Reclamações públicas

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A. G.
21/04/2026

Ativação de contrato sem consentimento

Exmos Srs, No dia 16 de Abril de 2026 efetuei um contacto com a EDP Comercial no sentido de obter informação sobre as ofertas comerciais disponibilizadas por este operador. Durante o contacto telefónico, do qual já pedi a disponibilização da gravação, em momento nenhum aceitei as condições propostas, referindo sempre que precisava de ler com mais detalhe e calma as mesmas para poder tomar uma decisão. No dia 17 de Abril, recebi uma mensagem com o seguinte texto: "EDPC: Olá, confirma que aderiu a Pack Smart / Eletricidade? Responda Sim ou Nao", ao qual respondi expressamente que "Nao". Hoje, dia 21 de Abril, percebi que a EDP cancelou o meu contrato junto da anterior operadora (que deveria ser a atual), situação confirmada pela E-Redes. Ora, não tendo em momento algum aceite o contrato, trata-se de uma situação ILEGAL. Neste momento a anterior operadora já não disponibiliza as condições que tinha anteriormente, estando a ser prejudicada pela decisão unilateral e ilícita tomada pela EDP Comercial. Resta-me, na situação em que estou, tomar uma decisão apressada para garantir que não fico sem eletricidade. Analisando a situação, mesmo não conhecendo a lei, a EDP Comercial teve uma postura de (1) abuso de poder (2) abuso de confiança ou mesmo (3) usurpação de identidade. Isto ultrapassa em muita a agressividade comercial normal, sendo mesmo uma ilegalidade.

Encerrada
C. C.
21/04/2026

Falta de resposta da E-Redes

Exmos. Senhores, Em 20/02/2026 foi solicitado celebração de contrato de prestação de serviços através de G9 Energia. Sucede que até hoje, passados que são 73 dias, o serviço ainda não se encontra instalado e a funcionar, apesar dos inúmeros contactos telefónicos efetuados para o vosso n.º de apoio a clientes. Foram pedidos pela G9 Energia intervenções para os dias 26/03/2026 e 13/04/2026, que não foram satisfeitos apesar de ter confirmado as existências destes pedidos junto da E-Redes. Existe novo pedido para dia 26/04/2026, sem qualquer confirmação por parte da E-Redes !!! Sou uma pessoa que está em convalescência e que está desesperada sem eletricidade!!! O que é necessário mais para ter eletricidade!!!!! Considerando o exposto, venho exigir a ligação imediata do serviço bem como a compensação prevista na lei. Cumprimentos.

Encerrada
J. C.
21/04/2026

Fatura indevida

Exmos. Senhores, A/C: Exmo(a). Senhor(a) Vera Sandra Monteiro Costa joserodcosta@sapo.pt Processo Endesa: CA-27734366 Refª DECO: 14613015 Assunto: Exposição apresentada pelo(a) Exmo(a). Senhor(a) José Rodrigues Costa Boa tarde, cumprimentos Quero, informar, que a resposta,, dada pela Endesa , é de conteúdo falso, pois, não corresponde a verdade, pelo, que peço a vossa intervenção. Saliento, que ja reclamei ,no livro de Reclamações, com o seguinte conteúdo . Reclamação Processo Endesa nº CA-27734366 Processo Livro Reclamações Online nº ROR00000000045536438 Refª ERSE nº 1/10515/2026 Processo Endesa: CA-27734366 Refª DECO: 14613015 Exmos. Senhores a resposta, dada, nas reclamações a cima mencionadas, são falsas, tudo, não passa de uma mentira o que se passou foi o seguinte. Como a fatura. Fatura: FAC 0210312026/0049043579 Data: 22 jan 2026 ATCUD: J6JKTHVP-0049043579 Era de 604;57€, ultrapassava o limite definido, para o debito bancário. (O debito bancário esta bloqueado a valores superiores a 250€ motivo pela qual o pagamento foi rejeitado ) liguei para a Endesa a pedir, se era possível, dividir o valor em 3 prestações, o que me informaram, que a fatura, já estava no sistema, para pagamento, que devia deixar a fatura ser devolvida e de seguida, fazer o pedido de desdobramento, fui o que eu fiz,, a fatura ultrapassava o limite, foi devolvida a Endesa e o banco, deram essa informação e de imediato, fiz o pagamento, com referência multibanco, abdicando de pedir o desdobramento. Pergunto,, como poderia haver corte se isto tudo se passou em uma semana? Como cortaram se, nem uma ameaça de corte houve? Pergunto quando há um corte, não ficamos sem Gás? tal nunca aconteceu. Saliento, corta-se o Gás, por uma fatura devolvida e imediatamente paga? Meus senhores sejamos sérios, nas afirmações ,que fazemos, pois o motivo que invocam é completamente falso . Pelo o exposto, peço, que façam de imediato o crédito do debito José Costa Pelo o exposto agradeço o vosso aconselhamento obrigado Jose Costa

