Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
D. J.
31/05/2026

Colaborador da carris nao abriu porta

Boa tarde Com muita indignação que escrevo esta reclamação Na tarde de domingo (31/05/2026) apanhei o autocarro 4725 em Setúbal direção Lisboa as 16h na qual a minha intenção era parar na estação do Pragal portagens, o vosso colaborador apesar de enconstar na paragem nao abriu as portas traseiras para os passageiros sairem, eu e mais um passageiro pedimos ao senhor para abrir a porta ao qual nao obtivemos resposta , neste momento encontro me em lisboa pois o vosso colaborador recusou se abrir a porta a dizer que ja tinha encostado e que ja nao dava para passar , sou militar tenho horários a cumprir e por vossa falta de noção e imprudência ja vou chegar atrasado ao meu destino, agradeco que vejam com os vossos colaboradores a condutar e a atenção para o sinal de stop indicado no autocarro!!

Encerrada
T. M.
31/05/2026

Produto enviado errado

Exmos. Senhores, No dia 19/05 efetuei a compra de um colchão através do Marketplace da Worten, com as medidas 140x200 cm. A encomenda foi entregue no dia 25/05, tendo verificado de imediato que o produto recebido não correspondia ao produto adquirido, uma vez que me foi entregue um colchão de 180x200 cm. Assim que constatei o erro, entrei em contacto com a Worten para reportar a situação e solicitar a sua resolução. Fui encaminhada para o vendedor, a Cecotec, com quem passei a tratar diretamente do processo. Desde o primeiro contacto deixei expressamente claro que não pretendia o reembolso da compra, mas sim a substituição do produto incorretamente enviado pelo produto correto, uma vez que o erro de envio foi inteiramente da responsabilidade do vendedor. Informei ainda que me tinha mudado recentemente para uma nova habitação e que tinha efetuado a encomenda com antecedência precisamente para garantir que teria o colchão disponível a tempo. Apesar de ter comunicado a situação imediatamente após a entrega, continuo, à data de 31/05, sem o colchão que adquiri e necessito. Considero particularmente grave o facto de, após vários contactos, não me ter sido apresentada uma solução concreta nem um prazo efetivo para a resolução do problema. Ao longo das comunicações mantidas com o vendedor, foi-me indicado por diversas vezes que receberia informações por email e/ou SMS relativamente à recolha do colchão entregue incorretamente. Contudo, nunca recebi qualquer comunicação nesse sentido. No dia 29/05 fui surpreendida por uma chamada de um estafeta a informar que se deslocaria para proceder à recolha do colchão. Tal situação ocorreu sem qualquer aviso prévio por parte do vendedor ou da plataforma, impossibilitando-me de organizar a recolha, uma vez que me encontrava a trabalhar. Tentei reagendar diretamente com o estafeta para o sábado seguinte, mas não voltei a ser contactada. Adicionalmente, manifestei desde o início que não aceitava uma solução baseada em reembolso, uma vez que o produto se encontra atualmente com um valor superior ao que paguei, estimando-se uma diferença de cerca de 50 a 60 euros. A minha pretensão sempre foi receber o produto correto, correspondente à encomenda efetuada. Foi ainda referido pelo vendedor que a substituição dependeria da existência de stock, o que considero injustificável, tendo em conta que o incumprimento resultou de um erro de envio da sua exclusiva responsabilidade. Considero que não foi prestado um serviço adequado nem dada uma resposta proporcional ao problema criado pelo vendedor. Até à presente data continuo privada da utilização do produto adquirido, apesar de ter agido prontamente para reportar o erro e colaborado em todos os momentos para a resolução da situação. Solicito a intervenção da DECO Proteste para que seja garantida a recolha do produto entregue incorretamente e a entrega do colchão com as características contratadas, sem qualquer encargo adicional para mim e num prazo razoável, atendendo ao tempo já decorrido desde a comunicação da ocorrência. Cumprimentos.

