Reclamações públicas
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Reclamação Formal-Pedido Uber eats ID pedido 733D5 Falha no serviço e suporte
Exmos. Srs., Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa ao pedido efetuado no dia 31/03/2026, através da plataforma Uber Eats ID: PEDIDO Nº733D5 Tentei proceder ao registo desta queixa através do Livro de Reclamações Online, conforme sugerido pelo vosso apoio ao cliente, no entanto, o portal (www.livroreclamacoes.pt) apresentou erros técnicos constantes, impedindo a seleção do setor de atividade e a submissão do formulário, impossibilitando-me de exercer o meu direito de reclamação por essa via. Exposição dos factos: 1. Durante a entrega, tentei retificar a morada, o que não foi permitido pela aplicação. 2. Contactei o estafeta (Sheetal) via chat e telefone (que se encontrava desligado), não obtendo qualquer resposta. 3. O apoio ao cliente via chat confirmou a impossibilidade de contactar o parceiro, mas recusou qualquer solução ou reembolso, encerrando a conversa de forma abrupta. 4. O pedido foi dado como entregue, mas nunca recebi os artigos. Face à total ausência de serviço prestado e à falha grave na assistência ao cliente, exijo o reembolso imediato do valor cobrado. Em anexo, envio os comprovativos do chat com o estafeta, a conversa com o apoio ao cliente e as imagens dos erros técnicos que o site do Livro de Reclamações apresentou. Fico a aguardar uma resposta célere. Com os melhores cumprimentos,
Cancelamento sem devolução de valores
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente a uma reserva de alojamento efetuada através da plataforma Booking.com, cuja estadia não correspondeu, de forma evidente, às condições anunciadas no momento da reserva. Após a chegada ao alojamento, verifiquei diversas situações graves que comprometem as condições mínimas de higiene, segurança e habitabilidade, nomeadamente: *Presença de baratas na cozinha; *Cama danificada e sem condições adequadas de utilização; *Chão em madeira podre e degradado; *Porta do quarto sem possibilidade de fechar devidamente, colocando em causa a segurança; *Existência de obras em frente ao quarto, sem qualquer aviso prévio; *Ausência de cortinados, expondo totalmente o interior do quarto; *Entrada constante de pó proveniente das obras para dentro do alojamento. Perante estas condições, foi indicada a possibilidade de mudança para outro quarto; contudo, o funcionário responsável não chegou a comparecer no local. Considerando o estado do alojamento e o facto de me encontrar acompanhado(a) por uma criança, decidimos abandonar o espaço rapidamente por motivos de segurança e salubridade. As condições encontradas são manifestamente diferentes das apresentadas no anúncio aquando da reserva, configurando incumprimento das condições contratadas. Face ao exposto, solicito a intervenção da DECO no sentido de analisar a situação e apoiar na defesa dos meus direitos enquanto consumidor, bem como na obtenção do reembolso do valor pago pela reserva. Junto envio (ou disponibilizo) provas da situação, incluindo fotografias, comunicações trocadas e comprovativo da reserva. Com os melhores cumprimentos
Reclamação por reembolso integral de viagem inviabilizada após cancelamento dos voos essenciais
Comprei na Kiwi.com (Booking ID 703055914) uma viagem para 8 passageiros com destino final Hurghada (Egito), sob uma unica referencia de reserva, pelo valor total de 3.165,68 EUR. O itinerario incluia quatro segmentos: Lisboa-Roma (TAP TP838), Roma-Hurghada (Wizz W46089), Hurghada-Roma (Wizz W46090) e Roma-Lisboa (Wizz W46219). Apos a compra, a viagem sofreu multiplas alteracoes de horarios e dias, que a Kiwi classificou repetidamente como "minor changes" por estarem abaixo de 24 horas, recusando oferecer solucao adequada. Posteriormente, os dois segmentos essenciais para atingir o destino final foram cancelados pela companhia aerea: Roma-Hurghada e Hurghada-Roma. Com este cancelamento, o destino final deixou de ser alcancavel e a viagem ficou completamente inviabilizada. Apesar disso, a