Reclamações públicas

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V. B.
11/09/2026

Falha repetida no último serviço da carreira 1215 para São Marcos

RECLAMAÇÃO URGENTE — 2 noites consecutivas sem o último autocarro 1215 para São Marcos ercurso, da mesma carreira e do mesmo horário, em duas noites consecutivas. Os passageiros pagam o passe e têm o direito de contar com o serviço anunciado nos horários. Quando se trata do último autocarro da noite, a situação é ainda mais grave, porque quem fica à espera não tem outra alternativa de transporte. O que considero completamente inadmissível é que, quando o serviço não é realizado, não exista qualquer aviso ou informação aos passageiros. As pessoas ficam simplesmente na estação, à espera de um autocarro que nunca aparece. Esta situação já não parece um simples caso isolado. É uma falha que se repetiu duas noites consecutivas. Além disso, nos últimos tempos, a qualidade do serviço tem sido uma verdadeira vergonha. Existem também situações que levantam sérias preocupações relativamente à ética e à responsabilidade de alguns motoristas. É frequente observar motoristas a falar ao telemóvel durante a condução, colocando em causa a segurança dos passageiros. Nós pagamos o passe. Não estamos a pedir um favor. Estamos a exigir o cumprimento de um serviço que está previsto no horário. Se existe algum problema que impede a realização do percurso, os passageiros devem ser informados. Não pode ficar ao critério de cada motorista fazer ou não fazer o serviço. Solicito, por isso, uma resposta urgente e concreta: Por que motivo o último 1215 para São Marcos não circulou na noite de 9 para 10 de setembro? Por que motivo voltou a não circular na noite de 10 para 11 de setembro, cerca das 00h55? Por que razão os passageiros não foram informados? Que medidas vão tomar para garantir que esta situação não se repete? Espero uma explicação concreta e não uma resposta automática ou genérica. Caso esta situação não seja devidamente esclarecida, apresentarei reclamações junto das entidades competentes, não apenas por mim, mas também em defesa dos restantes passageiros que foram prejudicados. Isto é inadmissível e não pode continuar assim. Com os melhores cumprimentos, Vira Bila

Em curso
P. F.
09/09/2026

Mau processo de onboarding

Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa ao comportamento do pessoal de embarque da Ryanair, especificamente quanto ao modo como são tratados os passageiros que aguardam na fila não-prioritária. Durante o processo de onboarding, constatei que os passageiros da fila não-prioritária são tratados de forma indelicada e propositadamente humilhante. Em concreto: O pessoal dirige-se aos passageiros em tom de voz alto e intimidatório, mesmo quando se trata de transmitir instruções simples que poderiam ser explicadas com civilidade e respeito; Em vez de se dirigirem individualmente a cada passageiro ou de forma organizada, os funcionários optam por gritar instruções para toda a fila em simultâneo, como se dirigissem um grupo a repreender, e não clientes que pagaram por um serviço; Este tratamento contrasta de forma gritante com a forma como são tratados os passageiros das filas prioritárias, evidenciando uma diferenciação deliberada consoante a categoria tarifária adquirida. Considero que este comportamento não pode ser justificado por necessidades operacionais, uma vez que a mesma informação pode perfeitamente ser transmitida com educação e respeito, independentemente da categoria de bilhete do passageiro. A forma como a situação é conduzida sugere antes uma estratégia deliberada: usar a humilhação e a falta de dignidade no tratamento dos passageiros da fila não-prioritária como incentivo indireto à compra de categorias de bilhete mais caras (embarque prioritário, entre outras). Ou seja, o desconforto e o desrespeito infligidos aos clientes são, na prática, transformados em ferramenta de marketing para promover produtos mais caros da empresa. Esta prática é inaceitável. O tratamento digno e respeitoso de qualquer passageiro não pode depender do valor pago pelo bilhete. Todos os clientes, independentemente da tarifa escolhida, têm direito a ser tratados com o mínimo de urbanidade e respeito, valores que qualquer empresa prestadora de serviços ao público deve garantir a todos os seus clientes sem exceção. Face ao exposto, venho solicitar formalmente que a Ryanair: 1. Reconheça e refute publicamente esta prática, esclarecendo que a diferenciação entre categorias de bilhete não pode, em caso algum, traduzir-se em diferenças no tratamento básico de respeito e dignidade devido a qualquer passageiro; 2. Reveja e altere os procedimentos e a formação dada ao pessoal de embarque, de modo a assegurar que a comunicação com os passageiros — independentemente da fila em que se encontrem — seja sempre feita de forma individualizada, calma e educada, cumprindo padrões mínimos aceitáveis de atendimento ao cliente; 3. Implemente mecanismos efetivos de monitorização do atendimento prestado nas filas de embarque, incluindo avaliação periódica por parte de supervisão independente e canais acessíveis para reporte de incidentes por parte dos passageiros; 4. Pondere e atribua uma compensação adequada aos passageiros afetados por este tipo de tratamento, como reconhecimento do desrespeito sofrido e como incentivo à correção efetiva da prática. Aguardo uma resposta fundamentada e com indicação concreta das medidas que serão tomadas, no prazo legalmente aplicável. Sem outro assunto de momento, subscrevo-me com os melhores cumprimentos. PEDRO AREIAS FERNANDES Número de reserva K2CK3G Data e local do voo: Porto para Bristol, 18 ago. 2026 06:05 > 08:10 FR1332 peterareias@gmail.com +351 926420791

