Reclamações públicas

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R. P.
13/05/2026

Encomenda não entregue

No dia 13/04/2026, foi feita uma encomenda de um conjunto da marca que estava em promoção. Decorrido um mês de compra (14/04/2026) enviei e-mail para a Hope-brand a questionar pela encomenda referindo que não estavam a cumprir os 20 dia utéis que referiam nos termos e condições que dispõem no site. Obtive resposta por parte dos mesmos ( uma resposta que posso subtender como arrogante, e de todo empática uma vez que estão a lidar com um cliente): "A Ana leu os termos e condições para promoções ? Não leu, infelizmente Que lá está indicado que os tempos de entrega podem ser superiores É só aguardar" Realmente o site refere os 40 dias úteis ( em alturas de promoções) os quais, sou sincera não li ao fazer a encomenda. Contundo, e como já tinha decorrido um mês, questionei se tinham uma previsão de entrega, não obtive resposta nem na altura nem nas restantes tentativas feitas até a data. Estas tentativas foram feitas por e-mail, pelo site deles na parte dos contactos ou mensagens e nunca obtive uma resposta. Hoje, 13/05 já decorridos 40 dia úteis referidos no site, continuo sem uma resposta e sem encomenda.

Encerrada
M. C.
13/05/2026

Falta de declaração de responsabilidade

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao serviço prestado pela Worten / Worten Reparações. Foi adquirido um fogão a gás natural juntamente com o serviço de instalação. A instalação foi realizada, porém solicitei posteriormente a declaração de responsabilidade da instalação, documento indispensável para a realização da inspeção do gás em Portugal. Após o meu pedido, fui informada de que a empresa responsável não forneceria a declaração. Entrei então em contacto várias vezes com a Worten, sendo-me sempre dito que o pedido já havia sido encaminhado e que estavam apenas a aguardar o envio do documento. No entanto, passaram-se praticamente seis meses e continuo sem receber qualquer declaração ou solução concreta para o problema. Além da falta de resolução, considero grave a demora e a ausência de acompanhamento eficaz, tendo em conta a importância deste documento para garantir a regularização e segurança da instalação de gás natural. Solicito, com urgência, o envio da declaração de responsabilidade da instalação ou uma solução definitiva para esta situação, que já se prolonga há demasiado tempo.

Encerrada
D. F.
13/05/2026
Ebroh Espanha em Saragoça

Reclamação Transfronteiriça - Ebroh Espanha - Defeito Concepção de BMS

Exmos.Senhores, sou consumidor residente em Portugal e venho apresentar reclamação contra o fabricante Ebroh, com sede em Saragoça, Espanha, relativa à Mota eléctrica abaixo identificada. 1 - Dados da compra: Marca/Modelo: Ebroh MD45MDPAA N-Quadro SLFPA449L1004778 Motor: ZN60V3000W Data da compra - 2020 Loja vendedora - Franko e-bikes, Portugal - já encerrou actividade Valor da Mota: 2390 euros 2 - Descrição do defeito: A Mota apresenta dois defeitos graves que se manifestaram de forma evidente em Abril de 2026. a) Bateria não carrega além de 97%. Indica célula desbalanceada/queimada, defeito de fabrico. O BMS impede carga total por segurança. b) Cortes de potência em subidas - O Motor 3000W nominal corta esforço. O catálogo Ebroh indica bateria de 60v 28ah com corrente máxima de carga 40A, omitindo a corrente de descarga. O BMS instalado é de 60A, insuficiente para um Motor que exige 50A nominais e 80A em pico. Cálculo: 60Vx60A=3600W, limitando o uso do Motor 3000W. 3 - Enquadramento legal: Embora a compra seja de 2020, trata-se de desconformidade de origem e vício oculto.: o BMS 60A instalado de fábrica é objectivamente inadequado ao Motor ZN60V3000W, e o catálogo omite característica essencial. O defeito manifestou-se de forma perceptível em Abril de 2026 quando passei a utilizar a Mota em percursos com inclinação, sendo que até então o uso urbano plano não revelava a limitação. Denuncio dentro do prazo de dois meses previsto no artigo 5-A n-2 do DL84/2021. 4 - Pedido: Ao abrigo da garantia legal e por falta de conformidade, solicito que a Ebroh Espanha: Opção A: Forneça gratuitamente um BMS 80A de descarga contínua compatível e suporte os custos de instalação em oficina qualificada em Portugal. Opção B: Em alternativa, reembolso de 600 euros, para custear reparação da bateria com substituição do BMS e balanceamento/reparação da célula defeituosa. Aguardo contacto urgente, dado que me encontro privado do uso do veículo. Deolindo Carvalho Jesus Ferreira Travessa da Avilhó n-53 cp4460 Custóias Matosinhos - já fiz esta reclamação na Ebroh Espanha há dez dias e nada dizem o que quer dizer que já tiveram tempo para responder mas não querem pagar a avaria que eles provocaram