Kiwi manteve que os voos Lisboa-Roma e Roma-Lisboa continuavam "ativos" e que qualquer pedido de cancelamento desses segmentos seria tratado como "voluntary cancellation", sem garantia de reembolso e com penalizacao de 30 EUR por passageiro por voo. A Kiwi processou um reembolso parcial de 1.643,84 EUR referente aos segmentos cancelados. A perda remanescente e de 1.521,84 EUR, correspondente aos voos que ficaram "ativos" mas que perderam toda a finalidade pratica, uma vez que Roma nunca foi o destino contratado. Ao longo de todo o processo, a Kiwi apresentou explicacoes contradictorias: primeiro invocou a regra das 24 horas para recusar solucoes; depois abandonou essa regra e passou a tratar cada segmento como independente. A propria Kiwi admitiu por escrito que houve inconsistencias nas explicacoes dadas, mas afirmou que isso nao alterava o resultado. Considero que a Kiwi vendeu uma viagem unica com destino final definido, e ao tratar os segmentos como reservas autonomas apos o cancelamento dos voos essenciais, esta a eximir-se da responsabilidade por uma viagem que deixou de poder ser realizada por causa que nao me e imputavel. O consumidor nao pode ser penalizado por voos que so existiam como ligacao para um destino que ja nao e atingivel. Solicito o reembolso integral da perda de 1.521,84 EUR, correspondente aos segmentos que perderam a sua finalidade em consequencia do cancelamento dos voos para Hurghada. Documentacao disponivel: fatura da reserva (invoice Kiwi), comprovativos de cancelamento dos voos pela companhia, comprovativo do reembolso parcial recebido, e registos das comunicacoes com a Kiwi onde a empresa admite inconsistencias.
Não reembolso após devolução do produto
Exmos. Senhores, No passado dia 12 de março, a transportadora DPD, por vós indicada, procedeu à recolha da trotinete que adquiri online e que devolvi dentro do prazo legal de livre resolução. Desde essa data, tenho efetuado diversas tentativas de contacto através de e-mail e do vosso website, com o objetivo de obter confirmação da receção do artigo, bem como informações relativas ao processamento do respetivo reembolso. Até ao momento, não obtive qualquer resposta nem confirmação. Decorridos mais de 15 dias, encontro-me numa situação inaceitável, sem o produto e sem o montante pago, o que configura incumprimento das obrigações legais aplicáveis. Solicito, assim, a regularização urgente desta situação, com a confirmação da receção da devolução e o processamento imediato do reembolso devido. Caso não obtenha uma resposta e resolução até ao dia 10 de abril, verei forçada a recorrer aos meios legais competentes, incluindo a formalização de reclamação junto das entidades de defesa do consumidor, nomeadamente a Direção Geral do Consumidor em Portugal e o Centro Europeu do Consumidor. Com os melhores cumprimentos, Márcia Gonçalves
Cancelamento obrigatório
Efetuei uma reserva de um aluguel de carro no dia 02/01/2026, com o número da reserva 778308884. após a isso liguei e pedi um orçamento para antecipar a retirada do carro fui informado por e-mail do valor que era maior do que já havia sido pago, respondi o e-mail do booking que ficava sem efeito qualquer alteração no dia 11/02/2026. Agora praticamente quase a ir viajar vejo que foi feito a alteração sem meu consentimento… liguei e a resposta que me foi dada era que eu deveria cancelar e fazer uma nova reserva, e claro que seria com um outro valor. O erro foi de quem não tomou nota por parte da booking que não era para ser feito qualquer alteração. Não assumiram o erro que tiveram e eu como cliente sai prejudicado pois acabou com a viagem da minha família .
cancelamento de subscrição
No dia 12/03/2026 fiz a subscrição do plano primeplus, porém na hora de comprar um voo estava mais caro comprando no primeplus do que no site da companhia, no mesmo dia cancelei a inscrição que ainda aparece como ativada, quero o reembolso pois esse site é uma farsa e não quero ter a inscrição. Não compensa ter essa inscrição e já fiz o cancelamento várias vezes e mesmo assim ainda aparece ativada.
