Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
F. M.
02/04/2026

Artigo com defeito

Ola, Eu ja contactei a Amazon por email. Na ocasiao por 2 vezes. As teclas de navegacao do ipod deixaram de funcionar. Ja relatei o facto no site de amazon para pedir assistencia no artigo em questao. Apesar de recondicionado. E ainda nao fez 3 anos que o comprei. Paguei 350 euros pelo apple ipod classic. Neste momento sinto me muito lesado. Porque a Amazon nao me respondeu ao ultimo email. Para a solucao do meu caso

Encerrada
S. T.
02/04/2026
Rádio Popular- Eletrodomésticos

Assistencia pós-venda deficiente

No dia 31/01/2026 adquiri uma máquina de lavar roupa da marca Princesse numa loja da Rádio Popular no Centro Comercial Continente Loures na Rua Quinta Casal de Pipa 250 E.N, 2670-339 Loures. Desde a data da compra, o equipamento nunca funcionou em conformidade, impossibilitando a realização de uma única lavagem de roupa. A máquina apresenta graves anomalias, nomeadamente: ruído excessivo durante o funcionamento, deslocação do equipamento do seu local por vibração intensa e trepidação anormal, sendo necessário segurá-la manualmente para evitar que saia do sítio. Esta situação demonstra claramente que o equipamento não se encontra em condições normais de funcionamento, aparentando inclusive um possível defeito no tambor. Após reporte da situação, no dia 24/02/2026 deslocou-se ao local um técnico da Cenatel, o qual informou que, do ponto de vista técnico, a máquina estaria em conformidade, tendo manifestado intenção de encerrar o processo. Desde logo manifestei a minha discordância, uma vez que o problema persiste e é evidente. Posteriormente, apresentei reclamação, tendo sido agendada nova assistência técnica pela Servideco, ocorrida no dia 23/03/2026. Até à presente data, não obtive qualquer resposta ou solução por parte da referida assistência ou da Rádio Popular. Decorridos mais de dois meses desde a aquisição, a situação mantém-se totalmente por resolver, encontrando-se o equipamento inutilizado. Esta situação tem-me causado prejuízo direto, nomeadamente despesas adicionais com lavandarias, apesar de ter adquirido um equipamento novo precisamente para suprir essa necessidade. A Rádio Popular tem-se limitado a informar que não dispõe de qualquer resposta, o que considero inaceitável face ao tempo decorrido e à gravidade da situação. Face ao exposto, venho por este meio exigir a substituição imediata do equipamento por um novo, em conformidade com os direitos do consumidor aplicáveis, não aceitando mais atrasos ou soluções inconclusivas.

Encerrada

Falha de Assistência de Seguro Viagem Internacional / Consumidora Turista Retida em Portugal

Prezados(as), Venho, por meio desta, solicitar a intervenção da DECO – Defesa do Consumidor, em razão de grave falha na prestação de serviço por parte do seguro viagem internacional (AIG / Visa Infinite), que me deixou retida em Portugal sem assistência, sem condições financeiras e sem emissão de passagem de retorno ao Brasil. Estou em Portugal desde 20/02/2026 “Turismo”, na data de 20/03/2026, onde desenvolvi enfermidade súbita e aguda, com três atendimentos médicos, tomografia, prescrição de opioides, perda de continência e limitação de marcha. Toda a documentação médica foi enviada à seguradora. Em 01/04/2026, informei ao atendente Lucas a necessidade de retorno imediato ao Brasil, conforme relatório médico. Em 02/04/2026, falei com as atendentes Lidiane e Caio, sem qualquer solução. A ligação caiu e não houve retorno. Ainda nesta data , 02/04/2026, minha estadia no hotel terminou e não tenho recursos para permanecer no país, nem para alimentação ou transporte conforme envio de e-mail para seguradora. Estou liberada para viajar, mas a seguradora continua afirmando que “está analisando”, sem emitir a passagem. Solicito intervenção urgente da DECO para: 1. Garantir que a seguradora cumpra a cobertura contratual. 2. Exigir a emissão imediata da minha passagem e do meu acompanhante de retorno ao Brasil. 3. Garantir assistência mínima até o embarque. Agradeço desde já a atenção. Atenciosamente, Elaine Granzoto Martins Santos Passaporte: GK784332 Telefone: +55 16 98158-4901 E-mail: elainefestas3@hotmail.com

