Reclamações públicas

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J. M.
07/03/2026

Bagagem de mão

Excelentíssimos senhores, o meu nome é Joana Raquel Santos Martins e venho por este meio realizar uma reclamação relativa à minha bagagem de mão. Realizei 4 voos Ryanair com a mala e nunca houve qualquer questão com o seu tamanho. Neste voou em específico que realizei foi evidente a necessidade de quererem cobrar o valor da bagagem à força. Pediram ao meu marido para testar a mala e uma das operadoras disse que não dava e outra disse que dava. Então em que ficamos ? Comigo foi igual e nem me deram tempo de retirar um casaco que tinha dentro da minha mala. Estou muito insatisfeita com a situação, pois foi notório quererem ficar com o dinheiro a todos o custo. No final fui obrigada a pagar o transporte da mala e nem houve uma justificação. Disseram que não cabia e nem olharam para a mala no local se testagem de tamanho. Muito insatisfeita.

Encerrada
J. G.
07/03/2026
MEO

Incumprimento do Serviço Internet e Tv da Meo

Desde dia 14/02 estou sem o serviço contratado da Meo. Foi feito o pedido de resolução do contrato por incumprimento culposo do operador, falta de serviço de internete e televisão feito em 2/03 e até á data de hoje não obtive resposta. Após 4 visitas de técnicos o problema continua.

Resolvida

Reclamação á Lei do Recall

Exmo. Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT), Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à aplicação da nova regra que determina a reprovação automática na inspeção periódica obrigatória de veículos que possuam campanhas de recall por realizar. No meu caso concreto, a validade da inspeção periódica do meu veículo termina no dia 9 de março de 2026. No exercício do meu direito enquanto consumidor e proprietário do veículo, desloquei-me voluntariamente a um centro de inspeção no dia 6 de março de 2026, portanto dentro do prazo legalmente previsto para a realização da inspeção. Foi nesse momento que tive conhecimento, pela primeira vez, de que a existência de uma campanha de recall pendente impediria a aprovação do veículo na inspeção. Até essa data, não fui alvo de qualquer comunicação oficial direta por parte das entidades competentes, nomeadamente do IMT, nem recebi qualquer notificação formal que me alertasse para o impacto desta nova regra na realização da inspeção do meu veículo. Considero extremamente grave que uma alteração com impacto direto na circulação de veículos e na mobilidade dos cidadãos tenha sido colocada em vigor no dia 1 de março de 2026 sem que tenha existido um período de transição razoável que permitisse aos proprietários regularizar eventuais situações pendentes junto das marcas automóveis. Importa ainda salientar que a resolução de campanhas de recall não depende exclusivamente da vontade ou diligência do proprietário do veículo. A realização destas intervenções está condicionada à disponibilidade das oficinas autorizadas das respetivas marcas, as quais, perante a entrada em vigor súbita desta medida, não possuem capacidade para responder de forma imediata ao elevado número de pedidos que naturalmente surgem. Assim, cria-se uma situação manifestamente injusta em que o cidadão é penalizado por circunstâncias que não controla, podendo ver o seu veículo reprovado na inspeção e, consequentemente, ficar impedido de circular legalmente, mesmo tendo cumprido o prazo legal para realizar a inspeção e mesmo não tendo tido conhecimento prévio da existência desta obrigação. Esta situação levanta sérias dúvidas quanto ao respeito por princípios fundamentais da atuação administrativa, nomeadamente: – o princípio da informação e transparência perante os cidadãos; – o princípio da proporcionalidade na aplicação de medidas administrativas; – e o princípio da proteção da confiança legítima dos consumidores. Não é aceitável que uma medida desta natureza entre em vigor sem que os proprietários dos veículos sejam previamente informados por canais oficiais adequados, como comunicação direta por carta, notificação eletrónica ou informação obrigatória através dos próprios centros de inspeção com antecedência suficiente. Os meios de comunicação social não podem, nem devem, ser considerados o único meio de divulgação de alterações legais com impacto direto na vida quotidiana dos cidadãos. Deste modo, considero que a aplicação imediata desta regra, sem período de adaptação razoável e sem comunicação direta aos proprietários dos veículos, coloca muitos cidadãos numa situação de incumprimento involuntário e de clara desvantagem. Solicito, por isso, que o IMT analise esta situação e considere a necessidade de rever a forma como esta medida está a ser aplicada, nomeadamente através da criação de um período transitório ou de mecanismos que salvaguardem os proprietários que, de boa-fé, se apresentaram dentro do prazo legal para realizar a inspeção periódica obrigatória. Apresento esta reclamação no exercício do meu direito enquanto consumidor e cidadão, esperando que esta situação seja devidamente analisada e que sejam tomadas medidas que garantam maior justiça, transparência e previsibilidade na aplicação de normas com impacto direto na mobilidade dos portugueses.