Em curso
M. V.
08/09/2026

Factura

Exmos. Senhores Venho por este meio manifestar uma falha grave quanto a emissão de facturas e suposta alteração de políticas da empresa. Aquando da compra das passagens referentes a esta reserva não foi possível colocar o NIF no recibo, coisa que segundo o centro de perguntas frequentes da companhia aérea seria possível colocar posteriormente, como feito em passagem anterior. Este documento é imprescindível para pedido de reembolso do valor no programa de subsídio social de mobilidade aplicado à região autónoma da Madeira. Quando tentado colocar o NIF posteriormente à viagem conforme indicado no site, não foi possível. Após solicitada ajuda à empresa responderam que não era possível pois as políticas da empresa foram alteradas, informação que em momento algum foi fornecida ou atualizada no site. Recusam se a colocar o NIF na factura ou no recibo comprovativo de pagamento e embarque. Assim sendo exijo que esta situação seja resolvida e retificada de modo a ser possível colocar o NIF. Atentamente Marta Vasconcelos

Em curso

Cobrança indevida de danos

Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar a vossa assistência relativamente a uma disputa com a Goldcar Portugal (Emobg Services Portugal, Unipessoal, Lda., NIPC 508709326), na sequência de um aluguer de viatura no Aeroporto de Faro. Detalhes do Contrato: · Número do contrato: 29377506 · Período de aluguer: 20/6/26 - 4/7/26 · Valor pago pelos alegados danos: €308,32 através de cartão de débito Resumo do Problema: No momento da devolução da viatura, fui informado de que existiam danos numa jante e fui obrigado a pagar imediatamente o custo da reparação. Paguei este montante com o meu cartão de débito no balcão. No entanto, a minha caução foi retida no meu cartão de crédito, que utilizei para efetuar a reserva. De acordo com as próprias Condições Gerais de Aluguer da Goldcar, os custos com danos deveriam ser deduzidos da caução. Em vez disso, cobraram o meu cartão de débito separadamente e entretanto libertaram a totalidade da caução. Na prática, paguei os danos do meu bolso enquanto a caução estava retida, o que contradiz o procedimento estabelecido pela própria empresa. Minha Resposta à Resposta Oficial da Goldcar: A Goldcar respondeu através do Livro de Reclamações Eletrónico, alegando que me foi dada a opção de escolher o método de pagamento e que eu "escolhi" pagar com cartão de débito. Discordo veementemente desta afirmação: 1. Em momento algum me foi claramente apresentada uma escolha entre deduzir o valor da caução ou pagar separadamente. 2. As Condições Gerais de Aluguer da Goldcar não mencionam qualquer "escolha do cliente" relativamente ao método de pagamento, na Cláusula 5.1 ou em qualquer outra cláusula. 3. Não existe qualquer documento assinado onde eu tenha concordado expressamente com este pagamento separado. 4. A Goldcar não apresentou qualquer prova de que consenti neste procedimento. Porque Considero Esta Situação Injusta: Acredito que esta é uma prática recorrente da Goldcar que coloca os consumidores em desvantagem. Ao cobrar o meu cartão de débito separadamente, a Goldcar: · Contornou a finalidade da caução. · Potencialmente anulou a cobertura do meu seguro de cartão de crédito (ABN AMRO ICS Gold Card), porque os danos não foram cobrados nesse cartão. · Manteve a minha caução retida durante mais de 10 dias enquanto também efetuava a cobrança imediata. Anexo os seguintes documentos comprovativos: · Cópia do contrato de aluguer (Contrato n.º 29377506) · Comprovativo de pagamento por cartão de débito da cobrança dos danos · Resposta oficial da Goldcar através do sistema do Livro de Reclamações · Minha correspondência por email com a Goldcar Pedido de Assistência: Solicito a intervenção da DECO para exigir que a Goldcar: 1. Forneça um detalhamento completo dos custos de reparação com faturas da oficina. 2. Anule a cobrança no cartão de débito e deduza o valor da caução original, conforme os seus termos escritos. 3. Apresente prova de que eu concordei voluntariamente com o método de pagamento separado. Agradeço desde já a vossa orientação legal e, se necessário, o encaminhamento para um Centro de Arbitragem (gratuito para a maioria dos litígios de consumo) para resolver esta questão. Por favor, informem-me se necessitam de informações adicionais. Estou disponível por email ou telefone. Agradeço desde já a vossa atenção. Com os melhores cumprimentos,

