Reclamações públicas

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D. S.
22/05/2026

Demora para verificar a conta e receber o Premio

Exmos Senhores Venho reclamar dessa empresa que demora a verificar os documentos e demora para pagar o Prêmio, dia 16/05/2026 ganhei um prêmio id 948376712905, mandei os documentos para verificação, e não resolveram até ontem aí estornei o valor que foi rápido e ganhei outro valor id 949877133251 e até agora nada do prêmio, é difícil confiar assim porque temos que receber rápido o prêmio, espero que resolvam o mais rápido possível.

Encerrada
D. S.
22/05/2026

Reclamação por cobrança indevida – eDreams Prime

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente a uma cobrança indevida da subscrição eDreams Prime. No mês de fevereiro, procedi à adesão ao período experimental do serviço eDreams Prime. Posteriormente, recebi uma comunicação da vossa parte a informar que a subscrição seria cancelada por violação de um dos termos e condições. Perante esta situação, entrei em contacto com o vosso apoio ao cliente, tendo-me sido confirmado telefonicamente que a subscrição se encontrava efetivamente cancelada. Na sequência dessa confirmação, retirei de imediato os meus cartões da wallet da aplicação eDreams, de modo a evitar quaisquer cobranças futuras. Contudo, no dia de hoje, 22 de maio, foi-me debitado o valor correspondente à anuidade da subscrição eDreams Prime, sem o meu consentimento ou autorização. Adicionalmente, verifiquei que o meu cartão voltou a aparecer associado à wallet da aplicação, situação que não foi autorizada por mim. Perante o exposto, solicito: 1.O reembolso imediato do valor cobrado indevidamente; 2.A confirmação por escrito do cancelamento definitivo da subscrição eDreams Prime; 3.Esclarecimentos sobre a forma como o meu cartão voltou a ser associado à conta sem o meu consentimento. Informo que, caso a situação não seja resolvida com a maior brevidade, irei proceder à apresentação de reclamação no Livro de Reclamações eletrónico Aguardo uma resposta urgente. Com os melhores cumprimentos,

Resolvida
E. S.
22/05/2026

Subscrição Fraudulenta

Venho por este meio apresentar reclamação relativamente à subscrição “Prime” da empresa [eDreams](https://www.edreams.pt?utm_source=chatgpt.com), na sequência de uma renovação automática no valor de 89€, da qual não tinha conhecimento claro nem consciência de ter aderido. Após verificar a cobrança, entrei em contacto com o serviço de apoio ao cliente da empresa para solicitar o cancelamento e o respetivo reembolso, alegando que a adesão e renovação da subscrição foram apresentadas de forma pouco transparente e potencialmente manipuladora. Durante o contacto telefónico, foi-me apenas devolvido o valor de 45€, tendo sido informado de que não poderia cancelar totalmente a subscrição nem obter o restante montante de volta. Considero esta situação abusiva e enganosa, uma vez que: * Não tive perceção clara de ter aderido a uma subscrição com renovação automática; * As condições da adesão e renovação não foram suficientemente transparentes; * Existem inúmeras queixas públicas online de consumidores a relatar situações semelhantes; * O reembolso parcial imposto pela empresa, condicionado à manutenção/cancelamento da subscrição, demonstra uma prática comercial que considero desleal. Entendo que estas práticas podem violar os princípios da transparência e do consentimento informado previstos na legislação de defesa do consumidor. Solicito, assim: * A análise desta situação; * O reembolso integral do valor cobrado (89€); * A verificação da legalidade das práticas comerciais adotadas pela empresa relativamente ao serviço “Prime”. Anexo, se necessário, comprovativos de pagamento, comunicações trocadas com a empresa e restantes elementos relevantes.

