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Facturaçao incorreta e indevida
REF RECLAMAÇAO: CG2277337 Estamos a responder a este email, em representação do nosso cliente AHMAD HALLAK e nao Hallank como mencionado no texto corrido do vosso email. Por questões de segurança e proteção dos seus dados, vimos responder através do email associado ao contrato. Contrato rescindido em 03/11/2025 Por que motivo consideraram o contrato rescindido a 03.11.2025 quando: a) A 23.05.2025, o apartamento foi arrendado ao cliente: LOUIS FREDERICK, conforme documento em anexo, passando assim o contrato para um novo contratante, sem fornecimento de GÁS. b) A partir de 22.12.2025, foi efectuado um novo arrendamento, a um novo arrendatário, MRS AMELIE DESROCHERS, sendo exclusivamente do fornecimento de Energia Eléctrica. Quanto à leitura do Contador: Trata-se por isso de um erro de leitura da Lisboagás. Quando contactamos esta empresa, foi nos dito claramente que qualquer reclamação deveria ser apresentada à Goldenergy com quem estabelecemos contrato de fornecimento. A LEITURA do contador, que vos enviamos e que consta de novo do anexo, foi comunicada telefonicamente a Lisboa a 07 de Janeiro 2026 - 11.43, e solicitamos a retificação dos valores de fornecimento ao contrato. Em resumo: para procedermos a qualquer pagamento, deve a Goldenergy, enviar-nos uma rectificação a todas as facturas efectivamente emitidas, e considerar o contrato cancelado a partir de 23.05.2025.
Serviço Funciona
Exmos. Senhores Em Novembro de 2025 vendi o meu apartamento. O comprador fez um novo contrato de energia, com outra empresa, e, automaticamente, o meu contrato com a EDP acabou. No entanto, tinha contratado, contrato 160801032446, com a EDP o serviço "Funciona". Como continuam a faturar e a cobrar esse serviço, entrei em contato com a EDP Comercial, que me transmitiu que o contrato só seria cancelado no próximo mês de novembro. Portanto, vou pagar um ano de serviços Funciona, apesar de o apartamento já não ser meu e, consequentemente, não irei usufruir desse serviço. Pergunto se este comportamento está correto. Muito obrigado Cumprimentos Soares Ferreira
Reclamação faturação
Exmos. Senhores, É com insatisfação que mais uma vez recorro, desta forma, ao pedido de esclarecimento sobre o valor astronómico da fatura da água com data de emissão de 23/12/2025. Tenho esta casa há cerca de 5 anos e como podem constar do histórico, o valor das faturas normalmente não chega a 10€. Este último ano tenho tido a casa vazia, vou lá uma a duas vezes por mês. Como é possível ter uma fatura de 376,62€ e 78m3 para pagar? Peço que analisem faturas, contagens e o contador para podermos descobrir o que se passou. No telefonema que fiz dia 30 de Dezembro foi-me dito que se podia tratar de uma fuga, achei quase impossível pois já os vizinhos se teriam queixado mas de qualquer forma desloquei-me para lá afim de averiguar com alguém entendido. Não existe fuga nenhuma. A data de validade da fatura aproxima-se (dia 22-01-2026) e preciso de uma resposta. Neste momento não tenho dinheiro para liquidar e também não posso pagar só porque sim, sem uma resposta. Aguardo o vosso contato.