Encerrada
R. D.
21/04/2026
EEM

Contagem Horas de PONTA -> ERRADA

Exmos. Senhores, Na qualidade de titular do contrato a que corresponde o meu número de cliente, comunico que os vossos serviços procederam à programação do meu recente serviço da tarifa tri-horária, de forma completamente errada. Neste momento, e desconhecendo a forma como o fizeram e sem que justifiquem a respetiva contabilização até então, solicito o restabelecimento imediato e correto dos parâmetros da tarifa tri-horária de acordo com a vossa tabela -> "Tarifas de Venda a Clientes Finais na Região Autónoma da Madeira em 2026", bem como a explicação de como vão proceder para a contagem das horas de ponta, na minha próxima fatura, reservo-me o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos.

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste
C. C.
20/04/2026

Corte indevido de fornecimento de gás indevido

Exmo (a).; Venho apresentar reclamação contra a Galp fornecedora de eletricidade e gás, devido ao corte indevido do fornecimento de gás da minha habitação, sem qualquer aviso prévio, contacto, e-mail ou tentativa de resolução. Tenho contrato ativo desde agosto/setembro de 2025 e, desde então, tenho vindo a contactar repetidamente a empresa porque não conseguia efetuar a leitura do contador de gás. Em todas as ocasiões, fui informada de que existiam problemas no sistema da empresa, mas logo seria resolvido e até hoje 20 de abril nunca houve solução. Durante vários meses, fui sempre eu a procurar a Galp para resolver a situação. Nunca fui contactada pela empresa, nunca houve acompanhamento do caso e nunca existiu qualquer solução efetiva. Em pelo menos duas chamadas, uma com uma colaboradora e outra mais recentemente com um colaborador na terça feira passada, foi-me pedida a leitura do contador de gás. Em ambas as situações forneci a leitura imediatamente e fui informada de que o problema seria resolvido. No entanto também enviei no mesmo dia uma notificação pela aplicação Galp, e nada foi feito. Hoje dia 20 de abril de 2026, ao regressar a casa ao final do dia, verifiquei que o fornecimento de gás tinha sido cortado, deixando-me sem acesso ao serviço essencial. Posteriormente, apercebi-me de que a Lisboa Gás terá sido instruída a proceder ao corte ( liguei para eles e disseram-me que foi solicitado pela Galp o serviço), foram rápidos para suspender o fornecimentos, sem notificação. Mas não foram capazes de resolver o problema causado por eles. Considero esta atuação inadmissível, abusiva, sobretudo porque durante meses tentei resolver a situação de boa-fé e cumpri tudo o que me foi solicitado.