Resolvida
D. P.
31/05/2026

Retirar o dinheiro todo

Bom dia, Após um acordo de pagamento e em dia com a segurança social, foi me retirado o dinheiro toda da conta incluindo ordenado mínimo, o meu espanto é ter o acordo em dia , tirarem me o dinheiro todo deixando sem meio de sobrevivência e com menores a meu cargo Agradecia a vossa ajuda para poder regularizar a situação visto que não consigo ter meio de maneio para pagar o que seja por eles me terem tirado todo o meu dinheiro. Obrigado

Resolvida
N. S.
31/05/2026

Cobrança

Minha reclamação e por causa de uma dívida que está a me cobrar ,não tenho fidelidade com a entidade credora e estão me cobrando 120 € de dívidas ,gostaria de ajuda nesta situação.

Resolvida

Encomenda não recebida

Exmos. Senhores, Em 7 de fevereiro 2025 adquiri um sofá, da marca chaiselong veneza, pelo valor de 1100€. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia 24 de fevereiro a 7 de março. Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários (demasiadas tentativas)contactos junto dos vossos serviços e obtive a resposta de que o bem está para entrega e que sai na próxima carga. Cheguei a falar com uma suposta transportadora,que depois percebi que era tudo mentira (muito grave o que fizeram,até bloquearam o meu número)

Encerrada
A. T.
31/05/2026

cobrança de valor indevidos

Exmos. Senhores, Venho solicitar o vosso apoio relativamente a uma situação de cobrança que considero indevida. Fui contactado por uma empresa de cobranças a exigir o pagamento de um valor referente a um serviço que alegadamente contratei. No entanto, não assinei qualquer contrato, não recebi qualquer documento contratual e não me foi fornecida prova da minha adesão ao referido serviço. Além disso, cerca de uma semana antes desta situação, tinha já solicitado o cancelamento do serviço em questão. Perante estas circunstâncias, considero que a cobrança carece de fundamentação e gostaria de saber quais são os meus direitos e quais os passos que devo seguir para contestar esta dívida e exigir a apresentação de provas da alegada contratação. Agradeço a vossa análise e orientação. Com os melhores cumprimentos,

Resolvida
P. F.
31/05/2026

fraude bancária por engenharia social (“vishing”)

Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o apoio e intervenção da DECO relativamente a um litígio que mantenho com o Banco BPI, decorrente de um caso de fraude bancária por engenharia social (“vishing”), que resultou em operações de pagamento não autorizadas no valor total de 13.700,00 €, montante cuja restituição foi recusada por aquela instituição bancária. A presente situação envolve a sociedade Linha Cúbica – Engenharia e Reabilitação, Lda., da qual sou sócio-gerente e representante legal. Cumpre ainda referir que sou associado da DECO há vários anos, razão pela qual recorro à vossa intervenção e apoio especializado, na expectativa de obter orientação e defesa dos meus direitos perante a situação descrita. No dia 23 de abril de 2026, ao aceder ao serviço de homebanking do Banco BPI, surgiu uma mensagem de segurança informando da existência de uma alegada atividade fraudulenta na conta e indicando que seria posteriormente contactado pelo serviço de segurança do banco. Pouco depois, recebi uma chamada telefónica de indivíduos que se identificaram como colaboradores do Banco BPI e que aparentavam ter conhecimento da situação apresentada no ecrã. Durante esse contacto fui informado de que estaria em curso uma tentativa de fraude e de que seria necessário realizar determinados procedimentos de segurança para proteger a conta. Confiando que estava a falar com colaboradores legítimos da instituição bancária, fui induzido a introduzir códigos de autenticação recebidos por SMS e coordenadas de segurança, acreditando que estava a bloquear operações fraudulentas e a proteger a conta. Posteriormente verifiquei que tinham sido realizadas três transferências bancárias para o mesmo beneficiário, sem a minha autorização consciente, nos seguintes montantes: • 5.000,00 € às 11h26; • 5.000,00 € às 11h29; • 3.700,00 € às 11h31. O valor total transferido ascendeu a 13.700,00 €. Assim que tomei conhecimento da fraude, contactei a linha de segurança do Banco BPI, em menos de duas horas após a ocorrência dos factos, reportando de imediato a situação. Ainda no próprio dia 23 de abril de 2026 apresentei reclamação formal junto do Banco BPI, solicitando a abertura de investigação, a tentativa de recuperação dos fundos transferidos e o reconhecimento das operações como não autorizadas. Nesse mesmo dia apresentei igualmente denúncia junto da PSP, através de Auto de Denúncia, relativo aos factos ocorridos. Posteriormente, entreguei cópia do Auto de Denúncia da PSP num balcão do Banco BPI, para integração no processo de reclamação e investigação. O Banco BPI forneceu também documentação identificando a conta de destino das transferências fraudulentas e reconhecendo tratar-se de uma transferência contestada por fraude. De posse dessa documentação, procedi à sua entrega junto do Banco Santander, instituição onde se encontrava domiciliada a conta beneficiária das transferências. Na sequência dessa comunicação, foi aberto um processo interno pelo Banco Santander destinado à análise da situação e à eventual recuperação dos fundos transferidos. Em 28 de abril de 2026 recebi resposta formal do Banco BPI, na qual a instituição recusou qualquer responsabilidade pelos prejuízos sofridos, alegando que: • Não existiram falhas de segurança nos seus sistemas; • As operações foram autenticadas através de códigos OTP enviados por SMS e cartão de coordenadas; • Os factos se enquadram num esquema de fraude por engenharia social (“vishing”); • Não se encontram reunidas as condições para proceder ao reembolso dos montantes reclamados. Não concordando com essa posição, apresentei de imediato pedido formal de reapreciação da decisão. Nesse pedido sustentei, entre outros aspetos, que: • Nunca existiu qualquer vontade ou intenção da minha parte de realizar aquelas transferências; • Os códigos de autenticação foram inseridos sob erro provocado por terceiros que se fizeram passar por colaboradores do banco; • A mera autenticação técnica das operações não equivale a autorização válida e consciente das mesmas; • Não existiu negligência grosseira da minha parte; • Compete ao banco demonstrar a existência de culpa grave do cliente para se exonerar da responsabilidade prevista no Regime Jurídico dos Serviços de Pagamento e da Moeda Eletrónica (RJSPME). Foi ainda invocada jurisprudência recente do Supremo Tribunal de Justiça relativa a situações de homebanking, phishing e vishing, segundo a qual o risco inerente aos sistemas de pagamento eletrónicos recai, em princípio, sobre a instituição bancária, salvo prova de fraude ou negligência grosseira do utilizador. Importa ainda salientar que as operações apresentavam características manifestamente anómalas, nomeadamente três transferências sucessivas, realizadas em poucos minutos, para o mesmo beneficiário e em montantes elevados, circunstâncias que considero deverem ter desencadeado mecanismos adicionais de monitorização, validação e prevenção de fraude por parte da instituição bancária. Em 29 de abril de 2026 apresentei igualmente reclamação junto do Banco de Portugal, da qual resultou a abertura do processo n.º PCB-RCO.108221.688, atualmente em apreciação. Apesar da reapreciação solicitada, o Banco BPI comunicou, em 7 de maio de 2026, que mantinha integralmente a posição anteriormente assumida, recusando proceder ao reembolso dos 13.700,00 €. Face ao exposto, solicito o apoio da DECO na análise desta situação e na defesa dos meus direitos, nomeadamente através da avaliação da atuação do Banco BPI, do enquadramento legal aplicável e dos mecanismos mais adequados para obtenção da reparação dos prejuízos sofridos. Por último, informo que disponho de um conjunto significativo de elementos probatórios que suportam integralmente os factos acima descritos, incluindo reclamações, respostas do Banco BPI, Auto de Denúncia da PSP, documentação relativa à conta beneficiária, comunicações com o Banco Santander e comprovativo da reclamação apresentada ao Banco de Portugal. Contudo, a totalidade da documentação digital ocupa aproximadamente 11 MB, ultrapassando o limite permitido pelo formulário de submissão. Assim, agradecia que me fosse indicada uma via alternativa para envio da documentação completa, nomeadamente através de endereço de correio eletrónico, plataforma de transferência de ficheiros ou outro meio que entendam adequado. Agradeço desde já toda a atenção dispensada e fico a aguardar o vosso contacto. Com os melhores cumprimentos, Pedro Morbey Contacto telefónico - 919431910 Contacto email - pmorbey@hotmail.com