Factura para pagament- Janeiro de 2026embro 2025
Exmos senhores Venho reclamar da factura FT2026K3426/340000589926, 2026/01/06 no valor de 195,19€, referente ao Gás Natural no que diz respeito ao consumo estimado de 1402kwh, que corresponde a 126m3. Acontece que em 06 de Janeiro recebo mensagem propondo pagamento em prestações sem qualquer informação sobre valores. No dia seguinte liguei para o n 351213535353, sendo atendida pela vossa funcionária D. Ana Serra a quem reclamei da situação fornecendo leitura reais. Sem qualquer resposta até hoje. Dado o registo real do gás ser de 1664 e vossa valor estimado de 1759, desprovido de qualquer média de consumo habitual venho exigir a anulação da factura e respectiva rectificação. Valor correcto e real 1644. Com os melhores cumprimentos e agradecimentos
Oscilações constantes na tensão
Exmos. Senhores Exponho esta situação, que verifiquei no portal da queixa ser extremamente frequente por parte desta empresa. A E-Redes tem a obrigação, legalmente, de entregar uma tensão mínima de 207V aos seus clientes. Sendo que, para funcionamento normal de aparelhos é sugerido 230V. Ainda assim, como cliente, recebo oscilações entre os 170V-190V. É lamentável chegar do trabalho e não conseguir cozinhar, lavar a roupa e tomar um banho quente. Como tal, a empresa continua a ignorar o problema. Após chamadas telefónicas, preenchimento de formulários e visitas de técnicos que "nada podem resolver porque a linha é muito fraca para o consumo nos dias de hoje". Esta empresa está a infringir a lei. A entregar um serviço muito abaixo do mínimo e a ignorar o problema. Eletrodomésticos grandes como arca e frigorífico passam os dias a receber oscilações de corrente. Em horário nenhum temos uma entrega de tensão nivelada como seria expectável. A probabilidade de em breve esses eletrodomésticos darem problemas é enorme. Assim sendo, gostaria mesmo de perceber qual é a intenção da empresa em causa além de ignorar os clientes. Continuo a pagar mensalmente uma fatura de luz (até mais alta porque os eletrodomésticos consomem muito mais pelo esforço que têm de fazer ao compensar a baixa voltagem) e não recebo um serviço, no mínimo, aceitável. Aguardo uma resolução. Não uma nova resposta de 15 dias úteis de demora e "teremos de averiguar". Sou um cliente que cumpre com as suas obrigações e aguarda que a empresa faça o mesmo.
edido de apoio – Falta de confirmação de contrato de gás e informação contraditória por parte da Gal
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o apoio da DECO enquanto associação de defesa do consumidor, relativamente a uma situação que se mantém por resolver com a empresa Galp Energia, no âmbito de um contrato de fornecimento de gás. Apesar de ter cumprido todos os procedimentos exigidos pela Galp para a celebração do contrato de gás em meu nome, e após múltiplos contactos telefónicos realizados ao longo das últimas semanas, continuo sem receber qualquer confirmação formal ou comprovativo contratual que demonstre que o contrato se encontra devidamente celebrado e associado ao meu nome. Acresce ainda uma situação particularmente contraditória e preocupante: no website da Galp, o serviço de gás surge como “inativo”, contudo existe fornecimento efetivo de gás na minha habitação. Paralelamente, o serviço Combina 2 encontra-se ativo, o que aumenta a falta de clareza sobre o estado real do contrato e a responsabilidade contratual associada ao fornecimento. Esta situação gera insegurança jurídica e financeira, uma vez que não é aceitável, do ponto de vista do consumidor, existir fornecimento de um serviço essencial sem que exista um contrato claro, formalizado e comprovado. Nos termos da legislação portuguesa aplicável, nomeadamente: a Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96, de 31 de julho), que consagra o direito à informação clara, verdadeira e adequada; o Decreto-Lei n.º 446/85, de 25 de outubro (Cláusulas Contratuais Gerais), que impõe deveres de transparência e informação pré-contratual; e o enquadramento legal do setor energético, sob supervisão da ERSE, considero que a atuação da Galp não cumpre os deveres legais de informação, clareza e boa-fé contratual. Desta forma, solicito o apoio da DECO para: Obter um esclarecimento formal e definitivo por parte da Galp; Garantir a correta formalização do contrato de gás em meu nome; Assegurar o envio de um comprovativo contratual válido; Corrigir a informação contraditória apresentada nos canais digitais da empresa. Agradeço desde já a atenção dispensada e coloco-me à disposição para fornecer qualquer documentação ou esclarecimento adicional que considerem necessário. Com os melhores cumprimentos,
EDP Comercial: Venda Enganosa, Renovação Ilegal e Dupla Faturação
Exponho uma sucessão de práticas abusivas e ilegais por parte da EDP Comercial, que recusa resolver a situação voluntariamente: Venda Enganosa (Vício de Consentimento): A adesão inicial foi realizada em loja (Mafra) sob instruções falsas. Fui instruído a responder "SIM" a um SMS apenas para "ativar a eletricidade", quando na verdade estavam a subscrever serviços extra pagos ("Pack Full") sem o meu consentimento informado. Renovação de Fidelização Abusiva: A EDP renovou a minha fidelização por mais 12 meses baseando-se na ausência de resposta a um e-mail com assunto promocional ("Um ano cheio de vantagens"). Esta prática viola o dever de informação e o Artigo 218.º do Código Civil ("O silêncio não vale como declaração negocial"). Não fui informado de forma clara e inequívoca sobre a penalização, pelo que a renovação é nula. Cobrança Duplicada e Enriquecimento Sem Causa: Mudei de fornecedor a 10/01/2026. A EDP emitiu uma fatura final de rescisão (ref. a 3 dias) no valor de 51,57€, onde cobra novamente a mensalidade total do serviço "Pack Full". Este valor JÁ TINHA sido cobrado na fatura anterior (de 349,79€). Estão a cobrar o mesmo seguro duas vezes no mesmo mês e a cobrar uma mensalidade inteira por apenas 2 dias de contrato ativo. Obstrução ao Cliente: Após a mudança de operador, bloquearam-me o acesso à Área de Cliente, impedindo a conferência das faturas. Além disso, a empresa recusa responder por escrito, insistindo em contactos telefónicos que recuso por trabalhar em horário noturno e para salvaguarda de prova. EXIJO: A anulação imediata da fidelização/penalização por renovação abusiva. A emissão de Nota de Crédito para anular a dupla faturação do Pack Full e o acerto dos dias não usufruídos.
