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Vouchers não Concretizado
Exmo. Senhores Adquiri dois vouchers para 2 saltos de paraquedas na empresa Skydive Maia. Um voucher normal e um voucher com pack foto + vídeo. Acontece que agendamos a primeira vez para 09/06/2023 e 4 dias antes recebemos um e-mail a cancelar devido ao mau tempo, prolongando o voucher ate junho/2024. Agendamos novamente para dia 08/06/2024 e novamente cancelado devido ao mau tempo e com prolongamento do prazo do voucher. Voltamos a agendar para dia 01/06/2025 e 3 dias antes novamente cancelado, agora devido a restrições aéreas do Aeroporto do Porto. Aqui sugeriram agendar noutras empresas prolongando o voucher + 18 meses e oferecendo um desconto de 30€ na aquisição do pack fotografia + vídeo. Devido aos anos que passaram desde a aquisição dos vouchers (2022) solicitamos o reembolso do dinheiro para procurarmos outras empresas para prestarem o serviço. Recebemos a resposta que os vouchers não eram reembolsáveis. Pretendemos justiça e, de certa forma, reaver o nosso dinheiro, pois foi investido e nem sequer chegamos a efetuar a experiência.
Valor da caução não devolvida
Fizemos uma reserva de viatura de 15 a 18 de janeiro para o Funchal na Car Jet com Booking ref CJT-193655770 em nome de Jorge Alves. Por sua vez essa entidade remeteu os seus serviços à Magic Islands Rent a Car cujo contrato de aluguer foi apresentado no momento do levantamento da viatura com referência #60046. Foi nos solicitado uma caução de 1500 euros em depósito, não aceitando cartão de crédito, que seria devolvido aquando da entrega da viatura... No dia 18 janeiro foi entregue a viatura sem quaisquer danos nesse período, contudo o valor do reembolso da caução não se efetivou no momento conforme respetivo contrato determina. Foram feitos vários contactos de modo a solicitar comprovativo de transferência da caução, não tendo obtido qualquer resposta necessária. Até à presente data continuamos a aguardar o reembolso da caução paga 1500 euros.
Cobrança sem consentimento
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar reclamação formal contra a empresa eDreams, na sequência da cobrança indevida de uma subscrição anual no valor de 89,99 €, efetuada sem o meu consentimento expresso, bem como pela adoção de práticas comerciais enganosas e lesivas dos direitos do consumidor. No dia 3 de janeiro de 2026, adquiri voos através da plataforma eDreams. Para esse efeito, limitei-me a criar uma conta com o único objetivo de concluir a compra, não tendo, em momento algum, aderido de forma consciente, clara ou expressa a qualquer plano de subscrição designado “eDreams Prime”, nem tendo sido devidamente informada ou questionada sobre tal adesão. Contudo, no dia 18 de janeiro de 2026, pelas 05h50, foi-me debitado o montante de 89,99 €, correspondente a uma alegada subscrição anual eDreams Prime. Assim que tomei conhecimento da cobrança, contactei de imediato o serviço de apoio ao cliente, solicitando o reembolso integral do valor, por se tratar de uma cobrança não autorizada. Durante o referido contacto, foi-me transmitido que teria beneficiado de um alegado “desconto” na compra dos voos por ser membro Prime. Tal afirmação é falsa e enganosa, uma vez que o desconto apresentado no momento da compra não foi identificado como estando associado a qualquer subscrição paga, nem me foi comunicado que a sua aceitação implicaria a celebração de um contrato de subscrição anual. Posteriormente, ao verificar os e-mails de confirmação da reserva, constatei que existia apenas uma menção residual, em letras diminutas e colocada no rodapé, relativa à suposta subscrição, circunstância que não consubstancia consentimento válido, nem cumpre o dever legal de informação clara, destacada e transparente. Esta conduta viola, designadamente: • O artigo 8.º da Lei n.º 24/96, de 31 de julho (Lei de Defesa do Consumidor); • O artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro; • O Decreto-Lei n.º 57/2008, de 26 de março, por configurar uma prática comercial enganosa. Como solução inicial, foi-me proposto um vale no valor de 80 €, utilizável apenas em voos de valor superior a 300 €, proposta que recusei. Posteriormente, foi-me oferecido um reembolso parcial de 45 €, acompanhado de um vale de igual montante, aplicável apenas a voos a partir de 150 €, solução igualmente recusada. Reforcei o meu pedido de reembolso total do valor indevidamente cobrado, o qual foi novamente recusado, tendo-me sido apresentada uma justificação vaga e juridicamente infundada, segundo a qual “em Portugal o mercado não é 100% reembolsável” e que tal prática “é a lei”, sem indicação de qualquer norma legal concreta que sustente essa afirmação. Tal alegação é manifestamente incorreta, uma vez que a legislação portuguesa não prevê qualquer princípio de “mercado não reembolsável”, sendo os direitos do consumidor determinados pela existência (ou inexistência) de consentimento válido e pelo cumprimento das obrigações legais de informação. Face ao exposto, considero que esta situação configura: • Cobrança sem consentimento expresso; • Prática comercial enganosa, nos termos do Decreto-Lei n.º 57/2008; • Violação do dever de informação clara, adequada e transparente; • Tentativa de contornar o prazo legal de 14 dias para o exercício do direito de livre resolução, através da cobrança imediata após esse período. Nestes termos, exijo o estorno/reembolso integral do montante de 89,99 €, indevidamente debitado, e solicito o apoio dessa entidade para a análise da presente situação, bem como para a prevenção de práticas semelhantes junto de outros consumidores.