Resolvida
C. M.
22/05/2026

Garantia

Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação relativamente ao Samsung Galaxy Z Fold7 512GB adquirido na Vodafone em 21/07/2025, associado à ordem de reparação OR260010432. O equipamento foi recusado em garantia devido à alegada presença de humidade/oxidação interna, tendo sido apresentado um orçamento de reparação de 1.604,28 €. Não concordo com esta decisão. O Samsung Galaxy Z Fold7 é comercializado e publicitado com certificação IP48 de resistência à água, sendo referido pela própria Samsung que o equipamento suporta imersão até 1,5 metros durante 30 minutos em água doce. Esta característica constituiu um fator relevante na decisão de compra de um equipamento premium desta gama. O equipamento não sofreu qualquer queda, impacto, abertura ou utilização abusiva. Apenas esteve sujeito a contacto moderado com água, dentro da utilização razoavelmente expectável para um equipamento anunciado como resistente à água. O simples facto de existir humidade interna não pode excluir automaticamente a garantia sem demonstração concreta da causa da falha, do ponto de entrada da água ou da inexistência de defeito de fabrico/falha de vedação. Considero existir forte possibilidade de defeito de fabrico ou falha estrutural de estanquidade do equipamento, uma vez que não é normal um equipamento premium com certificação IP48 sofrer danos totais por contacto moderado com água. Solicito: reapreciação integral do processo; relatório técnico detalhado; reconsideração da exclusão de garantia; reparação integral ou substituição do equipamento. Cumprimentos.

Em curso
C. M.
22/05/2026

Garantia

Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação relativamente ao Samsung Galaxy Z Fold7 512GB adquirido na Vodafone em 21/07/2025, associado à ordem de reparação OR260010432. O equipamento foi recusado em garantia devido à alegada presença de humidade/oxidação interna, tendo sido apresentado um orçamento de reparação de 1.604,28 €. Não concordo com esta decisão. O Samsung Galaxy Z Fold7 é comercializado e publicitado com certificação IP48 de resistência à água, sendo referido pela própria Samsung que o equipamento suporta imersão até 1,5 metros durante 30 minutos em água doce. Esta característica constituiu um fator relevante na decisão de compra de um equipamento premium desta gama. O equipamento não sofreu qualquer queda, impacto, abertura ou utilização abusiva. Apenas esteve sujeito a contacto moderado com água, dentro da utilização razoavelmente expectável para um equipamento anunciado como resistente à água. O simples facto de existir humidade interna não pode excluir automaticamente a garantia sem demonstração concreta da causa da falha, do ponto de entrada da água ou da inexistência de defeito de fabrico/falha de vedação. Considero existir forte possibilidade de defeito de fabrico ou falha estrutural de estanquidade do equipamento, uma vez que não é normal um equipamento premium com certificação IP48 sofrer danos totais por contacto moderado com água. Solicito: reapreciação integral do processo; relatório técnico detalhado; reconsideração da exclusão de garantia; reparação integral ou substituição do equipamento. Cumprimentos.

Em curso

Registo muito demorado

Exmos. Senhores No passado dia 05 - 05 - 26, desloquei-me ao posto de correios de Santo Isidoro [Mafra], afim de enviar uma carta registada com Aviso de Recepção para Portugal registo numero RL499765056PT, ou seja para Ribamar Eric eira que ate fica na mesma freguesia. registo esse que seria para ser entregue em caso normal no dia útil seguinte, mas essa mesma carta registada só foi entregue em 18 -05-26. Agora deixo a pergunta será normal pagar um serviço e o mesmo não funcionar? quem se responsabiliza pelo atraso da mesma, pois tinha prazos para cumprir .