Em curso
G. M.
07/09/2026

Reclamação sobre comportamento de motorista – Viatura n.º 80, matrícula AX-12-CO

Venho por este meio apresentar uma reclamação sobre o comportamento do motorista da viatura n.º 80, na viagem realizada no dia 07/09/2026, com partida de São Luís às 10h15 e destino a Lisboa. Durante a paragem em Santiago do Cacém, pedi ao motorista que abrisse a bagageira, pois precisava de retirar um recipiente com comida congelada que, por engano, guardei na mesma mochila onde tinha livros. No entanto, o motorista recusou-se a abrir a bagageira, sem me apresentar uma justificação que considerasse adequada para a situação. Esta situação é ainda mais desagradável porque não é a primeira vez que tenho problemas com este motorista. Na semana anterior, ele dirigiu-se a mim de uma forma muito desagradável, ao ponto de eu pensar que nem era comigo, provavelmente por eu estar a falar ao telemóvel com fones e ele achar que não os estava a utilizar. Mesmo que houvesse alguma regra relativa ao uso do telemóvel, penso que poderia ter abordado a questão de forma mais educada e profissional. Infelizmente, são várias as ocasiões em que considero que este motorista revela um comportamento hostil e pouco profissional para com os passageiros. Como utilizador frequente da Rede Expressos, acredito que os passageiros devem ser tratados com respeito e educação, mesmo quando existem normas a cumprir ou situações a corrigir. Peço, por isso, que esta situação seja analisada e que considerem tomar as medidas adequadas relativamente à conduta deste motorista. Agradeço a atenção e aguardo uma resposta a esta reclamação.

Em curso
C. A.
06/09/2026

Sinistro Automovel

Assunto: Estado do processo 2026GC04486 – Falta de desenvolvimentos desde fevereiro de 2026 Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação e solicitar o ponto de situação urgente relativo ao processo com a referência 2026GC04486, o qual se encontra sem quaisquer desenvolvimentos ou resposta prática desde fevereiro deste ano. O referido processo reporta-se aos danos materiais sofridos na minha viatura devido a um buraco profundo e não sinalizado na via pública, na zona de Colares (Sintra), cuja conservação e segurança são da vossa inteira responsabilidade. Desde o contacto inicial e a respetiva abertura do processo, a situação tem permanecido num estado de estagnação total, acumulando um atraso inaceitável na avaliação e resolução do pedido de indemnização. Esta inércia prolongada por parte dos vossos serviços penaliza o cidadão e prolonga injustificadamente os prejuízos causados por uma falha de manutenção da infraestrutura rodoviária. Solicito a verificação imediata do estado do processo 2026GC04486, a célere retomada dos trâmites necessários e uma resposta concreta com vista à resolução final do caso.

