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Destruction of trees
8 redesmen entered my land with strimmers, chainsaws and tools, without permission or notice, they destroyed trees plants and bushes and left behind all of the waste causing a fire hazard and leaving behind a terrible mess. I have tried to contact eredes and made a complaint to them which they are supposed to reply to within 15 days, I have had no response.
Cessação de contrato e faturas incorretas
Exmos. Senhores, No dia 26 de janeiro de 2026, solicitei a cessação do contrato de gás natural, tendo indicado posteriormente a data pretendida conforme solicitado. Até à presente data, o contrato mantém-se indevidamente ativo, sem qualquer justificação. Informo ainda que procedi à mudança do fornecimento de eletricidade para outro comercializador, verificando-se que o contrato de eletricidade continua igualmente ativo de forma indevida. Apesar de contacto telefónico em que foi garantida a regularização da situação, continuam a ser emitidas faturas indevidas, encontrando-se atualmente valores em dívida e indicação de incumprimento, situação que rejeito por não me ser imputável. Dados do contrato: CPE: PT0002000085344903TW CUI: PT1601000000035342GN Solicito: - Cessação imediata dos contratos, com efeitos retroativos às datas dos pedidos; - Anulação da faturação indevida; - Correção da situação de incumprimento; - Confirmação por escrito da regularização. Mais informo que apenas procederei ao pagamento de valores efetivamente devidos até à data da solicitação de cessação, rejeitando quaisquer montantes posteriores. Com os melhores cumprimentos, Sérgio Santos
Faturação indevida
Exmo Senhores Em 02ABR, efetuei no vosso portal de cliente a seguinte reclamação, que passo a reescrever "Recebi o Documento fatura DR2601954182 de 31/03/2026, com o valor 4,86€ respeitante Faturação a termo potência contratada de 28/01/2026 a 19/02/2026. Tal iten consta já faturado no documento fatura DR2601065341 de 21/02/2026, com data de faturação Potência Contratada 3,45 kVA de 22/01/2026 a 19/02/2026. pelo que só pode ser erro de faturação da vossa parte. Solicito o não débito enviado na vossa fatura. Caso, não seja resolvido atempadamente, irei encaminhar para a DECO a minha reclamação e entidades ao meu dispor. Aguardo uma resposta". Até a presente data não recebi nenhuma resposta ou contacto da vossa parte, sobre a questão em apreço. Anexo faturas e comprovativo de receção da minha reclamação
Não despejam os contentores do lixo
Moro numa rua onde a maior parte das pessoas é idosa , temos apenas 1 contentor do lixo que demoram semanas a ser despejado aqui na travessa do mirante , o mesmo está a duas semanas cheio de lixo no contentor no chão e tem monos a volta também tendo assim eu que me deslocar e dar a volta a rua ate um contentor mais próximo que é despejado todos os dias , se levam o lixo da avenida Portela e o de frente ao hotel da arangues porque não despejam este que é na rua de trás ? Ah idosos que não tem capacidade nem saúde para fazer o mesmo vendo se assim obrigados a deixar ali no chão não tem lógica nenhuma , já andam ali ratos é um risco para a saúde pública peço por favor que façam algo , que o despejo de lixo seja feito todos os dias como nos outros lados , obrigada.
não libertou o contracto para outra distribuidora
Exmos Senhores Informo que ao tentar mudar de fornecedor de energia, da Iberdrola para a Plenitude, o mesmo foi recusado pela Iberdrola, ou seja, não libertaram o contrato 9236246 da iberdrola para o contracto nº26200014590 da Plenitude. Agradecia os vossos bons oficios para resolver esta situação o mais rápido possível. Obrigado pela vossa colaboração. Joaquim Gonçalves.
