Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
P. G.
01/09/2026

Atraso no voo

Exmos. Senhores, Em 18/08/2026 dirigi-me ao aeroporto de Sá Carneiro no Porto para embarcar no vosso voo FR975 para TENERIFE (Sul). Sucede que o voo, que estava marcado para as 22:25, se atrasou, com partida a ter lugar pelas 00:26 e a chegada ao destino a ocorrer às 03:20. Significa isto que o atraso excedeu as 2 horas, o que me causou os seguintes danos: 1.Impossibilidade de levantar a viatura na hora prevista, pois a loja estava encerrada, tinha pedido para eles estarem lá até às 01:30; 2.Permanência no aeroporto durante a noite; 3.Perda da primeira noite de alojamento; pelo que sinto que nos devem uma compensação pelos danos causados. De salientar que eramos 3 passageiros. Anexo de seguida o levantamento do carro (às 06:51) e a reserva no hotel como provas do que afirmei em cima. Fico a aguardar a vossa resposta. Cumprimentos. Paulo Gomes

Em curso
N. D.
31/08/2026

Recusa de embarque de menor desacompanhado

Exmos. Senhores, no dia 1 de julho de 2026, desloquei-me de Viseu para Lisboa para que o meu filho, de 8 anos, embarcasse no voo TP11, utilizando o serviço de Menor Desacompanhado da TAP Air Portugal. Ao chegarmos ao balcão de Serviços Especiais da TAP, no Aeroporto de Lisboa, fomos informados de que seria necessária uma autorização emitida por um notário para que o meu filho pudesse viajar. Esta exigência causou-nos estranheza, uma vez que sou a mãe da criança e o respetivo passaporte já contém a autorização para viajar desacompanhado. Acresce que o pai da criança encontrava-se à sua espera no Aeroporto do Recife para o receber à chegada.Perante essa informação, saímos imediatamente do aeroporto e dirigimo-nos ao cartório notarial mais próximo, onde consegui obter a autorização solicitada. Regressámos ao balcão da TAP por volta das 17h00. Apesar de o voo se encontrar atrasado, com previsão de partida para as 17h45, o atendimento que recebemos foi profundamente insatisfatório. O colaborador da TAP presente no balcão efetuou diversas chamadas telefónicas, a partir do seu telemóvel, para solicitar assistência, mas ninguém atendeu. Tentou repetidamente, sem qualquer sucesso. Durante todo esse tempo, não surgiu qualquer outro colaborador para prestar apoio ou procurar uma solução. Posteriormente, uma funcionária da TAP dirigiu-se ao balcão e informou-nos, de forma pouco prestável e sem demonstrar qualquer vontade em resolver a situação, que já não seria possível o embarque do meu filho, alegando que restariam apenas cerca de 10 minutos e que, devido à localização da aeronave, não haveria tempo suficiente para que chegasse à porta de embarque. O que torna esta situação ainda mais grave é o facto de o voo não ter descolado às 17h45, mas apenas às 18h44. Ou seja, existiu tempo mais do que suficiente para permitir o embarque da criança, caso tivesse existido vontade e diligência por parte da TAP em encontrar uma solução. Inclusive, o novo bilhete que fomos obrigados a adquirir para o voo do dia 2 de julho foi comprado muito antes da descolagem efetiva do voo TP11. Considero que a TAP não envidou os esforços mínimos para resolver uma situação que foi, em grande medida, criada pela própria companhia. O resultado foi um transtorno completamente evitável para toda a nossa família. Importa ainda salientar os prejuízos que esta situação nos causou. Para nos deslocarmos até Lisboa, utilizámos um automóvel emprestado, que tivemos de levantar em Castelo Branco, uma vez que residimos em Viseu. Após a recusa de embarque, fomos obrigados a regressar a Viseu no próprio dia 1 de julho e a repetir toda a viagem no dia seguinte, voltando novamente a Lisboa para que o meu filho pudesse finalmente embarcar, regressando depois a Viseu. Esta situação implicou despesas significativas e totalmente inesperadas, nomeadamente: Aquisição de um novo bilhete de avião; Custos acrescidos com combustível; Pagamento de portagens em várias deslocações; Tempo perdido em viagens desnecessárias; Elevado desgaste emocional para toda a família, em especial para uma criança de apenas 8 anos. Entendo que esta situação revela uma grave falta de diligência e de assistência por parte da TAP, sobretudo tratando-se do transporte de um menor desacompanhado, um serviço que exige especial cuidado, responsabilidade e profissionalismo. Assim, solicito que a TAP proceda à análise deste caso e apresente uma solução adequada, incluindo o ressarcimento integral dos prejuízos financeiros que me foram causados, bem como uma resposta fundamentada relativamente à atuação dos seus colaboradores. Caso não seja apresentada uma solução justa e satisfatória, verei-me obrigada a recorrer aos meios legais competentes para defesa dos meus direitos e dos direitos do meu filho. Aguardo a vossa resposta com a maior brevidade possível. Já abri recalmação no próprio sitio online da Tap, mas a resposta foi curta e extremamente insatisfatória. Tenho todas as provas de tudo que foi citado nesta reclamação. Com os melhores cumprimentos, Natally Diniz.

