Reclamações públicas

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H. F.
28/04/2026

Bagagem não permitida baseado no humor do motorista

No dia 28 de abril às 15 e 50, autocarro que segue para o Porto com a minha entrada na Guarda, tento embarcar com o meu saco que alberga um instrumento musical, com o qual viajo à 20 anos com a Rede de expressos e o motorista dizme que não posso levar comigo, junto anexo fotos de mochilas cujo conteúdo desconheço mas pode pesar 20kg ao contrário do meu saco (1.7kg) e que alegremente o condutor permitiu. O meu instrumento é crucial para mim e custa 3.000e, difícil de adquirir outro se algo se danifica. Levo 20 anos a viajar com esta companhia e é a primeira vez que tal sucede. É triste e além de retirar confiança na empresa e nos seus profissionais, aquire uma noção arbitrária dos valores desta empresa. Saliento que o motorista em questão não é o que fez o trajecto Guarda - Porto - Guimarães mas o que anteriormente fez o percurso que acabou o turno na estação da Guarda. Como podem ver nas fotos, os critérios são arbitrários....

Em curso
C. S.
28/04/2026

Bagagem perdida

Ex. Mos Senhores, Em primeiro lugar, informar de que o número que diz ser da fatura, é na verdade o número da minha reserva de autocarro, que efetuei com a Empresa "Flixbus". Efetuei uma viagem de autocarro com a Flixbus entre Paris e Bordéus, para depois, em Bordéus, apanhar outro para Lisboa, e o autocarro que fazia a ligação entre a cidade de Paris e a cidade de Bordéus, fez uma paragem numa estação de serviço, em plena autoestrada A10 em Potiers, e o motorista, disse para os passageiros, que tinham 30m para comer algo ou ir ao wc. Como o autocarro ficou fechado e sem ninguém no interior, deixei a minha mochila no meu assento de passageiro (3A), mesmo nas costas do motorista, assim como, um sobretudo e uma almofada de pescoço, dado que, a minha mala de 23kg, seguia no porão do autocarro e eu não tinha acesso à mesma. Saí do autocarro, e a primeira coisa que fui fazer, foi comprar uma sandes embalada e um ice tea, do qual tenho recibo. Nem sequer fui ao wc, fui só comprar uma garrafa de água, e quando saio para o exterior, em direção ao autocarro, o mesmo já havia partido, antes dos 30m concedidos, e com toda a minha bagagem no seu interior. Só fiquei com a roupa do corpo, a carteira e o telemóvel, nada mais. Fui pedir ajuda aos funcionários da estação de serviço, que só falavam francês, e eu inglês, dizendo-lhes que o meu autocarro havia partido sem mim. Ficaram extremamente chocados e admirados e não sabiam o que fazer, nem eu, que estava sozinho em França, não falava francês, e só pensava na minha bagagem e no outro autocarro que eu tinha marcado e pago para fazer o trajeto de Bordéus para Lisboa e que iria partir às 18:10h. Foi então que me sugeriram que fosse para a estação de comboios de Potiers e dali apanhasse um comboio para Bordéus. Chamaram um táxi, que me cobrou cerca de 67€, cheguei à estação de Potiers, e o TGV para Bordéus só tinha 1 lugar em 1ª classe, e paguei cerca de 80€ pelo bilhete, sendo que, a hora prevista de chegada do comboio a Bordéus seria às 17:45h, ou seja, 25m antes da partida do autocarro para Lisboa. Quando cheguei à estação de comboios de Bordéus, tive de apanhar outro táxi e pagar mais 15€ até à estação onde o autocarro para Lisboa se encontrava. Cheguei a essa estação (Saint Jean Paludate), e vi logo o autocarro que ia para Lisboa, mas não tive tempo, para ir procurar o outro autocarro que me havia abandonado na estação de serviço com a minha bagagem no interior, porque corria o risco de perder o último autocarro de regresso a Portugal. Ainda antes de chegar a Portugal, fiz logo uma participação no site da Flixbus, na área da bagagem e expliquei o que aconteceu. Quando cheguei a Lisboa na manhã do dia seguinte, fui ao balcão da Flixbus no Oriente, que apenas servem para vender bilhetes, e a funcionária, aconselhou-me a apresentar uma reclamação no Livro de Reclamações online, o que foi feito, depois de chegar a casa. Como resido em Vila Franca de Xira, tive ainda que apanhar um Uber para a minha casa, não tinha as chaves de casa para entrar, tive que saltar pela minha janela da cozinha, partindo o vidro da janela, e no interior da habitação, eu tinha outra cópia da chave. Desde a 2f dia 13/04, que supostamente ia trabalhar, que não fui, como é óbvio, tive de colocar um dia de férias, e desde então, tenho feito reclamações, atrás de reclamações, em todos os locais, e não tive ainda nenhuma resposta às minhas reclamações, nem um contacto da Flixbus, para dar uma explicação ou pedir desculpa pela atitude do motorista, e continuo sem saber onde está a minha bagagem e se a vou ter de volta, já que, tudo o que era mais importante e valioso, estava na mala e na mochila, que ficou num autocarro da Flixbus, que agora não pode dizer que não tem culpa ou responsabilidade pelo que aconteceu. Se dúvidas existirem, basta verem a hora de chegada do autocarro à estação de serviço de Potiers e a hora da partida, através das câmaras de vigilância e com os funcionários da estação. Não sei mais a quem recorrer, ainda mandei um email para o Consulado Português em Bordéus, que me aconselhou a fazer a reclamação no site da Flixbus (o que já estava feito à muito tempo) e que contactasse a polícia francesa. Eu contactei a polícia francesa, mas eles disseram que não podiam fazer nada, porque não tinha sido um roubo! Então alguém que foge com a nossa bagagem e nos deixa em terra é o quê? A minha mala de porão tem uma etiqueta com uma referência, e essa referência tem os meus dados (nome, morada, contato telefónico, email, etc.), bastava me contactar. O motorista quando chegou a Bordéus, não viu que a mochila atrás de si, se encontrava sozinha? Não viu que a mala de porão, estava sozinha, sem ser reclamada? Ou alguém se aproveitou desse facto, e ficou com a mochila e a minha mala?

