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Reclamação Formal Contra AquaService por Comportamento Abusivo e Avaliações Suspeitas
Exmos. Senhores, No dia 14 de maio de 2026, recebemos uma mensagem via WhatsApp de uma colaboradora identificada como Daniela R. , associada à empresa AquaService através de uma conta comercial, informando que se encontrava na nossa zona a distribuir garrafões de água e questionando se poderia deixar um exemplar na nossa loja. Respondemos que não tínhamos qualquer serviço contratado com a empresa e que não estávamos interessados, tal como já havia acontecido anteriormente em várias abordagens presenciais realizadas no nosso estabelecimento. Na mesma conversa, solicitámos expressamente a remoção do nosso contacto da base de dados da empresa, manifestando oposição ao tratamento dos nossos dados para fins de marketing direto, nos termos do RGPD. A colaboradora respondeu que “não havia nada que pudesse fazer”, alegando que os contactos provinham “dos contratos das empresas do Google”, ignorando o nosso pedido legítimo de remoção de dados. Após informarmos que recorreríamos à CNPD, várias mensagens enviadas pela colaboradora foram apagadas. Minutos depois, recebemos uma avaliação negativa na nossa página Google através de um perfil identificado como “José Oliveira Moura Costa”, sem qualquer registo de atendimento associado ao referido nome. Posteriormente, contactámos telefonicamente a AquaService para apresentar reclamação formal. Durante a chamada, fomos informados de que a mesma estava a ser gravada, a qual não nos foi informado o número de protocolo, e de que seriam tomadas medidas internas. Contudo, cerca de dois minutos após o término da chamada, recebemos uma segunda avaliação negativa, desta vez através de um perfil identificado como “Maria Teixeira”, também sem qualquer registo de atendimento na nossa empresa. Importa ainda salientar que a nossa empresa é uma barbearia direcionada exclusivamente ao público masculino, não existindo qualquer histórico de atendimento associado à referida utilizadora. Consideramos extremamente grave a recusa em respeitar o pedido de oposição ao tratamento de dados e a coincidência temporal entre os acontecimentos descritos e as avaliações negativas recebidas. Toda a situação encontra-se devidamente documentada através de capturas de ecrã e registos das conversas.
Retenção indevida de fundos e falta de consentimento informado
Espero que se encontre bem. Venho por este meio expor-lhe uma situação relacionada com uma violação de direitos do consumidor por parte da agência de viagens online Kiwi.com. 1. Resumo dos Factos: Efetuei a compra de uma reserva de voos através da plataforma Kiwi.com, no valor total de 944,51€ (paga através de cartão virtual MB WAY associado à minha conta no Crédito Agrícola) no dia 11 de abril de 2026. Posteriormente, iniciei o processo de cancelamento na mesma plataforma no dia 19 de abril de 2026. No entanto, durante todo o fluxo de cancelamento, o sistema nunca me apresentou o valor da penalização nem o montante do reembolso a que teria direito antes de eu confirmar a ação. Fui induzido a concluir o processo "às cegas". Apenas após a confirmação irreversível, fui informado de que me seria reembolsado apenas o valor de 78,89€, tendo a Kiwi.com retido 865,62€ com a justificação de que se tratavam de taxas de serviço e voos não reembolsáveis (ex: Ryanair). 2. O Argumento Central: A minha contestação não incide sobre as políticas de cancelamento das companhias aéreas, mas sim sobre a falta de transparência e a ausência de consentimento informado por parte da plataforma da Kiwi.com. Ao ocultar o impacto financeiro (865,62€) no momento prévio ao clique de confirmação, a plataforma retirou-me o direito de escolha. Se o valor me tivesse sido apresentado, eu teria optado por não cancelar a viagem. Considero que isto viola a Diretiva dos Direitos do Consumidor da UE e constitui uma prática comercial desleal/abusiva. 3. A Prova (Confissão Escrita do Comerciante): Após várias trocas de emails com o suporte da Kiwi.com a exigir provas em como me tinham mostrado os valores antes do cancelamento, o departamento de apoio ao cliente enviou-me a resposta final em que admitem formalmente e por escrito a sua falha no ónus da prova: "we are unable to retrieve or provide evidence of the specific values shown on the interface at the time of your cancellation." 4. Ações já tomadas: Dado que a Kiwi.com encerrou o processo do lado deles sem devolver o dinheiro, consultei o banco para perceber se podia avançar com um pedido de Chargeback, no entanto não me conseguiram prestar auxílio e aconselharam-me a procurar auxílio jurídico. Desta forma quero avançar com o processo de queixa e a aguardar a sua resposta para indicação de possível próximos passos. Obrigado
Burla
Exmos. Senhores, Venho reportar uma burla permitida pela Wallapop, através da própria plataforma. Vendi uma objetiva fotográfica no valor de 290 euros através da mesma, a um comprador em espanha. Ao chegar ao destino, o comprador afirmou que a embalagem e o produto estavam danificados e que ia proceder à devolução, sem apresentar qualquer prova. Estranhei a situação uma vez que o produto foi devidamente embalado e protegido. Alertei a Wallapop para uma possível burla e para solicitarem provas ao comprador antes de aceitarem a devolução da embalagem, alertas esses que foram ignorados. Ao receber a embalagem (a mesma que enviei, em ótimo estado), percebo de imediato pelo peso que esta está completamente vazia. Voltei a contactar a Wallapop para resolverem a situação uma vez que aceitaram a devolução sem qualquer prova de danos e são responsáveis pela burla. Descartaram-se da situação e lamentaram o sucedido sem qualquer disponibilização de apoio, tendo eu ficado sem o produto vendido e sem os 290 euros da venda, que foram reembolsados ao comprador. Desde então, já solicitei em múltiplas ocasiões o apoio da Wallapop, ao qual a resposta tem sido sempre o descarte de responsabilidade. Sempre que solicito diretamente provas dos danos, recebo uma resposta automática a lamentar o sucedido apenas. Realço que segui todas as recomendações de segurança da plataforma e tomei todas as precauções, mas ainda assim não foi suficiente. A situação é grave e abre precedentes para que qualquer transação nesta plataforma resulte em burla, uma vez que não é feita qualquer verificação da embalagem devolvida antes de ser libertado o reembolso do pagamento ao comprador. O comprador pode simplesmente ficar com o produto e devolver uma embalagem vazia e é-lhe reembolsado o valor total da compra.