Encerrada
D. C.
07/03/2026

Sinistro

Atempadamente exposta à Mapfre a situação de avaria de um recuperador, em dezembro de 2025, coberta pela cláusula referente a danos causados por descargas elétricas, foi indeferido o pagamento das despesas, no valor de quase 900€, alegando a seguradora que "poderia não se tratar" do claramente exposto em relatório técnico. Ou seja, foi contrariada e negada (embora não taxativamente...) uma informação veiculada por técnicos da especialidade, sendo que o perito da seguradora que se deslocou ao local não era profissional em recuperadores. Portanto, mesmo na dúvida condicional, e empresa Mapfre não assumiu a sua responsabilidade.É a infeliz realidade que temos...Em anexo, as comunicações efetuadas e documentos enviados.

Encerrada
A. C.
07/03/2026

Sinistro por resolver

Assunto: Ausência de resposta e informações da parte da Zurich Insurance Europe AG Sucursal em Portugal. Apólice Nº 005802918. Cliente Nº 021175260. Sinistro Nº 009525485. No dia 16 de fevereiro de 2026, efetuei uma participação de um sinistro ocorrido na minha moradia. Ficou registado com o Nº 009525485. Desde então, passaram 19 dias sem que houvesse da parte da seguradora qualquer diligência para resolver a situação, pese embora, os vários emails enviados e contatos telefónicos efetuados. Foi dado conta à seguradora, por mais do que uma vez, que o sinistro se reportava a uma porta interior de vidro branco lacado e laminado que estilhaçou em uma das faces e que a qualquer momento poderia quebrar na totalidade ou cair podendo provocar danos materiais e pessoais. De nada tem valido os contatos nem a sensibilização para a resolução rápida do problema. A seguradora ao longo de todo o tempo tem-se mostrado completamente alheia e insensível à questão apresentada e aos diversos contatos. Num dos contatos telefónicos a assistente da Zurich chegou mesmo a dizer ao meu marido que não tinham avançado com o processo porque não tinham na sua posse o meu contato de email, o que é falso. Ainda ontem, dia 06/03/2026, recebi um email da Zurich Com o assunto: “Caro/a Cliente, vai receber por email, a informacao relativa ao premio da sua apolice de seguro 005802918”. Afinal tem ou não o meu endereço de email?! Passados 19 dias o perito ainda não veio ao local do sinistro. Através desta reclamação pretendo que a seguradora ZURICH acelere o processo e responda objetivamente ao tomador do seguro. A postura da seguradora demonstra uma clara irresponsabilidade, falta de profissionalismo e de respeito por quem ao longo de quase 15 anos sempre tem cumprido com a sua parte neste contrato comercial que implica deveres das duas partes. Os deveres do consumidor têm sido sempre cumpridos com pontualidade. Os deveres do fornecedor ZURICH, deixam muito a desejar. Anita Cristina Rodrigues Costa

Resolvida
L. M.
07/03/2026

Levantamento bloqueado

Levantamento bloqueadoFiz um depósito de 155€ no dia 27 de fevereiro em uma máquina de pagamento em um mercado da PlayShow. A máquina não pediu meus dados, nome nem NIF, apenas permitiu fazer o pagamento. Posteriormente, a Betano pediu a comprovação da origem do dinheiro, e eu enviei o comprovante do depósito. Mesmo assim, o comprovante foi recusado várias vezes. Tentei enviar novamente na sexta-feira, mas foi recusado. Passei praticamente o dia todo tentando resolver e não tive nenhuma resposta da Betano. No dia seguinte liguei para o suporte e expliquei toda a situação: que o comprovante não tem nome porque o pagamento foi feito em uma máquina eletrônica da PlayShow, em uma loja física, onde não é solicitado NIF ou identificação. Mesmo assim, não resolveram a minha situação. Apenas disseram que iam encaminhar para o setor responsável e que o sistema iria analisar. Continuei tentando resolver no sábado e no domingo, enviando mensagens e explicando novamente o ocorrido, mas não obtive nenhuma solução. O depósito foi feito por mim, com o meu dinheiro, em uma máquina eletrônica da PlayShow, que simplesmente não solicita identificação no momento do pagamento. É uma vergonha uma empresa tão grande como a Betano PT demorar tanto para resolver uma situação tão simples. Já faz uma semana inteira que estou tentando resolver esse problema, enviando mensagens e explicando tudo várias vezes, e até agora ninguém resolveu o meu caso. Estou extremamente frustrada com a situação. Só quero fazer o levantamento do meu próprio dinheiro, nada mais. No entanto, parecem tratar a situação como se eu estivesse fazendo algo errado, como se o dinheiro fosse de origem suspeita, quando na verdade é um dinheiro honesto, fruto do meu trabalho. Fica aqui a minha reclamação, porque é inadmissível uma empresa desse tamanho demorar tanto para resolver um caso tão simples.