Em curso
P. C.
28/04/2026

Contrato de parceria para TVDE com cláusulas abusivas

Assunto: Reclamação formal – contrato abusivo e prejuízo na atividade TVDE Eu, Paulo, venho apresentar reclamação contra a empresa BlueAlk referente ao contrato de aluguer de veículo para atividade TVDE. Iniciei a atividade há apenas 1 semana e, mesmo trabalhando mais de 40 a 50 horas, verifiquei que os rendimentos não são suficientes para cobrir os custos básicos, como aluguer do veículo e carregamentos, tornando a atividade financeiramente inviável e gerando prejuízo. Diante disso, solicitei a devolução do veículo no prazo de 7 dias para evitar maiores perdas, mas fui informado de que sou obrigado a cumprir um aviso prévio de 30 dias, com pagamento integral, o que considero abusivo dada a inviabilidade da atividade. Além disso, recebi cobrança no valor de 137€, mesmo estando em prejuízo desde o início. Considero que estou a ser colocado numa situação injusta e desproporcional, onde assumo todo o risco sem possibilidade real de evitar prejuízo. Solicito: A aceitação imediata da devolução do veículo sem penalização; A anulação de valores cobrados indevidamente; A análise desta situação por prática abusiva. Aguardo resolução urgente. Paulo Casali

Em curso

Pedido certificado tvde- número 45010822

Boa tarde, já tem praticamente 1 mês que fiz o pedido do certificado de tvde, e desde então está em processamento, um amigo fez o pedido e o pagamento na sexta feira dia 24/04 e hoje dia 28/04 já teve seu pedido aprovado e guia emitida, isso não tem nenhuma coerência muito menos cabimento, irei prosseguir com todas as reclamações em todos os órgãos possíveis, pois isso é um grande descaso, espero que isso se resolva o quanto antes. Cumprimentos  Maycon Vieira

Em curso
L. S.
28/04/2026

BICHOS NO AUTOCARRO

Exmos. Senhores Nao existe limpeza nos aurocarros, estou atualmente no autocarro 11 da rede expressos coimbra-porto e há bichos por todo o lado Nao pode continuar assim