Em curso

Atraso na emissão da carta de condução

No dia 17 de julho, fiz e passei com sucesso o exame para a categoria C+E. No entanto, passado todo este tempo, continuo sem receber a respetiva carta de condução. Contactei telefonicamente o IMT para perceber o motivo do atraso e fui informado de que existiu um erro na identidade e referência atribuídas pelo centro de exames, sendo-me dito para entrar em contacto com o centro de exames. Após esse contacto, o centro de exames informou-me que é da exclusiva responsabilidade do IMT reenviar a nova identidade e referência para que o pagamento da emissão da carta possa ser feito. Estou, assim, num inaceitável "empurra-empurra" de responsabilidades entre entidades públicas, a ser prejudicado por um erro administrativo interno que não foi da minha responsabilidade. Para tentar resolver a situação de forma pacífica, enviei um e-mail detalhado para vários contatos do IMT, mas, até ao momento, continuo sem resposta nem solução para o meu problema. Peço uma intervenção rápida por parte do IMT para corrigir o erro informático/administrativo na identidade e referência, permitindo finalmente o envio da minha carta de condução, de que necessito para poder trabalhar!

Resolvida
L. S.
27/08/2026

Intervenção enviada – 15078228 - Insistência/Falta de comunicações por parte da Rede Expressos

Exmos. Senhores Venho informar que, desde o dia 18 de julho, a Rede Expressos deixou de me enviar qualquer email ou comunicação relativamente ao meu processo. Podem, por favor, verificar a situação? Envio em anexo os comprovativos do email que me enviaram, para que possam confirmar o sucedido. Agradeço, desde já, a vossa atenção e aguardo o vosso esclarecimento e orientação sobre os próximos passos. Com os melhores cumprimentos, Laura Sanos

Resolvida
L. R.
26/08/2026

Reclamações por atraso aguardando resposta há meses

Exmos. Srs. Tenho 5 reclamações relativas ao pedido de reembolso, devido ao atraso do comboio, que excedeu 60 minutos. Essas reclamações requerem respostas urgentes, pois aguardo por elas há meses. Sendo um cliente semanal da CP desde há cerca de 5 anos, fazendo o percurso de ida e volta Porto/Lisboa em Intercidades e, na maioria das vezes, no Alfa, considero que estou a ser menosprezado.

