias regras internas, nomeadamente a cláusula assinalada no questionário de prontidão para a atividade física e no regulamento do Ginásio Cardio-Musculação, que estipula: "Os Sócios deverão solicitar a presença do Instrutor caso não conheçam o equipamento e o respetivo modo de funcionamento e sempre que o considere necessário." No entanto, esta cláusula pressupõe a disponibilidade efetiva de instrutores, o que não se verifica na prática. A ausência recorrente de profissionais qualificados impede os sócios de usufruir do serviço de forma segura e adequada, constituindo um incumprimento grave do contrato, uma vez que o ginásio se compromete a fornecer um ambiente com suporte técnico e instrutores para garantir a segurança e o bom uso dos equipamentos. Tal falha expõe os utentes a riscos desnecessários, como lesões, e frustra o objeto principal do contrato: a prática de exercício físico assistido. Ademais, o estado decadente das instalações agrava esta situação. As máquinas não recebem manutenção adequada, as constantes avarias do ar condicionado e os sócios provenientes do Solinca Light de Ermesinde frequentam a sala de musculação (o acordo era apenas aulas de grupo), pagando apenas 20 e poucos €, o que sugere desigualdades no tratamento e na gestão dos recursos. O ginásio passou de um espaço que fazia concorrência direta com o HomesPlace para um ginásio comum, com preços elevados para todas as características apresentadas, sem ar condicionado e com mesas alugadas sem ar condicionado. Motivos de Saúde Comprovados: Com base nos exames e consultas médicas realizadas no Trofa Saúde, apresento como prova a agenda de marcações datada de 2026/02/17, com o NIF 230281982, que inclui consultas de Ortopedia com o Dr. Armando Hora (data: 2026.02.01, hora: RX Coluna Lomba - 08:59), Consulta Ortopedia Sousa (data: 2026.02.24, hora: 09:30), e outras avaliações relacionadas a problemas na coluna lombar e funcionalidade músculo-esquelética. Estes exames confirmam uma condição de saúde que me impede de praticar exercício físico de forma segura no ginásio, nomeadamente atividades de cardio-musculação, devido a limitações na mobilidade e agravamento de lesões na coluna. Anexo cópias dos documentos médicos relevantes. Por todas estas razões, o contrato perdeu o seu equilíbrio e utilidade para mim, configurando-se uma justa causa para a rescisão imediata, sem qualquer obrigação de pagamento de taxas de cancelamento ou indemnizações. Solicito que a rescisão seja efetivada a partir da data de receção desta comunicação, com a devolução de quaisquer valores cobrados indevidamente após esta data, e a confirmação por escrito no prazo de 5 dias úteis. Caso não obtenha resposta satisfatória, reservo-me o direito de recorrer à Direção-Geral do Consumidor, à DECO PROTESTE ou a instâncias judiciais para defesa dos meus direitos, incluindo pedido de indemnização por danos morais e materiais decorrentes do incumprimento. Anexo: cópias da agenda Trofa Saúde, print do regulamento com cláusula assinalada, e fotos das condições. Aguardo a vossa confirmação urgente via email. Atentamente, Ana Raquel Santos Almeida Data: 28 de março de 2026
Cancelamento de contrato Solinca
Exmo (s) Senhor (s), Venho por este meio, na qualidade de sócio do Ginásio Solinca de Ermesinde, com o número de sócio 16006400, formalizar o meu pedido de rescisão imediata do contrato de adesão, sem qualquer penalização ou pagamento adicional, com base em incumprimento contratual por parte do Solinca e em motivos de saúde devidamente comprovados. Em conformidade com a legislação portuguesa aplicável, nomeadamente o Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro e as normas de proteção ao consumidor previstas na Lei n.