Em curso
P. G.
27/04/2026

Reclamação por Atraso de Voo com Perda de Ligação

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente a um voo operado pela companhia SATA Azores, no percurso Pico – Lisboa, com hora prevista de partida às 17h50 dia 11 de abril de 2026. O referido voo sofreu um atraso significativo, tendo partido apenas às 19h00, o que resultou numa chegada a Lisboa pelas 22h40. Este atraso comprometeu a nossa ligação subsequente. Ao chegarmos à porta de embarque indicada para o voo de ligação, o painel informativo indicava ainda a existência de 5 minutos até ao encerramento do embarque. No entanto, ao chegarmos à referida porta, foi-nos recusado o embarque, tendo sido encaminhados para o balcão/loja de apoio da SATA. Importa salientar que o local de atendimento que nos foi indicado para apoio já se encontrava encerrado no momento em que ali nos dirigimos, impossibilitando qualquer assistência presencial. Após contacto telefónico com o serviço de apoio ao cliente, foi-nos apresentada como única solução a remarcação do voo para o dia seguinte às 16h00. Acresce que esta solução nos foi comunicada já a uma hora tardia, quando as alternativas disponíveis eram extremamente limitadas, agravando ainda mais os transtornos causados. Esta alternativa era manifestamente inviável, uma vez que colocava em causa os nossos compromissos profissionais, sendo necessário estarmos no nosso destino final (Portimão) ainda no próprio dia. Acresce ainda que não nos foi prestado qualquer apoio por parte da companhia, nomeadamente no que respeita a alojamento, alimentação ou assistência, mesmo perante a possibilidade de termos de pernoitar. Perante esta ausência de apoio, fomos obrigados a encontrar soluções pelos nossos próprios meios, recorrendo a transportes públicos e suportando todos os custos associados. Face ao exposto, consideramos que a situação descrita resulta de uma falha imputável à companhia SATA Azores, tendo-nos causado prejuízos e transtornos consideráveis. Assim, vimos por este meio solicitar o devido reembolso das despesas incorridas e a respetiva compensação pelos danos causados, nos termos da legislação aplicável. Aguardamos uma resposta célere a esta reclamação. Anexos: despesas da Rede Expressos; bilhetes dos voos; custos adicionais, nomeadamente o prolongamento do estacionamento da viatura por mais um dia. Com os melhores cumprimentos, Patrícia Gonçalves

Em curso
E. C.
27/04/2026

Cobrança indevida

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa a uma cobrança indevida de bagagem efetuada no Aeroporto de Dublin, no voo FR652 da Ryanair, referência/boarding pass I36V9Q. No portão de embarque, fui instruído a medir a minha bagagem de cabine. Tratava-se exatamente da mesma mala de desporto que utilizei no voo de ida (Lisboa–Dublin), sem qualquer problema. A mala não estava cheia e poderia facilmente ser comprimida para cumprir as dimensões permitidas. No entanto, não me foi permitido ajustá-la nem colocá-la no medidor para comprovar a conformidade, tendo-me sido apenas indicado que era “oversized”. Quando questionei a situação e solicitei verificar corretamente o tamanho ou retirar itens se necessário, foi-me dito: “Sir, if you don’t pay now, you’re going to lose your flight”, num tom claramente coercivo. Como me encontrava entre os últimos passageiros a embarcar e me senti pressionado, acabei por ceder. Nesse momento, um funcionário retirou-me o cartão de crédito da mão e procedeu à cobrança de 60€ sem a minha aprovação ou confirmação explícita. Verifiquei ainda que outros passageiros com bagagens visivelmente maiores estavam a embarcar sem qualquer problema, o que levanta sérias dúvidas quanto à consistência e equidade na aplicação das regras. Após a cobrança, solicitei um recibo, o qual me foi recusado. Fui novamente abordado de forma intimidatória: “Sir, do you want to stay in Dublin?” Face ao exposto: Foi-me negada a possibilidade de comprovar o cumprimento das regras de bagagem; Fui sujeito a pressão/coerção sob ameaça de perder o voo; Foi-me cobrado o valor de 60€ sem autorização adequada; Foi-me recusado um comprovativo/recibo da transação; Solicito, assim, o reembolso integral do valor de 60€, bem como um esclarecimento formal sobre os procedimentos adotados no controlo de bagagem no portão de embarque. Caso a situação não seja resolvida com a devida brevidade, reservarei o direito de escalar a reclamação para as entidades competentes de defesa do consumidor e aviação. Com os melhores cumprimentos, Eduardo Carona eduardo.carona@gmail.com