Cobrança Prime indevida
Antes de mais informo que meu argumento baseia-se nas evidências encontradas no site da edreams, a saber: - https://www.edreams.pt/prime/ -> Preciso fazer uma reserva para me inscrever no Prime? Não, podes inscrever-te diretamente a partir desta página, se preferires. Não terás um período experimental gratuito de 15 dias se aderires diretamente. - https://www.edreams.pt/prime/normas-de-venda/ -> 4.2. Direito de Retratação No dia 10/03 fiz uma compra na edreams e começou a contar meu período prime experimental. Conforme informado, tenho 15 dias para usar o benefício. Fiz uma outra compra no dia 25/03, o que dá exatamente 15 dias. No dia de ontem (26/03) recebi um email de cobrança da edreams, com prime plus no valor de 89,99€. Liguei quase que imediatamente para a edreams, por volta das 15:48 (chamada que durou 32 minutos). Falei com Katarina (ou Karina, não me lembro ao certo). Informei que ainda estava nos 15 dias, e que também exigia meu direito de retratação supra citado. Ela falou que o que poderia fazer era desativar no sistema para eu parar de receber a cobrança. Eu aceitei e assim ela fez. Mas hoje acabo de receber outro aviso de cobrança e ainda com a ameaça de ter minha reserva prejudicada. Espero que a Edreams resolva isso o mais rápido possível, para que eu não seja penalizado de nenhuma forma. O texto que eles apresentam no site é claro. Em anexo vão todos os prints. Informação Adicional Reserva 24824961780 para Paris
Reembolso de cancelamento de Reserva
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar apoio na resolução emergente de uma situação que passarei a descrever e apresentar uma reclamação contra a agência de viagens iCligo (iCligo- VIAGENS E TURISMO, UNIPESSOAL LDA), devido à total ausência de apoio, falta de transparência nas informações, após o cancelamento de uma viagem que teria lugar no dia 23/03/2026 a 27/03/2026, por motivos adjacentes à nossa vontade. No dia 23 de março de 2026 recebemos uma notificação 4 horas antes do voo a dizer que o mesmo tinha sido cancelado devido a problemas técnicos do avião. Visto que reservamos a viagem através da referida agência, contatamos logo a mesma assim que recebemos a notificação para saber o que poderíamos fazer. A primeira coisa que nos foi dita foi questionar se nos poderíamos deslocar ao Aeroporto Francisco Sá Carneiro ao balcão da companhia aérea e saber como proceder (sendo que nos encontrávamos a 168 km do Aeroporto), o que mostra desde já uma falta de apoio perante a situação. Depois foi-nos dada a possibilidade de reagendar o voo ou cancelá-lo, e como tínhamos tudo planeado para a realização da viagem e a possibilidade de a adiar uns dias, optámos pelo adiamento do voo, considerando que os valores que pagámos pela reserva não se alteravam e nada nos informaram do contrário. Contudo, apenas no dia 24 de março é que nos foi informado que teríamos que pagar um extra de 497,92 Euros pela reserva tornando-se inexequível para nós, e aí informamos a agência que queríamos cancelar. Solicitámos à agência o reembolso dos valores devidos ou, na impossibilidade, a emissão de uma Declaração de Gastos Irrecuperáveis. Este documento é essencial para que possamos acionar o seguro de viagem e recuperar os montantes retidos. No entanto, a empresa tem demonstrado uma conduta negligente e persuasiva, apresentando uma grande falta de resposta ignorando contatos sucessivos e impossibilitando a resolução do processo, levando também a uma retenção de informação em vários dos seus pontos (a omissão de valores que posteriormente teriam de ser pagos no caso do adiamento da viagem, o fornecimento do descritivo dos gastos que alegam ser não reembolsáveis), a constante pressão para que paguemos o valor acima referido, não apresentando comprovativos de que os fornecedores (companhia aérea e hotel) retiveram os valores, mantendo-nos numa situação de prejuízo financeiro sem justificação documental. Em questões de prazos, tememos que se esgotem, dada esta morosidade na resolução do processo. Agradecendo antecipadamente a V. Atenção e uma brevidade na resposta, Com os melhores cumprimentos Nelson Miguel Boino
Ressarcimento de show cancelado
No dia 25/11/2025 adquirimos dois ingressos para o show em Portugal do cantor Osvaldo Montenegro, que se realizaria no Porto, em junho de 2026 e que estaria a ser organizado pela empresa em questão. O show foi cancelado, por motivos alheios ao público e entretanto já entramos em contato com a referida empresa, através do email de contato dos mesmos, por diversas vezes, sem no entanto procederem ao ressarcimento dos valores. Deram-nos UM retorno retorno neste meio tempo, solicitando o nosso Iban, o qual foi enviado, mas nada ocorreu e não retornam mais nenhum contato ou atendem ao telemóvel.