º 24/96, de 31 de julho, é possível rescindir contratos de ginásio com período de fidelização sem penalizações quando existam justas causas, tais como incumprimento grave por parte do prestador de serviços ou alterações significativas nas circunstâncias do consumidor, incluindo problemas de saúde comprovados por atestado médico. Adicionalmente, as condições gerais dos contratos de ginásio, segundo Direção-Geral do Consumidor a devem respeitar os princípios de boa-fé e equilíbrio contratual, sendo nulas cláusulas abusivas que excluam responsabilidades do prestador por vícios na prestação do serviço. Passo a expor os motivos que fundamentam o meu pedido: Incumprimento Contratual e Falta de Profissionalismo no Serviço Prestado: Tenho vindo a alertar, sem resposta adequada, para o meu desagrado com a qualidade do serviço no ginásio. Especificamente, na sala de musculação, há uma notória falta de profissionais qualificados durante o horário de funcionamento. Usufruo do ginásio no seu horário de abertura e muitas vezes, entre as 06h30 e as 08h00 não há instrutores em sala para prestar assistência, o que contraria as expectativas razoáveis de um serviço de qualidade. Quando presentes, os profissionais demonstram falta de profissionalismo, ridicularizando sócios ou utentes, comentando de forma inadequada sobre outros membros (como fez a Instrutora Lúcia, com no caso de um sr. de bicicleta com respiração ofegante e não compreender o porquê de outro sócio correr na lateral na passadeira. Quando questionada, diz que não se sente à vontade para chamar o sócio atenção e também não demonstra interesse em compreender se existem motivos para correr daquela forma na passadeira), o que não responde a pedidos de atenção ou controlo, pois não sou eu, enquanto sócia que tenho que ir chamar atenção de outro membro, por me estar a incomodar. Outro acontecimento é a má vontade, como foi o caso com a Instrutora Filipa, solicitei auxílio para me colocar um halter entre os pés e a minha resposta "daqui a pouco não posso", tive que afirmar que a ajuda era naquele momento, ma como não existia vontade, nem pousou o tablet para o fazer. Estes comportamentos violam diretamente as vossas próprias regras internas, nomeadamente a cláusula assinalada no questionário de prontidão para a atividade física e no regulamento do Ginásio Cardio-Musculação, que estipula: "Os Sócios deverão solicitar a presença do Instrutor caso não conheçam o equipamento e o respetivo modo de funcionamento e sempre que o considere necessário." No entanto, esta cláusula pressupõe a disponibilidade efetiva de instrutores, o que não se verifica na prática. A ausência recorrente de profissionais qualificados impede os sócios de usufruir do serviço de forma segura e adequada, constituindo um incumprimento grave do contrato, uma vez que o ginásio se compromete a fornecer um ambiente com suporte técnico e instrutores para garantir a segurança e o bom uso dos equipamentos. Tal falha expõe os utentes a riscos desnecessários, como lesões, e frustra o objeto principal do contrato: a prática de exercício físico assistido. Ademais, o estado decadente das instalações agrava esta situação. As máquinas não recebem manutenção adequada, as constantes avarias do ar condicionado e os sócios provenientes do Solinca Light de Ermesinde frequentam a sala de musculação (o acordo era apenas aulas de grupo), pagando apenas 20 e poucos €, o que sugere desigualdades no tratamento e na gestão dos recursos. O ginásio passou de um espaço que fazia concorrência direta com o HomesPlace para um ginásio comum, com preços elevados para todas as características apresentadas, sem ar condicionado e com mesas alugadas sem ar condicionado. Motivos de Saúde Comprovados: Com base nos exames e consultas médicas realizadas no Trofa Saúde, apresento como prova a agenda de marcações datada de 2026/02/17, com o NIF 230281982, que inclui consultas de Ortopedia com o Dr. Armando Hora (data: 2026.02.01, hora: RX Coluna Lomba - 08:59), Consulta Ortopedia Sousa (data: 2026.02.24, hora: 09:30), e outras avaliações relacionadas a problemas na coluna lombar e funcionalidade músculo-esquelética. Estes exames confirmam uma condição de saúde que me impede de praticar exercício físico de forma segura no ginásio, nomeadamente atividades de cardio-musculação, devido a limitações na mobilidade e agravamento de lesões na coluna. Anexo cópias dos documentos médicos relevantes. Por todas estas razões, o contrato perdeu o seu equilíbrio e utilidade para mim, configurando-se uma justa causa