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INCOMPETÊNCIA APÓS TROCA DE CONTADOR FANTASMA
Os senhores da EDP Comercial Em janeiro, mandaram-me uma mensagem a dizer que iriam substituir o contador. A 26 de Janeiro, disseram que o trocaram. Entretanto, quando ia mandar a leitura, fui informado que em vez dos 2000 e tal que tinha no contador, a conta iria em 7000... percebendo a pessoa e eu, que o contador foi zerado noutro lado, porque aqui não foi trocado. Parece simples, disseram-me que estava resolvido... mas não. Fiz nova reclamação, disseram que iriam contactar-me, fiquei à espera, telefonei depois dos prazos, e para surpresa minha, nada havia no registo. Nova reclamação, nova espera, novo embuste, ninguém me contactou. Falei com um senhor que me disse, após lhe dar as leituras, mais um, que tinha visto o problema, e que iria bloquear novamente as faturas, o contador não foi trocado, ainda era o antigo. No dia seguinte, enviam-me uma mensagem para pagar essa fatura que estaria bloqueada, porque, afinal, o contador tinha sido trocado, mesmo que toda a gente com quem falo já tenha percebido, a dada altura, que não foi. Agora, já enviei para a E-redes uma reclamação... mas os senhores da EDP-Comercial também merecem uma ou duas ou três... que isto não é forma de tratar o cliente. Primeiro, tive sempre que ser eu a ligar, e vocês não ligaram nenhuma, apesar de sempre dizerem que vão ligar... talvez no dia de são nunca à tarde. Segundo, a desorganização completa, pois cada vez que ligava, tinha que explicar uma situação percebida na ligação anterior. Terceiro, o facto de havendo uma questão pendente, mandarem mensagens a ameaçar cortar se não fosse efetuado o pagamento. Os senhores da EDP Comercial são desorganizados, incompetentes e não muito bem educados... e é bom que isto se saiba. Já agora, se estão ofendidos, é dar uma escutadela aos telefonemas, vários, e sempre por minha iniciativa, que fiz, e o que disseram os vossos colaboradores. Entretanto, amanhem-se lá com a E-Redes, e resolvam o vosso problema, porque eu sou cliente, não sou a vossa mãe.
NÃO TROCARAM O CONTADOR... MAS DIZEM QUE TROCARAM
Em janeiro, mandaram-me uma mensagem a dizer que iriam substituir o contador. A 26 de Janeiro, disseram que o trocaram. Entretanto, em contacto, havia uma fatura parva com 7000 de gastos, quando o meu contador ia em 2000 e tal... telefonei para a EDP comercial, e zeraram essa conta, e disseram que iriam resolver a questão, pois teria havido uma troca de moradas. Fiquei a aguardar resposta, como prometido, e nada. Liguei novamente, fiz nova queixa, e o pessoal agiu como se fosse a primeira vez que ouviram. Nova espera, e a resposta que o contador foi trocado. Eu reparei que não aconteceu, e informei novamente a EDP comercial. A contagem continua a seguir o mesmo número, e não aquele que vem nas faturas. Eu pedi nova revisão, e vocês, com toda a arrogância do mundo, como se eu e a minha esposa fôssemos parvos, mandaram uma mensagem para a EDP comercial a dizer que trocaram, apesar de todas as evidências em contrário... como... O RAIO DO CONTADOR É O MESMO, A CONTAGEM ESTÁ NOS MILHARES, PELO QUE... se calhar, não somos nós, eu e a minha esposa, que estamos malucos. Portanto, peço o agendamento de uma visita, com a minha presença, que é para ver se desta vez percebem onde moro, porque não sei em que raio de morada vocês substituíram o contador... porque, neste momento, estou a pagar energia noutro sítio qualquer, e nem me interessa qual é o sítio. Eu quero é que venham cá testemunhar a vossa incompetência, para ver se perdem essa tendênciazinha de chamar parvos aos outros, quando o erro foi vosso. Como disse, as faturas vêm com um contador zerado a 26 de janeiro, o meu contador está na ordem dos 2000... continua a contar exatamente de forma contínua como se nunca tivesse sido trocado, como, imaginem lá, não foi!!!!!!!!!! Portanto, quero isto resolvido! Entretanto, envio a reclamação à DECO... que erros todos cometem, chamar parvos de forma velada aos outros quando o erro é nosso, isso já é outra coisa, que eu não admito. Quero que venham cá, mas comigo cá, uma visita agendada, com fotos do contador, para prova futura, e, já agora, um pedido de desculpa da empresa... que isto é parvo que dói.