Fraude e não resolução
Após vários emails, 1 telefonema sem resolução e um cancelamento não solicitado. Há mais de 15 dias que não me resolvem a situação nem me respondem. No passado dia 13 de Março fiz a reclamação no portal da queixa, ainda sem resposta também: Caros Senhores Venho ao vosso contacto por referência à reserva n.º 6117694384, no Hotel Prinsotel La Pineda, Cala Ratjada (Maiorca), para os dias 23 a 27 de agosto. Neste seguimento, gostaria de expor a V. Exas. o seguinte: 1. No dia 23 de fevereiro de 2026, fiz a reserva supra, através da plataforma Booking, nos exatos termos que constavam da plataforma. 2. Concretamente, agendei as datas (23 a 27 de agosto de 2026), reservei e procedi imediatamente ao pagamento do valor de € 226,00, tal como constava da plataforma. 3. Neste contexto, recebi o email de confirmação da reserva, com todas as condições acordadas: de 23 a 27 de agosto de 2026, em regime de meia pensão para dois adultos, pelo valor de € 226,00 - ver documento em anexo. 4. Com o email de confirmação, o contrato celebrado entre mim e V. Exas. tornou-se válido e eficaz, passando a vincular as partes. 5. Não obstante, no passado dia 12 de março de 2026, recebi um novo email a informar que "a acomodação cometeu um erro óbvio quando registrou a tarifa para a [minha] reserva (...)" e que poderia manter a minha reserva se concordasse com a tarifa correcta, i.e., € 3.589,27. 6. Ora, conforme é do vosso conhecimento, os contratos vinculam as partes e o seu cumprimento deve obedecer aos princípios da boa-fé. 7. No caso concreto, verifica-se um incumprimento contratual grave, como a flagrante violação do princípio da boa-fé. 8. Com efeito, eu atuei de acordo com os mais elementares princípios da boa-fé, reservei um hotel através de uma plataforma, que à partida, deveria ser fidedigna, como a Booking, com base nos termos e condições que estavam a oferecer, e cancelam-me a reserva, alegando que houve um erro óbvio no registo da tarifa. 9. Ora, se esse erro existiu, que não aceito, o mesmo não me é imputável, uma vez que o contrato se consumou nos termos acordados e confirmados pela Booking. 10. Como V. Exas. bem sabem, o fornecedor tem deveres de prestar informações claras, objetivas e adequadas, de forma a salvaguardar os interesses económicos do consumidor. 11. Publicitar uma oferta e, mais de 15 dias depois da reserva confirmada, contactar o consumidor a informá-lo de que houve "um erro óbvio" e que, para manter a reserva, deverá pagar mais de € 3.000,00, consubstancia uma prática comercial problemática e em clara violação das regras de defesa do consumidor. 12. Atento o supra exposto, exijo o cumprimento específico da reserva nas condições confirmadas: dias 23 a 27 de agosto de 2026, regime de meia pensão, dois adultos, pelo valor de € 226,00. Fico a aguardar as vossas notícias. Com os melhores cumprimentos Atentamente, José Costa
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