Resolvida
F. A.
20/04/2026

Valor das faturas errado

Exmos. Senhores, Sou cliente com o nº de conta 80131906 / 001. Já por diversas vezes vos alertei para o erro existente nas faturas enviadas – faturas calculadas com o valor do Kw errado. Até ao momento, os vossos serviços mostraram-se ineficientes na resolução do problema. Solicito a correção imediata das faturas e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Importa referir que ando a ligar para a vossa linha de apoio há 2 meses e ainda não conseguiram resolver o problema, que não tem nada de complicado aliás, já que o acordo inicial era, e tendo o serviço apoio luz+, que o valor do kw passaria para os 0,1535. Está há semanas a ser analisado pelos "peritos" e acabei de receber a terceira fatura ainda com o mesmo erro. Em todas as chamadas, todos confirmaram que existia esse erro e que tinha razão mas que tinha que passar pelos "especialistas"...Fiquei a saber que daqui a uns dias recebo um aviso de corte de luz! Não tenho que pagar faturas erradas (e a mais!!) para receber notas de crédito quando os especialistas se lembrarem de fazer os devidos acertos! Não entendo a demora de uma resolução tão fácil! Ainda por cima a Repsol trabalha com saldos de conta super acessíveis na app por exemplo. Pagarei as últimas faturas como estão e aceito esse procedimento caso a Repsol me envie tudo detalhado, das diferenças a receber de cada fatura, e com a confirmação que não volta a acontecer na próxima, ou seja, que corrijam e confirmem essa correção. Cumprimentos.

Resolvida

Faturação duplicada.

A Galp não consegue explicar claramente porque é que tenho a pagar 25,65€ por 5 dias de fornecimento já com desconto desconto de tarifa social nem que cálculos fez para chegar a esse mesmo valor de desconto, coloca apenas uma caixa de texto onde diz que fez um desconto de X valor sem nunca descriminar como chegou a esse valor. Nem nesta, nem nas 3 faturas anteriores consigo perceber em que parcelas teve lugar esse desconto. Este mês paguei uma fatura dia 14/04 no valor de 26,82€ referente a 11 dias de fornecimento (de 22 Fevereiro a 5 de Março.) Tenho outra da Galp referente a apenas 5 dias (de 6 a 10 de Março) no valor de 25,65€ com débito dia 29/04. E ainda outra fatura da empresa g9 para pagar no dia 05/05 no valor de 31,39€ referente a 24 dias de fornecimento!( de 11 de Março a 3 de Abril) Em menos de um mês, ou seja, de 14/04 a 05/05 pago 3 faturas. Surreal. Galp 16 dias: 52,47€ G9 24 dias: 31,39€ Valor total 83,86€. Peço à empresa Galp que descrimine como chegou aos valores de desconto de tarifa social que vêm sendo atribuídos nas faturas apenas referido numa pequena caixa de texto difícil de encontrar na fatura. Bem como é que pago 25,65€ por apenas 5 dias de fornecimento e 87kwh consumidos e já com o desconto de tarifa social. Somando as duas faturas por meio mês pago 52,47€ o que quer dizer que pagaria praticamente o dobro se fosse o mês inteiro, mesmo com tarifa social. Nunca na vida paguei tanto e os consumos são sempre idênticos. É obvio que isto não pode estar certo. Posso enviar as faturas para que a DECO possa analisar com rigor. Já reclamei junto da entidade reguladora que me aconselhou a recorrer a um tribunal arbitral. Agradeço desde já a vossa ajuda.

