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Cobrança indevida de CAV
Exmos. Senhores, Face ao problema já detetado de cobrança indevida de CAV e reclamado anteriormente, e do qual junto comprovativo da reclamação enviada via email, solicito o reembolso da quantia em causa, relativamente à CAV entre 29/11/2023 e 17/01/2025 (incluindo a factura emitida a 9 de setembro de 2024 em que foi cobrada esta taxa duplicada, devido a um suposto acerto). Até ao momento, os vossos serviços mostraram-se ineficientes na resolução do problema. Solicito a correção imediata da situação e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Com os melhores cumprimentos.
Não emitem fatura da minha compra e alegam que a devolução é complicada
Exmos. Senhores, Efetuei uma compra no site da Leroy Merlin, e quando o artigo chegou, constatei que não era bem o que pretendia e resolvi tentar trocar. Como indica na pagina do site "Devolução gratuita em loja" dirigi-me a loja, ao departamento de trocas e devoluções. Após solicitar a troca do mesmo, a Leroy Merlin indica que o artigo é que Marketplace e que terei de contactar o "parceiro" através do chat da plataforma do Leroy Merlin. Após tentativa de contacto via chat com o "parceiro" a resposta deste foi via resposta automática, por um robô, que surpreendentemente dizia o seguinte "Considerando o complicado processo de devolução, se conseguir mantê-lo, estamos dispostos a dar-lhe um desconto de 10%. Pode presentear um amigo ou familiar que possa precisar ou revendê-lo, prefere?". Esta tentativa de persuadir o cliente a ficar com o artigo aliciando com a oferta de um vale não me parece de todo correto, mas isto não fica por aqui. Revoltado, dirigi-me ao Leroy Merlin novamente, expus a situação e disseram-me que teria de pagar os portes de envio para este tal "parceiro", que os "termos e condições" estão bem explícitos no site (que não estão) e que a resolução do problema terá sempre de passar pelo contacto direto com o "parceiro". De seguida solicitei a fatura e disseram que poderia descarregar no site, caso contrario que a emissão da fatura seria sempre pelo "parceiro" e não pela Leroy Merlin, achei estranho. Posto isto tento na plataforma do Leroy Merlin no local onde se descarrega a fatura, e quando descarregada para minha surpresa era apenas uma guia (envio em anexo). Tento novamente contactar via chat o "parceiro", que depois de tanta burocracia apenas queria a fatura da minha compra, e esqueci a troca do artigo, e a resposta foi exatamente igual, resposta automática, aumentando o valor do vale para 20%. Tento novamente via chat solicitar o a fatura, e pela 3ªvez a resposta é a mesma, aumentando o vale para 30%. Desisti e dirigi-me ao Leroy Merlin, apresentei reclamação mas nada fizeram e continuam a dizer que tenho que falar com o "parceiro" pois a fatura tem de ser emitida pelo mesmo. Mas agora pergunto se a resposta é sempre a mesma, via robô, como conseguirei a minha fatura? Pergunto, se eu efetuei o pagamento no site do Leroy Merlin, legalmente terá de ser o Leroy Merlin a emitir a fatura e não o "parceiro", pois no ato do pagamento não sou direcionado para o site do "parceiro" mas sim pago no site da Leroy Merlin, logo legalmente a fatura deveria ser emitida pela Leroy Merlin. Ja não sei o que fazer, estamos a falar de um valor de 175,99€. Solicito por favor a vossa ajuda, pois ja não sei a quem me dirigir. Envio em anexo o seguinte: - a suposta fatura disponibilizada na plataforma do Leroy Merlin - pagina do artigo onde não é explicito os termos e condições do "parceiro" - 1ª , 2ª e 3ª tentativa de contacto com o parceiro via chat, onde é possível ver a tentativa de persuadir o cliente a ficar com o artigo em troca de um vale de desconto, alegando ser difícil o processo de devolução - Rodapé presente em todas as paginas de qualquer artigo à venda no site da Leroy Merlin. Publicidade bastante enganosa. - Exemplo de pagamento de um artigo marketplace, fornecido pelo mesmo "parceiro", onde é possível constatar que o pagamento é feito a entidade Leroy Merlin e não ao "parceiro", ou seja, legalmente a fatura terá de ser emitida pela Leroy Merlin, a quem paguei. Cumprimentos.