Em curso
M. P.
05/09/2026

Impossível adicionar NiF para subsidio de mobilidade

Sou residente na Madeira e, após a minha viagem em agosto, como faço habitualmente, tentei obter o recibo da reserva com NIF, para poder solicitar o reembolso do subsídio de mobilidade. No entanto, apesar de o site continuar a indicar que este documento pode ser obtido até 30 dias após a viagem, já não aparece a opção de adicionar o NIF. Contactei o apoio ao cliente, mas não foi possível falar com um agente português porque o contacto telefónico é apenas uma mensagem automatizada que encaminha para o live chat. No chat, fui informada de que o NIF teria de ser indicado no momento da compra, o que não estava explicado no momento da reserva. No site continua a informação que o NIF, para efeitos do subsídio de mobilidade, deve ser adicionado após a viagem. Portanto, apresentam informações incorretas no site e, mesmo assim, não fazem a correção do documento com o NIF. Devido a esta situação, não consigo pedir o reembolso do subsídio de mobilidade.

Encerrada
L. R.
04/09/2026

Reclamações por causa dos atrasos, sem resposta desde há meses

Exmos. Srs. Tenho 5 reclamações relativas ao pedido de reembolso, devido ao atraso do comboio, que excedeu 60 minutos. Essas reclamações requerem respostas urgentes, pois aguardo por elas há meses. Sendo um cliente semanal da CP há cerca de 5 anos e fazendo o percurso de ida e volta Porto/Lisboa em Intercidades e, na maioria das vezes, no Alfa, considero que estou a ser menosprezado.