Avaria Recorrente e demora no diagnóstico
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal (a 3.ª em 6 meses) ao meu veículo Dacia Jogger, matrícula BB-34-IE, adquirido há relativamente pouco tempo e que, desde então, tem apresentado sucessivas avarias, com impacto direto e significativo na minha atividade profissional. Passo a descrever o histórico de ocorrências: - Julho de 2024 – Substituição do alternador na CARBY de Vila Nova de Gaia. - Outubro de 2025 – Nova avaria, diagnosticada como problema na polia do alternador. O veículo deu entrada na CARBY de Santa Maria da Feira e permaneceu cerca de 30 dias imobilizado, o que considero absolutamente inaceitável. - Janeiro de 2026 – Novo episódio de avaria, com todas as luzes do painel a acenderem. O veículo voltou à CARBY, onde, além desta situação, foi também reportado problema no cinto de segurança (já anteriormente identificado e não resolvido). - Foram necessários cerca de 7 dias apenas para diagnóstico; - Posteriormente, mais 15 dias para autorização e conclusão do serviço, apesar de se tratar de intervenções ao abrigo da garantia. - Março de 2026 (semana passada) – Nova avaria grave, com indicação de possível gripagem do motor, obrigando à imobilização imediata do veículo e acionamento de reboque para a CARBY de Santa Maria da Feira. - Foram ainda identificados problemas adicionais: compressor do ar-condicionado e braços de suspensão. O veículo deu entrada na oficina na quarta-feira de manhã, sendo eu o primeiro cliente do dia (08h30). No entanto, até à presente data, o veículo permanece sem qualquer diagnóstico efetuado, mesmo depois de 120 horas. Acresce que, no dia de ontem, fui contactado por um colaborador dessa oficina, Sr. Pedro, informando que o veículo ainda não tinha sido analisado pelo chefe de oficina, com a indicação de que o mesmo seria visto durante o dia de ontem (terça-feira), comprometendo-se a dar-me um retorno – o que não aconteceu até ao momento. Esta situação revela uma total falta de organização, acompanhamento e respeito pelo cliente. Importa ainda salientar que este veículo é um instrumento essencial de trabalho, e que cada dia de imobilização representa prejuízos financeiros diretos, estando neste momento a suportar custos adicionais com aluguer de viatura para poder exercer a minha atividade. Mais preocupante ainda é o padrão recorrente de avarias, que demonstra claramente que o veículo não apresenta a fiabilidade expectável, apesar de se encontrar ainda dentro do período de garantia. Adicionalmente, não é aceitável que um cliente tenha de aguardar vários dias apenas para obtenção de um diagnóstico, ao qual ainda acrescem prazos indefinidos para aprovação, encomenda de peças e reparação, prolongando de forma incomportável o tempo total de imobilização. Face ao exposto, venho exigir: 1. Diagnóstico imediato e conclusão urgente da reparação do veículo; 2. Garantia de resolução definitiva das avarias recorrentes; 3. Compensação pelos prejuízos causados pela imobilização prolongada do veículo; 4. Uma explicação formal para os sucessivos atrasos e falhas no acompanhamento do processo. Informo que esta reclamação está igualmente a ser submetida junto de entidades competentes de defesa do consumidor, nomeadamente DECO, Portal da Queixa, bem como através do Livro de Reclamações e outras plataformas públicas. Aguardo uma resposta urgente e uma solução célere para esta situação, sob pena de avançar com outras diligências legais. Com os melhores cumprimentos, LUIS JORDAN GOMES DO NASCIMENTO LÓCIO
Avaria Recorrente e demora no diagnóstico
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal (a 3.ª em 6 meses) ao meu veículo Dacia Jogger, matrícula BB-34-IE, adquirido há relativamente pouco tempo e que, desde então, tem apresentado sucessivas avarias, com impacto direto e significativo na minha atividade profissional. Passo a descrever o histórico de ocorrências: - Julho de 2024 – Substituição do alternador na CARBY de Vila Nova de Gaia. - Outubro de 2025 – Nova avaria, diagnosticada como problema na polia do alternador. O veículo deu entrada na CARBY de Santa Maria da Feira e permaneceu cerca de 30 dias imobilizado, o que considero absolutamente inaceitável. - Janeiro de 2026 – Novo episódio de avaria, com todas as luzes do painel a acenderem. O veículo voltou