Encerrada
A. B.
13/05/2026

Reclamação por não entrega de encomenda e recusa de reembolso (Glovo)

Efetuei um pedido através da aplicação Glovo no restaurante McDonalds, com o ID 101650191871, por volta das 13h00, tendo o mesmo sido indevidamente marcado como entregue cerca das 13h30. A encomenda nunca foi recebida. Não foi tocada qualquer campainha, nem existiu contacto por parte do estafeta. Durante o processo de entrega, a aplicação apresentava falhas de ligação, impossibilitando o acompanhamento correto do pedido. Contactei o apoio ao cliente da Glovo em várias ocasiões, tendo sido informado por diferentes assistentes que não seria possível efetuar o reembolso por o sistema indicar entregue. Foi ainda referido que o estafeta seria contactado, sem que tenha sido apresentada qualquer resolução. Foi-me prometida resposta no próprio dia, a qual não ocorreu. Considero inaceitável a recusa de reembolso de um pedido pago e não recebido, com base apenas no registo interno de entregue, sem apresentação de prova válida de entrega. Solicito a reavaliação do caso, verificação da prova de entrega associada ao pedido e o reembolso integral do valor pago.

Resolvida

Incêndio com panela Gourmax Pro

Exmos. Senhores, Venho solicitar o apoio da DECO relativamente a um incidente grave ocorrido com uma panela Gourmax Pro, adquirida junto da Ediclube e ainda dentro do período de garantia. Na madrugada de 9 de abril de 2026, o equipamento entrou em chamas no interior da minha habitação, apesar de não estar em utilização há vários dias, encontrando-se apenas ligado à corrente. Contactei de imediato a empresa e enviei fotografias do sucedido. Apesar da gravidade da situação, a empresa recusou qualquer responsabilidade, afirmando que o incidente não poderia estar relacionado com o equipamento, sem recolher o produto nem realizar qualquer análise técnica. Insisti no esclarecimento da situação e solicitei uma perícia ao equipamento, mas a empresa limitou-se a reiterar a mesma posição, ignorando a questão essencial: apurar tecnicamente a origem da ignição. O equipamento encontra-se preservado e disponível para análise. Face ao exposto, solicito a vossa intervenção no sentido de me apoiar na defesa dos meus direitos enquanto consumidora e no apuramento desta situação. Junto em anexo as fotografias do equipamento após o sucedido e a troca de e-mails mantida com a empresa. Com os melhores cumprimentos, Maria Isabel Portela Lima Freitas

Encerrada

Peugeot/Stellantis – Imobilização prolongada de veículo sem solução de mobilidade