Em curso
C. M.
03/09/2026

Voo cancelado

No dia 15/06 foi feita a seguinte reclamação no site da Tap: "A presente reclamação refere-se à totalidade dos passageiros incluídos na reserva em causa, num total de 11 passageiros e respetivos bilhetes. Relativamente à reserva para o voo Lisboa,Paris (Orly) previsto para o dia 3 de junho de 2026, venho apresentar reclamação e solicitar esclarecimentos sobre o cancelamento/alteração da viagem e sobre o estado do respetivo reembolso. Os voos originalmente reservados foram alterados unilateralmente pela TAP para datas posteriores (5 e 6 de junho de 2026), sem que os passageiros tenham solicitado ou autorizado essa alteração. As alternativas apresentadas inviabilizavam a realização da viagem conforme planeada, motivo pelo qual foi solicitado o reembolso dos bilhetes. Até à presente data, não foi recebido qualquer reembolso relativo aos 11 passageiros abrangidos por esta reserva. Assim, solicito que me seja informado, por escrito: 1. Qual foi o motivo específico que levou ao cancelamento/alteração do voo originalmente reservado para o dia 3 de junho de 2026; 2. Se o cancelamento resultou de circunstâncias extraordinárias e, em caso afirmativo, quais as circunstâncias concretas aplicáveis a este voo; 3. Qual o enquadramento adotado pela TAP relativamente aos direitos dos passageiros ao abrigo do Regulamento (CE) n. 261/2004; 4. Qual o estado atual do processo de reembolso referente à totalidade dos 11 passageiros incluídos nesta reserva; 5. Em que data foi processado ou será processado o respetivo pagamento. Solicito ainda que toda a resposta seja prestada por escrito. Com os melhores cumprimentos, João Matos" Tendo a TAP respondido que a reclamação/reembolso para a reserva XP46NN, deveria ser feita diretamente com a Agência de Viagens: "Caro Joao Matos, Agradecemos o seu contacto sobre o cancelamento do voo TP442 de LIS para ORY do dia 03-06-2026. Lamentamos o impacto que este cancelamento teve na sua viagem. Verificámos que o cancelamento ocorreu devido à Greve Geral em Portugal, que também afetou significativamente as operações aéreas no país. Esta situação obrigou ao cancelamento de vários voos.  Estas circunstâncias, por estarem fora do controlo da TAP Air Portugal, são consideradas circunstâncias extraordinárias que, de acordo com o Regulamento CE 261/2004, não dão lugar a indemnização. Pode conhecer melhor as regras do Regulamento CE 261/2004 e as nossas Condições Gerais de Transporte aqui. Verificámos que a reserva XP46NN não foi adquirida diretamente com a TAP Air Portugal e que apenas foi criada com dois passageiros. Por esse motivo, o pedido de reembolso deverá ser efetuado diretamente junto da entidade emissora do bilhete. Esperamos continuar a merecer a sua confiança. " No dia 29/07 foi enviado, já por email, o seguinte: "Exmos. Senhores, Na sequência da vossa resposta relativamente à reserva XP46NN, agradeço desde já o esclarecimento prestado. Conforme me indicaram, o pedido de reembolso teria de ser tratado junto da entidade emissora do bilhete, a iCliGo. Contudo, apesar de já terem decorrido várias semanas, a situação continua por resolver. A iCliGo não procedeu ao reembolso nem presta qualquer informação sobre o estado do processo, apesar das diversas tentativas e formas de contacto. Nesse sentido, gostaria de solicitar, se possível, que me informassem se o reembolso relativo a esta reserva já foi processado pela TAP para a agência emissora. Caso tal já tenha acontecido, agradecia igualmente, se vos for possível, o envio de qualquer comprovativo ou confirmação da data e do montante reembolsado. Essa informação seria extremamente importante para que eu possa demonstrar junto da agência o estado do processo e procurar desbloquear esta situação. Compreendo que possam existir limitações relativamente à informação que podem facultar, mas qualquer esclarecimento que possam prestar será de grande ajuda. Agradeço, desde já, a vossa atenção e colaboração. Com os melhores cumprimentos, João Matos" Foi recebida no mesmo dia a resposta: "Caro João Matos, Agradecemos o seu contacto e a compreensão demonstrada relativamente às limitações da informação que nos é possível facultar. Confirmamos que o processo de reembolso associado à reserva XP46NN já foi iniciado. No entanto, tratando-se de um bilhete emitido por uma agência de viagens, as atualizações e eventual reembolso deverão ser verificados diretamente junto da entidade emissora. Poderá apresentar este e-mail à agência como confirmação de que o processo já se encontra em curso. Caso a agência esteja a encontrar dificuldades na gestão da situação, poderá também contactar o canal de apoio dedicado a agentes de viagens, ao qual tem acesso. Lamentamos não poder prestar mais informações ou intervir diretamente neste processo e agradecemos a sua compreensão. Esperamos continuar a merecer a sua confiança. Obrigada," Ainda no mesmo dia, foi enviadoi para a iCligo: "Boa tarde, Na sequência dos contactos efetuados junto da TAP Air Portugal, recebi hoje a resposta que reencaminho abaixo, na qual a companhia confirma que o processo de reembolso associado à reserva XP46NN já foi iniciado, indicando expressamente que este email poderá ser apresentado à agência como confirmação desse facto. Perante esta informação, volto a solicitar que me esclareçam, relativamente às quatro reservas: ICG-115758 – Cristina Matos ICG-115791 – Diogo Matos ICG-115789 – Guida Carneireiro ICG-115812 – João Matos o seguinte: Qual o estado atual de cada processo de reembolso; Se já receberam o reembolso da TAP, total ou parcialmente; Caso ainda não o tenham recebido, se os pedidos já foram efetivamente submetidos e em que data; Qual a previsão para a restituição dos valores aos clientes. Recordo que continuo sem obter resposta às questões colocadas no meu email de 13 de julho, tendo recebido apenas uma referência a "tickets de apoio" aos quais não tenho acesso. Acresce que a própria agente que tratou deste processo já solicitou esclarecimentos adicionais à iCliGo, continuando igualmente sem qualquer resposta. Agradeço que desta vez seja prestada uma resposta objetiva relativamente ao estado dos processos, evitando respostas genéricas que não permitam compreender em que fase se encontram os reembolsos. Fico a aguardar a vossa resposta com a maior brevidade. Com os melhores cumprimentos, João Matos" Neste momento, a minha reserva. CG-115758 – Cristina Matos, continua a ser a única sem qualquer tipo de resposta da parte da TAP ou da Agência de Viagens., sendo que neste momento, apenas o remetente dos emails iniciais (João Matos) recebeu o respetivo reembolso Agradeço assim esclarecimento e reembolso célere, salientando, que ainda hoje será feita queixa de ambas (TAP e Icligo) nas devidas entidades existentes para o efeito. Cristina Matos