Resolvida

Danos no pneu

Apresento reclamação relativamente ao tratamento dado ao processo referente à viatura AA-55-SV. A viatura foi recolhida na minha residência por reboque e transportada diretamente para a oficina, sem qualquer circulação intermédia. Antes da recolha, tirei fotografias ao veículo, nas quais é possível verificar o estado do pneu. Após a entrega na oficina, foi detetada uma deformação visível, alto no pneu e perda constante de ar no mesmo pneu, situação inexistente antes da intervenção. A oficina confirmou-me que a viatura chegou às suas instalações já com o pneu nessas condições. Os pneus são recentes, tendo sido substituídos em outubro. Desde então, sou obrigada a encher diariamente o pneu devido à perda contínua de pressão, comprometendo a utilização normal e segura da viatura. Apesar das fotografias enviadas e dos esclarecimentos prestados, a empresa recusou assumir qualquer responsabilidade. A sua posição baseia-se numa fotografia tirada a longa distância, onde não é possível observar com clareza o estado do pneu nem retirar conclusões objetivas sobre a existência dos danos. Acresce que, após contacto com a oficina, fui informada de que a empresa nunca os contactou para solicitar esclarecimentos ou confirmar o estado em que a viatura deu entrada nas suas instalações. Considero, por isso, que a reclamação foi analisada sem a recolha de elementos relevantes para o apuramento dos factos. Entendo que a decisão de indeferimento não teve por base uma averiguação completa e imparcial da situação, motivo pelo qual solicito a intervenção da entidade competente para apreciação da presente reclamação e apuramento de responsabilidades. Em anexo foto tirada antes da recolha e como está agora

Encerrada
N. C.
31/05/2026

Canecalento de assinatura

Bom dia ,venho por este meio pedir o cancelamento da minha assinatura deco PROTESTE com o número de associado 7230667-93,pois já não tenho interesse em manter os vossos serviços,e além do mais eu fiz a minha adesão aos vossos serviços no dia 22/04/26,e segundo as vossas condições são 2 euros por 2 meses,ou seja o período de dois meses seria até ao dia 22 de Junho,mas acontece que já me vão tirar o valor da próxima mensalidade na próxima semana,por isso gostaria de saber onde é que do dia 22/04/26 até ao dia 2/06/26 são 2 meses. Estão a lesar o consumidor e para um associação de defesa do consumidor isso não fica muito bem. Por esses motivos solicito o cancelamento da minha subscrição apartir da data desta reclamação e a anulação desta próxima mensalidade que vai sair para a semana pois ainda estou dentro do período de 15 dias. Cumprimentos

Resolvida
R. C.
31/05/2026

Cobrança indevida de alegados danos em dois alugueres distintos e ausência de resposta efetiva às re