Faturas nao recebidas
Exmos. Senhores, Na qualidade de titular do contrato n.º (NÚMERO DE CONTRATO), comuniquei-vos já em momento anterior o facto de não receber faturas desde (DATA). Reforço o meu pedido e informo, desde já, que irei invocar a prescrição, prevista na lei para os fornecimentos com mais 6 meses, caso tal seja aplicável. Solicito ainda que, tratando-se de uma falha vossa, me apresentem a possibilidade de um plano de pagamentos, por forma a minimizar os efeitos no meu orçamento familiar. Cumprimentos.
Impedimento de mudança de fornecedor e ausência de faturação
Exmos. Senhores, Em 04/01/2026 celebrei contrato de prestação de serviços de eletricidade, por mudança de prestador, com outra empresa. Sucede que, após dois dias, o mesmo não se encontrava ativo, nem havia recebido por parte do novo fornecedor qualquer notificação. Entrei em contato telefónico com a empresa e fui informado que estavam impedidos de iniciar o novo contrato pois havia uma fatura emitida para débito, por da Galp. Tendo em conta que a dita fatura apresentava a data de 9 de janeiro e o débito direto se encontrava ativo, aguardei. Ora, no dia 13 de janeiro ainda não havia sido debitada em conta. Entrei em contato, telefonicamente, com a Galp no dia 14 de janeiro. Fui informado pela assistente que a ERSE havia elaborado um plano de prestações para pagar a dita fatura em 12 mensalidades de cerca de 9 euros, perfazendo um total de 103,09 euros. Nesse momento, manifestei expressamente a minha oposição a tal plano e solicitei a emissão de uma referência multibanco para proceder ao pagamento ou, em alternativa, que o total da fatura fosse debitado em conta. A assistente informou que iria, internamente, proceder à emissão da referência satisfazendo a minha solicitação. No entanto, hoje, dia 16 de janeiro, recebi um sms com uma referência no valor de 9,01€ (que corresponde ao valor da primeira prestação), contrariando a minha expressa vontade. Ressalto que já saldei o valor de 157,96€ referente à fatura n.ºFTK2514/140000806134, correspondente ao período entre 12/09/2025 e 19/11/2025. A atual fatura, n.º FT K2511/11000285712, corresponde ao período entre 19/11/2025 E 16/12/2025. A partir da última data de 22/12/2025 não foi emitida qualquer fatura. Hoje, a linha telefónica encontra-se em modo de encaminhamento, desligando-se a chamada de seguida. Não há resposta telefónica. Considerando o exposto, venho reiterar a minha vontade em saldar quaisquer valores em dívida, bem como a cessação imediata do contrato atual e a imediata comunicação à ERSE no sentido de iniciar contrato com a nova fornecedor de eletricidade, pois considero que estou a ser penalizado no tarifário. Cumprimentos.
Cobrança excessiva para um consumo zero.
Boa tarde, comprei uma loja para transformar em residência e tive de fazer contrato com a INDAQUA, entretanto está em fase de validação do projecto e não estou a consumir agua, nem esgoto e nem lixo, mas por mês tem vindo uma fatura de +/- 45€, reclamei com a INDAQUA e foi retirado o valor do lixo, o que a fatura foi reduzida para +/- 38€. Acho um roubo cobrarem esse valor sem consumo de água, por isso queria saber se isso é legal. Cumprimentos. Francisco Valente.
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