à CARBY, onde, além desta situação, foi também reportado problema no cinto de segurança (já anteriormente identificado e não resolvido). - Foram necessários cerca de 7 dias apenas para diagnóstico; - Posteriormente, mais 15 dias para autorização e conclusão do serviço, apesar de se tratar de intervenções ao abrigo da garantia. - Março de 2026 (semana passada) – Nova avaria grave, com indicação de possível gripagem do motor, obrigando à imobilização imediata do veículo e acionamento de reboque para a CARBY de Santa Maria da Feira. - Foram ainda identificados problemas adicionais: compressor do ar-condicionado e braços de suspensão. O veículo deu entrada na oficina na quarta-feira de manhã, sendo eu o primeiro cliente do dia (08h30). No entanto, até à presente data, o veículo permanece sem qualquer diagnóstico efetuado, mesmo depois de 120 horas. Acresce que, no dia de ontem, fui contactado por um colaborador dessa oficina, Sr. Pedro, informando que o veículo ainda não tinha sido analisado pelo chefe de oficina, com a indicação de que o mesmo seria visto durante o dia de ontem (terça-feira), comprometendo-se a dar-me um retorno – o que não aconteceu até ao momento. Esta situação revela uma total falta de organização, acompanhamento e respeito pelo cliente. Importa ainda salientar que este veículo é um instrumento essencial de trabalho, e que cada dia de imobilização representa prejuízos financeiros diretos, estando neste momento a suportar custos adicionais com aluguer de viatura para poder exercer a minha atividade. Mais preocupante ainda é o padrão recorrente de avarias, que demonstra claramente que o veículo não apresenta a fiabilidade expectável, apesar de se encontrar ainda dentro do período de garantia. Adicionalmente, não é aceitável que um cliente tenha de aguardar vários dias apenas para obtenção de um diagnóstico, ao qual ainda acrescem prazos indefinidos para aprovação, encomenda de peças e reparação, prolongando de forma incomportável o tempo total de imobilização. Face ao exposto, venho exigir: 1. Diagnóstico imediato e conclusão urgente da reparação do veículo; 2. Garantia de resolução definitiva das avarias recorrentes; 3. Compensação pelos prejuízos causados pela imobilização prolongada do veículo; 4. Uma explicação formal para os sucessivos atrasos e falhas no acompanhamento do processo. Informo que esta reclamação está igualmente a ser submetida junto de entidades competentes de defesa do consumidor, nomeadamente DECO, Portal da Queixa, bem como através do Livro de Reclamações e outras plataformas públicas. Aguardo uma resposta urgente e uma solução célere para esta situação, sob pena de avançar com outras diligências legais. Com os melhores cumprimentos, LUIS JORDAN GOMES DO NASCIMENTO LÓCIO
Fatura incorreta
A fatura indicada, relativa ao período de 16 fevereiro a 15 de março, indica um "complemento de serviços" - Playono no valor de €54,69 Numa busca e análise rápidas é fácil constatar que a referida Playono se trata de "organização" fraudulenta, provavelmente com laivos criminosos cujos a serviços nunca acedi. Nestes termos a Vodafone, que não acredito estar associada a este tipo de extorsão, deverá corrigir de imediato o documento sob pena de, não o fazendo, ser envolvida nos procedimentos legais a promover
responsabilidade por omissão, negligência grave e intervenção no processo de cobrança
Na qualidade de consumidor lesado, venho por este meio apresentar reclamação formal contra os CTT – Correios de Portugal, relativamente ao envio associado à entidade WEI DYO, o qual resultou numa situação de burla, com prejuízo financeiro no montante de 50€. O produto entregue não corresponde, de forma alguma, ao bem adquirido, configurando uma prática comercial enganosa e fraudulenta. Importa salientar que esta situação não constitui um caso isolado, existindo múltiplas reclamações públicas e reiteradas relativas à mesma entidade remetente, amplamente documentadas em plataformas de defesa do consumidor, evidenciando um padrão continuado de atividade lesiva. Acresce que o pagamento foi efetuado no ato da entrega (contra reembolso), tendo o montante sido cobrado diretamente pelos CTT. Deste modo, os CTT não atuaram apenas como entidade transportadora, mas também como interveniente no processo de cobrança, participando diretamente na