Encerrada
M. M.
21/05/2026

Faturação

Exmos. Senhores da SIMAR de Loures e Odivelas, Eu, Manoel Messias Rodrigues Da Silva Martins titular do contrato n.º 202610582510,residente na morada, Rua Rainha Dona Amélia Blc2 1 And Prt4, 1675-209 Pontinha, venho por este meio RECLAMAR e IMPUGNAR a legalidade da(s) fatura(s) e/ou dívida(s) que me estão a ser imputadas e que se referem a serviços prestados há mais de 4 anos. 1. Da Prescrição da Dívida Nos termos do artigo 10.º, n.º 1 da Lei n.º 23/96 (Lei dos Serviços Públicos Essenciais) , "o direito ao recebimento do preço do serviço prestado prescreve no prazo de seis meses após a sua prestação". Sendo a água um serviço público essencial, qualquer fatura ou acerto referente a consumos de água, saneamento ou resíduos com data de prestação anterior a 6 meses (e, no meu caso, com mais de 4 anos) encontra-se legalmente prescrito, sendo a sua cobrança ilegal e abusiva. 2. Da Inexigibilidade da Cobrança Ao abrigo do disposto no artigo 10.º, n.º 4 da mesma Lei, o prazo para a propositura de ação judicial é igualmente de 6 meses. Vencido este prazo sem interrupção ou suspensão válida, a dívida é inexigível, não podendo a SIMAR recusar a invocação da prescrição remetendo o consumidor para a Autoridade Tributária. 3. Do Pedido Assim, venho exigir: · A anulação imediata e integral dos valores referentes aos períodos com mais de 4 anos. · A emissão de novas faturas (caso exista dívida real nos últimos 6 meses) ou a emissão de nota de crédito do valor total. · O cancelamento de qualquer apontamento negativo ou processo de execução fiscal referente a estes valores. Caso a SIMAR se recuse a resolver a situação de forma administrativa, serei obrigado a: 1. Reclamar no Livro de Reclamações Eletrónico. 2. Participar o facto à ERSAR (Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos) . 3. Recorrer ao Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo da área de Lisboa. 4. Accionar os meios judiciais para anulação da dívida e pedido de indemnização por danos não patrimoniais. Aguardo a regularização da minha situação no prazo máximo de 15 dias úteis a contar do recibo desta carta. Com os melhores cumprimentos,

Em curso

Falha nas instruções da seguradora origina recusa de pagamento de cobertura

Boa noite. Tendo cobertura de pneus na minha apolice da Generali Tranquilidade, e após danificar um pneu ao cair num buraco, contactei telefonicamente a comunicar o sucedido e a solicitar instruções para avcionar a apolice. Na chamada expliquei que o dano era visivel (bolha na parede lateral do pneu) e que apenas ao estacionar na rua em que habito dei conta do mesmo. O carro nao estava impossibilitado de se deslocar a uma casa de pneus a 200 metros da minha habitação, e tudo isso foi contado por mim e estará gravado na chamada telefónica. Em seguida enviaram-me por email todas as instruções para accionar a apolice. Desloquei-me à casa de pneus no final da rua, e adquiri 2 pneus novos, tendo enviado fatura apenas de um. Ao questionar passados 10 dias, indicam que não vão pagar porque não chamei reboque. Se eu expliquei ao telefone (estará gravado!) que iria à casa de pneus ao fundo da rua e ninguém me falou em obrigação de chamar reboque, e se nas instruções por email não referem reboque, julgo estar a ser incorrectamente responsabilizado por não cumprir procedimentos aparentemente obrigatórios mas que por negligência da seguradora não me foram comunicados por nenhuma das 2 vias de contactos realizados. Sinceramente parece-me negligência pura ou propositado para fugirem à responsabilidade como é tão famoso entre seguradoras. Exigi a revisão do meu processo e a consulta da chamada telefónica e do email de modo a comprovarem que agi precisamente de acordo com as instruções fornecidas, e não posso ser responsabilizado por uma falha apenas e unicamente do lado da seguradora. Na recusa de me pagarem o pneu danificado sob a cobertura que tenho na minha apólice, darei por cancelado o seguro nesta companhia e farei reclamação formal ao Instituto Português de Seguros, IMT e Deco. Enviei hoje email a expor argumentos de defesa e toda a situação ao provedor do cliente, dado que não obtive qualquer resposta ou reação aos meus argumentos de defesa após informarem-me a recusa acima referenciada.