Exmos. Senhores, Venho, pela presente, apresentar uma exposição formal relativamente à atuação da Peugeot/Stellantis e do concessionário Caetano Motors Almada, no âmbito de uma situação que considero extremamente lesiva dos meus direitos enquanto consumidor e cliente da marca. O meu veículo, um Peugeot 2008 1.5 BlueHDI 130cv GT EAT8, de 2021, com aproximadamente 100.000 km e manutenção regularmente efetuada, encontra-se atualmente imobilizado nas instalações da Caetano Motors Almada devido a um problema associado à corrente de distribuição/árvore de cames, enquadrado na campanha técnica MXL promovida pela própria marca. Importa salientar que me desloquei inicialmente ao concessionário apenas para substituição de pastilhas de travão e do resguardo inferior do motor. Contudo, após análise do veículo, foi-me apresentado um orçamento adicional na ordem dos 2.000€, precisamente relacionado com o referido problema mecânico - problema mecânico crónico e reconhecido pelo fabricante. Após procurar informação adicional por meios externos à rede Peugeot/Stellantis e insistir junto do concessionário, veio posteriormente a ser reconhecido que o veículo se encontrava efetivamente abrangido pela campanha técnica MXL, ficando a reparação suportada pela marca. Ou seja, não fosse a minha insistência e conhecimento prévio relativamente aos problemas crónicos associados a estes motores, teria suportado um custo extremamente elevado referente a um defeito cuja responsabilidade veio posteriormente a ser assumida pelo fabricante. Considero esta situação extremamente grave do ponto de vista ético, comercial e da transparência na relação com o consumidor. Adicionalmente, foi-me comunicado que o veículo permanecerá imobilizado durante aproximadamente 3 semanas para execução da intervenção técnica. Perante esta situação, solicitei por diversas vezes a disponibilização de um veículo de substituição ou qualquer solução alternativa de mobilidade, tendo em conta que necessito diariamente do automóvel para deslocações profissionais e pessoais. Apesar das inúmeras tentativas de contacto efetuadas: - junto do concessionário Caetano Motors de Almada; - junto do apoio ao cliente Stellantis Portugal; - através dos contactos associados à campanha técnica; - e através de reclamações escritas já formalizadas; a resposta obtida foi sempre marcada por: - ausência de resolução; - desresponsabilização entre departamentos; - falta de acompanhamento; - ausência de resposta concreta; - e recusa absoluta de qualquer solução de mobilidade. Importa ainda referir que, perante exatamente o mesmo problema e motorização, num veículo equivalente pertencente à minha companheira, foi anteriormente disponibilizado veículo de substituição no âmbito de campanha idêntica realizada pela marca, o que demonstra uma atuação contraditória e tratamento desigual entre clientes. Acresce ainda que, durante contactos telefónicos efetuados com diferentes interlocutores, chegou inclusivamente a ser utilizada a expressão “benefício” para descrever a campanha técnica em questão, linguagem que considero absolutamente desadequada perante um defeito reconhecido pelo próprio fabricante. Não estamos perante uma cortesia comercial ou favor concedido ao cliente. Estamos perante a reparação de um problema crónico reconhecido pela própria marca, cuja origem não é imputável ao consumidor. Paralelamente, gostaria ainda de reportar outra situação relacionada com o mesmo concessionário. Dois meses antes, procedi à instalação de um sistema de carregamento por indução Qi no veículo. Desde a instalação, o equipamento nunca funcionou corretamente. Apesar de surgir a indicação visual de carregamento, o telemóvel não só não mantém a bateria como inclusivamente descarrega durante a utilização. Após reportar a situação, foi-me apenas transmitido que “o sistema funciona normalmente”, sem qualquer demonstração técnica objetiva ou resolução efetiva do problema. Perante todo o exposto, considero existir: - clara ausência de orientação para o cliente; - prestação deficiente de serviço pós-venda; - falta de transparência; - comunicação contraditória; - e prejuízo efetivo para o consumidor. Assim, solicito a apreciação desta situação pelas entidades competentes, bem como apoio na obtenção de uma solução adequada e proporcional aos prejuízos causados, nomeadamente no que respeita: - à ausência de solução de mobilidade durante a imobilização prolongada do veículo; - à atuação inicialmente contraditória relativamente à cobertura da campanha técnica; - e à qualidade do acompanhamento prestado ao cliente. Toda a documentação, como orçamentos, emails, contactos e histórico do processo encontram-se devidamente registados e disponíveis para envio. Anexo ainda o orçamento que me foi apresentado - com a tentativa de cobrança do problema crónico reconhecido pelo fabricante. Com os meus melhores cumprimentos, Guilherme Hugo Bravo Veículo: Peugeot 2008 1.5 BlueHDI GT EAT8

Encerrada
L. P.
13/05/2026

Compra online foi devolvida em loja e reembolso não é efetuado

Exmos. Senhores, Fiz uma encomenda no site da adidas Encomenda APT91290540 que recebi dia 27 de Março de 2026. No dia 29 de Março de 2026 fiz a devolução na loja oficial da região Norte. Tenho comigo o comprovativo de devolução (fatura/recibo), mas não recebi o reembolso. Aguardei os 14 dias úteis para receber a devolução, mas tal não aconteceu. Dia 20 de Abril de 2026 liguei para o apoio ao cliente para resolver a situação. Recebi um email a pedir o comprovativo de devolução (fatura/recibo), e enviei a fatura. Entretanto recebi novo email para preencher o formulário de reembolso. O formulário foi preenchido nesse mesmo dia 20 de Abril. Até hoje ainda não recebi o reembolso nem qualquer esclarecimento da Adidas. Voltei a ligar para o apoio ao cliente e ninguém me resolve a situação ou me explica porque ainda não foi feito o reembolso. Cumprimentos.