Encerrada

Prestação de serviços incorreta; pagamento de serviços não cumpridos

13 de abril de 2026 Exmos. Senhores responsáveis pela empresa Eco-upp, O meu nome é Angelina Maria Marques Fontes e venho, por este meio, apresentar uma reclamação pelos Vossos serviços prestados. Exijo a devolução do pagamento que fiz por um equipamento que ainda não foi instalado, e que espero há mais de quatro meses, bem como a devolução da quantia paga por uma manutenção que não foi corretamente realizada pela Vossa empresa. Na semana imediatamente anterior a 4 de julho de 2025, ligaram-me das Vossas instalações, sitas na Praceta José Régio F, 2695-053 Bobadela, para confirmar a manutenção anual ao painel solar para aquecimento de água que tenho em minha casa. Ficou então marcada a visita e manutenção para o dia 4 julho de 2025 às catorze horas. Os técnicos chegaram pouco antes das duas da tarde. Pelo relato que fizeram, mudaram duas peças no equipamento. O técnico afirmou ter feito a manutenção na íntegra, mesmo com vespas a voar junto do painel que, segundo o próprio, teriam de ser retiradas de lá, caso contrário não fariam mais nenhuma manutenção no local. O técnico responsável assina Rafael ou Manuel P. (a cópia do relatório que me foi entregue é de difícil leitura) e o técnico ajudante dá pelo nome de Guilherme Santos. O pagamento foi imediatamente feito por mim no local: 377,75€ (trezentos e setenta e sete euros e setenta e cinco cêntimos). Conforme pedido pelos técnicos, liguei poucos dias depois para a proteção civil de Torres Vedras, para que fosse verificado se havia algum ninho de vespas no telhado, uma vez que havia um enxame que atrapalhava o trabalho dos técnicos aquando da manutenção do equipamento de aquecimento de água. A proteção civil exigiu fotografias. Como nenhum dos dois técnicos tirou nenhuma fotografia e como me é impossível subir ao telhado para o fazer, disse que não tinha, mas assegurei que os senhores dos painéis tinham garantido que estavam lá vespas. Apesar de ser contra a prática do trabalho da proteção civil, dirigiram-se ao local mesmo sem fotografias. Subiram ao telhado e afirmaram perentoriamente que não existia nenhum ninho lá em cima e que não viram nenhumas vespas, acrescentando ainda que, da próxima vez, apenas viriam a minha casa caso houvesse provas fotográficas da presença de vespas. A isto acresce ainda um outro facto mais grave. Após a manutenção realizada em julho pelos Vossos técnicos, a água não aquecia totalmente, nem com energia solar, nem com energia elétrica. Estava apenas tépida, quase fria. Eu tive várias vezes de me dirigir a casa do meu filho, no Turcifal, para tomar banho. Quando não me podia deslocar, aquecia água em panelas para lavar a louça e garantir a minha higiene diária, uma vez que o painel não estava a funcionar corretamente, nem sequer com o disjuntor ligado à eletricidade, como costumo fazer nos dias de inverno sempre que não há sol. Deste modo, uma vez que o problema se arrastou durante meses, fui obrigada a requerer nova manutenção. Percebeu-se, então, que os técnicos abandonaram o local da primeira vez que cá estiveram e deixaram a torneira do glicol fechada, o que fez com que a água não aquecesse. Assim, em novembro de 2025, apresentei-vos uma reclamação via telefone, pelo facto de a água nunca mais ter ficado quente. No dia 27 do mesmo