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Computador Sem Reparação
Exmos. Senhores, No dia 24/05/2024 no quarteirão onde vivo houve um corte de energia em vários quarteirões na zona onde resido, quando voltou a luz o meu computador não voltou a ligar. (Confirmado pela E-Redes) Levei-o à loja Chip7 no dia 25/05/2024 para resolverem o problema, só no dia 07/09/2024 recebi o relatório onde indica que o computador queimou e não tem reparação. (documentos anexados) Reclamei à E-Redes expondo a situação, da qual recebi a resposta que" Os equipamentos devem estar preparados para este tipo de interrupções...." (resposta anexada). Pergunto quais? Também tive conhecimento que nesse dia várias pessoas tiveram o mesmo problema. Pergunto-vos o que posso fazer? Obrigado. Cumprimentos.
Cobrança de bagagem de mão (mala de cabine)
Boa noite, Venho por este meio expor uma situação extremamente desagradável e de falta de profissionalismo por parte da Companhia aérea Ryanair. No dia 9 de Setembro viajamos a trabalho do aeroporto do Porto para Madrid para reuniões de trabalho com um bilhete de bagagem de mão. Que efetivamente diz medidas 40*20*25. Não tivemos qualquer problema na entrada para o avião. No dia 11 de Setembro, na volta para Portugal no aeroporto de Madrid, eu e uma colega fomos barradas por termos uma mala de cabine tipo trolley. A mala era a mesma que saiu de Portugal e com medidas de 40*20*25 no entanto por ser trolley não nos deixaram de forma nenhuma avançar sem o pagamento 46€ cada uma. Tentamos abordar a equipa da companhia de forma super educada, no entanto desde o início se mostraram mal dispostos e até um pouco mal educados. Uma das colaboradoras recusou se até a identificar se. Explicamos que estávamos a cumprir com as medidas, com as regras e que voamos de Portugal sem qualquer problema. A resposta foi que os colegas fizeram mal o seu trabalho. Para não perdermos o avião cedemos ao pagamento das malas. O único método de pagamento que têm é dinheiro efetivo ou MB mas o mesmo não é colocado em maquina nenhuma. Retiram o valor através dos 3 nrs que os cartões têm atrás. Ora, o meu cartão tinha os nrs mal legíveis e o da minha colega era de crédito. Não conseguiam fazer o pagamento e não nos davam soluções continuando irredutíveis em deixar nos passar. Efetuaram o débito do cartão de outra colega nossa que já se encontrava dentro do avião que não enviou UMA FOTO do seu cartão MB. Isto é legal?!? Cobrarem valores absurdos porque a mala de cabine tem rodas?!? É porque era apenas essa a diferença! Retirarem dinheiro de um cartão MB através de uma foto?!? Nem de propósito hoje saiu na SIC Notícias uma situação semelhante sobre esta companhia que teve de reembolsar porque o tribunal português considera ilegal. Saiu também no CNN. Aguardo uma resposta da vossa parte por favor. Tenho os comprovativos dos bilhetes de avião e também do pagamento de 92€ que fomos obrigadas a fazer com um cartão MB em foto no telemóvel! Obrigada Cmpts, Odete Silva.