conclusão da transação. Tal circunstância reforça a vossa responsabilidade na presente situação, na medida em que houve aceitação e cobrança de valores associados a uma operação com fortes indícios de fraude, amplamente reportada por diversos consumidores. Neste contexto, a continuidade da aceitação, transporte e distribuição de encomendas provenientes desta entidade levanta sérias questões quanto ao cumprimento dos deveres de diligência, zelo e boa-fé, consagrados na Lei de Defesa do Consumidor, bem como das obrigações inerentes à prestação de serviços postais sob supervisão da ANACOM. Poderá, assim, estar em causa uma situação de responsabilidade por omissão e eventual negligência grave, ao permitir a continuidade de práticas potencialmente fraudulentas que afetam um número significativo de consumidores. Adicionalmente, informo que me encontro em articulação com outros consumidores lesados, estando em preparação uma denúncia conjunta e coordenada, a apresentar junto das entidades reguladoras e judiciais competentes. Face ao exposto, notifico V. Exas. para que, no prazo máximo de 10 (dez) dias úteis: 1. Prestem esclarecimentos formais e documentados sobre o conhecimento prévio destas ocorrências; 2. Informem as medidas adotadas relativamente à entidade remetente; 3. Procedam à restituição do montante pago (50€), a título de reparação do prejuízo sofrido; 4. Indiquem os mecanismos de controlo implementados para prevenir situações idênticas. Na ausência de resposta ou resolução adequada dentro do prazo indicado, reservo-me o direito de apresentar participação formal junto da ANACOM, bem como recorrer aos meios judiciais competentes, incluindo eventual ação coletiva, para salvaguarda dos meus direitos. Sem outro assunto de momento, Alexis Villalba alexisdanielabelen@gmail.com
Reembolso não efetuado
Exmos. Senhores, No dia 5 de agosto efetuei uma encomenda na sapataria online Ginova, referente a dois pares de sapatos, no valor total de 148,30€, com entrega prevista até 29 de agosto. Não tendo recebido qualquer atualização, contactei a empresa a 24 de agosto. No dia seguinte, fui informada de que existiam problemas de recursos humanos e que a situação seria regularizada a partir de 1 de setembro. Aguardei até ao final da primeira semana de setembro, mas, após novos contactos a 4 e 8 de setembro, não obtive qualquer resposta. No dia 9 de setembro solicitei o reembolso, enviando toda a documentação necessária. Entretanto, recebi a encomenda a 18 de setembro, tendo sido informada de que o reembolso só seria possível após devolução dos artigos. A devolução foi recebida nos vossos armazéns a 30 de setembro e, a 8 de outubro, fui informada de que o reembolso seria efetuado no prazo de 24 a 48 horas. Até à presente data, o valor ainda não foi restituído.
Práticas comerciais enganosas
Tive uma experiência extremamente negativa com a Medicare e sinto-me completamente enganada. No momento da venda, foi-me garantido que a minha filha poderia fazer tratamento ortodôntico numa determinada clínica com 50% de desconto, incluindo colocação e manutenção do aparelho, bem como acesso a limpezas dentárias gratuitas. Após aderir ao plano, verifiquei que nada disso corresponde à realidade: A clínica indicada não aceita o plano nas condições apresentadas; Todos os custos do aparelho são cobrados a 100%, sem qualquer desconto; A limpeza dentária não é gratuita, sendo necessário pagar. Ou seja, as condições apresentadas no momento da venda não são cumpridas, o que considero uma prática enganosa. Para agravar a situação, tentei cancelar o plano ao perceber que as informações prestadas eram falsas, mas a empresa recusa o cancelamento, alegando um período de fidelização, mesmo perante este incumprimento. Sinto-me lesada enquanto consumidora e deixo este alerta a outras pessoas: confirmem sempre diretamente com as clínicas antes de aderirem a este tipo de planos. Neste momento, já apresentei reclamação no Livro de Reclamações Eletrónico
Cobrança indevida após cancelamento de encomenda + devolução em curso (Temu)