Encomenda não recebida
Exmo Senhores No dia 30/04 estava prevista a entrega de uma encomenda muito importante a qual estava esperando em casa para recebe-la. Ocorre que o preposto da CTT não se deu ao trabalho de tocar o meu interfone e muito menos entregou a minha encomenda e informou que tinha sido entregue na caixa de correio o que não aconteceu. Informei a remetente que fez a reclamação, e deram a encomenda como extraviada e tiveram a pachorra de indenizar somente o envio, ou seja, fiquei no prejuízo de 80 euros pela manhã prestação de serviço só CTT, acredito que o consumidor tem o direito da indenização integral e não só do envio. Aguardo retorno.
Defeitos em imóvel adquirido — empresa não responde nem repara
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação contra a empresa A.J.F.V., Unipessoal, Lda, NIF 505438429, com sede na Avenida Luísa Todi, 219, 2900-463 Setúbal. Adquiri um imóvel à referida empresa em 30 de maio de 2025, o qual foi apresentado como tendo sido sujeito a remodelação integral. Após a aquisição, o imóvel apresenta os seguintes defeitos: • Infiltrações • Danos estruturais na zona do estendal, instalado pela própria empresa • Intercomunicador inoperacional desde a entrega Contactei a empresa pela primeira vez a 02 de junho de 2025. Desde então, a empresa marcou visitas que não cumpriu e atualmente não responde a qualquer contacto. Solicito a vossa intervenção para que a empresa seja notificada a proceder às reparações devidas, ao abrigo da garantia legal de 5 anos prevista no artigo 1225.º do Código Civil. Atenciosamente,
Quarto Sujo
Exmos. Senhores, Alugámos um apartamento no período de 14 de abril de 2026 a 18 de abril de 2026. Na segunda noite da nossa estadia no alojamento anteriormente identificado, foram detetadas unhas na cama, não existindo qualquer possibilidade de pertencerem a algum dos ocupantes do quarto. Após contactarmos a proprietária, foi-nos prontamente disponibilizado outro quarto. Contudo, ao entrarmos no segundo quarto, verificámos que a cama apresentava pelos e pequenos filamentos pretos, semelhantes a areia, o que nos levou a concluir que a limpeza do alojamento era claramente deficiente. Perante esta situação, decidimos abandonar o alojamento nesse mesmo dia e reservar estadia noutro hotel. Informámos a proprietária da nossa decisão, tendo a mesma garantido que o valor pago seria totalmente reembolsado e que deveríamos contactar a Booking para dar início ao processo. Entrámos então em contacto com a Booking e seguimos todos os procedimentos indicados. No dia seguinte, recebemos da Booking a proposta de reembolso apresentada pela proprietária, a qual contemplava apenas o reembolso de uma noite. Por esse motivo, rejeitámos a proposta. Posteriormente, conseguimos novamente contactar a proprietária, que nos informou que a situação só poderia dever-se a um erro da Booking, solicitando que pedíssemos o reenvio do formulário para que pudesse apresentar uma nova proposta de reembolso. Assim fizemos. No entanto, a proprietária nunca mais respondeu ao referido formulário. Desde então, tentámos contactá-la diversas vezes, recebendo apenas respostas indicando que voltaria a ligar posteriormente, o que nunca chegou a acontecer.