NEGLIGÊNCIA INFANTIL E BURLAS
Meu filho frequentou por 2 anos letivos esse colégio (2022/2023 - 2023/2024) No primeiro ano, até correu bem. O segundo ano é que as coisas começaram mesmo mal! A primeira mensalidade do ano, veio com 30€ a mais, sem qualquer aviso prévio ou sem nos ter sido dado qualquer opção de escolha. Quando questionamos sobre o assunto, nos foi respondido que fomos avisados da subida dos valores, MAS NUNCA NOS INFORMARAM SOBRE QUAIS VALORES SERIAM!! As situações desagradáveis continuaram. Todos os meses passaram a acrescentar coisas JÁ PAGAS!! Nas notas de pagamento. PARA QUEM AINDA NÃO SABE, ESSE COLÉGIO NÃO EMITE FATURAS, APENAS NOTAS DE PAGAMENTO VIA E-MAILS. • Quando questionamos a Diretora Filipa, essa jogou as responsabilidade para a Sra Tânia(cunhada da Sra Diretora). NUNCA CONSEGUIRAM NOS INFORMAR O PORQUE OU O QUE ESTAVAM A COBRAR A MAIS! •Agendamos diversas reuniões, com a Sra Tânia, que é extremamente ocupada, e conseguimos de fato ter apenas uma reunião. Reunião essa que foi rapidamente terminada quando a Sra finalmente nos permitiu concluir uma frase e realizar as nossas questões. Questões essas de faturamento QUE ESTÃO DESDE NOVEMBRO/23 A ESPERA DE UMA RESPOSTA! 😅 🚨MAS O PIOR DE TUDO O QUE VEM ACONTECER FOI QUANDO NO MEIO DO ANO, FUI BUSCAR O MEU FILHO A ESCOLA E NA FRENTE DA ESCOLA, NA FRENTE DE OUTROS PAIS E DIANTE DA AUXILIAR PATRÍCIA ACUSOU-A DE PUXAR A ORELHA DO MEU FILHO POR 2 VEZES NO MESMO DIA! Questionamos o fato e a Sra Patrícia disse que não aconteceu tal fato! Entramos em contato com a Diretora Filipa, essa disse que isso era mentira do Meu filho, que jamais aconteceu tal coisa. Mas no dia seguinte, quando meu filho contou detalhadamente e ofendido como isso aconteceu, na porta do colégio, perto de outras crianças que confirmaram o acontecimento! A auxiliar Patrícia admitiu que TALVEZ tenha acontecido em um contexto de brincadeira. Esses tipos de situações foram relatadas também por outras mães, que tem medo de expor na internet mas estão preparadas para expor os fatos em Juízo. Neste colégio, para a Sra Diretora, TODOS ESTÃO ERRADOS, TODOS PERCEBERAM AS COISAS DE FORMA ERRADA. QUALQUER CRÍTICA OU QUEIXA DE QUALQUER CRIANÇA, É LEVADO COMO MENTIRA DA CRIANÇA! (RELATOS DE OUTROS ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO E DE >VARIAS< FUNCIONÁRIAS) Isso é MUITO grave!!! •Infelizmente a Senhora Patrícia continua a cumprir suas funções nesse estabelecimento, a ter contato com as crianças. •as salas são pequenas e com superlotação de crianças. 🚨•Sala do berçário com 1 educadora e 1 auxiliar para cuidarem de 31 crianças ao invés de 24 no máximo (tendo crianças com necessidades especiais)•🚨 Enfim, tenho muitos relatos e provas sobre o que relato aqui. ESPERO QUE NENHUM PAI PASSE PELO DESGASTE EMOCIONAL E MENTAL QUE MINHA FAMÍLIA PASSOU, AO CONFIAR NESSE “COLÉGIO”. Cumprimentos
Fatura
Exmos. Senhores, Na sequência do vosso ofício n. NHC 102565511, com o assunto "Interpelação para pagamento de fatura n. FC24-0508997 (em anexo), datado de 25/05/2024, e considerando que o processo de pagamento do valor indicado ainda se encontra em curso, tendo sido enviado no dia 30/05/2024 um email para pagamentos.lisboa@hospitaldaluz.pt (conforme anexo), qua ainda aguardo resposta, gostaria que me confirmassem se, até o processo estar concluído, a fatura não deveria ficar suspensa. Solicito ainda o seguinte esclarecimento: - Tendo eu iniciado os tratamentos de hemodiálise no decorrer do internamento, gostaria que me confirmassem se efetuaram o pedido de pré-autorização à Médis para a realização do 1° tratamento de hemodiálise, uma vez que a Médis me informou que deveria ter sido feito? Caso o tenham feito, agradeço que me informem qual foi a resposta da seguradora. Informo que, conforme já referido no email em anexo, a minha reclamação apresentada ao hospital, foi também enviada para a ERS (em Cc a este email), a qual me informou do seguinte: "A prestação de cuidados de saúde em unidades privadas implica a celebração de um contrato de prestação de serviços médicos, que pacificamente se considera como genericamente enquadrado no disposto no artigo 1154.