para a rescisão imediata, sem qualquer obrigação de pagamento de taxas de cancelamento ou indemnizações. Solicito que a rescisão seja efetivada a partir da data de receção desta comunicação, com a devolução de quaisquer valores cobrados indevidamente após esta data, e a confirmação por escrito no prazo de 5 dias úteis. Caso não obtenha resposta satisfatória, reservo-me o direito de recorrer à Direção-Geral do Consumidor, à DECO PROTESTE ou a instâncias judiciais para defesa dos meus direitos, incluindo pedido de indemnização por danos morais e materiais decorrentes do incumprimento. Anexo: cópias da agenda Trofa Saúde, print do regulamento com cláusula assinalada, e fotos das condições. Aguardo a vossa confirmação urgente via email. Atentamente, Ana Raquel Santos Almeida Data: 28 de março de 2026
Voo alterado e subsequente voo de ligação perdido
Boa noite, A minha família tinha um bilhete de avião reservado com a TACV para o dia 14 de Abril, de São Vicente para Lisboa (de onde iríamos apanhar outro voo, com a TAP, para Manchester, e daí para o nosso destino final). A reserva (13C5JD) foi efetuada no final de janeiro! No dia 24 de Março, dois meses depois, e quando estávamos quase prontos para viajar para Cabo Verde, fomos informados que a viagem não seria possível no dia 14 e que só havia um voo no dia 15, com partida da Praia. Considerando todos os transtornos que previa, enviei um e-mail a solicitar uma solução para a situação (Anexo 1). Seguiu-se uma série de e-mails meus a pedir que assumissem a responsabilidade por todos os prejuízos financeiros causados (nem sequer mencionei o transtorno psicológico, pois, até que a situação seja resolvida, as férias – que deveriam ser agradáveis – serão repletas de angústia e desconforto). As respostas que nos dão soam como de um robô e dizem quase sempre a mesma coisa: "Pedimos desculpa pelo incómodo..." Deram-nos 3 opções, nenhuma das quais funciona: - 16 de abril, o que parece ridículo porque se o dia 15 já significa duas pessoas a faltar ao trabalho e uma criança a faltar à escola, o dia 16 é ainda pior; - 10 de Abril, o que encurtaria as férias em 4 dias e teríamos de ficar 4 dias em Lisboa (para manter o bilhete da TAP). Além disso, pretendemos - e já pagámos - ficar do dia 12 ao dia 14 em São Vicente (vindo de Santo Antão, o nosso destino final); - 15 de Abril, com partida da Praia, o que significa perder o voo da TAP e o comboio de Manchester, tudo já pago. Como teremos de comprar novos bilhetes de avião (mais bagagem de porão) e bilhetes de comboio, o que implicaria uma despesa substancial que não posso suportar, considerando o esforço financeiro já feito para ir de férias, insisto em perguntar quem assumirá as consequências. Não só não respondem, mesmo depois de eu ter escrito, indignado, após muita calma (Anexo 2), como, mesmo que paguem, gostaria de receber esse valor antecipadamente, pois, caso contrário, não tenho condições para suportar uma quantia tão elevada em despesas totais. Se me puderem ajudar ou indicar algum caminho, ficarei muito grato. NOTA: O meu contacto é +44 7385 8765 05 mas (como no campo do celular diz-me que é invalido) usei outro, apenas para poder publicar minha reclamacao.
Fraude sobre subscrição prime
No dia 24/02/26, fiz a reserva de uma viagem e na altura autorizei a pagar apenas o meu bilhete de passagem. Para meu espanto, hoje, dia 27/03/26, entro na minha conta bancária e deparo-me com a retirada de 89,99€ da minha conta, sem a minha autorização. Liguei para a operadora de apoio ao cliente e o assistente disse-me que a partir do momento em que selecionei o bilhete de passagem ao menor preço, automaticamente subscrevi uma assinatura que oferece avisos de bilhetes promocionais. E ainda afirmou que a mensagem de adesão vinha escrita no fim dos termos e condições da compra do bilhete de passagem em letras minúsculas (ou seja, para que o cliente não se aperceba do absurdo). Eu exijo o reembolso imediato dos valores. Entrei no APP Portal da Queixa onde apresentam opiniões mistas. Verifiquei que existem muitos clientes que estão a passar por essa fraude de subscrição eDreams Prime...