NOS - Cancelamento por justa causa recusado em falha de serviço de 45 dias consecutivos
Exmos. Senhores, Pretendo fazer o cancelamento do contrato de prestação de serviços com a NOS por justa causa, conforme previsto na legislação portuguesa, devido ao incumprimento contratual por falha de serviço superior a 30 dias consecutivos e estar sem serviço de internet desde 04/12/24 até hoje, 21/01/25. Entre 04/12/24 e 20/12/24, recebi várias promessas de resolução que nunca foram cumpridas. Após 30 dias sem serviço, em 05/01/2025, solicitei o cancelamento do contrato por justa causa. Contudo, fui informado de que não poderia proceder sem que um técnico verificasse o equipamento na minha residência, algo que aceitei unicamente por ser imposto pela NOS. Fui também manipulado a acreditar que o problema da internet não estava resolvido por falta de acesso ao meu router. No dia 07/01, o técnico deslocou-se à minha casa e confirmou que não havia serviço, constatando que o problema era no exterior, contrariando à informação dada pela NOS. Apesar de o técnico ter deixado o relatório com esta confirmação, o meu pedido de cancelamento foi recusado, alegando falta de provas da falha. Em 14/01, reiterei o pedido de cancelamento, solicitando que fosse associado o relatório técnico à análise. Contudo, este pedido foi novamente recusado, com a justificação de que eu não teria aceitado a solução apresentada, que consistia em aguardar indefinidamente pela reparação. Não é aceitável que, enquanto cliente, seja forçado a esperar por tempo indeterminado. É meu direito cancelar o contrato com base no incumprimento contratual, conforme previsto na Lei das Comunicações Eletrónicas. Desjo 1. O cancelamento imediato do contrato por justa causa; 2. A disponibilização das gravações das chamadas solicitadas a 07/01/24 que me foi recusado até hoje; Caso não obtenha uma solução célere, recorrerei à ANACOM e ao Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo para a resolução do litígio. Considerando o exposto, venho relembrar a denúncia do contrato celebrado, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização por via desta decisão visto terem passados mais de 45 dias consecutivos e mantendo-se os diversos problemas técnicos que têm sido reportados e são do conhecimento do vosso serviço de apoio ao cliente. . Cumprimentos.
Clientes Prioritários - Clientes com necessidades especiais
Exmos. Senhores, Estou à imensos meses a solicitar à PLENITUDE que me coloque como CLIENTE PRIORITÁRIO pois dependo de máquinas que necessitam eletricidade para funcionar e das quais a minha vida depende. Estou a colocar esta minha situação no site da DECO pois penso que outros CLIENTES PRIORITÁRIOS podem igualmente estar sem essa identificação, mas ela é crucial para quem depende de máquinas de suporte a vida. Essa identificação leva a uma mais rápida reposição da energia nesses clientes. Os CLIENTES PRIORITÁRIOS são pessoas que dependem de máquinas para sobreviver que precisam de electricidade cuja reposição tem de ser prioritária e urgente ( existem outras situações que podem originar esse pedido de identificação como indicados na lei ) Eu já enviei provas em como utilizo máquinas de óxigenio e indiquei / solicitei que devo constar da lista de CLIENTES PRIORITÁRIOS. Esses clientes não se chamam de ( clientes com necessidades especiais como eles indicam na resposta que enviaram à minha reclamação/pedido ) Eles indicam que me estão a colocar como : (... registada como Cliente com Necessidades Especiais, desde o dia 08/01) isto após meses de insistência e reclamações. Acho que não sou cliente com necessitam especiais- pois apenas isso não faz com que tenha prioridade no restabelecimento da energia! Ora eu explico....existem 2 tipos de clientes que têm de estar referenciados como eles