Encerrada
R. M.
02/04/2026
CEX

S22+ avariou na CeX após ficar para testes

Sobre a loja CEX, Glicinias, Aveiro, conforme comprovam os anexos, deixei o meu telemóvel Samsung S22+ na loja CEX, tendo este sido classificado como "B". O funcionário verificou que funcionava, analisou-o, classificou-o como "B" e aceitou ficar com ele para testes. Portanto, o telemóvel funcionava quando ficou na CEX e o anexo prova isso. No dia seguinte, fui contactada pelo serviço de testes, que me informou que o equipamento teria reprovado porque não ligava, apenas emitia som de carregamento e vibrava. Nessa mesma chamada, foi-me ainda comunicado que o aparelho teria sido colocado varias vezes a carregar. No dia seguinte, fui levantar o equipamento, que de facto não ligava. De imediato, dirigi-me à Worten, no mesmo piso, para que o mesmo fosse diagnosticado. O técnico que avaliou o meu telemóvel, e que posteriormente o reparou, informou-me que o problema terá sido provavelmente causado pelos próprios testes realizados pela CEX, uma vez que a bateria apresentava sinais de sobrecarga/tensão. O equipamento foi desmontado e montado novamente, sem qualquer custo para mim, e ficou a ligar. No entanto, o ponto mais grave desta situação é que a camara do telemóvel deixou de abrir por completo, apresentando apenas uma mensagem de erro. Segundo o técnico da Worten, a reparação desta avaria custaria, no mínimo, cerca de 200 EUR, uma vez que, após teste, concluiu que o problema não seria físico nas camaras, mas na placa principal, que também teria ficado danificada. Assim que recebi o equipamento na Worten, dirigi-me de imediato a CEX e informei uma funcionaria de que as camaras já não abriam. A resposta dada foi a de que a loja não trabalha com reparações. Na sequencia, efetuei a reclamação ROR00000000045545986, cuja resposta foi que tiveram cuidado a manusear o telemóvel. No entanto, os factos provados são: - O telemóvel deu entrada a CEX a funcionar, pois se não ligasse, nem teria sido aceite; - O telemóvel saiu da CEX sem sequer ligar. Assim sendo, o telemóvel foi danificado na CEX. Por vezes, apesar de haver bastante cuidado, é possível danificar alguma coisa sem querer, sem perceber, ou sem saber que se está a fazer algo errado. Mas provado está, que o telemóvel foi danificado na CEX. Face ao exposto, venho por este meio requerer o seguinte: Nos termos do artigo 562.º do Código Civil, “Quem estiver obrigado a reparar um dano deve reconstituir a situação que existiria, se não se tivesse verificado o evento que obriga à reparação.” Acresce que, de acordo com o artigo 566.º, n.º 1, do mesmo diploma, “A indemnização é fixada em dinheiro, sempre que a reconstituição natural não seja possível, não repare integralmente os danos ou seja excessivamente onerosa para o devedor.” Assim, venho solicitar a reposição integral da situação anterior ao dano, nomeadamente através da reparação do equipamento, substituição por outro igual com classificação igual, ou, caso tal não seja possível, pela compensação monetária correspondente ao seu valor. O não cumprimento do estabelecido nos artigos acima referidos, nos prazo de 30 dias, resultará numa queixa no CNIACC.

Em curso
A. P.
02/04/2026

Danos

Venho apresentar reclamação contra a OSCAR na sequência de danos materiais causados no chão da minha habitação durante a prestação de um serviço. Apesar de ter comunicado a situação e a necessidade de reparação, a empresa recusou apresentar uma solução de reparação efetiva do dano, propondo antes a atribuição de vouchers para utilização em serviços da própria plataforma. Tal proposta revela-se inadequada e desproporcionada, porquanto: não corresponde à reparação do dano efetivamente causado; obriga o consumidor a recorrer a serviços que não utiliza habitualmente; os vouchers são de utilização única; e o valor remanescente perde-se caso o serviço selecionado tenha custo inferior ao montante do voucher. Nos termos do regime da responsabilidade civil, a reparação do dano deve reconstituir a situação que existiria se o facto danoso não tivesse ocorrido, ou, não sendo isso possível, ser fixada indemnização em dinheiro. A solução apresentada pela reclamada não assegura a reparação integral do prejuízo, nem protege adequadamente os interesses económicos do consumidor. Acresce que a situação em causa já gerou sucessivos transtornos, sem que tenha sido apresentada uma solução materialmente justa e efetiva. Solicito, assim, a intervenção da entidade competente, no sentido de ser promovida uma solução adequada, nomeadamente a reparação do chão ou o pagamento de indemnização compatível com os danos causados.