Resolvida
R. V.
13/05/2026

Encomenda cancelada unilateralmente pela LG

Interpelação formal – responsabilidade pré-contratual e incumprimento dos deveres de diligência e boa-fé (com conhecimento para eventual arbitragem de consumo). Exmos. Senhores, Na qualidade de consumidor, venho pela presente interpelar formalmente a LG Portugal relativamente às sucessivas falhas ocorridas no processo de aquisição de uma televisão através do vosso website oficial, iniciado em 20 de abril de 2026. Na referida data, procedi à encomenda do artigo pelo preço anunciado de 1035,89€. Contudo, por motivo exclusivamente imputável aos vossos sistemas, não foi gerada qualquer referência de pagamento, impossibilitando a conclusão da transação. Perante tal ocorrência, contactei o vosso apoio ao cliente, tendo-me sido expressamente indicado que a solução passaria pelo cancelamento da encomenda inicialmente efetuada e realização imediata de nova encomenda. Sucede que, na sequência direta dessa instrução, o preço do artigo apresentado no website já se encontrava superior ao inicialmente anunciado. Posteriormente, a própria LG reconheceu a anomalia verificada, emitindo voucher destinado a permitir a aquisição do equipamento pelo valor de 1061,60 euros, solução que aceitei de boa-fé e em espírito de cooperação, apesar de economicamente menos favorável relativamente às condições inicialmente publicitadas. Todavia, ao tentar concluir a aquisição utilizando o referido voucher, verificou-se nova falha técnica imputável à vossa plataforma de comércio eletrónico, uma vez que, após seleção do método de pagamento MB Way, nunca foi emitido qualquer pedido de pagamento, impossibilitando novamente a concretização da compra. Desde então, tenho efetuado sucessivos contactos junto do vosso apoio ao cliente, sendo-me reiteradamente transmitido que o processo teria sido “escalado para a equipa comercial” e que seria subsequentemente contactado. Não obstante, decorreram já cerca de 20 dias sem qualquer resolução efetiva, resposta substancial ou proposta concreta destinada à regularização da situação. A factualidade descrita evidencia: incumprimento dos deveres de diligência e lealdade contratual; violação do princípio da boa-fé previsto no artigo 762.º do Código Civil; atuação suscetível de gerar responsabilidade pré-contratual (culpa in contrahendo), nos termos do artigo 227.º do Código Civil; incumprimento dos deveres de informação, assistência e funcionamento regular exigíveis no âmbito do comércio eletrónico e das relações de consumo. Importa sublinhar que: os sucessivos constrangimentos técnicos são exclusivamente imputáveis à LG; o consumidor atuou sempre de forma diligente e colaborante; a emissão do voucher constitui reconhecimento inequívoco da desconformidade inicialmente ocorrida; a ausência de resolução em prazo manifestamente excessivo configura violação dos deveres mínimos de assistência ao consumidor. Acresce que a legítima expectativa criada pela vossa atuação — designadamente através das instruções transmitidas pelo apoio ao cliente e subsequente emissão do voucher — impõe à LG um especial dever de coerência, lealdade e tutela da confiança do consumidor. Nestes termos, ficam V. Exas. formalmente interpeladas para, no prazo máximo de 5 (cinco) dias úteis a contar da receção da presente comunicação, apresentarem solução definitiva que permita a aquisição do artigo em causa nas condições acordadas, sem novos agravamentos, entraves técnicos ou delongas injustificadas. Na ausência de resolução imediata, reservo-me o direito de: apresentar reclamação junto do Livro de Reclamações Eletrónico; submeter o litígio às entidades competentes de Resolução Alternativa de Litígios de Consumo; exercer os demais direitos legalmente admissíveis para salvaguarda dos meus interesses, incluindo eventual responsabilização pelos prejuízos decorrentes da presente situação. Sem outro assunto.

