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Inacessibilidade à Garantia
Comprei um robô aspirador de piscina Conga Pooldroid 5000 TotalClean Pearl à Cecotec a 09/06/2025. Menos de um ano depois, o robô deixou de carregar e de funcionar: ao ligar à corrente, o LED acende a verde por um segundo, passa a amarelo intermitente e desliga-se logo a seguir. Comuniquei o problema em 31/05/2026, enviei todos os dados e a fatura pedidos e disseram-me que iam substituir o produto. Submeti a documentação e o vídeo pedido por duas vezes, mas recebi resposta a dizer que o vídeo «não mostra o incidente» e pediram-me um novo envio. Até hoje, o processo está parado e o robô continua sem funcionar. O produto tem 3 anos de garantia. Considero inaceitável estar há mais de um mês à espera de uma solução para um defeito que surgiu ainda no primeiro ano. Estou muito insatisfeito com a falta de resposta e resolução. Peço a reparação ou substituição imediata do robô, ou então o reembolso total do valor pago. Caso não haja uma solução rápida, terei de recorrer ao centro de arbitragem de consumo e ao Centro Europeu do Consumidor, porque a compra foi feita a uma empresa de outro país da UE (Espanha - Página Oficial da Cecotec)
resolução cancelamento contrato
Empresa reclamada: Universo, IME, S.A. Assunto: Pedido de resolução imediata do contrato Universo por quebra total de confiança Venho reclamar contra a Universo, IME, S.A., e solicitar a resolução/cancelamento imediato do meu contrato Universo por quebra total de confiança na segurança e no controlo operacional da entidade. Desde janeiro de 2026 que alerto a Universo para débitos que contesto como não autorizados, associados a cartões virtuais/crédito. Contactei repetidamente por telefone e email. A resposta tem sido inadmissível: mensagens automáticas, casos encaminhados entre departamentos, encerramentos administrativos e nenhuma solução efetiva. A situação agravou-se de forma inaceitável: apesar de o cartão já estar bloqueado e de a Universo estar formalmente alertada há meses, surgiram novos débitos em 23/06/2026 às 17:47: gotinder.com/help — 16,98 € — ref. 23625834580 APPLE.COM/BILL — 16,99 € — ref. 23625834420 APPLE.COM/BILL — 16,99 € — ref. 23625834480 Isto demonstra uma falha grave de segurança, bloqueio, controlo interno e proteção do consumidor. Uma entidade que disponibiliza crédito e meios de pagamento não pode permitir que débitos continuem após bloqueio e após sucessivos alertas do cliente. A confiança na Universo está definitivamente destruída. Exijo: Resolução/cancelamento imediato do contrato Universo, sem penalização; Cancelamento definitivo de cartões, cartões virtuais, tokens, autorizações digitais e pagamentos recorrentes; Reembolso integral de todos os valores debitados sem autorização; Prova da data/hora de autorização dos débitos de 23/06/2026; Confirmação escrita de que não existirão novos débitos; Declaração de inexistência de dívida relativa aos valores contestados; Resposta escrita por responsável identificado. Esta reclamação não prejudica os meus direitos a reembolso, indemnização, reclamação ou participação junto das autoridades. A situação já foi comunicada ao Banco de Portugal com a referência RAF/2026/00025 e será junta às autoridades competentes como prova. Pretendo a cessação imediata da relação contratual com a Universo por quebra total de confiança.
Cobrança não autorizada após período experimental e dificuldade no cancelamento
Exmos. Senhores, No dia 4 de junho de 2026 aderi a um período experimental da JobLeads, sem que me fosse apresentada de forma clara, expressa e inequívoca a informação de que a subscrição se converteria automaticamente numa assinatura Premium paga, com renovação periódica de 69,90 € a cada 28 dias. Não dei consentimento informado para essa cobrança recorrente. Assim que tomei conhecimento da cobrança, solicitei o cancelamento imediato da subscrição por email, a 6 de julho de 2026. Ainda assim, a alegada dívida (processo n.º 101000449625555) foi encaminhada para a empresa de cobrança PAIR Finance, que agora exige o pagamento de 70,17 €. Já contestei formalmente a dívida junto da PAIR Finance, solicitando prova documental de que fui devidamente informado, antes da contratação, sobre o valor, a periodicidade da renovação automática e que prestei consentimento expresso para tais condições. Confirmei ainda que existem inúmeras queixas de outros consumidores relativas a este mesmo padrão de cobrança da JobLeads (período experimental barato seguido de renovação automática para um valor elevado, sem perceção clara dessa consequência), o que indica tratar-se de uma prática comercial recorrente e pouco transparente. Solicito a anulação da dívida, a confirmação por escrito do cancelamento da minha conta e subscrição, e o fim imediato de todas as diligências de cobrança. Com os melhores cumprimentos.
