Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Embarque/Desembarque
No dia 24/08/2026, viajei no voo TAP TP1930, de Lisboa para o Porto. O embarque decorreu pontualmente e com normalidade. Passado 15 minutos do encerramento das portas, o comandante informa que aguardava a descolagem de 2 aviões que nos precediam para também o fazer. Decorrida meia hora o avião descola. À chegada ao Porto, após 15 minutos da imobilização, a tripulação informa que o atraso no desembarque se devia à colocação das escadas. Passados mais 10 minutos a tripulação informa que as escadas estavam colocadas mas não havia autocarros para o transporte dos passageiros do avião para o aeroporto. Decorridos 30 minutos lá aparecem 2 autocarros. Ou seja, o voo durou 45 minutos. O tempo passado dentro do avião, entra a descolagem e o desembarque foi de 60 minutos. Não é aceitável nem razoável que no aeroporto do Porto não haja escadas nem autocarros, para já não falar na lástima que é o aeroporto de Lisboa. É surreal. De quem é a culpa? Não há responsáveis por tão grosseira negligência? Será que, no mínimo, não seria devido um pedido de desculpa aos passageiros, que não foi feito, por tão insólita e bizarra situação?
Embarque/Desembarque
No dia 24/08/2026, viajei no voo TAP TP1930, de Lisboa para o Porto. O embarque decorreu pontualmente e com normalidade. Passado 15 minutos do encerramento das portas, o comandante informa que aguardava a descolagem de 2 avoões que nos precediam para também o fazer. Decorrida meia hora o avião descola. À chegada ao Porto, após 15 minutos da imobilização do avião, a tripulação informa que o atraso no desembarque se devia à colocação das escadas. Passados mais 10 minutos a tripulação informa que as escadas estavam colocadas mas não havia autocarros para o transporte dos passageiros do avião para o aeroporto. Decorridos 30 minutos lá aparecem 2 autocarros. Ou seja, o voo durou 45 minutos. O tempo passado dentro do avião, entra a descolagem e o desembarque foi de 60 minutos. Não é aceitável nem razoável que no aeroporto do Porto não haja escadas nem autocarros. É surreal. De quem é a culpa? Não responsáveis por tão grosseira negligência? Será que, no mínimo, não seria devido um pedido de desculpa aos passageiros, que não foi feito, por tão insólita e bizarra situação?
Mala de cabine enviada para o porão
Estou de momento a viajar com a TAP entre Lisboa e Frankfurt. É já o meu quinto voo desde o início do ano entre os mesmos destinos. Em todas as viagens, incluindo a de hoje, a TAP afirma que o voo está demasiado cheio e envia a mala de cabine incluída no bilhete para o porão. Esta política de bagagem deve ser revista, porque: 1. As pessoas planeiam a sua vida e chegada - transportes (no meu caso comboios e autocarros) e planos futuros, reuniões e trabalho com uma expectativa de chegada que não inclui esperar pela mala de porão no aeroporto de chegada. Especialmente no aeroporto de Frankfurt que é tão grande, este tempo de espera realmente afecta ser possível ou não apanhar o comboio planeado. 2. As pessoas organizam a sua bagagem convencidas de que será possível levá-la consigo no voo. Se elas quisessem não não ter as malas acessíveis poderiam ter logo organizado a bagagem numa mala maior que fosse para o porão. No caso de hoje as cabines estão até bastante vazias depois de toda a gente colocar na cabine a bagagem que lhes restou. Eu percebo que seja complicado organizar tudo quando são muitas malas, mas oferecerem no bilhete uma mala de cabine que estará facilmente acessível e depois em todos os voos a retirarem e enviarem para o porão não está a fazer sentido nenhum.
Péssimo serviço de entrega e de apoio ao cliente!
Fiz uma encomenda na Druni.pt no dia 3 de agosto e, até hoje, 20 de agosto de 2026, ainda não a recebi, estando já muito além do prazo indicado de 3 a 4 dias úteis. Segundo o tracking, a encomenda está no armazém local da minha região desde dia 11, sem qualquer atualização desde então. Contactei a transportadora no dia 13, e garantiram que seria entregue na semana passada, deixando uma nota a indicar urgência. Como não aconteceu nada, voltei a contactar no dia 18 e disseram, mais uma vez, que iriam deixar nota de urgência e pedir informações sobre o estado do pacote, prometendo entrar em contacto nas 48 horas seguintes. Pelas respostas, ficou claro que não sabem onde está a encomenda nem o motivo pelo qual não foi entregue. Aguardei as 48h e não fui contactada por ninguém. Hoje, dia 20, depois de mais de 10 tentativas, consegui finalmente ser atendida pelo telefone. Disseram-me que não houve qualquer resposta, que iam fazer novo pedido de informação, abrir processo e que terei resposta nos próximos 4 dias. Perguntei por que não contactam diretamente o armazém ou comunicam à empresa a possível perda da encomenda, mas apenas se justificaram com processos internos que prejudicam o cliente. Enquanto isto, continuo sem os artigos que comprei e de que precisava com urgência, e também não os posso comprar novamente porque não tenho qualquer confirmação de reembolso. Estou extremamente insatisfeita com este serviço.