deveriam saber: Uns que têm necessidades especiais- falta de audição/ olfacto etc. E outros que são considerados Clientes Prioritários - ou seja, todos os que dependem de eletricidade para máquinas das quais as suas vidas dependam. Após mais de meio ano a solicitar que a PLENITUDE me coloque devidamente como cliente PRIORITÁRIO ela não só não o fez como ainda me colocou numa categoria errada cujas necessidades são totalmente distintas. Já é do conhecimento da ERSE a minha situação à algum tempo, pois já a expôs imensas vezes no livro de reclamações da PLENITUDE, mas nada parece ter surtido efeito. A minha situação NÃO está adequadamente tratada. Também já expôs na ERSE e na PLENITUDE o facto de que no site da PLENITUDE : NÃO EXISTE FORMULÁRIO PARA OS CLIENTES PRIORITÁRIOS !! Já enviei prova disso para a PLENITUDE e para ERSE. Ora explico novamente : No lugar na página deles (como eles têm conhecimento) o pdf que deveria abrir para o dito formulário de clientes prioritários não funciona / é inexistente! E como já chamei a atenção deles e estes indicaram ter corrigido o erro INFORMÁTICO, tal não aconteceu. O pdf continua a ter apenas no lugar onde deveria ter o acesso ao dito formulário uma frase que diz : ( COLAR O LINK PARA O FORMULÁRIO AQUI ) !!! Acho que a PLENITUDE precisa de dar uma maior atenção aos seus clientes PRIORITÁRIOS. Eu sinto-me ofendida e mal tratada. E para que fique explicado os CLIENTES PRIORITÁRIOS NÃO TÊM DESCONTOS. E OS CLIENTES COM NECESSIDADES ESPECIAIS TAMBÉM NÃO. NÃO estou a pedir nada que não seja um direito meu. Peço que sejam correctos de uma vez por todas. Obrigado, Cumprimentos.
Serviço ineficiente
Exmos. Senhores Depois de vários contatos feitos á operadora nós,porque estive duas semanas sem internet em casa e sem dados móveis em vários telemóveis,resolvi cancelar o serviço porque não obtive ajuda nem preocupação por parte de ninguém,inclusive um dos colaboradores desligou-me o telefone na minha cara,de seu nome Rafael Arcos.Ao ligar para a nós para cancelar o serviço,visto que estava sem o mesmo,fui transferida para várias pessoas sem conseguir o que queria,quando lá finalmente consegui,ainda tiveram o displante de me perguntar se queria ficar ao menos com uma box de 20 canais por apenas 10€ por mês,e ainda vou ter que pagar a fatura deste mês e do próximo até dia 15, de um serviço que não usufrui,só porque eles assim querem,acho isto inadmissível.ahh e ainda continuo sem serviço,por isso não sei mesmo o porquê de ter que pagar seja o que for. Cumprimentos.
Pagamento Valores
Exmos. Senhores, Comecei recentemente a receber comunicações da Intrum por parte da MEO, referente a facturas em dívida sem referirem a que período pertencem, mas já não sou cliente da Meo a bastante tempo desde 2017, ou seja , a 8 anos. Nos contactos obrigam-me a pagar o valor de 1040,46 €. Nunca em todos estes anos recebi comunicação escrita ou sequer por e-mail. Assim, informo à MEO e à Intrum que segundo o que está indicado pela Lei n.º 10/2013, de 28 de Janeiro, no seu artigo 10 alíneas 1 e 4, o direito ao reconhecimento do prazo do recebimento do preço do serviço prestado prescreve no prazo de seis meses contados após a sua prestação e que prazo para a propositada da ação ou da injunção pelo prestador de serviços é de seis meses contados após a prestação do serviço ou do pagamento inicial, consoante os casos. Face ao exposto, a divida invocada por V. Exas encontra-se claramente prescrita, pelo que eu exijo que o valor seja anulado na totalidade e o registo relativo à mesma seja eliminado de quaisquer bases de dados e que o meu nome seja retirado da vossa lista de devedores caso tal não suceda e esta situação não seja regularizada até à data acima referida, darei conta do sucedido à entidade reguladora, a ANACOM. Cumprimentos.