Falhas recorrentes internet fixa
Exmos. Senhores, Na qualidade de vosso cliente com o contrato de prestação de serviços de telecomunicações n.º C323627501, comunico que os problemas técnicos reportados ainda se mantêm e até se agravaram nos últimos dias. Assim sendo, solicito a resolução imediata dos mesmos, nomeadamente: falhas recorrentes da internet. Cumprimentos. Cumprimentos.
Suspensão de conta PlayStation
Boa tarde, a minha conta foi suspensa alegadamente por violação dos termos e condições, devido ao envio da mensagem “Next seu gayzinho anda jogar” num grupo privado, apenas com amigos e conhecidos. A suspensão foi aplicada de um dia para o outro, sem que eu fosse contactado previamente para esclarecer o motivo da decisão. A moderação exercida pelos funcionários da Sony revelou-se, na prática, inexistente, uma vez que não houve qualquer tentativa real de contacto comigo para apurar os factos ou esclarecer a situação. Considero que a equipa de moderação falhou nesse sentido, porque não me foi dada oportunidade de explicar o contexto antes da suspensão ser aplicada. O meu objetivo ao contactar o suporte nunca foi sequer recuperar a conta, até porque estou profundamente insatisfeito com o suporte e com a moderação do serviço. A única coisa de que eu precisava era de acesso temporário à conta para ativar a funcionalidade de cross saving dentro de um jogo no qual investi muito tempo e dinheiro. Esse jogo permite cross saving, o que me dá acesso e permite usar as minhas compras e o meu progresso noutras plataformas concorrentes, como Microsoft Xbox, Nintendo e mobile. Por isso, não considero justo nem correto ser privado do acesso a essa função, nem do investimento e dos recursos que tenho guardados no jogo, só por causa de uma suspensão na plataforma da PlayStation. Após a suspensão, contactei o suporte pela primeira vez através de um número que entretanto deixou de estar ativo (211121813). Nessa chamada, o assistente não demonstrou vontade de ajudar, limitou-se a pedir o e-mail da conta e informou-me de que não havia nada a fazer. Isto aconteceu há cerca de dois anos. Mais recentemente, descobri que existia um protocolo de recuperação, válido apenas nos seis meses seguintes à suspensão. Por falta de informação por parte do suporte, nunca fui informado dessa possibilidade e, por isso, não tive oportunidade de o utilizar dentro do prazo. Hoje voltei a contactar o suporte através do contato (210609609) e só nessa altura fui finalmente informado de todos os procedimentos. Peço a reapreciação do caso, porque a suspensão foi aplicada sem contacto prévio, sem esclarecimento adequado e sem a informação necessária para eu poder exercer atempadamente o protocolo de recuperação, além de me ter impedido de aceder a uma funcionalidade do jogo à qual tenho legítimo interesse. O email associado a conta é monicapessoa1978@gmail.com
Equipamento veio com danos
No dia 2 de Julho, foi efetuada hoje de manhã a montagem do roupeiro. Verifiquei alguns danos no qual me disseram que era normal as peças vinham com defeitos muitas vezes. No site não está indicado isso e eu quero um roupeiro em condições, sei que não é um roupeiro dos melhores mas foram quase 600€ com montagem e não posso ficar com algo assim. Pedi que viessem recolher e devolver o montante, sendo que hoje dia 6 de Julho recebo como resposta que A incidência encontra-se registada com o número 26MVSPV99002179, que servirá como referência interna e deverá ser mencionado em qualquer comunicação com os nossos serviços. E que Apos analise do documento de entrega e montagem do artigo, não foi registada qualquer anomalia no artigo. Anexaram os documentos assinados no final da entrega e montagem Analisaram as fotos que equipa enviou apos terminar a montagem mas não me enviaram as mesmas, e também não me solicitaram. As prateleiras estão raspadas,os cantos do roupeiro também, as gavetas. Péssimo serviço, péssimo atendimento de reclamações.