Encerrada
J. M.
07/03/2026

Danos provocado pelo serviço de reboque

No passado dia 04.06.2025, foi feito um pedido de assistência/reboque por avaria da minha Viatura Alfa Romeo MiTo na zona do Campo Grande em Lisboa para esta ser rebocada para uma oficina na zona de Vialonga. Ao chegar ao locar para descarga (na oficina), o operador do reboque na descarga deixou que o pneu que estava junto da guia do passeio encosta-se a esta e lhe tenha provocado um grande golpe lateral. Fiz a reclamação junto da minha companhia ao que esta inicialmente me pediram as características dos pneus montados pensando eu que seria para repor os 2 pneus (da frente) devido ao dano provocado. Lamentavelmente responderam-me que não aceitavam o dano provocado, alegando que o pneu já se encontrava em mau estado e danificado. Em resposta, fiz acompanhar fotos onde facilmente é perceptível que o corte é daquele momento devido á cor e lindeza que a borracha mostra. Alegaram, que não poderiam aceitar a reclamação com o argumento "Verificamos que o estrado do reboque utilizado é liso e não possui grampos ou superfícies cortantes, o que impossibilita que o simples contacto do pneu com o estrado, provoque rasgos". Por esta resposta, é perceptível que há uma tentativa de desvirtuar a causa, uma vez que eu referi que o dano ocorreu na movimentação da viatura junto do passeio e não no estrado do reboque. Não obtendo outra resposta à minha pretensão, tentei fazer a anulação da apólice ao que me responderam que isso não é permitido por lei. Estando assim de momento com a viatura impossibilitada de circular, venho solicitar o Vosso apoio para ver que passo poderei dar e a quem recorrer. Desde já fico muito grato, aguardando as Vossas prezadas notícia. Atenciosamente, Júlio Morais

Em curso
B. R.
07/03/2026

Reembolso não processado

Exmos. Senhores, Fiz uma venda na vinted a uma rapariga, embrulhei tudo direitinho e chegou ao destino. A rapariga reportou que quando foi abrir a porta do cacifo locky, não estar lá a encomenda. A vinted solicitou me detalhes da encomenda (e eu dei) e um comprovativo de como a encomenda foi enviada. Envie o print da mensagem da vinted a dizer que foi enviado. Não consideraram essa informação e procederam ao reembolso da compradora e eu fique sem o profundo e sem o dinheiro. Ao procurar no email, encontrei a mensagem e o número da encomenda e enviei à vinted mas disseram que já não havia nada a fazer. Isto é completamente inadmissível

Encerrada
A. G.
07/03/2026

Veículo em garantia imobilizado sem diagnóstico nem prazo de reparação

Venho por este meio apresentar reclamação relativamente ao meu veículo Nissan Juke Hybrid, adquirido novo em novembro de 2024, e que se encontra ainda integralmente coberto pela garantia do fabricante. No dia 28 de Fevereiro de 2026, o veículo apresentou no painel a mensagem de erro “HEV System Malfunction”, ficando impossibilitado de ligar. Perante esta situação, foi acionada a assistência da marca Nissan, que procedeu ao reboque do veículo para o concessionário Carby Portimão. Desde essa data o veículo encontra-se totalmente imobilizado nas instalações do concessionário. No entanto, foi-me comunicado que o diagnóstico da avaria poderá demorar cerca de 15 dias, não existindo igualmente qualquer previsão concreta para eventual reparação. Considero esta situação inaceitável, tendo em conta que: * o veículo foi adquirido novo há pouco mais de um ano; * encontra-se dentro do período de garantia do fabricante; * encontra-se totalmente imobilizado e impossibilitado de ser utilizado; * não foi apresentada uma solução adequada de mobilidade enquanto o veículo permanece indisponível. Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, que regula os direitos do consumidor na compra e garantia de bens, o consumidor tem direito à reposição da conformidade do bem, através de reparação ou substituição, devendo tal ocorrer de forma gratuita, dentro de um prazo razoável e sem causar inconveniente significativo para o consumidor. A indicação de um período potencialmente superior a duas semanas apenas para diagnóstico, mantendo o veículo totalmente imobilizado, levanta sérias dúvidas quanto ao cumprimento destas obrigações legais e representa um prejuízo significativo para o consumidor. Assim, venho por este meio solicitar a intervenção dessa entidade no sentido de: 1. Garantir a realização urgente do diagnóstico da avaria e a subsequente reparação do veículo; 2. Assegurar uma solução de mobilidade adequada enquanto o veículo permanece imobilizado; 3. Garantir o cumprimento integral das obrigações legais associadas à garantia do veículo; 4. Avaliar eventual incumprimento das obrigações legais por parte do operador económico caso a situação se prolongue sem resolução em prazo razoável. Caso a situação de imobilização se prolongue sem resolução adequada, reservo-me ainda o direito de recorrer aos mecanismos legais disponíveis para defesa dos meus direitos enquanto consumidor. Agradeço a análise e intervenção desta entidade. Com os melhores cumprimentos, Ana Cristina Gomes Gonçalves Tlm: 00351 918 129 569 BO-99-IL

Encerrada
F. C.
07/03/2026
Tempus

Encomenda não recebida - TM31307

Exmos. Senhores, Em 29 de Janeiro adquiri um relógio, da vossa marca, pelo valor de 209,00€. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia 17 de Fevereiro. Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços 24/02, 26/02, e 05/03 e obtive a resposta de que o bem está para entrega. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo, solicito a rescisão do contrato celebrado, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização. Cumprimentos.

Encerrada

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