Pedido de intervenção administrativa – Agência Beauty Travel | Processo D.L n. ° 17/2018
Em 29/05/2025 contratei, junto da agência de viagens Beauty Travel, uma viagem, tendo efetuado o pagamento total de 2.420,00€, conforme comprovativos, valor que inclui 1.874,60€ relativos a bilhetes de avião. Desde o início da relação contratual verificaram-se diversos problemas graves, nomeadamente prestação de informação contraditória e incorreta, falta de acompanhamento adequado e alterações relevantes aos serviços contratados sem a minha autorização ou comunicação clara e atempada. A situação agravou-se quando a agência ameaçou proceder ao cancelamento dos voos sem o meu consentimento e, mais tarde, transferiu indevidamente a minha reserva de cruzeiro para terceiros, facto que me obrigou a mudar de agência para conseguir salvaguardar a viagem. Apesar disso, nenhum valor me foi devolvido pela Beauty Travel. Desde então, a agência recusou contacto direto, e não apresentou qualquer solução ou reembolso, mantendo-se em total incumprimento contratual. Em 08/10/2025, apresentei reclamação no Livro de Reclamações Online, à qual a agência nunca respondeu, em violação do dever legal de resposta. Em 20/10/2025, submeti processo junto da Comissão Arbitral do Turismo de Portugal, o qual se encontra ainda em análise. O último contacto que tive com a Beauty Travel ocorreu em 09/11/2025, não tendo havido qualquer resposta, esclarecimento ou tentativa de resolução desde essa data até ao presente momento. Perante o silêncio prolongado, a retenção indevida dos valores pagos e os indícios de má-fé e práticas comerciais desleais, venho solicitar o apoio e intervenção da DECO, no sentido de salvaguardar os meus direitos enquanto consumidora e obter orientação quanto aos meios legais adequados para a resolução desta situação.
Malas danificadas
Boa tarde. Vim hoje do voo Lisboa - Luanda e tive as minhas duas malas de porão e a de mão completamente danificadas. Sendo que a porta do avião a funcionária exigiu que eu despachasse. Quem vai reativar as malas que estragaram?
Pagamento de um valor muito alto
Venho por este meio reclamar publicamente , porque apesar de terem reduzido o valor a cobrar ainda assim acho muito injusto da parte da sixt . Em primeiro lugar, gostaria de salientar que fui mal informada no balcão aquando do aluguer do veículo. Em nenhum momento me foi explicado por qualquer colaborador da Sixt que o carro não estaria coberto por seguro. Pelo contrário, foi-me transmitido que tinha proteção. Jamais alugaria um veículo sem seguro, ainda mais numa deslocação longa e acompanhada. Relativamente ao acidente, importa esclarecer que não tive qualquer culpa. No momento do sucedido, seguia viagem em direção a Marco de Canaveses, acompanhada pela minha mãe, de 85 anos, para visitar a campa do meu pai. De forma inesperada, fui abalroada por um camião em excesso de velocidade, que apenas tocou no carro, levantando a capa do espelho, sem partir o espelho ou causar danos estruturais no veículo. Apesar disso, foi-me imputado o custo de quase 750 € por um espelho novo, valor que considero completamente desproporcional e irrealista, sobretudo tendo em conta que se tratou apenas da capa do espelho. Uma peça desta natureza não justifica um valor tão elevado, ainda mais num contexto em que o veículo praticamente não sofreu danos. Recebi no dia 17 de dezembro, uma chamada da GNR do Porto, informando que não foi possível identificar a matrícula do camião através das imagens recolhidas. (So a empresa Ascendi é que poderia informar a maatricula atraves das portagens , porque o camião passou antes de mim ) Importa referir que o acidente ocorreu há mais de dois meses, o que torna esta situação ainda mais difícil e angustiante. A Sixt é uma empresa reconhecida no mercado e, por isso mesmo, acredito que também pode e deve agir com justiça e bom senso em situações como esta. Nos vossos próprios cartões e publicidade promovem valores como “um pequeno gesto, um novo sorriso” — é com base nesses valores que vos escrevo. Mas mesmo assim a Sixt com tanto poder e conhecimento poderia ter pedido acesso a empresa ascendi e ter a matricula do camião que me embateu . Resido na Região Autónoma e tenho uma filha a estudar no continente, o que já representa um esforço financeiro significativo. Receber