cessação de contrato
Exmos. Srs. da DECO Venho por este meio solicitar a vossa intervenção junto da empresa Media Care, com a qual tenho o contrato n.º 45100333585, uma vez que pretendo rescindir o mesmo e não estou a conseguir obter resposta por parte da entidade. Manifestei a minha vontade de cessar o contrato e, desde então, a empresa tem adiado sucessivamente uma resposta. Foi-me prometido por várias vezes que me ligariam "mais tarde" ou "nos dias seguintes", o que nunca aconteceu até à data. Hoje, dia, voltei a contactar a linha de apoio ao cliente para resolver a situação. A pessoa que me atendeu foi extremamente rude, demonstrando uma total falta de respeito e de profissionalismo Considero que a Media Care está a usar táticas de arrastamento para evitar o cancelamento do serviço, o que prejudica os meus direitos enquanto consumidor. Pretendo a rescisão imediata do meu contrato com a Media Care, sem qualquer penalização, dado o manifesto incumprimento no apoio ao cliente. Agradeço desde já a vossa habitual atenção e ajuda na resolução rápida deste conflito
iStore exige sobrepreço pós-venda em violação das suas próprias condições de venda
Em 17/06/2026 comprei, em loja, um MacBook Pro personalizado, com pagamento integral no ato (6.658,99 €) e fatura emitida (FT A107.2026/70). Prazo de entrega indicado: 4 a 6 semanas. A própria fatura declara que a encomenda «não pode ser anulada, alterada nem devolvida após formalização». Nove dias depois, a 26/06/2026, a iStore comunicou-me por escrito que, devido a uma atualização de preços da Apple, a entrega do equipamento — já pago na totalidade — ficaria condicionada ao pagamento de um valor adicional de 1.095,32 €, sob pena de cancelamento da encomenda. Ou seja: a empresa vendeu, faturou e recebeu o preço por inteiro, e agora recusa entregar o bem sem que eu pague mais. Esta exigência viola a lei e as próprias regras da iStore: — O artigo 406.º do Código Civil: o contrato cumpre-se nos termos acordados e só se altera por acordo. Uma subida de preços do fornecedor é risco do vendedor, não do cliente. — As próprias Condições Gerais de Venda da iStore (cláusula 2.3) estabelecem que alterações de preço só se aplicam a compras efetuadas após a data da alteração — a minha é anterior — e as cláusulas 1.2 e 1.5 salvaguardam os contratos já celebrados e em execução. — A própria fatura exclui a anulação ou alteração da encomenda após formalização. Recusei o pagamento adicional e o cancelamento, interpelei formalmente a empresa para entregar o equipamento ao preço faturado e registei reclamação no Livro de Reclamações (folha n.º 35342384, de 26/06/2026), bem como junto do Provedor do Cliente da iStore. Até à data, sem resolução. Disponho de toda a prova documental: faturas, comunicação escrita da empresa a exigir o valor adicional, interpelações e folha de reclamação. O que exijo é simples: a entrega do equipamento ao preço a que foi vendido e pago. Caso a empresa cancele unilateralmente, exigirei a restituição integral acrescida de indemnização pela diferença de custo de equipamento equivalente, recorrendo às vias legais competêntes. Karol Bot Gonçalves
Pedido de apoio — desconformidade de bem e recusa indevida de aplicação da garantia legal pela empre
Assunto: Pedido de apoio — desconformidade de bem e recusa indevida de aplicação da garantia legal pela empresa DARTY PORTUGAL, LDA. Venho, por este meio, solicitar o apoio da DECO relativamente a um litígio de consumo com a empresa DARTY PORTUGAL, LDA. (loja de Setúbal), relativo a um bem de consumo desconforme e à recusa indevida, por parte desta empresa, de aplicar a garantia legal a que tenho direito. 1. Identificação da compra Data da compra: 4 de julho de 2026, loja Darty de Setúbal (Estrada Nacional n.º 10, Loja 1). Produto: Ar condicionado portátil DeLonghi PAC AP98 GENTLEJET — último exemplar de exposição em loja. Preço pago: 599 € (com desconto sobre o preço de tabela de 799 €, por se tratar de peça de exposição). Foi também adquirida uma garantia extra sobre este produto. Anexo a fatura de compra ao presente documento. 