mês, confirmaram por mensagem que, no prazo de vinte e quatro horas, entrariam em contacto para agendar a visita. Não o fizeram. A visita realizou-se apenas no dia 10 de dezembro de 2025, mesmo sabendo que havia uma pessoa em casa, com praticamente setenta anos, sem água quente para a sua higiene pessoal durante aqueles dias frios que já se faziam sentir. Foram os mesmos técnicos que cá estiveram em julho que voltaram a minha casa novamente em dezembro. Subiram até ao painel sem levar ferramentas e aí permaneceram no máximo dez minutos. Disseram para ligar o disjuntor. Garanti que o disjuntor estava ligado, como sempre esteve desde que eles cá vieram, e ainda assim a água não aquecia. Acontece que, depois de terem subido, a água começou a aquecer. O técnico responsável afirmou que “abriu a torneira do glicol, que tinha ficado fechada”, e que “agora o circuito funcionava como um termóstato”. Disse-me que teria de substituir o depósito da água porque o mesmo “se encontrava roto” e que, caso quisesse, eles fariam a respetiva substituição o quanto antes e assim que o tempo o permitisse. Para isso, teria de deixar pago metade do valor do depósito: 656,12 € (seiscentos e cinquenta e seis euros e doze cêntimos). Assim o fiz, esperando que o mau tempo passasse para que logo o depósito novo fosse colocado no telhado. No relatório de manutenção cuja cópia ficou comigo, o técnico responsável escreveu o seguinte: “depósito com circuito primário roto; valor depósito 1690€ (mil seiscentos e noventa euros) já com IVA”; “acresce valor de glicol de 9,8€ (nove euros e oitenta cêntimos)”; no total a soma perfazia “1312,25€ (mil trezentos e doze euros e vinte e cinco cêntimos)”, pois foram “retirados 377,75€ (trezentos e setenta e sete cêntimos e setenta e cinco cêntimos) da manutenção”. Foram pagos por mim, no local, 656,12€ (seiscentos e cinquenta e seis euros e doze cêntimos) para instalação de um novo depósito. Desde o dia 10 de dezembro até hoje, 13 de abril, o depósito não foi entregue nem colocado. Já foram feitas várias tentativas de contacto. Quando atendem, o que é raro, respondem que na semana seguinte o serviço será terminado. Não foi. Como, entretanto, deixaram de responder às chamadas que faço do meu telemóvel, pedi ao meu filho, Diogo Alexandre Marques Fontes Bento, que lhes ligasse. Disseram-lhe, há cerca de quinze dias, que na verdade não tinham o depósito e que ainda o tinham de encomendar, informação essa que nunca me foi dada. Passaram mais de quatro meses. O depósito não foi entregue nem colocado e o serviço de manutenção não foi devidamente prestado nem concluído até à data de hoje. Pretende-se, consequentemente, a devolução do serviço de manutenção que foi mal feito, bem como o adiantamento dado por mim pelo painel, anulando-se o serviço solicitado. Posto isto, pretende-se o reembolso dos seguintes valores: 377,75€ (trezentos e setenta e sete cêntimos e setenta e cinco cêntimos) da manutenção que não foi bem prestada e que permanece inconcluída; 656,12€ (seiscentos e cinquenta e seis euros e doze cêntimos) pela instalação de um novo depósito, uma vez que a espera ultrapassa os quatro meses e o serviço não foi realizado. Aguardamos a devolução do valor no prazo de uma semana para o meu IBAN. Por último, importa ainda acrescentar que o caso já foi comunicado à DECO. Sem mais, Angelina Fontes