º do Código Civil (contrato pelo qual uma das partes se obriga a proporcionar à outra certo resultado do seu trabalho intelectual ou manual, com ou sem retribuição). De onde decorrem também, naturalmente, os deveres principais e secundários da prestação, bem como os deveres acessórios de conduta e o dever geral de agir de boa-fé, relacionados com a concreta relação contratual e objeto contratual estabelecidos. Assim, qualquer utente que acede a uma entidade prestadora de cuidados de saúde tem direito a ser previamente informado sobre todos os elementos necessários ao seu completo e efetivo esclarecimento, para que possa tomar uma decisão sobre o tratamento ou intervenção proposta, incluindo todas as questões administrativas e financeiras relevantes, preços e orçamentos referentes à prestação de cuidados de saúde em causa. Esse dever de informação sobre preços não pode quedar-se apenas por um aparente cumprimento resultante de uma mera afixação de preços, antes implicando que os consumidores-utentes tenham plena informação e conhecimento de qual o serviço que se encontram a contratar e sua correspondência com a tabela de preços em uso e conhecida por aqueles. E também por isso importa garantir que a informação prestada seja suficiente para dotar o utente medianamente esclarecido e diligente dos elementos necessários à sua tomada de decisão, de forma livre e esclarecida, sobre a solicitação de cuidados de saúde a um determinado prestador, e assegurar-se, assim, a liberdade de escolha do prestador de cuidados de saúde a que pretende recorrer. Deve-se assegurar, ainda, que o utente tenha uma previsão de custos correta sobre a totalidade dos aspetos financeiros, designadamente dos atos clínicos, exames, consumíveis e fármacos, bem como os respetivos valores, que venham a ser previsivelmente prestados ou administrados e cujo pagamento lhes seja exigível, eliminando-se ou reduzindo-se tanto quanto possível os efeitos de um dos problemas fundamentais em saúde e que se prende com a “assimetria de informação” que existe em todas as relações prestador-utente. Em suma, as repercussões administrativas, logísticas e financeiras que a prestação de cuidados de saúde pode importar devem ser transmitidas ao utente. Cabem neste âmbito, designadamente, informações sobre os meios humanos e técnicos existentes e disponíveis no estabelecimento em causa para a prestação dos cuidados de saúde necessários; sobre as regras de acesso e de referenciação em vigor no SNS; sobre autorizações prévias a emitir por entidades terceiras; sobre taxas, preços ou orçamentos referentes à prestação de cuidados de saúde em causa; sobre a natureza e regras da convenção que o prestador de saúde tenha celebrado com um qualquer subsistema de saúde, ou sobre as regras de um seguro de saúde aplicável. Todas estas informações podem ser relevantes, não só para a decisão do utente quanto à prestação de cuidados de saúde em concreto, mas ainda para que este possa escolher livremente o prestador dos cuidados de saúde a que irá recorrer (do setor público, privado, social ou cooperativo). Assim sendo, tendo sido devidamente facultada ao utente a informação prévia sobre os preços praticados, caber-lhe-á sempre, a decisão final de escolha do prestador e de realização dos atos." Como sabem, durante todo o meu internamento, nunca tive qualquer conhecimento dos valores ou dos serviços que iriam cobrar, nem nunca me informaram que tinha outras opções para efetuar os tratamentos e todos os procedimentos associados à hemodiálise. Apenas me informaram do valor da biopsia renal (500 eur), cujo pagamento me foi exigido antes de saberem quando é que este exame seria realizado. à semelhança deste procedimento, deveriam também me ter informado sobre os restantes. Agradeço a vossa atenção, ficando a aguardar pelas vossas respostas, a este email e ao anterior que enviei no dia 30/05/2024. Cumprimentos, Ricardo Lourenço Cumprimentos.