Termos e condições da subscrição paga não cumpridos
Gostaria de deixar o meu feedback sobre a minha recente experiência com o serviço eDreams Prime, que tem sido extremamente negativa. Como consumidora, sinto-me lesada por um serviço que promete facilitar a experiência de viagem, mas que resultou no bloqueio da minha reserva. O meu descontentamento baseia-se nos seguintes pontos: Reserva Bloqueada e Conflitos com Aerolinhas: Fui formalmente informada pela Ryanair de que a minha reserva (Ref: MUG6JC) foi bloqueada e sinalizada devido à falta de acordos comerciais com a eDreams. Isto obrigou-me a passar por processos de verificação de identidade complexos e causou um transtorno desnecessário. Serviço de Apoio Inexistente: O "apoio prioritário" prometido falhou totalmente no momento deste bloqueio, forçando-me a resolver problemas críticos sem qualquer suporte da vossa parte. Falta de Transparência e Gestão: A dificuldade em cancelar a subscrição e a gestão ineficaz das comunicações de marketing demonstram uma falta de cuidado com o cliente. Tentei solicitar o reembolso do Prime porque não recebi o serviço prometido e recusaram-me o pedido até ao fim Quero partilhar a minha experiência em todos os sítios, pois vi que há mais pessoas na mesma situação que eu e isto tem de ser divulgado
Levantamentos indevidos
Fui vítima de fraude por engenharia social através da aplicação Telegram, tendo sido induzido a autorizar operações MB WAY sob engano que envolveram a Betclic. Após detetar a situação, apresentei participação policial e comuniquei o sucedido às entidades competentes. Solicitei apoio e análise da situação, no entanto fui informado de que não haveria reembolso, sem possibilidade de revisão adicional. Solicito a reavaliação do caso tendo em conta tratar-se de uma situação de fraude.
bloqueio de conta bancária há quase um ano sem informação
Exmos. Senhores, Venho solicitar a vossa ajuda e intervenção relativamente a uma situação com o Novo Banco que se arrasta há quase um ano, sem qualquer resolução ou informação clara. A minha conta bancária encontra-se bloqueada há cerca de 12 meses. O banco tem justificado a situação com uma alegada “investigação em curso pela Polícia Judiciária”, no entanto não me é fornecida qualquer informação concreta adicional, nem prazos, nem enquadramento detalhado. Há cerca de um ano, e por indicação do próprio banco, apresentei queixa junto das autoridades policiais. Nessa sequência, foi-me atribuído estatuto de vítima no âmbito do processo. Apesar disso: - Não recebi qualquer esclarecimento adicional do Novo Banco; - Apresentei reclamação no Banco de Portugal; - Submeti igualmente reclamação no Livro de Reclamações; - Contudo, continuo sem acesso aos meus fundos e sem informação concreta sobre a situação. Considero a situação extremamente grave, dado o tempo decorrido e a ausência de resposta efetiva ou solução, o que me está a causar prejuízos significativos. Solicito a vossa intervenção, no sentido de: - Ajudar a clarificar a legalidade da manutenção deste bloqueio prolongado; - Pressionar a entidade bancária para prestar informação concreta e fundamentada; - E indicar-me os próximos passos adequados, incluindo eventuais vias judiciais, caso se justifique. Fico a aguardar o vosso contacto com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, Jessica Andrade
Obrigação de bagagem para o porão no embarque
Exmo.(a)s, Venho apresentar reclamação relativamente ao tratamento dado à minha bagagem de cabine no voo TP1863, de Lisboa para Ponta Delgada, no dia 14 de maio. A minha mala cumpria as dimensões permitidas para bagagem de cabine indicadas pela companhia. Ainda assim, apenas no momento do embarque fui informada de que teria obrigatoriamente de seguir para o porão. Importa ainda referir que eu vinha já de um voo anterior da TAP com atraso, proveniente de Sevilha, pelo que toda esta situação representou uma dose adicional de stress e transtorno numa viagem que já decorria com constrangimentos. Perante a decisão de colocar a mala no porão, solicitei a possibilidade de efetuar uma Declaração Especial de Valor para a bagagem, uma vez que esta iria passar a ser transportada no porão por imposição da companhia. Esse pedido foi recusado com a justificação de que deveria ter sido feito anteriormente, no check-in. Ora, esta situação é manifestamente contraditória, porque até ao momento do embarque a bagagem era considerada bagagem de cabine, não existindo qualquer indicação prévia de que seria despachada. Assim, não me foi dada uma oportunidade real e efetiva de exercer esse direito no momento em que a natureza do transporte da bagagem foi alterada pela própria companhia. Acresce que, conforme pude observar após o embarque concluído, existiam ainda vários compartimentos de cabine com espaço disponível suficiente para acomodar malas com dimensões idênticas à minha, o que torna esta decisão ainda mais difícil de compreender do ponto de vista operacional. Considero, por isso, que fui colocada numa situação injusta e sem possibilidade prática de proteger adequadamente os meus bens, apesar de a alteração ter resultado exclusivamente de uma decisão operacional da TAP. Ficou por entender: - o fundamento concreto para a recusa da bagagem na cabine, apesar de cumprir as medidas permitidas; - o motivo pelo qual foi recusada a Declaração Especial de Valor no momento em que a bagagem passou a ser obrigatoriamente transportada no porão; - quais os procedimentos previstos pela lei para garantir que os passageiros conseguem exercer esse direito em situações idênticas. Com os melhores cumprimentos, Carla Pacheco
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