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Reclamações recentes

L. L.
22/03/2026

Cobranza alterada

Exmos. Senhores, Sou cliente com o contrato nº (CG2444758). Já por diversas vezes vos alertei para o erro existente nas faturas enviadas – (DESCRIÇÃO DO ERRO). Até ao momento, os vossos serviços mostraram-se ineficientes na resolução do problema. Solicito a correção imediata das faturas e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos.

Em curso
M. G.
16/03/2026

Leitura incorreta vs alteração de operador

Exmos. Senhores, Até dia 6 de março tive um contrato de gás natural com V. Exas, no local com o CUI PT16020000001099117PG. Aquando do encerramento do mesmo (a 6 de março), infelizmente, não registei a contagem, apenas o tendo feito no dia 13 de março. Nesse dia a contagem era de 518m3. Qual o nosso espanto quando verificámos que vem relatado na fatura (de 7 dias antes e supostamente consumo real) um valor superior ao que foi lido a 13 de março. De facto, na FT DR2601478989 estão lidos 521m3 e no dia de hoje (como foto em anexo) estão gastos 518 m3, ou seja, 10 dias depois continua a não ser os 521m3 que V. Exas. referiram na fatura acima citada. Agradeço o acerto desta fatura ou devolução do valor que irei pagar a mais bem como que comuniquem ao meu novo operador o valor real e não o da vossa fatura. Envio fotos a comprovar o que estou a dizer, tiradas hoje. Cumprimentos, Gustavo José

Em curso
M. E.
12/03/2026

Mudança de contrato

Venho expor o que aconteceu comigo Sou cliente Galp energia/gás a alguns anos, ontem deparei me com informação da Galp que o meu contrato sessou no dia 03 deste mês pois foi feito um contrato com a Goldenergia , e sim era mm verdade A goldenergia fez um contrato de energia/gás sem minha autorização, não autorizei nem por telefone nem email nada nunca contatei tal empresa Gostava que esta situação não passasse sem ser exposta. O que posso fazer para processar a empresa? Maria do Carmo

Em curso
M. D.
04/03/2026

Troca de Titularidade

Exmos. Senhores, Venho por meio desta apresentar reclamação formal relativamente à situação ocorrida com o fornecimento de energia elétrica no apartamento que arrendei recentemente. Ao arrendar o imóvel, não fui informada de que o antigo inquilino não havia cancelado o contrato de energia. No dia 12/12, solicitei a celebração de contrato com a Endesa, tendo sido informada de que, no prazo até 17/12, o fornecimento estaria regularizado. Assim, no dia 17/12, ligámos o quadro de energia, conforme orientação recebida. Posteriormente, entrei em contacto com a empresa e fui informada por uma funcionária de que estava tudo correto naquele período. No entanto, cerca de duas semanas depois, fomos surpreendidos com a informação de que o contrato havia sido cancelado. Refizemos o contrato e, novamente, o mesmo foi cancelado, sob a alegação de que a antiga fornecedora estaria a negar a mudança de titularidade devido a dívidas deixadas pelo anterior morador. Importa salientar que não existe fundamento legal para negar a mudança de titularidade por dívidas de antigo inquilino, uma vez que tais débitos são de responsabilidade exclusiva do titular anterior, não podendo ser imputados ao novo arrendatário. Como consequência direta desta situação, recebi uma fatura no valor exorbitante de 262 euros, referente a um apartamento T1, habitado por dois adultos e uma criança. Além disso, devido à demora injustificada — tendo conseguido regularizar a situação apenas após 1 mês e 20 dias — recebi nova fatura de aproximadamente 200 euros, referente a apenas 20 dias. Fui prejudicada financeiramente por uma situação que não dei causa, decorrente da recusa indevida na alteração de titularidade e da falha na regularização atempada do contrato. Considero esta prática abusiva e ilegal, uma vez que transfere para o novo arrendatário consequências de dívidas que não lhe pertencem. Dessa forma, solicito: A revisão imediata das faturas emitidas; A anulação dos valores cobrados indevidamente; Esclarecimento formal sobre os cancelamentos ocorridos; A devida compensação pelos prejuízos causados. Caso a situação não seja resolvida de forma célere, reservo-me o direito de apresentar reclamação junto às entidades competentes. Aguardo resolução urgente. Atenciosamente, Cumprimentos.

Em curso
D. A.
03/03/2026

Cobrança indevida e exorbitante de €1387,62 por consumo inexistente de gás (leitura de apenas 21 m³)

Venho por este meio apresentar uma reclamação formal e urgente relativamente a uma cobrança indevida e totalmente infundada efetuada pela Goldenergy, no valor total de 1387,62 euros, debitada da minha conta bancária. O montante cobrado baseia-se num suposto consumo de gás na minha propriedade, o que é factualmente impossível e demonstrado pelas seguintes provas: Imóvel Desabitado: A casa associada a este contrato encontra-se sem qualquer morador há mais de 4 anos. Não existiu qualquer consumo de gás que justificasse uma fatura desta magnitude. Contador a 21 m³: No mesmo dia em que o valor foi retirado da minha conta, desloquei-me ao local para verificar o contador de gás (Pietro Fiorentini). A leitura real e atual do contador é de apenas 21 m³. Juntei uma fotografia do contador com data e hora que comprovam este facto. Uma fatura de mais de 1380 euros é, portanto, matematicamente e logicamente impossível com este nível de consumo acumulado ao longo de anos. A própria fatura detalha €921,00 para gás, um valor absurdo para o consumo real. Esta situação demonstra uma negligência grave na faturação e na gestão de leituras, resultando num prejuízo financeiro avultado e num enorme transtorno. O valor foi cobrado por débito direto, sem qualquer aviso prévio ou possibilidade de contestação. Aguardo um contacto telefónico ou por e-mail da vossa parte para efetuar a resolução do problema. Caso esta situação não seja resolvida a bem e de forma célere, serei forçado(a) a recorrer às vias legais e à Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) para reaver o meu dinheiro e exigir compensação pelos danos causados.

Em curso

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