Fatura
Exmos. Senhores, Exmos. Senhores, Na sequência do vosso ofício n. NHC 102565511, com o assunto "Interpelação para pagamento de fatura n. FC24-0508997 (em anexo), datado de 25/05/2024, e considerando que o processo de pagamento do valor indicado ainda se encontra em curso, tendo sido enviado no dia 30/05/2024 um email para pagamentos.lisboa@hospitaldaluz.pt (conforme anexo), qua ainda aguardo resposta, gostaria que me confirmassem se, até o processo estar concluído, a fatura não deveria ficar suspensa. Solicito ainda o seguinte esclarecimento: - Tendo eu iniciado os tratamentos de hemodiálise no decorrer do internamento, gostaria que me confirmassem se efetuaram o pedido de pré-autorização à Médis para a realização do 1° tratamento de hemodiálise, uma vez que a Médis me informou que deveria ter sido feito? Caso o tenham feito, agradeço que me informem qual foi a resposta da seguradora. Informo que, conforme já referido no email em anexo, a minha reclamação apresentada ao hospital, foi também enviada para a ERS (em Cc a este email), a qual me informou do seguinte: "A prestação de cuidados de saúde em unidades privadas implica a celebração de um contrato de prestação de serviços médicos, que pacificamente se considera como genericamente enquadrado no disposto no artigo 1154.º do Código Civil (contrato pelo qual uma das partes se obriga a proporcionar à outra certo resultado do seu trabalho intelectual ou manual, com ou sem retribuição). De onde decorrem também, naturalmente, os deveres principais e secundários da prestação, bem como os deveres acessórios de conduta e o dever geral de agir de boa-fé, relacionados com a concreta relação contratual e objeto contratual estabelecidos. Assim, qualquer utente que acede a uma entidade prestadora de cuidados de saúde tem direito a ser previamente informado sobre todos os elementos necessários ao seu completo e efetivo esclarecimento, para que possa tomar uma decisão sobre o tratamento ou intervenção proposta, incluindo todas as questões administrativas e financeiras relevantes, preços e orçamentos referentes à prestação de cuidados de saúde em causa. Esse dever de informação sobre preços não pode quedar-se apenas por um aparente cumprimento resultante de uma mera afixação de preços, antes implicando que os consumidores-utentes tenham plena informação e conhecimento de qual o serviço que se encontram a contratar e sua correspondência com a tabela de preços em uso e conhecida por aqueles. E também por isso importa garantir que a informação prestada seja suficiente para dotar o utente medianamente esclarecido e diligente dos elementos necessários à sua tomada de decisão, de forma livre e esclarecida, sobre a solicitação de cuidados de saúde a um determinado prestador, e assegurar-se, assim, a liberdade de escolha do prestador de cuidados de saúde a que pretende recorrer. Deve-se assegurar, ainda, que o utente tenha uma previsão de custos correta sobre a totalidade dos aspetos financeiros, designadamente dos atos clínicos, exames, consumíveis e fármacos, bem como os respetivos valores, que venham a ser previsivelmente prestados ou administrados e cujo pagamento lhes seja exigível, eliminando-se ou reduzindo-se tanto quanto possível os efeitos de um dos problemas fundamentais em saúde e que se prende com a “assimetria de informação” que existe em todas as relações prestador-utente. Em suma, as repercussões administrativas, logísticas e financeiras que a prestação de cuidados de saúde pode importar devem ser transmitidas ao utente. Cabem neste âmbito, designadamente, informações sobre os meios humanos e técnicos existentes e disponíveis no estabelecimento em causa para a prestação dos cuidados de saúde necessários; sobre as regras de acesso e de referenciação em vigor no SNS; sobre autorizações prévias a emitir por entidades terceiras; sobre taxas, preços ou orçamentos referentes à prestação de cuidados de saúde em causa; sobre a natureza e regras da convenção que o prestador de saúde tenha celebrado com um qualquer subsistema de saúde, ou sobre as regras de um seguro de saúde aplicável. Todas estas informações podem ser relevantes, não só para a decisão do utente quanto à prestação de cuidados de saúde em concreto, mas ainda para que este possa escolher livremente o prestador dos cuidados de saúde a que irá recorrer (do setor público, privado, social ou cooperativo). Assim sendo, tendo sido devidamente facultada ao utente a informação prévia sobre os preços praticados, caber-lhe-á sempre, a decisão final de escolha do prestador e de realização dos atos." Como sabem, durante todo o meu internamento, nunca tive qualquer conhecimento dos valores ou dos serviços que iriam cobrar, nem nunca me informaram que tinha outras opções para efetuar os tratamentos e todos os procedimentos associados à hemodiálise. Apenas me informaram do valor da biopsia renal (500 eur), cujo pagamento me foi exigido antes de saberem quando é que este exame seria realizado. à semelhança deste procedimento, deveriam também me ter informado sobre os restantes. Agradeço a vossa atenção, ficando a aguardar pelas vossas respostas, a este email e ao anterior que enviei no dia 30/05/2024. Cumprimentos, Ricardo Lourenço UAÇÃO) Cumprimentos.