uma cobrança desta dimensão na altura do Natal é extremamente pesado e desanimador. Custa-me acreditar que uma empresa da vossa dimensão seja tão inflexível e insensível perante esta situação. Reforcei que estava disponível para encontrar uma solução justa, nomeadamente pagar o valor que seria aplicável caso tivesse sido corretamente informada e tivesse um seguro adequado que cobrisse este incidente — que, relembro, não causou danos reais ao veículo. Apenas saltou a capa de plástico do espelho . Mas ainda assim fizeram me a cobrança de 322.26 € valor elevado e reforço sem culpa nenhuma que tive no acidente , no qual ninguem me ajudou nem a sixt nem a gnr nem a PSP . Peço-vos, sinceramente, que reavaliem todo o processo, que considerem o contexto humano, a falha de informação no momento do aluguer e a desproporção do valor cobrado. Acredito que seja possível encontrar uma solução equilibrada e justa para ambas as partes. So escrevo esta reclamação porque achei da parte da Sixt , que a informação dada tambem na entrega da viatura pela receção no aeroporto do porto , que haveria uns fundos que cobriam estas situaçoes e mesmo assim nada fizeram par me ajudar .
Dificuldade no cancelamento de subscrição e ausência de apoio ao cliente
xmos Senhores, Apresento esta queixa devido à forma como a minha subscrição ao serviço Prime Day Dreams foi gerida, nomeadamente no que diz respeito à impossibilidade de cancelamento durante o período experimental gratuito, à inexistência de apoio ao cliente eficaz e à cobrança indevida após cancelamento. Aderi ao período gratuito de 15 dias com o objetivo expresso de cancelar a subscrição antes do seu termo, evitando qualquer cobrança. No entanto, a aplicação revelou-se extremamente pouco intuitiva e não disponibilizava uma opção clara e funcional para cancelar a subscrição durante esse período. Sempre que tentava proceder ao cancelamento, a aplicação limitava-se a indicar que ainda restavam 12 dias do período gratuito, sem permitir efetivamente a conclusão do cancelamento. Adicionalmente, a área de ajuda informava que a gestão ou cancelamento da subscrição poderia ser feita através da aplicação ou por contacto telefónico. Nenhuma das opções se revelou viável. Tentei contactar o apoio telefónico por diversas vezes, nomeadamente nos dias 20 e 21, ainda antes da data de renovação, bem como em dias posteriores, sem nunca conseguir atendimento. Perante a ausência total de resposta por via telefónica, tentei igualmente entrar em contacto por e-mail, tendo recebido apenas respostas automáticas e genéricas, que não demonstram qualquer análise do problema exposto nem apresentam solução concreta. Apesar de ter conseguido cancelar a subscrição posteriormente, foi efetuada uma cobrança, a qual considero indevida, uma vez que a minha intenção de cancelamento foi manifestada de forma clara e reiterada dentro do período gratuito, tendo sido impedida exclusivamente por falhas da aplicação e pela inexistência de apoio ao cliente funcional. Considero esta situação particularmente grave, por impedir o exercício do direito ao cancelamento e resultar numa cobrança injustificada, configurando uma prática potencialmente enganosa e desleal. Solicito a intervenção das entidades competentes para que seja efetuado o reembolso integral do valor cobrado, bem como para que esta prática seja analisada, de forma a evitar que outros consumidores passem pela mesma situação. Beatriz Ferreira
Compra de Bilhetes
Deixo aqui a minha reclamação, numa plataforma para compra de bilhetes online, que usa a Klarna como intermediário de crédito, e existem atrasos nas comunicações dos pagamentos, e o cliente compra e tem que sair prejudico, deixo aqui o email enviado a BOL hoje dia 27/01/2026, após a tentativa de resolução ter sido contra o prejuizo que me está a dar e o trabalho, sendo que a venda está duplicada, e os dois clientes envolvidos, sem culpa, um com os bilhetes na sua posse que possivelmente comprou posterior a mim, e eu como comprei na klarna o valor foi debitado e continuará a ser, como são duas plataformas que trabalham em conjunto mas tem atrasos na comunicação, continuo a pagar mas não tenho bilhetes, a solução é devolver ou trocar, e eu não aceito menos do que paguei originalmente existem comprovativos que mostram a compra concluida.