2. Descrição do defeito Após transporte cuidadoso e período de repouso do equipamento em posição vertical antes da primeira utilização, verifiquei que o aparelho apresenta, sempre que o compressor está em funcionamento (incluindo em modo "Silent"/"Quiet"): • Uma vibração grave (baixa frequência) ondulante, que varia de intensidade ao longo do tempo (por vezes mais forte, por vezes mais fraca, por vezes impercetível), e não é contínua nem constante — assemelha-se ao som de uma peça de plástico a vibrar de forma intermitente contra uma peça metálica no interior do aparelho; • Ruído de zumbido que oscila em sincronia com o próprio ciclo do compressor, evidenciando origem interna ao aparelho; • Persistência do ruído anómalo mesmo no modo "Silent"/"Quiet", quando seria expectável uma redução acentuada do ruído global. Coloquei o aparelho sobre um tapete antivibração (do tipo utilizado sob máquinas de lavar roupa), sem qualquer redução do ruído/vibração, o que confirma que a origem do problema é interna ao aparelho e não está relacionada com o piso ou a superfície de apoio. A causa mais provável é uma fixação interna do compressor solta ou mal apertada de fábrica, que permite que o compressor (ou uma peça próxima) vibre de forma intermitente contra a estrutura do aparelho em vez de ser devidamente amortecido, gerando uma vibração grave ondulante sempre que está em funcionamento. Junto a este documento gravações áudio/vídeo do funcionamento do aparelho, onde o problema é audível. 3. Atendimento recebido na loja No dia 5 de julho de 2026, pelas 9h00, desloquei-me à loja Darty de Setúbal para reportar o problema. Nessa visita: • Não recebi qualquer ajuda para retirar o equipamento (pesado) do automóvel; • Apenas após vários pedidos repetidos da minha parte, um colaborador aceitou examinar o aparelho; • O teste realizado ocorreu num espaço climatizado da loja, onde o defeito não foi reproduzido, sem que me fosse dada oportunidade de apresentar as gravações áudio/vídeo; • Apesar de não ter sido realizada qualquer análise técnica aprofundada, o colaborador declarou que o aparelho estava a funcionar corretamente e não era ruidoso, baseando-se apenas no facto de, naquele momento pontual em que ali estive presente, o aparelho não estar a emitir o ruído/vibração em causa — sem qualquer avaliação técnica, sem visionar as gravações, e sem considerar que o problema é intermitente; • Quando apresentei, no meu telemóvel, informação sobre o direito à garantia legal de conformidade, o colaborador recusou-se a ler o conteúdo e mostrou no seu ecrã uma referência relativa ao direito de livre resolução (que não se aplica a compras em loja física), confundindo-o com a garantia legal por desconformidade do bem; • Solicitei a presença de um responsável/gerente, que permaneceu presente mas não interveio nem se pronunciou; • Foi-me dito que o colaborador não falava inglês, impossibilitando qualquer esclarecimento adicional; • Durante o atendimento, dois seguranças posicionaram-se junto ao balcão de apoio ao cliente, criando uma situação intimidatória e desproporcionada. No dia 5 de julho de 2026 preenchi ainda uma reclamação no Livro de Reclamações físico da loja. Nessa mesma visita, foi-me proposto preencher uma "ficha de marcação" para agendamento de uma avaliação técnica/reparação do equipamento. Pelas razões expostas no ponto 4, não pretendo optar pela via da reparação. Numa visita posterior à loja, mostrei as gravações a outro colaborador, que as aceitou como prova válida do problema e estava já a proceder ao processamento do reembolso, quando o colaborador que me tinha atendido na visita anterior interveio. O aparelho foi novamente colocado a funcionar numa sala climatizada, com termóstato regulado a 21ºC, tendo sido novamente afirmado que o ruído produzido era normal. Não aceitei esta conclusão e solicitei uma inspeção de fábrica ao equipamento. No documento de entrega do equipamento para inspeção, ficou registado que "o cliente menciona que o equipamento começa a fazer um barulho muito grande após estar a funcionar 1 hora". Esclareço que esta descrição simplifica a situação real: o ruído/vibração está