Cobrança Indevida
Olá Senhores, já estou a tentar contato com a empresa a 13 dias, já se tornou cansativo, não sei se a intensão da empresa e ganhar no cansaço, tive um problema com a emissão do titulo da portagem, na IC16 a cancela da portagem estava aberta, carreguei o botão do titulo varias vezes, a maquina não me deu o titulo, para evitar qualquer tipo de acidente ou transtorno na via resolvi passar, tentei explicar na saida da via oque havia ocorrido porém o atendente disse que não podia resolver, que eu deveria enviar um email para solucionar o problema e me entregou uma fatura no valor inacreditável de 55,60. Segue em anexo foto da Factura e foto da rota feita por mim no Waze, para analise e recalculo para cobrança com valor real. Salvo minha indignação e repudio a todo esse constrangimento, e solicito quer recuperem as gravações e analisem o caso, pois tentei inúmeras vezes carregar o botão do titulo e nunca jamais iria fazer marcha atras para ir em outra cabine de títulos, colocando minha própria vida em risco numa auto estrada de alto fluxo de transito de viaturas.
Atendimento telefónico
Exms Senhores, Venho por este meio manifestar o meu descontentamento e reclamação contra o atendimento telefónico na linha de apoio a clientes da rede expresso. No dia 18/08/2026 entrei em contacto com o número 217524524 linha de apoio a clientes, atendeu me a operadora Emília Jordão as 12:22 (agradeço que auditem a chamada por favor) além de me desligar o telefone quando eu estava a tentar colocar mais questões pois tinha imensas dúvidas de um erro que cometi aquando da comprar de 2 passagens. A mesma mandou me ler os termos e condições e ainda foi extremamente mal educada quando me diz que já tinha repetido a mesma palavra 3x sendo que eu enquanto cliente MANTINHA a mesma dúvida. Em seguida desliga me o telefone quando lhe pedi o nome a fim de realizar uma reclamação. Péssimo atendimento. Voltei a tentar contactar pois a minha dúvida mantém se e sou atendida pela mesma operadora. Uma empresa prestigiada ter funcionários que mal tratam os clientes é inadmissível e atenção que a operadora é brasileira no entanto eu nada tenho contra brasileiros. Sejam brasileiros ou portugueses ou chineses estão a representar uma empresa devem faze lo com profissionalismo ou caso contrário serem demitidos por justa causa. Agradeço que ouçam a minha chamada. Liliana Cumprimentos
12° durante 2.30h de viagem
Exmos. Senhores Em várias viagens que faço entre Beauvais (França) - Faro (Portugal) e vice-versa que está muito frio dentro de um avião (12° medido por outro passageiro). Preveni hospedeiras(os) e nada mudou. Na última viagem reclamei em frente do Comandante que me ignorou. São 2.30h de desconforto completo. Não culpo as Hospedeiras(os) do avião, responsabilizo sim, Comandante (Responsaveis hierárquicos) e a Ryanair. Obrigado e viajando pela Ryanair previnam-se com um casaco. Nuno Costa
falta de resposta da Hyundai a uma reclamação que já apresentou.