Em curso
D. M.
17/04/2026

Ligações de cobranças INDEVIDAS

Exmos. Senhores, No dia 31/03 fiz um acordo convosco para pagamento de uma fatura de 212,49€, dividido em 4 partes (65€ pagos no ato + 3x de 49,58€ em 01/05, 01/06 e 01/07). O acordo segue em anexo. Apesar de já ter cumprido a primeira parcela, continuo a receber chamadas constantes como se a totalidade da dívida estivesse em aberto, o que é inaceitável. Estou a cumprir exatamente o plano acordado. Qual o sentido de oferecerem um plano de pagamento e continuarem a cobrar? Isto demonstra falhas no vosso sistema. Caso estejam a passar necessidades, posso avaliar e antecipar. Caso contrário, solicito a cessação imediata das cobranças indevidas. A dívida surgiu após cancelamento de contrato e valor elevado da última fatura, sendo inviável pagamento total imediato. Aguardo regularização urgente da situação. Cumprimentos,

Encerrada
S. B.
17/04/2026

Falta de faturação e valores exorbitantes para pagar

Como foi de conhecimento geral, a vossa empresa esteve em atualizações dos sistemas de faturação, pelo que durante vários meses essas faturas não foram enviadas ao clientes. Quando finalmente voltaram a retornar o sistema de faturação foram enviadas faturas com valores exorbitantes, no entanto, ainda que por erro da empresa, foi disponibilizado o pagamento desses valores elevados por plano de pagamento faseado por meses. Entretanto, no meu caso em específico, começaram a falhar os pagamentos (por parte da empresa), recebendo mensagens, com falhas também onde dizia que o banco tinha rejeitado esse pagamento. O que achei bastante estranho, tendo em que conta que tinha sempre valor disponível na conta. O plano de pagamento foi cancelado por vocês por várias vezes, tendo eu sempre entrado em contacto com a Galp a perceber o porquê. Entrei em contacto então com o apoio jurídico da DECO para ver a melhor solução, porque tinha receio, que novamente por erro vosso, tentassem tirar um valor elevado do banco. Foi-me recomendado então colocar um valor no débito direto para que a Galp não pudesse tirar mais que esse valor. Valor estipulado então por mim de 220€. No entanto, sempre a cancelarem o plano de pagamento e eu sempre a ligar para o apoio ao cliente para entender, tendo em conta que o pagamento, se não estava a ser efetuado, não era por erro ou culpa minha. Em vários dos contatos para a Galp, questionei sempre a questão, de novamente, não estarem a ser faturados os valores mensais, e de não receber mais uma vez após vários meses as faturas. O que me responderam sempre que era uma questão do sistema de faturação e que quando estivesse resolvido iriam enviar tudo junto, ao que eu disse sempre que esperava que não voltasse a acontecer a mesma coisa, de receber uma fatura novamente com valores exorbitantes. Nunca no apoio ao cliente o negaram, nem tentaram dar uma opção para a situação, desvalorizando sempre a minha preocupação enquanto cliente. Recebi então agora uma fatura novamente superior a 500€ para pagar até dia 20/04 desde Dezembro 2025 até Março de 2026. Liguei então novamente para lá no dia 02/04/2026 para saber como resolver essa situação tendo em conta que tenho uma casa para pagar, contas, um bebé... e é completamente impossível proceder a um pagamento desse valor, tendo em conta que já é um erro recorrente da vossa empresa. Ponderei pagar novamente por plano de pagamento faseado, ao que me é dito que não é possível, pois já tenho um, da anterior fatura de 600€ ainda a ser pago (valor esse devido à tal atualização do sistema de faturação deles, que não recebi durante meses). Então teria que ser feito outro plano de pagamento, mas que para isso tinha que pagar primeiro 50% do valor total que ultrapassa os 800€. Disseram-me então que tenho que pagar esse valor primeiro, de 400 e tal euros no fim do mês de Abril, e só depois é que "diminui um bocadinho" o valor a pagar. Depois desta situação, terei e vou mesmo ter que mudar de fornecedora de eletricidade, para evitar que isto se volte a repetir. Mas mesmo que faça isso terei que pagar na mesma estes valores altíssimos, por um erro que claramente não foi nosso (cliente) e sim da Galp. E como eu digo, tenho a minha casa para pagar, as contas, o meu filho bebé para cuidar e isto começa a tornar-se insustentável financeiramente. Porque ao mesmo tempo indo para outro fornecedor de energia, que como já referi, vou mesmo sair da Galp. Iria ter que estar a pagar a duas fornecedoras ao mesmo tempo. A que irei trocar e ainda ao mesmo tempo à Galp por esta situação toda. No entanto também consta da lei que a faturação de serviços essenciais (LEI Nº 23/96): as empresas prestadoras de serviços (água, energia, comunicações), são obrigadas a emitir faturas mensais, detalhando os serviços e tarifas. Que é algo que não foi efetuado durante meses. Peço por favor uma solução ao meu caso, pois é inconcebível pagar um valor tão alto. Após contacto com departamento jurídico, envio esta reclamação por escrito, a qual aguardo a resposta em 8 dias úteis, caso a resposta não chegue dentro desse prazo, medidas serão tomadas.

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste

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