Em curso
C. T.
26/08/2026

Mau serviço prestado

No dia 25 de agosto, pedi uma viagem para o Green Park e o ponto de encontro era na Avenida dos Combatentes. No entanto, o motorista acabou por parar numa rua diferente, escondido por baixo de árvores. Liguei várias vezes, mas o motorista rejeitava sempre as minhas chamadas, dando claramente a entender que pretendia dificultar o encontro para que eu acabasse por cancelar a viagem, ficando assim com o valor cobrado. Durante a viagem, senti um enorme desconforto, pois o motorista passou o tempo todo a olhar pelo retrovisor e a rir-se de forma provocatória, além de optar por um percurso claramente mais longo do que o necessário. Reclamei através da aplicação e obtive uma resposta totalmente insensível. Recusaram-se a devolver o valor, dando claramente prioridade ao motorista em vez de protegerem o cliente. Estou muito desiludida com esta plataforma. Sinto que paguei por um serviço que foi muito mal prestado.

Em curso
G. R.
26/08/2026

Cobranças de Custos Administrativos indevidos

Boa tarde. Recebi uma cobrança da Ascendi referente a 25,00 € de portagens em atraso, acrescida de 136,64 € de custos administrativos (CA). Contudo, nunca fui anteriormente notificado da existência destas portagens em dívida, pelo que não tive oportunidade de proceder ao seu pagamento atempadamente e evitar a acumulação destes encargos. Nos termos da Lei n.º 25/2006, de 30 de junho, nomeadamente do artigo 10.º, deve existir uma notificação ao titular do veículo para pagamento voluntário. Assim, solicito a revisão desta cobrança e, em particular, que a Ascendi apresente prova das notificações anteriormente efetuadas, bem como a discriminação e fundamento legal dos 136,64 € de custos administrativos. Manifesto a minha disponibilidade para pagar o valor efetivamente devido pelas portagens (25,00 €), mas contesto os custos administrativos enquanto não for demonstrado que fui devidamente notificado e que os mesmos foram legalmente calculados. Solicito, por isso, a intervenção da DECO Proteste para análise e defesa dos meus direitos enquanto consumidor.

Em curso

Atraso, cancelamento e transtornos por 48h

Desesperador. É assim que posso definir minha experiência com a EasyJet. Tinha voo de volta de Barcelona para Lisboa: após 1 semana na casa de minha suegra, já estavamos todos cansados, fim de férias e voltamos na quinta feira já com trabalho e gato para cuidar no dia seguinte. Nosso voo estava marcado para às 17h50. Assim que saímos de casa, às 15h, recebemos uma mensagem de que o voo estaria atrasado em função do voo anterior. Fui checar no tracking e o voo anterior nem sequer estava no ar, o que já achei estranho. Ao chegar no aeroporto, o atraso, citado em mensagem, era de apenas 45 minutos, para às 18h35. Até ai, ok. 20 minutos depois, outro atraso: dessa vez para às 21h30. Dessa maneira, tentamos encontrar alguma informação dentro do aeroporto ou mesmo no app - NENHUM SINAL DA EASYJET e nenhuma orientação. Para variar, novo atraso: dessa vez para às 23h. Dessa vez, ficamos muito decepcionados. De qualquer maneira, seguimos no aeroporto, até mais ou menos às 21h, acreditando que o voo aconteceria. Perto das 22h, o voo aparece como cancelado. Será mesmo que já não sabiam disso antes? De qualquer maneira, saimos da área de embarque e fomos até a EasyJet no aeroporto: apenas UM, UM FUNCIONÁRIO para responder questões de centenas de passageiros. Outra funcionária, mais experiente em pelo menos 30 anos em comparação ao seu colega, simplesmente IGNOROU todos os chamados de passageiros de voos cancelados, pronunciando em voz alta: "Estou trabalhando!". Pois, eu também tinha que trabalhar no dia a seguir e infelizmente não o fiz. Pensa que acabou? A segunda parte é pior: após nos informarmos junto com os próprios passageiros, conseguimos gerenciar o cancelamento pela app: voo de volta apenas no sábado, dois dias depois. Já seria ruim, se a EasyJet não transformasse em péssimo: nos deram apenas uma noite de hotel, que ficava ISOLADO na área mais nobre de Barcelona, sem restaurantes, mercados ou lojas disponíveis. Não nos foi oferecida NENHUMA ÁGUA, nem no aeroporto, NEM MESMO NO HOTEL! TIVEMOS QUE PEDIR ÁGUA ONLINE E SÓ BEBEMOS ÁGUA DE NOVO ÀS 23h40 DA NOITE!!!! UM ABSURDO COMPLETO! Acham que acabou? Não! Para piorar, nos deram apenas uma noite de hotel. Acordamos em um hotel isolado, sem café da manhã (pequeno almoço), sem água e sem NENHUMA INFORMAÇÃO da EasyJet. Simplesmente uma vergonha. Graças à Deus, tinhamos contatos na cidade e voltamos à casa que estavamos. Mas e os outros passageiros? E os gastos que tivemos? E o constrangimento no hotel, quando o atendente diz: "pelo menos tem uma cama para dormir". Sim, eu tenho cama, tenho casa e só queria estar nela e sendo tratado com respeito durante a jornada. Dois dias depois, no sábado, um novo atraso de 45 minutos, que já me deixou impaciente. Felizmente embarcamos e chegamos em Lisboa às 21h do Sábado, 3 dias depois do planejado e com muitos gastos AINDA NÃO RESSARCIDOS PELA COMPANIA EASYJET!! UMA VERGONHA!