GARANTIA
Exmos. Senhores, Em 21/05/2024 adquiri uma chuveiro AUK por 102,69 euros. A referência da encomenda é 401R801311CR. Sucede que este apresenta defeito: O equipamento apresenta um fuga de água o que não permite a sua normal utilização . Comuniquei-vos o problema, em 10 de setembro de 2024, para que atuassem em conformidade, mas recebi como resposta que o produto não tem garantia, o que desrespeita a legislação aplicável. Exijo a substituição do produto defeituoso. Em alternativa, devolvam-me o dinheiro que paguei ou procedam à reparação do artigo em causa. Caso não me resolvam a situação nos próximos 8 dias, considerarei o contrato como incumprido da vossa parte. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
Reembolso não realizado
Exmos. Senhores, No passado dia 08/05 entrei em contacto com a seguradora tranquilidade pois tinha uma deformação (bolha) no pneu queria obter informações sobre a minha apólice. Foi fornecida a informação de que a minha apólice engloba pneus. Questionei se seria necessário ir a uma oficina específica, sem a resposta fornecida que só seria necessário ser uma oficina certificada. Questionei também se precisava estar furado, visto ser uma deformação, sendo a resposta que não precisava estar furado, que uma deformação também está englobado na apólice. Foi dito que deveria enviar toda a documentação para a “qualidade” é que depois iriam responder. Procedi exatamente como me foi transmitido. A resposta foi que não realizam o reembolso porque não pedi um reboque, sendo que nunca me disseram para pedir reboque e o carro estava a circular. Respondi a explicar a situação e a resposta foi que por ser uma deformação e não um furo, que não tenho direito Novamente, não foi a informação fornecida e a ler a minha apólice, la inclui “deformação (bolha) como sendo um dano”. Contactei a tranquilidade, transferem a chamada 4x e dizem que não é com aquele departamento, sendo que sou transferida por um colega. Fiz reclamação por email e justificam que entendi mal o que a colega disse, quando na chamada é obvio. quero ajuda pois eles não querem pagar o reembolso de 120€ Cumprimentos.
Comissões e despesas mão discriminadas
Exmos. Senhores, cobraram-me 68,48 EUR (!) de "comissões" e "despesas" não discriminadas. Isto é discutivelmente ilegal. Solicito gentilmente reembolso. Se não reembolsarem até 26/09/2024, reservo-me o direito de proceder judicialmente. Obrigado. Cumprimentos.