Encerrada
I. N.
13/05/2026

Contestação de faturação indevida, renovação contratual sem consentimento e pedido de anulação de fi

Exmos. Senhores, Venho por este meio, na qualidade de representante legal da empresa JCoucelo – Serviços Médicos, Lda., NIF 505146436, apresentar reclamação formal relativamente à conta cliente n.º 313352019, contestando a faturação recentemente emitida — FT 101/113811266, no valor de 98,03 €, datada de 11/05/2026 — bem como a alegada renovação automática de fidelização contratual sem o conhecimento ou consentimento da empresa. O contrato em causa correspondia a um serviço Vodafone Empresas, incluindo números móveis, internet e televisão, cujo termo contratual ocorreria em junho de 2026. No decorrer do mês de março de 2026, a empresa iniciou, através da MEO, o processo de mudança de operador, motivado por condições comerciais mais vantajosas. A portabilidade dos números móveis ocorreu em diferentes fases e não em simultâneo. Após concluída a última portabilidade, no dia 30/03/2026, uma colaboradora da empresa estabeleceu contacto telefónico com a Vodafone Empresas, através do número 919200467 para o número 16914, informando expressamente que a empresa pretendia cancelar o contrato e questionando quais os procedimentos necessários para finalizar o serviço, incluindo: • confirmação do cancelamento; • procedimentos para devolução dos equipamentos; • esclarecimento sobre o valor da última faturação. Durante essa chamada, cuja gravação se solicita formalmente que seja preservada e disponibilizada, a colaboradora da empresa foi informada pela Vodafone de que o contrato já não se encontrava ativo após a conclusão da última portabilidade associada à conta cliente n.º 313352019. Na mesma chamada, foram solicitados esclarecimentos relativamente à devolução dos equipamentos, tendo a colaboradora sido informada de que receberia uma mensagem SMS com indicação dos pontos de recolha dos CTT para entrega dos mesmos. Efetivamente: • foi recebida a referida mensagem enviada pela Vodafone; • a empresa procedeu à devolução dos equipamentos; • os equipamentos foram entregues presencialmente na loja Vodafone Empresas em Faro, em 20/04/2026; • a empresa possui comprovativo documental dessa devolução. Importa salientar que, em nenhum momento: • a empresa foi informada de qualquer renovação contratual; • foi apresentado qualquer novo período de fidelização; • a empresa autorizou verbalmente ou por escrito qualquer renovação; • foi assinado qualquer novo contrato; • foi aceite qualquer alteração contratual. No entanto, em 12/05/2026, foi recebida no endereço de email liseloresoares@gmail.com uma faturação com valores elevados, tendo posteriormente sido estabelecido novo contacto com a Vodafone Empresas para solicitação de esclarecimentos. Nesse contacto, a colaboradora da empresa foi surpreendida com a informação de que, alegadamente, a Vodafone teria procedido a uma renovação automática do contrato por mais 24 meses, na sequência da portabilidade dos números móveis. Tal situação é totalmente inadmissível, pelas seguintes razões: 1. A empresa JCoucelo – Serviços Médicos, Lda. nunca prestou consentimento expresso para qualquer renovação contratual; 2. A portabilidade de números móveis não pode, por si só, ser interpretada como aceitação automática de nova fidelização; 3. A própria Vodafone informou anteriormente a colaboradora da empresa de que o contrato já não se encontrava ativo; 4. A Vodafone indicou inclusivamente à colaboradora da empresa os procedimentos para devolução dos equipamentos, reforçando a ideia de encerramento contratual; 5. Caso existisse qualquer fidelização ativa ou renovação contratual, a Vodafone tinha obrigação de informar a empresa de forma clara, expressa e inequívoca; 6. A empresa atuou sempre de boa-fé e de acordo com as informações prestadas pelos vossos serviços; 7. A alegada renovação contratual nunca foi comunicada nem validada pela empresa. Adicionalmente, a empresa foi informada pela Vodafone da existência de um número de telemóvel associado ao contrato que desconhece totalmente e relativamente ao qual: • nunca recebeu qualquer cartão SIM; • nunca utilizou qualquer serviço; • nunca teve conhecimento da sua atribuição. Face ao exposto, solicita-se formalmente: 1. A anulação imediata da faturação indevida; 2. O cancelamento da alegada renovação automática de fidelização; 3. A confirmação escrita do encerramento definitivo da conta cliente n.º 313352019; 4. A suspensão imediata de qualquer processo de cobrança, penalização ou comunicação a entidades de crédito enquanto a presente reclamação estiver em análise; 5. O envio da gravação integral da chamada realizada em 30/03/2026; 6. O envio de prova documental do alegado consentimento para renovação contratual, caso a Vodafone entenda que o mesmo existiu; 7. A identificação e esclarecimento do número móvel alegadamente associado ao contrato e que a empresa desconhece em absoluto. Informo ainda que, caso esta situação não seja regularizada com urgência, serão apresentadas e/ou mantidas reclamações junto das seguintes entidades: • Livro de Reclamações; • ANACOM; • DECO Proteste; • Centros de Arbitragem de Conflitos de Consumo; • demais entidades competentes. Considera a empresa que existiu uma clara falha de informação ao cliente, violação do dever de transparência contratual e tentativa de imputação de encargos sem consentimento válido. Seguem em anexo todos os documentos comprovativos e esclarecedores da situação, bem como a certidão permanente da empresa. Aguarda-se uma resolução urgente da presente situação. Com os melhores cumprimentos, José A. Coucello Sócio-Gerente JCoucelo – Serviços Médicos, Lda. NIF: 505146436 Rua das Comunicações, Casa do Rio, Lote A-1, 4.º H 8500-567 Portimão 919200467 / 917265571 liseloresoares@gmail.com jcoucelo@gmail.com