Não quiseram fazer troca alegaram inventário (o mesm só ia acontecer dois dias depois)
Exmos. Senhores, Viseu, 21 Janeiro de 2025 No dia 31 Dezembro fui à loja de Viseu na Rua direita com o objetivo de comprar umas botas para oferecer à minha mãe, visto que estaria a celebrar o seu aniversário. Escolhi as botas e antes de pagar certifiquei-me junto da empregada da loja que não coubesse se poderia trocar. A mesma referiu que não havia na loja, mas viu que haveria stock na loja em Braga e que a qualquer momento poderia trocar e pedir o nº41 a essa loja (prazo de troca 15 dias com apresentação do artigo e ticket). No dia 7 Janeiro fui novamente à loja para efetuar a troca e pedir o número seguinte, ou seja nº41. Fui atendida por quem me vendeu as botas no último dia do ano e me declinou o pedido de troca alegando que estavam proibidas de fazer trocas ou pedir a outras lojas pois dentro de 2 dias (9 janeiro) iam entrar em inventário. Não consegui entender pois ainda não estavam em inventário e a loja estava a funcionar normalmente. A empregada não conseguia dar outras respostas para as minhas questões pertinentes e chamou a responsável de loja que teve um discurso pouco formal e falando até que a empresa é muito grande, constituída por 65 lojas e eu tinha de esperar que todas fizessem o inventário poderia demorar 1 ou 2 meses sem certeza. Ora tendo eu um talão de troca que tinha a duração de 15 dias, mencionei esse fato e a responsável de loja fez-me um talão de valor 29.90€ e ficou com as botas. Esta ficou com o meu contato e disse que no dia 9 Janeiro estaria o patrão em loja e ia lhe falar desta situação e que me diria algo. Hoje dia 21 Janeiro sem contato por parte da loja fui ao Calçado Guimarães (Rua direita, onde fiz a compra) e a responsável de loja ao ver-me entrar sorriu e disse que não tinha nada para me dizer, pois aquela loja já não estava em inventário mas as restantes sim. Solicitei o livro de reclamação e houve várias tentativas em vão de me fazer desistir de escrever, pois dizia que não valeria a pena escrever que não havia solução e só me estava a desgastar, mesmo assim fi-lo. Aquela seria mais uma reclamação e que não surtia efeito, obviamente não gostei de ouvir aquilo de quem está a representar a empresa e a dar a cara pelos clientes. A responsável de loja não sabia destacar as folhas do livro de reclamação, tendo de fazer uma chamada pois não se acreditou na minha explicação sobre o manuseamento do mesmo. A responsável de loja e já com reclamação no livro feita ainda me disse se podia rasgar a folha e eu ameacei que chamaria a policia e a mesma a sorrir disse que eu tinha entendido mal pois estaria a falar de outro papel. Questionei-a se nos dias dos inventários estiveram abertos ao público ( para venda ) alegou que sim (coisa que eu sabia que sim) e disse que não entendia como estão abertos e fazem vendas comprometendo o stock, alterando o inventário e não foi possível fazer uma troca de umas botas . Fica então esta minha manifestação de lamento por ser mal tratada e acima de tudo não haver coerencia no que dizem e no que fazem. Se estão em inventário (que não estavam quando fui pela segunda vez à loja) não vendem, fecham a loja e isso não aconteceu. Não volto aquela loja pela maneira como fui tratada , pelas 3 vezes que fui gastar tempo, dinheiro e energia. Muito obrigada pela atenção dispensada. Atentamente Sandra M.
Alteração Modalidade Fim Do Mes
Boa Tarde Venho por este meio apresentar uma reclamação desta entidade que tem um péssimo apoio ao cliente e estou desde o dia 10/01 a solicitar a alteração da modalidade de pagamento dos vários valores que tenho a pagamento. A resposta foi sempre a mesma para aguardar que já tinham passado ao departamento responsável e cheguei a receber um email no dia seguinte a indicar que esperavam dar resposta o mais breve possível e continuo á espera. Neste momento já fechou o extrato de Janeiro e já lançaram o valor na aplicação para pagamento que desde o dia 10 que vinha a avisar que não ia pagar porque estava a pedir as alterações antes do fecho do extrato porque sabia que ia ter dificuldade no pagamento este mês devido a duas baixas estes mês e que me ia reduzir o salário. Óbvio que não expliquei isto tudo pois pensei que me alteravam a modalidade de pagamento e pronto eu aguardava para saber o valor e logo orientava as minhas contas porque menos não podia pagar. Agora está situação é um gozo autêntico por parte da entidade e falta de disponibilidade para resolução de problemas.