Exmos. Senhores da DECO, Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a plataforma TEMU (Temu Europe Services Limited / vendedor parceiro), com base nos seguintes factos: 1. Identificação da(s) encomenda(s) • Encomenda principal (telemóvel realme Note 70T): ID da devolução: PO-163-16114216471671710-D02 Valor do reembolso devido: 67,01 € (via Scalapay) Data do pedido de devolução: 22 de março de 2026 Pacote já enviado com a etiqueta oficial fornecida pela Temu (fotos do pacote fechado + comprovativo de envio/tracking em anexo). • Outra encomenda do mesmo vendedor: [Indica aqui o número da encomenda, se tiveres, ou descreve: “encomenda cancelada pela Temu/vendedor”] Valor cobrado indevidamente: [insere o valor exato que foi debitado] € A encomenda foi cancelada pela Temu/vendedor, mas, mesmo assim, o valor foi debitado na minha conta bancária [data do débito]. Já efetuei reclamação junto do meu banco para chargeback (comprovativo em anexo). 2. Descrição dos factos • Solicitei devolução do telemóvel dentro do prazo legal e da política da Temu (90 dias). Após algumas dificuldades (vendedor alegou “abriu embalagem”), enviei as provas fotográficas do artigo em perfeito estado (apenas inspecionado brevemente e resetado de fábrica, conforme exceção legal). • A Temu enviou a etiqueta de devolução, que eu utilizei e enviei o pacote. • Simultaneamente, outra encomenda do mesmo vendedor foi cancelada, mas a Temu/vendedor procedeu ao débito do valor na minha conta, configurando cobrança indevida. • Apesar de várias mensagens no chat da Temu (com ameaça de reclamação na DECO), a situação não foi resolvida. 3. Fundamentação legal • Direito de livre resolução (art. 10.º do Decreto-Lei n.º 24/2014, transpondo a Diretiva 2011/83/UE): o consumidor pode resolver o contrato sem motivo e sem penalização (exceto custos de devolução, que a Temu assume na primeira devolução). O teste breve para verificar o funcionamento está expressamente protegido. • Obrigação de reembolso em caso de cancelamento (art. 12.º e seguintes do DL 24/2014): quando a encomenda é cancelada, o fornecedor deve reembolsar integralmente e sem demora (prazo máximo de 14 dias). • Prática comercial desleal (Lei n.º 24/2015, que transpõe a Diretiva 2005/29/CE): cobrar após cancelamento constitui cobrança indevida e desleal. • A Temu, enquanto plataforma de marketplace, é responsável solidária com os vendedores parceiros. 4. Pedidos Exijo da Temu, através da intervenção da DECO: 1. Reembolso imediato dos 67,01 € relativos à devolução do telemóvel (assim que o pacote chegar ao armazém, ou imediatamente, dada a prova de envio enviada). 2. Reembolso integral e imediato do valor cobrado indevidamente na encomenda cancelada [42,41] € 3. Confirmação por escrito dos reembolsos e prazos de execução. 4. Indemnização por danos morais e aborrecimentos causados (se a DECO considerar aplicável). Anexo a esta reclamação: • Prints completos da conversa no chat da Temu (incluindo mensagens do “Jerry” e minhas respostas) • Prints da página “Dados da devolução” • Fotos do pacote enviado + comprovativo de envio/tracking • Print do cancelamento da outra encomenda • Print do débito na conta bancária • Comprovativo da reclamação efetuada no banco Fico ao dispor para qualquer esclarecimento adicional e autorizo a DECO a contactar a Temu em meu nome. Com os melhores cumprimentos, Crispim Fernando Leite de Faria NIF: 182942166 TLM- 930414130 Email- pataconcio69@gmail.com Data: 24 de março de 2026
Atraso cartão
Exm. Senhores A situação é simples mas que me está a causar problemas pois estou sem cartão VISA Deco Unicre. A situação é a seguinte: No dia 28/2 telefonei para a UNICRE dando conta que a máquina tinha engolido p cartão. Fui informado que no prazo máximo de 15 dias tinha novo cartão e um custo de + ou - € 15.00 o que aceitei. Isto é o começo da historia da qual anexo mail datado de 18 de março com toda a história. Com telefonemas meus posteriormente fui informado que por lapso o cartão ainda não tinha sido emitido. Neste mesmo mail também faço referência a esta situação. Entretanto já reclamei novamente e continuo sem cartão e no dia 28 de Março faz i mês. Perante a situação e visto ser um parceiro da DECO, informo que não aceito o débito que me disseram pela emissão do novo cartão, pois já tive inconvenienters com a falta do mesmo. Agradeço a vossa interferência rápida para a solução deste assunto nomeadamente o atraso da emissão do cartão bem como o pagamento do mesmo que não vou pagar. Aguardo noticias Obrigado
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