Encerrada
N. L.
13/05/2026

ENCOMENDA NÃO RECEBIDA E DEBITADA

ENCOMENDA Nº 430168820_001 Mensagem À atenção da Direção da loja Continente Guia Algarve, do Responsável pelas entregas online e do Serviço de Reclamações, Venho, mais uma vez, apresentar uma reclamação formal relativamente a uma situação absolutamente inadmissível, que já dura há vários dias e que demonstra um nível de incompetência e desprezo pelo cliente extremamente preocupante. A minha encomenda nunca foi entregue a segunda-feira passada, como previsto e confirmado por sms, o dia 11 de maio e, no entanto, o valor de 215 € foi hoje !! debitado da minha conta bancária (Prova - ver anexo). Até à data, continuo sem entrega, sem reembolso e confrontada, há dias, com uma sucessão de interlocutores arrogantes, incapazes de resolver o problema ou sequer demonstrar um mínimo de profissionalismo. Acrescento ainda que o Diretor da loja Continente Guia recusou-se a falar comigo, apesar de ser cliente há vários anos, o que considero totalmente inaceitável e revelador da forma como esta situação está a ser tratada. A justificação apresentada relativamente a um suposto “código postal incorreto” é totalmente absurda e não faz qualquer sentido. Desde o período Covid que recebo entregas nesta mesma morada sem qualquer problema. Dezenas de entregas foram realizadas normalmente. Tentar utilizar agora esse argumento como desculpa é ridículo e insultuoso para a inteligência do cliente. O mais grave continua, no entanto, a ser o comportamento do motorista de entrega que me contactou na segunda-feira entre as 18h15 e as 18h20. Esse motorista afirmou que não conseguia efetuar a entrega devido ao código postal. Contudo, quando lhe perguntei onde se encontrava, foi perfeitamente capaz de me informar que estava a cerca de 9 km da minha residência. A pergunta é muito simples: Como é possível afirmar que não consegue encontrar uma morada e, ao mesmo tempo, indicar com precisão que se encontra apenas a poucos quilómetros da casa do cliente? ..... Imediatamente propus: * explicar-lhe o caminho conforme o local onde se encontrava, * partilhar a minha geolocalização em direto, * permanecer disponível ao telefone até à sua chegada. A resposta foi de uma arrogância inacreditável: desligou-me o telefone na cara!! Desde então, os contactos com o vosso serviço de apoio ao cliente apenas agravaram a situação. Cada chamada dá a sensação de estar a falar com pessoas completamente ultrapassadas, repetindo mecanicamente as mesmas desculpas, sem qualquer vontade real de ajudar ou resolver o problema. Acrescento ainda que enviei vários e-mails desde segunda-feira e, até ao presente momento, não obtive qualquer resposta e hoje foi-me ainda debitado o valor de 215 € relativo a uma encomenda que NUNCA recebi!! Como é possível uma empresa tratar um cliente desta forma? Como é possível ignorar completamente sucessivos contactos escritos - 6 emails e formularios online sem resposta, relativamente a uma situação desta gravidade? Considero esta situação extremamente grave: * encomenda não entregue, * dinheiro debitado (prova segue em anexo), * ausência de solução, * ausência de reembolso, * comportamento desrespeituoso, * ausência total de acompanhamento ao cliente. Esclareço igualmente que está fora de questão encerrar este assunto com uma simples desculpa administrativa, após 3 dias sem contacto e respsota da parte da Continente. Hoje é quarta-feira. Exijo o reembolso imediato da totalidade do valor debitado, um contacto urgente por parte da direção, e uma explicação oficial por escrito, Na ausência de uma resposta séria e rápida da vossa parte, avançarei com todas as diligências necessárias.

Resolvida

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