Reclamação contra a E-Redes – cobrança por alegada apropriação indevida de energia sem prova técnica
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação e solicitar apoio relativamente a uma situação com a E-Redes – Distribuição de Eletricidade, S.A., referente ao processo n.º FF0000288081, no qual me é exigido o pagamento do montante de 1.687,57 €, por alegada “apropriação indevida de energia”. Em 03/10/2025, a E-Redes realizou uma inspeção ao contador da minha instalação elétrica, tendo posteriormente comunicado a existência de uma alegada manipulação interna do contador e exigido o pagamento do referido valor. Contesto integralmente esta cobrança pelos seguintes motivos: O contador já se encontrava instalado no imóvel quando adquiri a habitação, em março de 2023; Possuo fotografia datada de 30/03/2023, enviada à própria E-Redes para efeitos de celebração do contrato, onde se verifica o mesmo contador e o mesmo número de série; Nessa data, o equipamento apresentava selo EDP, enquanto nas fotografias da inspeção efetuada em 03/10/2025 o selo já é E-Redes, o que demonstra que existiu pelo menos uma intervenção técnica intermédia, da qual nunca fui notificado; O contador encontra-se na via pública, acessível a terceiros, não estando sob o meu controlo exclusivo; A E-Redes não apresentou, até à presente data, qualquer relatório laboratorial da Labelec, apesar de o próprio auto de vistoria referir expressamente que o equipamento seria enviado para análise laboratorial; A empresa limita-se a afirmar que o valor é devido, sem responder de forma concreta aos vários pedidos de esclarecimento já apresentados, nomeadamente: data e motivo da intervenção intermédia no contador; identificação do técnico que alterou o selo; fundamento técnico da alegada manipulação interna; critério exato de cálculo do valor reclamado; relatório técnico/pericial da Labelec. Acresce que já foi apresentada reclamação formal e pedido de reapreciação, inclusive através de mandatária legal, sem que a E-Redes tenha dado resposta fundamentada aos pontos levantados, limitando-se a reiterar a cobrança. Entendo que está a ser exigido um valor elevado sem prova técnica conclusiva, sem contraditório efetivo e sem resposta aos factos relevantes apresentados, motivo pelo qual solicito o apoio da DECO Proteste para apreciação do caso e orientação quanto aos meus direitos enquanto consumidor. Com os melhores cumprimentos,
Estimativas de contagem ridículas
Boa tarde. Venho por este meio contestar a(s) fatura(s) recentemente emitida(s), cujo valor considero totalmente desajustado face ao consumo real da minha habitação. Somos duas pesssoas na habitação, onde acontecem 2 banhos de 5 minutos por dia, realização de jantar e 1 máquina de roupa e loiça por semana. Tratando-se de uma casa com apenas duas pessoas, com reduzido consumo energético (ausência durante grande parte do dia, pouca utilização de equipamentos e raras utilizações de cozinha), os valores apresentados (ex: 50€ numa semana e cerca de 220€ num mês) fora faturas anteriores a estas igualmente ridículas que obviamente não correspondem à realidade, pois todas elas, durante meses rondaram os 130 euros mensais. Solicito, com carácter de urgência: A revisão da(s) fatura(s) com base em leituras reais do contador A verificação do contador por possível anomalia O envio do histórico detalhado de leituras (estimadas vs reais) A suspensão de qualquer valor em disputa até conclusão da análise Informo ainda que irei proceder neste mesmo email ao envio da leitura atual do contador para validação dos consumos. (Enviei através de EMAIL para Galp.galp@gmail.com, devido a não conseguir enviar por aqui) Caso a situação não seja resolvida com brevidade, irei apresentar reclamação junto do Livro de Reclamações Eletrónico e da ERSE. Aguardo resolução célere desta situação.