Encerrada
A. P.
25/08/2026

Embarque/Desembarque

No dia 24/08/2026, viajei no voo TAP TP1930, de Lisboa para o Porto. O embarque decorreu pontualmente e com normalidade. Passado 15 minutos do encerramento das portas, o comandante informa que aguardava a descolagem de 2 aviões que nos precediam para também o fazer. Decorrida meia hora o avião descola. À chegada ao Porto, após 15 minutos da imobilização, a tripulação informa que o atraso no desembarque se devia à colocação das escadas. Passados mais 10 minutos a tripulação informa que as escadas estavam colocadas mas não havia autocarros para o transporte dos passageiros do avião para o aeroporto. Decorridos 30 minutos lá aparecem 2 autocarros. Ou seja, o voo durou 45 minutos. O tempo passado dentro do avião, entra a descolagem e o desembarque foi de 60 minutos. Não é aceitável nem razoável que no aeroporto do Porto não haja escadas nem autocarros, para já não falar na lástima que é o aeroporto de Lisboa. É surreal. De quem é a culpa? Não há responsáveis por tão grosseira negligência? Será que, no mínimo, não seria devido um pedido de desculpa aos passageiros, que não foi feito, por tão insólita e bizarra situação?

Em curso
A. P.
25/08/2026

Embarque/Desembarque

No dia 24/08/2026, viajei no voo TAP TP1930, de Lisboa para o Porto. O embarque decorreu pontualmente e com normalidade. Passado 15 minutos do encerramento das portas, o comandante informa que aguardava a descolagem de 2 avoões que nos precediam para também o fazer. Decorrida meia hora o avião descola. À chegada ao Porto, após 15 minutos da imobilização do avião, a tripulação informa que o atraso no desembarque se devia à colocação das escadas. Passados mais 10 minutos a tripulação informa que as escadas estavam colocadas mas não havia autocarros para o transporte dos passageiros do avião para o aeroporto. Decorridos 30 minutos lá aparecem 2 autocarros. Ou seja, o voo durou 45 minutos. O tempo passado dentro do avião, entra a descolagem e o desembarque foi de 60 minutos. Não é aceitável nem razoável que no aeroporto do Porto não haja escadas nem autocarros. É surreal. De quem é a culpa? Não responsáveis por tão grosseira negligência? Será que, no mínimo, não seria devido um pedido de desculpa aos passageiros, que não foi feito, por tão insólita e bizarra situação?

Em curso

Precisa de ajuda?

Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação

Contacte-nos

Os nossos juristas estão disponíveis nos dias úteis, das 9h às 18h.