Venho apresentar reclamação contra a empresa Record Go relativamente a duas cobranças efetuadas após a devolução de veículos alugados no Porto, referentes às reservas RRR1PB e RRRBD2, no valor total de 557,38€. Sou cliente habitual da empresa e realizei diversos alugueres nos últimos anos, incluindo no Porto, Madeira e Açores, sem qualquer incidente ou divergência. Contudo, nestes dois últimos alugueres fui confrontado com cobranças que considero injustificadas e relativamente às quais a empresa não forneceu esclarecimentos adequados nem analisou devidamente as provas apresentadas. Primeiro caso – Reserva RRR1PB Após a devolução do veículo, foi-me debitado o valor de 258,30€ alegadamente devido a um dano identificado no veículo. Contestei imediatamente a cobrança por considerar que o veículo foi devolvido nas mesmas condições em que me foi entregue. Solicitei esclarecimentos e apresentei fotografias tiradas no momento da recolha do veículo, na presença de um colaborador da empresa, onde já são visíveis marcas na zona posteriormente indicada como danificada. A documentação enviada pela Record Go contém descrições contraditórias e pouco claras relativamente à natureza da reparação alegadamente efetuada. Além disso, as fotografias apresentadas pela empresa não permitem identificar de forma inequívoca a existência de um dano novo nem demonstrar que o mesmo não era pré-existente. Apesar de ter apresentado estes argumentos e solicitado uma reapreciação da situação, a empresa limitou-se a repetir respostas padronizadas, sem analisar concretamente os elementos enviados nem responder às questões colocadas. Segundo caso – Reserva RRRBD2 A situação repetiu-se poucos meses depois. Neste caso, a devolução do veículo foi efetuada diretamente perante um colaborador da Record Go. O veículo foi inspecionado na minha presença e fui expressamente informado de que tudo se encontrava em perfeitas condições, sem qualquer dano visível e sem qualquer problema relacionado com combustível ou estado geral do veículo. Solicitei inclusivamente um documento assinado que comprovasse a boa entrega do veículo. Foi-me informado que esse procedimento tinha sido alterado e que a confirmação seria enviada posteriormente por email. Para minha surpresa, após abandonar as instalações recebi um documento com uma cobrança de 299,08€ por alegados danos visíveis no veículo. Mais uma vez, contestei imediatamente a situação, solicitei a devolução do montante cobrado e apresentei os mesmos argumentos relativos à falta de prova clara e à inconsistência da documentação apresentada. Tal como no primeiro caso, a empresa respondeu apenas através de mensagens padronizadas, sem responder às questões concretas levantadas. Fundamentos da reclamação Considero estas cobranças injustificadas pelos seguintes motivos: * Não foi demonstrado de forma clara, objetiva e inequívoca que os danos reclamados tenham ocorrido durante os períodos dos alugueres. * Possuo fotografias tiradas no levantamento dos veículos que demonstram a existência de marcas e imperfeições já presentes e não devidamente assinaladas pela empresa. * As fotografias apresentadas pela Record Go não permitem comprovar de forma conclusiva a existência de danos novos. * A documentação relativa aos custos de reparação contém descrições ambíguas e contraditórias, impossibilitando a validação dos montantes cobrados. * No segundo aluguer, fui expressamente informado por um colaborador da empresa de que o veículo se encontrava em perfeitas condições no momento da devolução. * A empresa não efetuou uma análise efetiva das reclamações apresentadas, limitando-se a reproduzir respostas genéricas sem responder às questões concretamente colocadas. * Foram cobrados 557,38€ sem que tenha sido apresentada prova suficiente que permita imputar tais danos ao consumidor. Pedido Solicito a intervenção da DECO Proteste para que a Record Go: 1. Reavalie ambos os processos de cobrança; 2. Apresente prova objetiva e inequívoca da origem dos alegados danos; 3. Proceda ao reembolso integral dos montantes cobrados indevidamente, no valor total de 557,38€, caso não consiga demonstrar de forma clara a responsabilidade do consumidor; 5. Responda de forma fundamentada às questões e elementos probatórios já enviados. Entendo que o consumidor não pode ser responsabilizado por danos cuja origem não seja devidamente comprovada nem confrontado com cobranças significativas suportadas apenas em documentação contraditória e respostas padronizadas.

Encerrada

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