1ª Estimativa de consumo Exagerada
Segue texto descritivo, enviado por email em 04-04-2026, e sem resposta. A minha Reclamação inicial foi feita directamente no site da Goldenergy em 27-03-2026 no qual anexei cópias de Facturas do anterior Fornecedor de energia com datas de 29-08-25, 29-10-25 e 29-12-25, para analisarem consumos. Seguem em anexo, Factura reclamada e fotos das contagens ao dia 10-04-2026, que totalizam 83 Kw em 44Dias, contra a "Estimativa de 414 em 28 dias utilizada M L G 04/04/2026, 09:33 (há 7 dias) para GOLDENERGY Bom dia. A Goldenergy continua a não assumir a responsabilidade pela discrepância da situação. 1- Fui informado na vossa loja do Barreiro que os contadores estavam preparados para fazer leitura automática, pelo que a mesma não foi fornecida por mim, ESTA É A FUNDAMENTAÇÃO DA QUESTÃO. Agora afirmam que "Os seus contadores ainda não estão preparados para comunicar leituras de forma remota" e o que está a ser feito para resolver o problema ???? Se mudei de fornecedor de energia, o mínimo que exijo é que o sistema de leitura esteja a funcionar plenamente não com falhas, esta sim é a SOLUÇÃO PARA EVITAR ESTIMATIVAS. 2- O valor por vós imputado, uma vez que assumem não existir historial de consumo, não tem qualquer sustentação matemática ou estatística e não é uma Estimativa, é uma medição provisória (estimativa é um número redondo, 50,100,150) atribuida por um qualquer funcionário que nem sequer se deu ao trabalho de verificar que o Contrato corresponde a ESCADA (que foi bem explícito por imposição minha) e não tem perfil de consumo doméstico relacionável com quantidade de consumo. Respeita sim a necessidade de potência de alimentação mínima necessária, conforme Empresa de Manutenção, para funcionamento do elevador, (13,8 Kva, 30 A, Trifásica), e ao qual, em conjunto com a iluminação, corresponde um baixo consumo mensal. Aliás acabei de tomar conhecimento em contacto que fiz com ACP esta manhã, a solicitar umas informações deste contrato, que existe um outro Trifário, ACP e não o ACP+ em vigor, destinado exactamente a estas situações e para o qual quero Alterar de imediato. 3- O valor por vós atribuído, 414Kw, que tanto poderia ser 414 como 4140, porque não tem justificação, corresponde, mesmo tomando o consumo máximo verificado durante o ano de 2025,(em vez do médio habitualmente usado em orçamentação), de 118kw num período de 61 dias, corresponderá a 7 MESES DE CONSUMO. Ora não vou pagar o valor atribuído e estar, sabendo que ao valor do consumo se somam as diversas taxas em vigor, 4 ou 5 meses até ser ressarcido do valor pago a mais. 4- O que espero da Goldenergy, é o procedimento de qualquer empresa no mercado, inclusivé da minha Contabilidade, de emitir uma Nota de Crédito, anulando a FT anterior, e emitindo uma nova considerando um consumo estimado de, até admito 100kw que era o valor médio para 2 meses, no fornecedor anterior, se teêm dúvidas. Fico a aguardar resposta Cumpr L G
Publicidade enganosa
Exmos. Senhores, Em (02/02/26), assinei o contrato nº ( NÚMERO DE CONTRATO), onde consta a promoção (que teria um valor de factura diferente não aquela que foi emitida) ou seja 40€ por factura não 65€. Como podem verificar pela(s) fatura(s) anexa(s), o desconto acordado não está a ser aplicado, pelo que solicito a devida correção já na próxima fatura. Cumprimentos.
Exigido pagamento de Reparação em período de Garantia
Exmos. Senhores, Em setembro de 2024 adquiri um esquentador modelo WTD11-4 KME, da marca Vulcano numa loja Leroy Merlin, sob o código de fatura FT 20240036501/006670, acima referido. No dia 3 de abril de 2026 o equipamento deixou de funcionar. Uma vez que estava ao abrigo da garantia da marca por um período de 3 anos, acionei a garantia através do serviço pós-venda da referida loja, em vez de recorrer ao nosso habitual técnico de manutenção/instalação de equipamentos. Em 8/04/2026, perante a ausência de notícias, entrei em contato com o apoio ao cliente da Vulcano. Minutos depois telefonou um técnico com o qual acertei a hora da intervenção. Informando-me este repetidamente que, caso a avaria não estivesse coberta pela garantia, teria de pagar €77 da deslocação e €18 da peça (?), acrescidos do respetivo IVA. Naquele momento: • Achei algo estranha a forma como a informação foi avançada - como se a exclusão fosse a norma e não a exceção e me estivesse a preparar para o inevitável. • Perguntei-me como saberia ele com tanta certeza qual a peça avariada e o preço desta, • Achei exorbitante o valor cobrado pela deslocação (longe dos 20/30 euros habituais). Mas, como estava em garantia e não havia quaisquer sinais de má utilização ou espaço para alegar ausência de manutenção num