presente desde o início do funcionamento do compressor, com intensidade ondulante (por vezes mais percetível, por vezes menos), ocorre também em modo "Silent", e manifesta-se de forma praticamente imediata quando o ambiente está mais quente — como acontece em condições normais de utilização em casa, ao contrário da sala climatizada a 21ºC onde o teste foi realizado. Fui informado de que o pedido de reembolso foi recusado, com base num teste realizado numa sala climatizada que é, adicionalmente, um espaço com ruído de fundo elevado, tendo a loja concluído que o aparelho "não tem problema". Tal como na avaliação anterior (realizada a 21ºC numa sala climatizada), esta avaliação foi novamente feita em condições que não reproduzem o ambiente normal de utilização em casa, pelo que considero que não foi realizada uma avaliação técnica adequada e imparcial do defeito reportado. 4. Enquadramento legal Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro (que transpõe a Diretiva (UE) 2019/771), o vendedor é responsável por qualquer desconformidade existente no momento da entrega do bem, presumindo-se que esta já existia caso se manifeste dentro do prazo legal, cabendo ao vendedor o ónus da prova em contrário. Não pretendo a reparação do equipamento: tratando-se do último exemplar de exposição em loja, que apresentou um defeito de fabrico desde o primeiro momento de utilização, não tenho confiança na fiabilidade deste exemplar específico após uma eventual reparação. Pretendo antes optar por adquirir um equipamento de outro modelo/marca noutro estabelecimento, pelo que solicito a resolução do contrato de compra e venda, com reembolso integral do valor pago. Acresce que nos encontramos atualmente em período de vaga de calor, pelo que o envio do equipamento para reparação me deixaria sem climatização em casa durante esse período, obrigando-me a uma despesa adicional não planeada para uma solução temporária, enquanto o valor já pago (599 €) permanece imobilizado num produto não conforme. Considero que isto constitui um inconveniente significativo, nos termos do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 84/2021, que justifica a opção direta pela resolução do contrato. Adicionalmente, dada a incerteza sobre a causa exata da vibração anómala (possivelmente uma fixação interna solta do compressor), não me sinto seguro em continuar a utilizar o aparelho nestas condições. Foi-me também informalmente indicado pela loja que "não aceitam a devolução de ar condicionados móveis" — esclareço que esta política interna, mesmo a admitir a sua validade, aplica-se a situações de livre resolução (arrependimento do consumidor), e não a situações de desconformidade do bem como a presente, às quais a garantia legal se aplica independentemente de políticas comerciais internas do vendedor. Adicionalmente, esta política não me foi comunicada de forma clara no momento da compra nem consta da fatura, estando apenas afixada à entrada da loja.
serviço de carregamento de ar condicionado
Empresa: NORAUTO Mem-Martins No dia 6/7/2026 desloquei-me à loja da Norauto de Mem-Martins para solicitar um novo carregamento do ar condicionado do meu veiculo, já que o efetuado anteriormente não apresentou o resultado esperado. Fui informada neste dia (6/julho de 2026 que o serviço realizado anteriormente em agosto de 2025, só tinha validade de 3 meses. Informação que o colaborador da loja foi questionar, porque também não sabia. Resolvi solicitar o livro de reclamações e descrevi o motivo da minha indignação. Contudo após a minha elaboração foi-me entregue o original da reclamação. (A folha da reclamação é o nº 38164654). Posteriormente, fui contactada telefonicamente e solicitando para regressar à loja para entregar o original da reclamação, situação que considero irregular e que me suscitou dúvidas quanto ao correto cumprimento dos procedimentos legais relativos ao Livro de Reclamações. Solicito esclarecimentos sobre: - A fundamentação da recusa na assistência solicitada - O uso irregular do Livro de Reclamações por parte da Norauto.
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