Total descaso com ecomenda
Exmos. Senhores, Moro em Portugal a 8 anos e em todos estes anos aqui nunca vi um descaso como o da Jysk Número do pedido: 4057743377 Fiz uma compra no dia 18/11/2024. Já entrei em contato com o suporte ao cliente 17 vezes ao longo deste período. E até hoje não recebi nenhum feredback. Já cheguei até a ligar para a XPO, empresa de transporte e lá eles indicaram que uma caixa está danificada e estão a espera da Jysk para uma resolução. Já informei isso a Jysk mas a situação continua a mesma. Sempre a resposta é a mesma, que já foi criado algum tipo de notificação no sistema e que entrarão em contato para uma resolução. Realmente não sei mais qual ação devo tomar, ligar não adianta, ir na loja não adianta. É assustador a incompetência para tratar de um assunto simples. Nunca vi nada parecido aqui em Portugal. Devido a total incapacidade de ao menos receber um telefonema com um simples feedback resolvi abrir esse registro no Deco Proteste. A partir de amanhã caso não tenha nenhum feedback vou todos os dias a loja mais próxima assinar o livro de reclamação. Ou é incopentencia ou descaso, em ambos os casos a impressão da empresa é péssima. Cumprimentos.
Atraso na entrega/montagem de roupeiro (Enc. 1471840844)
Assunto: Reclamação pela demora na montagem de roupeiro e pedido de indemnização Prezados Senhores, Venho por este meio manifestar a minha insatisfação relativamente à demora na montagem do roupeiro adquirido na vossa loja, conforme passo a descrever: • Nº da Encomenda: 1471840844 • Data da Compra: 10/10/2024 (Código Planificação RTG8B5-Encomenda 1467226666) • Prazo de Entrega e Montagem Prometido e Acordado – 13 e 15/11/2024 respetivamente • Data da Montagem Real: 03/01/2025 Na data da encomenda procedi ao pagamento integral do roupeiro, tal como me foi exigido, e só após este ato a V/ funcionária agendou/confirmou a data de entrega e montagem conforme acima indicado. Acreditando estar perante uma empresa idónea e responsável organizei a mudança da minha casa para coincidir com a instalação do roupeiro, equipamento imprescindível numa casa de campo onde não existia qualquer arrecadação para toda a minha roupa, a qual ficou amontoada em cadeiras durante 50 dias, para além deste transtorno e incómodo vi-me privada da estadia do meu filho sua esposa e meus dois netos em minha casa durante a época natalícia, como é habitual, por não ter o quarto disponível para os acolher. Abstenho-me de relatar os ridículos episódios de “tentativa” de entrega e montagem do móvel, uma vez que as várias chamadas telefónicas que em sequência estabeleci com a V/ empresa estão gravadas e facilmente terão acesso ao histórico, se assim o entenderem. Pelo exposto, solicito indemnização pelo transtorno, danos morais e trabalho no valor de 692 € conforme o seguinte justificativo, para o que indico o IBAN (PT50003502970002354243192): 2 noites hotel x 150 € = 300 € 2 noites hotel x 120 € = 240 € 12 horas passar roupa a ferro x 10€ = 120 € 4 máquinas lavar roupa x 8 € = 32 € Convicta que a V/ empresa preza pela satisfação dos clientes e que seguramente se tratou de caso pontual o qual, ainda assim, deverá estar previsto no respetivo plano de seguro empresarial, acredito que esta solicitação será tratada com a devida atenção e celeridade. Caso não obtenha resposta satisfatória no prazo de 10 dias úteis a contar da data de receção da presente reclamação, reservo-me o direito de recorrer aos órgãos de defesa do consumidor e tomar as devidas medidas legais. Aguardo breve resposta e agradeço antecipadamente a atenção dedicada à presente reclamação. Atenciosamente Maria Teresa Santos Telef: 968333886 E-mail: teresapossidoniosantos@gmail.com
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