Em curso
T. G.
02/09/2026

Perda de voo por informações erradas

Fui ao aeroporto e realizei o check-in por volta das 15h e poucos. Naquele momento, informei a uma funcionária da TAP que tinha uma indicação para despachar a minha bagagem de mão, tendo sido orientada por ela de que não era naquele local e que deveria dirigir-me a outro ponto. Segui essa orientação e, posteriormente, quando subi e procurei o local indicado para despachar a bagagem, descobri, após passar pelo raio-X, que não era ali que deveria fazê-lo, tendo de descer novamente para efetuar o despacho da bagagem de mão. Essa orientação incorreta fez-me perder um tempo precioso e contribuiu diretamente para que eu não conseguisse chegar a tempo ao portão de embarque. Além disso, não ouvi as chamadas realizadas em meu nome e, apesar de eu ainda me encontrar dentro do aeroporto, não recebi da TAP uma orientação eficaz para que fosse encaminhada rapidamente ao portão ou para que alguém viesse ao meu encontro, o que poderia ter evitado a perda do voo. Quando finalmente procurei assistência, fui informada de que já não havia solução, que eu não poderia embarcar e, inclusive, que não poderia utilizar o voo de regresso. Diante do desespero e acreditando que, ao cancelar a passagem, pelo menos conseguiria recuperar uma parte significativa do valor pago, acabei por cancelar a viagem conforme fui orientada, perdendo tanto o voo de ida como o de regresso, mas posteriormente fui reembolsada apenas em cerca de cinquenta e poucos euros. Para agravar ainda mais a situação, posteriormente apareceu na minha aplicação da TAP uma reserva de voo em meu nome, apresentada dentro de “As minhas viagens” como uma viagem válida/próximo voo, o que me levou a acreditar que a própria TAP teria solucionado a minha situação e disponibilizado uma nova viagem. No entanto, por volta das 23h e poucos, essa reserva simplesmente desapareceu da aplicação. Como eu havia confiado na informação que constava na própria aplicação da TAP e acreditava que tinha uma reserva válida, acabei por ter de adquirir uma nova passagem, sendo que, naquele momento, o preço já estava muito mais elevado do que aquele que eu havia encontrado por volta das 20h, obrigando-me a pagar um valor significativamente superior. Todo este conjunto de acontecimentos resultou em prejuízos financeiros e num enorme desgaste emocional, uma vez que procurei orientação junto da própria TAP em diferentes momentos e, em vez de receber informações claras e uma solução adequada, fui colocada numa situação que acabou por me fazer perder a viagem, perder também o voo de regresso, receber apenas um reembolso mínimo e posteriormente ter de comprar uma nova passagem por um valor muito superior. Perante o exposto, solicito a intervenção da DECO PROteste no sentido de obter uma resposta formal da TAP e uma solução para os prejuízos causados. Solicito que seja analisada, nomeadamente: 1. A forma como a TAP conduziu a situação que levou à perda do meu voo; 2. As informações que me foram prestadas pelos funcionários no aeroporto; 3. A eventual existência de informações incorretas ou contraditórias fornecidas pela companhia; 4. A falta de assistência e esclarecimento adequado; 5. Os prejuízos financeiros que decorreram da situação; 6. A forma como a TAP apresenta na sua aplicação reservas que não foram solicitadas pelo consumidor; 7. A razão pela qual a reserva YEHX5Sapareceu na minha área pessoal como “Próximo voo”, apesar de eu não a ter solicitado; 8. A razão pela qual, segundo informação prestada pela própria TAP, seria necessário efetuar um pagamento superior a €600 para utilizar aquele voo; 9. E se a forma como essa informação é apresentada na aplicação é compatível com os deveres de transparência e informação aplicáveis ao consumidor. Solicito, assim, o ressarcimento dos prejuízos financeiros efetivamente sofridos, bem como que seja avaliada a possibilidade de compensação pelos danos não patrimoniais decorrentes da forma como toda a situação foi conduzida. Caso não seja apresentada uma solução satisfatória, reservo-me o direito de recorrer aos meios judiciais e às demais entidades competentes para defesa dos meus direitos. Aguardo uma resposta formal e fundamentada da TAP relativamente a todos os pontos acima descritos. Com os melhores cumprimentos, Terezinha Gonçalves

Em curso

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