Adquiri um Hyundai Kauai, matrícula BV-69-FT, em 2025, e desde a aquisição a viatura tem apresentado sucessivos problemas. Inicialmente surgiu um ruído na zona de uma roda. Posteriormente, foram detetados problemas de entrada de água e condensação na bagageira, bem como ferrugem/óxido em vários pontos da pintura e carroçaria. Foram realizados dois polimentos, mas o problema da ferrugem manteve-se, tendo sido posteriormente realizada uma peritagem técnica. A tampa da bagageira também se descolou, tendo sido substituída pelo concessionário. No entanto, o mesmo problema voltou a acontecer recentemente, apesar da substituição. Mais recentemente surgiu novamente um ruído na zona da roda/eixo, tendo o concessionário informado que encontrou pedras junto à chapa do disco de travão traseiro esquerdo e que estas foram removidas. Alguns problemas foram intervencionados, mas continuam sem solução definitiva a entrada de água/condensação na bagageira e o problema da ferrugem/óxido na pintura. Relativamente à pintura, foi-me transmitido que a situação seria causada por “fatores externos” e que não estaria abrangida pela garantia, apesar de anteriormente me ter sido indicado que a pintura tinha garantia. Toda esta sucessão de problemas, numa viatura com apenas cerca de um ano, fez-me perder a confiança no veículo e levantar sérias dúvidas quanto à sua segurança e fiabilidade, sobretudo porque transporto diariamente os meus dois filhos. Já solicitei ao concessionário e à marca uma solução definitiva e a substituição da viatura. Não pretendo continuar num ciclo de sucessivas reparações nem aceitar simplesmente outra viatura igual, tendo perdido a confiança neste modelo e na marca. Recorro à DECO para obter apoio na defesa dos meus direitos enquanto consumidora e para conseguir uma solução adequada, nomeadamente a substituição da viatura por outra nova, de outra marca, sem prejuízo financeiro para mim.
Portagens
Venho reclamar de uma cobrança de portagem que considero incorreta. No dia 13 de Agosto, entrei na A6 em Elvas e saí em Montemor-o-Novo no dia 14 cerca das 00h10, com a viatura de matrícula BV50FS, Classe 1. Foi-me debitado o valor de 18,05 €, que considero excessivo para este percurso e para uma viatura Classe 1. Solicito a verificação da cobrança e a correção do valor, caso tenha sido aplicada uma tarifa incorreta. Já contactei a Brisa por e-mail, mas até ao momento não obtive resposta nem número de processo.
Pedido de Intervenção e Mediação — Violação da Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96) e Prática
Exmos. Senhores do Departamento Jurídico da DECO, Vem por este meio solicitar a vossa urgente intervenção, mediação e análise jurídica relativamente a uma conduta continuada e lesiva dos direitos dos consumidores praticada pela operadora Rede Expressos, S.A. 1. Factos e Alteração Tarifária Dissimulada Sou utilizador do serviço de transporte público interurbano na ligação entre Tavira e o Porto. Até recentemente, a operadora disponibilizava no seu sistema a venda de um bilhete único e combinado (Tavira – Lisboa Sete Rios – Porto) para o serviço noturno com partida às 00h45 de Tavira e chegada às 09h30 ao Porto. A Rede Expressos eliminou a opção de venda do bilhete combinado, mantendo, contudo, a circulação física de ambas as camionetas e os respetivos horários. Esta alteração força os passageiros a adquirir dois bilhetes fracionados para a mesma viagem, resultando num aumento substancial do preço total para realizar rigorosamente o mesmo trajeto nos mesmos veículos. 2. Fundamentação Jurídica (Lei n.º 24/96 e Decreto-Lei n.º 57/2008) Esta conduta viola frontalmente os direitos consagrados na legislação de defesa do consumidor: Direito à Proteção dos Interesses Económicos (Art.º 3.º, al. c) e Art.º 9.º da Lei n.º 24/96): O fracionamento forçado de um serviço existente sem alteração da oferta física constitui um agravamento tarifário dissimulado, violando a boa-fé nas relações de consumo e impondo um encargo injustificado ao consumidor. Prática Comercial Enganosa por Omissão (Art.º 7.º do D.L. n.º 57/2008): A operadora omite no sistema de vendas a existência de ligação combinada direta, induzindo o consumidor em erro ao fazer parecer que apenas existem viagens isoladas, forçando-o a tomar uma decisão de compra que de outro modo não tomaria nestes moldes tarifários. Violação do Dever de Informação e Resposta (Art.º 8.º da Lei n.º 24/96): Perante as interpelações efetuadas, a empresa remeteu-se ao silêncio. Adicionalmente, encerrou abusivamente a reclamação #160701326 no Portal da Queixa com o falso estado de "Resolvida", sem ter prestado qualquer esclarecimento ou reposição do serviço. 3. Pedido de Intervenção Face ao exposto, solicita-se à DECO: A abertura de um processo de mediação jurídica junto da administração da Rede Expressos, S.A. A exigência do restabelecimento do bilhete único/combinado Tavira – Porto (00h45) nas plataformas de venda. A avaliação da eventual comunicação desta prática à Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) e à Autoridade da Mobilidade e dos Transportes (IMT) por violação das regras das práticas comerciais desleais. Com os melhores cumprimentos,
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