Encerrada
B. A.
21/05/2026

Disco Rígido Avariado - Recusa Garantia

No dia 23/03/2026, recebi um disco rígido enviado no âmbito de um processo de substituição/RMA 1952. Após receção e instalação, o equipamento revelou-se não funcional desde o primeiro momento de utilização, tendo a situação sido imediatamente comunicada ao vendedor e o equipamento reenviado para análise técnica utilizando a embalagem originalmente fornecida. Posteriormente, foi-me comunicada a recusa da garantia com fundamento na existência de uma pequena marca física num dos cantos do disco, alegadamente indicativa de dano por impacto. Contudo, considero que a recusa da garantia não se encontra devidamente fundamentada, uma vez que: - O equipamento nunca funcionou corretamente desde a receção; - Não existe demonstração objetiva de que a referida marca tenha sido causada pelo consumidor; - Não foi demonstrada relação causal inequívoca entre a pequena marca identificada e a avaria reportada; - O equipamento foi acondicionado e enviado utilizando a embalagem originalmente fornecida; - Não existe prova do estado funcional efetivo do equipamento antes do envio ao consumidor. Adicionalmente, foi indicada a possibilidade de cobrança de 35€ relativos à análise técnica efetuada pelo fabricante, custo esse que considero indevidamente imputado ao consumidor numa situação de desconformidade reportada imediatamente após receção do equipamento. Importa ainda referir que o equipamento em causa foi recebido como substituição no âmbito de um processo de garantia anterior (RMA 761), não correspondendo a um equipamento utilizado regularmente durante período prolongado. A desconformidade agora reportada manifestou-se imediatamente após receção e primeira utilização do equipamento substituto, circunstância que reforça a inexistência de utilização prolongada suscetível de justificar a imputação automática de responsabilidade ao consumidor. Solicito, assim, a reapreciação do processo de garantia e a intervenção da entidade competente na apreciação da legalidade da recusa apresentada e da eventual cobrança associada ao processo.

Encerrada

Recusa de reembolso

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação contra a Peugeot / representante em Portugal, relativamente à recusa de reembolso de uma reparação efetuada no meu veículo, apesar de a avaria estar abrangida por um defeito de fabrico previamente reconhecido pela própria marca. Recebi uma comunicação oficial da marca informando da existência de um defeito de fabrico no meu veículo e da necessidade de intervenção técnica corretiva. Entretanto, o veículo avariou, ficando totalmente impossibilitado de circular. Dirigi-me à assistência oficial da marca, apresentando a carta recebida, tendo sido informado de que apenas poderiam analisar/reparar o veículo cerca de 3 meses depois. Face à impossibilidade de ficar sem veículo durante esse período excessivo e sem solução alternativa apresentada pela marca, fui obrigado a recorrer a uma oficina independente para proceder à reparação urgente do automóvel. A oficina emitiu: fatura detalhada da reparação; declaração escrita confirmando que a avaria correspondia precisamente ao defeito de fabrico reconhecido pela marca. Posteriormente solicitei à marca o reembolso do valor suportado, tendo este sido recusado apenas pelo facto de a reparação ter sido efetuada fora da rede oficial. Considero esta posição abusiva e contrária aos direitos do consumidor, uma vez que: o defeito foi reconhecido pela própria marca; o veículo estava imobilizado; a marca não assegurou reparação em prazo razoável; fui forçado a minimizar os prejuízos e recuperar a utilização do veículo. Solicito assim a intervenção da DECO no sentido de obter: o reembolso integral do valor da reparação; eventual compensação pelos prejuízos sofridos; esclarecimento sobre os meus direitos legais nesta situação. Em anexo seguem: cópia da carta da marca; fatura da reparação; declaração da oficina;

Encerrada

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