Em curso

Demora na emissão de dístico automóvel - pessoas com Atestado Médico de Incapacidade Multiuso

Exmos. Senhores, Venho por este meio reclamar o atraso e solicitar informação atualizada sobre o estado do meu pedido de emissão do Cartão de Estacionamento para Pessoa com Deficiência, submetido em a 13/02/2026, ao abrigo do Decreto‑Lei n.º 307/2003. Apesar de compreender que não existe um prazo legal específico para este procedimento, recordo que o artigo 9.º do Código do Procedimento Administrativo estabelece o dever de a Administração decidir dentro de um prazo razoável, bem como o dever de prestar informação clara e atualizada ao cidadão. Enviei pedido de esclarecimento a 18/03 via e-mail, não tendo obtido qualquer tipo de resposta. Tendo em conta que já decorreu mais de um mês e meio, período significativo desde a submissão do pedido, solicito: - Informação sobre o ponto de situação do processo - Indicação previsível do prazo de conclusão - Confirmação de que não existe qualquer pendência documental da minha parte Agradeço resposta célere, dado tratar‑se de um documento essencial para a minha mobilidade e autonomia. Obrigada.

Encerrada

Falta de apoio/informação por parte da seguradora

Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o vosso apoio na tentativa de resolução do meu diferendo com a seguradora acima indicada. No passado dia 05/03, tive um acidente com o meu carro onde fui a única envolvida. O sinistro foi imediatamente comunicado à companhia e até hoje e após inúmeras tentativas de contacto e reclamações a mesma companhia ainda não se dignou a entrar em contacto comigo no sentido de resolver situação e me dar informações sobre o desenvolvimento da mesma. A seguradora foi informada de que necessito do veiculo como meio de subsistência, uma vez que, trabalho a 34Km de casa e que neste momento dependo de transportes públicos para me conseguir deslocar. Assim, são despesas extras sendo que continuo a pagar um seguro onde não tenho direito a carro de substituição e que este serviço sai todos os meses e já foi pago não me está a dar qualquer apoio no sentido de resolver o problema com a maior brevidade possível. Com isto, peço encarecidamente o vosso apoio no sentido de resolver a situação junto da seguradora Generali/Tranquilidade. Com os melhores cumprimentos Ana Rodrigues.

Encerrada
G. L.
02/04/2026

Reclamação por adesão não autorizada a serviços adicionais

No momento da alteração de titularidade do contrato de energia, solicitei apenas a mudança para o meu nome. No entanto, foi incluído o serviço adicional “PEC Full”, que não foi devidamente explicado nem expressamente solicitado por mim. Trata-se de um serviço que inclui assistências que não utilizo, inclusive relacionadas a gás, sendo que a minha habitação não possui fornecimento de gás. Já tentei anteriormente o cancelamento por via telefónica e pessoalmente, mas fui informada de que não seria possível devido a alegada fidelização. Nunca utilizei qualquer serviço associado ao PEC Full e não me foi apresentada informação clara e destacada sobre fidelização no momento da contratação. Atualmente já não sou cliente de fornecimento de energia da empresa, mantendo apenas a cobrança mensal do referido serviço no valor de 15,89€. Até à presente data, já foram pagos aproximadamente 397,25€ (25 meses), sem qualquer utilização do serviço. Solicito: • Cancelamento imediato do PEC Full; • Envio de cópia do contrato com prova da minha adesão expressa; • Fundamentação legal da alegada fidelização; • Análise e devolução dos valores pagos indevidamente. Considero que poderá estar em causa prática comercial desleal ou venda associada indevida. Aguardo resposta nos termos legais.