SIXT / COBRANÇA INDEVIDA / DANO IDENTIFICADO NO ATO DA RETIRADA DA VIATURA
Excelentíssimos Senhores, Venho, por meio desta plataforma na qual confio, relatar um problema ocorrido com a empresa Sixt Rent a Car, acreditando que o mesmo possa ser devidamente analisado e solucionado com a seriedade que o caso exige. No dia 10, realizamos o aluguer de uma viatura junto à Sixt. No momento da entrega da chave, dirigimo-nos até ao veículo e, ainda antes de iniciar a utilização, um risco na parte frontal da viatura foi identificado, na presença de uma testemunha que se encontrava comigo. Imediatamente regressámos ao balcão e comunicámos o facto ao colaborador que nos havia entregue a chave. O mesmo informou-nos para ficarmos tranquilos, afirmando que todos os danos já se encontravam devidamente identificados no sistema, razão pela qual seguimos viagem confiantes de que a situação estava regularizada. No momento da devolução da viatura, para nossa surpresa, o colaborador responsável procedeu ao registo fotográfico desse mesmo risco, atribuindo-nos um dano que já era pré-existente. Solicitei, então, a presença do gerente, a quem expliquei detalhadamente toda a situação. O gerente afirmou ter conhecimento do ocorrido e orientou-me a responder a um eventual e-mail da Sixt, explicando os factos, garantindo que deixaria essa informação registada na nota interna, reconhecendo que o dano já existia antes do nosso uso. Contudo, tal procedimento não foi respeitado. Posteriormente, foi efetuado um desconto indevido no valor de 396,60 € na minha conta bancária. A Sixt alegou que o risco não existia anteriormente e que teria sido causado durante o nosso período de utilização, o que não corresponde à verdade. Ressalto ainda que esta não é a primeira situação problemática que enfrentamos com a empresa. Em aluguer anterior, ficámos imobilizados na via pública devido a falhas técnicas num veículo elétrico fornecido pela Sixt, tendo sido atribuído apenas um voucher como compensação. Estes episódios demonstram uma clara falha no pós-aluguer e no atendimento ao cliente, gerando insegurança e constante receio quanto à qualidade do serviço prestado. Desta forma, venho por este meio solicitar a resolução imediata do problema, com o reconhecimento de que o dano era pré-existente e o estorno integral do valor de 396,60 € indevidamente debitado. Caso contrário, informo que irei recorrer a apoio jurídico, uma vez que se trata de uma falha grave e injusta por parte da empresa. Aguardo um retorno célere e uma solução definitiva para este caso. Com os melhores cumprimentos, Pablo
EDREAMS - RETIRARAM DINHEIRO DA MINHA CONTA CORRENTE E NAO FIZ NENHUMA COMPRA E NEM AUTORIZEI ASSINA
BOM DIA! recebi uma mensagem da EDREANS atraves do meu email noelisalem.tvde@gmail.com dando boas vindas sendo que nao acionei a EDREANS exatamente pra nada e hoje dia 28/01/26 para a minha suspresa teve uma cobrança de 89,99 referente a EDREAMS PRIME. ORA SENHORES NAO ACESSEI A EDREAMS PARA FAZER NENHUMA COMPRA UMA VEZ QUE NAO INDICO ESSA EMPRESA PARA NINGUEM DEVIDO AS COBRANÇAS DE ASSINATURAS QUE FAZEM SEM AUTORIZAÇÃO E SEM COMPRAR PRODUTO. EMAIL QUE RECEBI A MSG noelisalem.tvde@gmail.com DIANTE DO EXPOSTO EM CARATER DE URGENCIA SOLICITO A DEVOLUÇÃO DE IMEDIATO NA MINHA CONTA CORRENTE DENTRO DE 24 HORAS CORRIDAS PRECISO DESSE DINHEIRO PARA COMPRAR REMEDIOS E A MINHA CONTA FICOU NEGATIVA NO BANCO. NAO INDICO ESSA EMPRESA SEM ESCRUPULO PARA NINGUEM E NUNCA MAIS COMPRO NADA DELES E NAO AUTORIZEI NENHUM PAGAMENTO E NEM ASSINATURA , NAO TEM NADA LIBERADO DO BANCO MILLENIUM. DEVOLVAM O MEU DINHEIRO NESSE PRAZO EM ATE 24 HORAS SEM FALTA CASO ISSO NAO OCORRA VOU FAZER UM BOLETIM DE OCORRENCIA E ENTRAR JUNTO AOS ORGAOS COMPETENTES PARA VER O MEU DINHEIRO DE VOLTA E SOLICITAR DANOS MORAIS PELO PREJUIZO QUE ESTAO CAUSANDO CERTA AINDA DE CONTAR COM O RESPEITO E VALORIZAÇÃO QUE MEREÇO NO AGUARDO DA DEVOLUÇÃO IMEDIATA
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