Reclamação e pedido de resolução urgente – viatura com defeitos graves
Segue a reclamação formal enviada via e-mail para a empresa em questão: Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à viatura Renault Clio 1.5 DCI, matrícula 19-FO-76, adquirida no passado dia 19-01-2026 através do vosso stand no Virtualcar Auto, em Santo António, Ilha da Madeira. Numa fase inicial, a viatura aparentava estar em condições normais. No entanto, passadas apenas algumas semanas, comecei a verificar um comportamento anómalo e preocupante: o carro “jogava” significativamente ao travar. Paralelamente, o pisca do lado esquerdo encontrava-se avariado, situação que já tinha sido identificada na inspeção. Perante estes problemas, dirigi-me à vossa oficina em fevereiro, onde a viatura permaneceu durante uma manhã inteira. Contudo, após essa intervenção, o carro foi-me devolvido exatamente nas mesmas condições, sem qualquer resolução dos problemas reportados, incluindo o pisca avariado. Foi-me informado pela receção que o comportamento ao travar se devia à qualidade das pastilhas de travão, tendo inclusive sido apresentado um orçamento para manutenção/substituição das mesmas por outras de melhor qualidade, garantindo que, com essa intervenção, o problema ficaria resolvido. Ainda assim, foi também referido que, de resto, o carro não apresentava qualquer outra anomalia. Antes de recorrer a um diagnóstico mais aprofundado, decidi dirigir-me à oficina Vulcanizadora 25 de Abril, na Cancela, para realizar o alinhamento da direção. No entanto, o relatório técnico obtido evidenciou desalinhamentos significativos na suspensão dianteira, nomeadamente diferenças relevantes entre os valores da roda esquerda e direita (sopé, avanço e KPI), incompatíveis com um simples desgaste de utilização. Estes resultados são consistentes com a existência de componentes danificados ou mal montados, nomeadamente manga de eixo empenada, problemas nos amortecedores e falhas na geometria da suspensão, o que explica diretamente o comportamento instável do veículo, especialmente em travagem. Ou seja, o próprio relatório de alinhamento já indicava que não se tratava de um problema de pastilhas, mas sim de uma anomalia estrutural. Dado o agravamento da situação — o carro passou a apresentar instabilidade mesmo sem travagem — recorri posteriormente a um mecânico independente, cujo diagnóstico segue em anexo (documento de peritagem). De acordo com essa avaliação técnica detalhada, a viatura apresenta múltiplos defeitos graves, nomeadamente: Carroçaria: - Falhas na montagem e desalinhamentos; - Falta de molas de fixação no para-choques frontal e resguardos; - Entupimento dos tubos de escoamento de águas pluviais; - Reservatório de água dos vidros em mau estado e com fuga. Mecânica: - Derrames de óleo em juntas secundárias; - Perdas de compressão na admissão; - Fugas de óleo pelos retentores da cambota. Sistema elétrico: - Pisca dianteiro esquerdo sem funcionamento; - Conectores em mau estado no farol; - Suporte de lâmpada inadequado; - Ligação da ficha do ABS danificada no lado esquerdo. Suspensão e travagem (situação crítica): - Amortecedor dianteiro esquerdo danificado, sem pressão, com má fixação e montagem incorreta; - Cabeça do amortecedor danificada; - Foles de proteção danificados e rotos; - Manga de eixo empenada, com camber negativo; - Pastilhas de travão com desgaste acentuado; - Discos de travão com desgaste superior a 60%; - Componentes de travagem de diferentes marcas e qualidades; - Falha no sistema ABS na travagem do lado esquerdo; - Diferença entre amortecedores esquerdo e direito (marca/modelo distintos). Importa salientar que estes danos não são compatíveis com um desgaste de apenas três meses de utilização. Mesmo com uso intensivo, seria impossível causar este nível de degradação em tão curto período de tempo, o que indica claramente que a viatura já apresentava estas anomalias à data da venda. Acresce ainda que, tratando-se de uma viatura comercializada por um stand, seria expectável e exigível que tivesse sido realizado um check-up completo antes da sua venda, de forma a garantir as condições mínimas de segurança e conformidade — o que, face ao diagnóstico apresentado, não se verifica. Face ao exposto, causa-me ainda maior preocupação o facto de, após avaliação nas vossas instalações, ter sido transmitida a inexistência de problemas relevantes, quando, conforme agora se comprova, estão em causa falhas graves que comprometem diretamente a segurança do veículo. Esta situação levanta sérias reservas quanto ao rigor técnico, diligência e transparência no processo de verificação inicialmente realizado. Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro, que regula os direitos do consumidor na compra e venda de bens, a viatura encontra-se abrangida pela garantia legal, sendo da responsabilidade do vendedor assegurar a conformidade do bem. Acresce que, tratando-se de defeitos que se manifestaram nos primeiros meses após a compra, presume-se que os mesmos já existiam à data da entrega, cabendo ao vendedor a sua reparação sem quaisquer encargos para o consumidor. Atualmente, encontro-me sem viatura, sendo esta essencial para o meu dia a dia, sobretudo por ter uma avó dependente a meu cargo. Desta forma, e procurando uma resolução célere e amigável, apresento as seguintes opções: 1. Assumirem o custo total do material necessário para a reparação da viatura, conforme diagnóstico apresentado (valor superior a 500€); ou 2. Garantirem, com caráter de urgência, a reparação completa da viatura numa oficina vossa parceira, assegurando vaga imediata (não sendo aceitável aguardar até maio). Caso optem pela reparação, solicito expressamente que sejam utilizados materiais de qualidade adequada e homogénea, evitando a aplicação de componentes de diferentes marcas ou qualidade inferior, garantindo assim a segurança e fiabilidade da viatura. Informo ainda que, após a conclusão da reparação, irei proceder a uma nova verificação independente da viatura, através de outro diagnóstico técnico, de forma a confirmar a resolução integral dos problemas identificados. Adicionalmente, durante o período em que a viatura estiver imobilizada, solicito que seja assegurada uma solução de mobilidade alternativa (viatura de substituição), mesmo que através de rent-a-car e acionamento do vosso seguro. Peço que analisem esta situação com a máxima urgência, tendo em conta que estou perante um veículo potencialmente perigoso e instável, o que coloca em risco a minha segurança. Caso não obtenha resposta no prazo de 48 horas, reservarei o direito de recorrer aos meios legais ao meu dispor enquanto consumidora. Informo ainda que a oficina responsável pelo diagnóstico consta no documento enviado, estando disponível para qualquer contacto direto da vossa parte. Aguardo uma resposta célere e uma solução adequada à gravidade da situação. Com os melhores cumprimentos, Elisa Mara Pacheco Viríssimo
Reembolso não efetuado
Solicito apoio relativamente a um reembolso não efetuado pela empresa LS Entertainment, responsável pelo espetáculo TOC TOC no Porto. A data do evento foi alterada, e a empresa garantiu que faria o reembolso a quem não pudesse comparecer na nova data. Solicitei o reembolso em 25/02/2026, recebi confirmação de que seria processado, mas até hoje não recebi qualquer devolução nem resposta às tentativas de contacto. Adicionalmente, a empresa não se encontra disponível no Livro de Reclamações Eletrónico, impossibilitando o exercício do meu direito legal de reclamar. Já procedi a uma denúncia formal à ASAE, mas necessito do apoio da DECO para resolução deste conflito e para assegurar o respeito pelos meus direitos de consumidora.
Bilhetes cancelados sem meu consentimento
Bom dia, No dia 13 solicitei o cancelamento de um bilhete adquirido através da plataforma Fever, tendo a empresa respondido no dia 14 que o cancelamento não seria possível, mantendo-se assim o contrato válido. Com base nessa informação, organizei a minha disponibilidade para comparecer no evento. No entanto, no dia 26 fui surpreendido com o cancelamento unilateral do bilhete e respetivo reembolso, sem o meu consentimento. Após contacto com a empresa, foi-me comunicado que não é possível reativar o bilhete nem emitir novo bilhete nas mesmas condições ou ao mesmo preço, apesar de o valor atual ser superior. Esta situação causou-me prejuízo direto, uma vez que a decisão inicial da empresa levou-me a manter o compromisso com o evento, sendo posteriormente alterada sem fundamento imputável ao consumidor. Considero que houve incumprimento contratual e violação dos direitos do consumidor, uma vez que a empresa não repôs a situação nem apresentou alternativa equivalente. Solicito a reposição da situação inicial, através da emissão de bilhete nas mesmas condições e preço originalmente contratado, ou solução equivalente sem prejuízo para o consumidor. Caso a situação não seja resolvida, reservo-me ao direito de recorrer aos meios legais competentes.
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