equipamento instalado há ano e meio, na ausência de alternativa e perante a situação crítica em que nos encontrávamos, decidimos avançar, • Preparando-me, no entanto, para estar presente no momento da intervenção e atento a quaisquer manobras conducentes à malfadada conclusão. No local, o técnico informou-me que a avaria não estava incluída no âmbito da garantia porque a turbina evidenciava uma cor amarelada. Razão pela qual a reparação teria de ser paga. Solicitei que me mostrasse a peça avariada e a água residual drenada do equipamento. A turbina (cujo rotor o técnico afirmou ser originalmente de cor branca) apresentava de facto uma cor amarelada, sem sinais de entupimento ou desgaste nas respectivas pás e, a água drenada do esquentador, tinha ligeiros vestígios de caliça ou areia, os quais julgo terem caído do tubo de escape dos gases da caldeira (junto fotos de uma e de outros). Insatisfeito com a explicação do técnico - a mudança de cor de um rotor dificilmente provocaria o colapso da turbina, nem constitui prova que esteve sujeito a uma tração inusitada, mas tão só que as águas da rede não são quimicamente puras ou que o material das pás é demasiado poroso e frágil para o efeito ali em vista - apelei para o apoio ao cliente para obter instruções sobre como atuar em semelhante situação. A pedido do operador, passei o telefone ao técnico que manteve a posição inicial. Como estavam de acordo quanto à conclusão, perguntei ao operador do apoio ao cliente como poderia reclamar daquela decisão unilateral e absurda, remetendo-me este para o email do apoio técnico da marca (assistencia.tecnica@pt.bosch.com). Paguei e assinei de boa-fé a quitação devolvida pelo técnico sem colocar, como provavelmente deveria, qualquer referência à minha discordância ou protesto quanto a tão infeliz desfecho. Dirigi-me à DECO de cujos serviços sou subscritor, onde fui aconselhado a apresentar a presente reclamação. Com esta pretendo, em primeiro lugar: 1. Ser ressarcido dos valores pagos, porque não considero provada qualquer má utilização, por alegada incúria ou falta de manutenção do equipamento. À vista desarmada a água abastecida não evidencia colorações que possam indiciar a existência de rupturas na rede pública ou o transporte de matérias que provoquem entupimento, cujo impacto seria imediatamente notado na redução do fluxo de água quente ou fria. Em segundo e último lugar, gostaria de; 2. Ser esclarecido sobre se existe alguma alínea da lista de exclusões que refira a cor das pás da turbina. Ou se foi entre os técnicos no terreno e os agentes do apoio ao cliente que foi acordado excluir as turbinas “amareladas” das reparações em garantia, criando jurisprudência assente na multidão de clientes desesperados que acabaram por calar a sua indignação e pagar em silêncio o exorbitante preço da deslocação e a substituição das aparentemente frágeis turbinas. Num mundo no qual as percepções tantas vezes se substituem à crua realidade dos factos, estranharia que uma marca que, arrisco afirmar, tem uma elevadíssima quota de mercado possa estar desatenta quanto às consequências que casos como o que aqui acabo de descrever têm na sua reputação. Ainda assim, permito-me o atrevimento de vos colocar as três questões/sugestões que seguem: • Se, dos processos de melhoria interna, faz parte a recolha do número de turbinas avariadas dentro do período de garantia e se esse elemento de alarme é divulgado às áreas de desenho técnico e fabrico de equipamentos ou dos seus componentes (turbinas, neste caso)? • Pergunto-me ainda se é recolhido e objeto de análise o volume de reparações que são negadas, apesar de ao abrigo de uma garantia válida, e a identidade dos agentes da Vulcano e das empresas contratadas, que nelas intervieram. A bem de uma certa transparência e da defesa da boa imagem da Marca, seria interessante que estes dados fossem cruzados. • E que a existência desse mecanismo de auditoria interna fosse divulgada aos agentes como elemento dissuasor de eventuais, ainda que raras, “solidariedades” com os agentes no terreno. Não pretendo insinuar que os dois agentes aqui envolvidos e cuja identidade me esforcei por ocultar, tenham agido de má-fé. Não sei. Baseio-me na firme convicção de que estes instrumentos não colocam em risco a reputação dos agentes, antes os defendem de eventuais processos de intenção e reduzem o risco de que se instalem no seio da estrutura ou do sistema processos que a parasitam e o corrompem. Incluo cópia das faturas de compra do equipamento e da reparação, imagens da turbina avariada (que continua na minha posse) e das águas residuais drenadas do esquentador. Cumprimentos
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