Atraso no voo
Exmos. Senhores, O meu nome é Marisa Carvalho e viajei em conjunto com a senhora Cristina Pimentel através da Turkish Airlines para as Maldivas, com saída a 6 de Agosto de 2024 às 16h20 com ligação em Istambul e chegada prevista às Maldivas às 12h20 de dia 7 de Agosto de 2024. O voo de Lisboa-Istambul, voo número TK 1760 correu conforme planeado, no entanto, o voo número TK734 de Istambul-Malé sofreu um atraso de 3h50, chegando a Malé apenas às 16h10 do dia 7 de Agosto. No aeroporto de Istambul procurei ajuda no serviço de Help desk da Turkish Airlines, no sentido de me arranjarem outro voo pois se não chegasse até às 14h30 iria seguramente perder o transfer para a ilha onde estava hospedada, no hotel Ecoboo Maldives, na ilha Thinadhoo, Atol Vaavu, pois o último transfer (speed boat) era às 16h e tinha alguém à nossa espera para nos encaminhar para o barco às 15h10. Disseram-me que não havia voos e por muito que tenha contactado o hotel antes de embarcar, eles tentaram mas não conseguiram aguentar o speed boat que levava também outros hóspedes de duas ilhas diferentes, pois só saímos do processo alfandegário e do aeroporto às 16h50. Também já não havia hipótese de reservar um hidroavião mesmo pagando mais às nossas custas. Causou-nos um enorme transtorno, pois apenas tínhamos 7 dias de férias e só podemos ir no transfer do dia seguinte, às 10h30, só chegámos ao nosso hotel dia 8 de Agosto às 12h15, pelo que perdemos um dia de férias, já tínhamos pago as 7 noites no hotel e ainda tivemos que pagar um hotel em Malé, mais especificamente em Hulhumale, e tivemos que pagar também um jantar que estaria incluído no nosso hotel original. Anexo o email que nos enviaram por parte da Turkish Airlines, quando voávamos de Lisboa para Istambul e ao chegar a Istambul vimos o email a informar do atraso de 3h50. Anexo também o email com o comprovativo de check in das duas passageiras - Marisa Carvalho e Cristina Pimentel. Em anexo encontra-se também a fatura de $ 2,415.00 (USD) dos 7 dias reservados e pagos no nosso hotel Ecoboo Maldives, sendo que dividindo uma noite custaria 345 USD, bem como anexo o comprovativo dessa reserva também com o horário dos transferes para verificarem o último transfer seria às 16h tendo sido esse que o hotel nos marcou visto que chegaríamos às 12h20 no dia 7 de Agosto. Por fim anexamos a fatura do hotel com o jantar onde tivemos que ficar no dia 7 de Agosto por termos perdido o transfer, fatura essa que vem também com a fatura de jantar e anexo também os comprovativos de pagamento, sendo que pagámos nesse dia 2,202,10 rúpias maldívia (MVR), o que equivale a 131,00 euros na moeda portuguesa. Para além destas despesas do nosso hotel + do hotel que tivemos que pagar por uma noite e do jantar, vimos reclamar uma compensação extra pelo atraso visto termos ficado apenas com 6 dias de férias devido a este atraso que não foi culpa nossa. Já mandei um e-mail e fiz duas reclamações no site no departamento feedback, pois foi o que me aconselharam a fazer na linha de apoio ao cliente - TK-11370367 + TK-11412263 , respondem-me sempre: "Unfortunately we were unable to fulfill your request as document that you have sent us belong to your destination point. We would like to inform you that we can only cover irregularity-related expenses. Therefore, we kindly request you to send us the receipts which indicates name, surname, date, amount etc." Isto foi uma irregularidade, fiquei retida no meu destino final na ilha do aeroporto devido ao atraso da vossa companhia. Liguei hoje para a linha e disseram que não era com o departamento deles e passaram para outro, só falavam inglês e para melhor me conseguir explicar pedi para passarem para alguém que falasse português e quando passaram ouve uma voz automática indicando que não havia ninguém disponível de momento para falar a minha língua. Liguei de novo e o senhor Estevão que me atendeu disse que se eu não queria falar em inglês para me dirigir ao balcão presencial no aeroporto e deu-me o número de telefone para agendar atendimento. Pedi-lhe o último nome e recusou-se a indicar-me o mesmo. Disse-lhe que isso não era legal e ele indicou-me que por questões profissionais não o dava. Pedi para falar com o supervisor disse que já não estava ninguém ao serviço e eu disse-lhe que era impossível estar em linha sem chefias. Nem me sabia responder depois de vários "engasganços". Deplorável e vergonhoso numa empresa destas. Já não tive mais forças para debater e decidi reclamar por aqui para ver se alguém em português me responde e entende o problema. Anexo o comprovativo de ambas as respostas e o email que enviei inicialmente . Aguardamos resposta para a resolução deste problema, atendendo que terão consideração pelos vosso clientes e por esta situação em específico. Obrigada. Cumprimentos. Marisa Carvalho
Comissões e despesas mão discriminadas
Exmos. Senhores, cobraram-me 0,26 EUR de "comissões" e "despesas" não discriminadas. Isto é discutivelmente ilegal. Solicito gentilmente reembolso. Se não reembolsarem até 25/09/2024, reservo-me o direito de proceder judicialmente. Obrigado. Cumprimentos.
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