Encerrada
L. P.
02/04/2026

Incongruências na fatura e falta de transparência

Exmos. Senhores, Eu, Leandra Pina, venho por este meio apresentar reclamação formal relativamente à atuação da EDP no âmbito da faturação do mês de janeiro de 2026, bem como ao tratamento subsequente da situação. No que respeita à faturação inicial, foi-me apresentado para pagamento o valor de 73,81€, correspondente a uma estimativa, o qual liquidei de imediato através de MBWay, conforme indicado pelos vossos sistemas e comunicações (nomeadamente SMS recebidos). Posteriormente, apenas no dia 22/03/2026, verifiquei a existência de um valor adicional em dívida no montante de 136,96€, relativo à mesma faturação e igualmente baseado em estimativa, sem que tivesse sido previamente informada ou apresentada qualquer justificação para essa alteração. Na sequência dessa situação, entrei em contacto com os vossos serviços, tendo fornecido as leituras reais. Ainda assim, fui informada de que o valor em dívida seria superior, evidenciando sucessivas estimativas incoerentes relativamente ao mesmo período de faturação. Importa ainda referir que, em todas as comunicações recebidas, nomeadamente via SMS, apenas era indicado o valor de 73,81€, não tendo sido feita qualquer menção a valores adicionais, dívida acumulada ou plano prestacional. Mais grave, foi posteriormente identificado que teria sido criado um plano prestacional associado ao meu contrato sem qualquer comunicação prévia, explicação ou consentimento da minha parte, o que não reconheço nem aceito. Após apresentação da minha primeira reclamação, fui contactada pelos vossos serviços; contudo, tal contacto não resultou em qualquer resolução efetiva da situação. Adicionalmente, recebi uma comunicação por email da vossa parte a indicar que o endereço de email utilizado não correspondia ao do titular do contrato. Tal afirmação é incorreta, uma vez que o referido email é o mesmo que se encontra associado à minha conta de cliente, conforme comprovado pela documentação (imagem) que anexo à presente reclamação. Informo ainda que apresentei reclamação através do Livro de Reclamações Eletrónico, com o número ROR00000000045546761, a qual até ao momento não obteve resposta satisfatória nem resolução da situação. Importa salientar que esta situação configura uma clara violação dos direitos do consumidor, nomeadamente: * Violação do direito à informação, nos termos da Lei n.º 24/96 (Lei de Defesa do Consumidor), que estabelece a obrigatoriedade de prestação de informação clara, completa e atempada; * Violação do princípio da boa-fé contratual; * Incumprimento do Regulamento de Relações Comerciais da ERSE, que exige informação prévia e consentimento expresso para a criação de planos prestacionais; * Possível prática comercial desleal, nos termos do Decreto-Lei n.º 57/2008, pela omissão de informação relevante; * Inexistência de aceitação válida de condições contratuais, nos termos do Código Civil. Apesar das diversas tentativas de resolução por via direta — incluindo contacto telefónico, pedido de contacto através do website e reclamação formal — a situação mantém-se por regularizar até à presente data. Informo ainda que a presente situação já foi objeto de reclamação junto da ERSE (Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos), encontrando-se atualmente em análise por essa entidade. Face ao exposto, venho solicitar a intervenção dessa entidade, no sentido de assegurar: * O cancelamento imediato do plano prestacional não autorizado; * A remoção de qualquer valor associado ao referido plano; * A emissão de fatura corrigida e discriminada, com base em leituras reais; * A apresentação de um valor final correto que contemple o remanescente de janeiro, deduzido dos montantes já pagos (incluindo prestação de fevereiro), acrescido do valor referente ao mês de março; * A isenção de quaisquer juros, encargos ou penalizações indevidas; * A regularização célere e definitiva da situação. Atuei sempre de boa-fé, com base nas informações disponibilizadas pela entidade fornecedora, não sendo admissível a alteração de valores após pagamento nem a ausência de comunicação clara e transparente. Aguardo resposta no prazo legal. Com os melhores cumprimentos, Leandra Pina

Encerrada
R. R.
02/04/2026

800 NÃO CUMPRE HORÁRIO

O autocarro 800 sentido gondomar continua a falhar consistentemente, após meses de reclamações. Ele é suposto passar pelo campo 24 de agosto pelas 8:03h, quase todos os dias tenho que aguardar porque falha o das 8:03h e o das 8:13h!!!! Fico na paragem mais de meia hora à espera ( visto que chego pelas 7:55h )... estou farta de ter de pagar ubers quando já pago o passe mensal !!! Dizem sempre que vão averiguar a situação e não fazem nada desde setembro de 2025, quando começou a haver mais falhas até agora.... ridículo.

Resolvida

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