Em curso
A. F.
27/04/2026

TAXA EXTRA DE BAGAGEM

No dia 03-12-2025, ao embarcar no voo FR689, da Companhia Rayanair, com origem em Viena-Austria e destino Madrid-Espanha, na companhia da minha esposa, ela foi surpreendida pela funcionária da porta de embarque, que a mandou esperar, enquanto eu transpunha a porta de embarque ficando logo ali á sua espera, a minha esposa levava uma mochila e um pequeno saco da seaside, com umas sapatilhas no seu interior. A funcionária disse-lhe que apenas podia levar a mochila e que pelo pequeno saco teria que pagar uma taxa. Tentei entregar á minha esposa a minha mochila para poder la colocar o pequeno saco, pois cabia lá perfeitamente, a funcionária de forma arrogante e arbitrária disse que não podia colocar o saco na mochila pois eu já tinha passado a porta de embarque, dizendo-lhe que tinha de pagar 60,00 € para levar o saco. Não me permitiu dar-lhe a mochila mas como a minha esposa não tinha meios de pagamento e que era eu que tinha o cartão bancário, já permitiu que lho desse, e o facto de ter passado a porta de embarque já não importava. sinto-me lesado e exijo a devolução do dinheiro que paguei pelo pequeno saco que cabia perfeitamente no interior da mochila. Efectuei logo que cheguei a Portugal a reclamação á companhia, mas até agora não obtive resposta.

Em curso
I. H.
27/04/2026

Aplicação da taxa

No dia 13 de abri de 2026, circulei pelas autoestradas A9 e A16 e, por lapso, passei na via reservada a utilizadores Via Verde, com o veículo da minha empresa por lapso. Assim que me apercebi do erro, contactei de imediato a Via Verde e a Ascendi, no próprio dia, para regularizar o pagamento da portagem. Fui informado pela Ascendi que teria de aguardar 15 dias até o valor aparecer no Portal Ascendi — o que fiz. Quando finalmente a passagem surgiu, fui confrontado com uma cobrança de mais de 30,01€ por uma portagem de 1,30€. Esta situação é completamente absurda e abusiva. Demonstrei boa-fé desde o primeiro minuto, tentando pagar voluntariamente, e ainda assim a Ascendi aplicou a taxa máxima, justificando que “não é possível saber o ponto de entrada”. Ora, essa informação é falsa e dilatória, pois a Via Verde confirmou-me que a Ascendi pode facilmente obter o ponto de entrada, bastando contactar a Via Verde, como acontece no sentido inverso, uma vez que há interoperabilidade entre as duas empresas. O que a Ascendi está a fazer é pura coerção, uma verdadeira "fábrica de multas", sem qualquer interesse em resolver o problema de forma justa. Penalizam o cliente que tenta cumprir e pagar, em vez de colaborar. Pagar 51 vezes o valor real da portagem é um abuso desproporcional e moralmente inaceitável. Sou cliente Via Verde há mais de 10 anos, e esta foi a primeira vez que algo do género me aconteceu. Em vez de demonstrar bom senso, a Ascendi aplica de forma cega coimas abusivas, sem proporcionalidade nem justiça. Pretendo levar o casoa todas as entidades competentes - IMT, ANSR, e se necessário, à via judicial, por entender tratar-se de uma prática abusiva e lesiva dos direitos dos consumidores. Não é admissível que uma concessionária use a lei como entende para extorquir valores desproporcionais, quando o cliente tenta regularizar desde o primeiro minuto. A multa está paga mas irei até às últimas consequências para ser reembolsada do valor pago a mais de for abusiva. Obrigada

Em curso
R. R.
27/04/2026

800 gondomar NÃO CUMPRE HORÁRIO

O 800 sentido gondomar continua a falhar consistentemente desde o ano passado, já com várias reclamações apresentadas desde setembro, nada mudou, e continuam a falhar e dar sempre a desculpa que é por 'manutenções'. Estou na paragem das 7:50h às 8:25h e falham sempre 3 autocarros 800 diariamente, quando aparecem é milagre. Estou farta de pagar ubers para ir trabalhar por causa desta brincareira.

Em curso

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