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Demora na emissão do reembolso
Exmos Senhores venho por meio desta manifestar a minha insatisfação com a seguradora medis referente a emissão de reembolso. Fiz a submissão de dois pedidos de reembolsos o primeiro foi no dia 24 de Abril e o outro no dia 12 de Maio. O primeiro já há quase um mês e sempre que ligo para o apoio ao cliente dizem me que dentro de 5 dias a situação será resolvida e até ao momento não vejo resolução nenhuma.
Incompetência, negligência e inconcebível atraso na resolução de problema
Exmos. Srs. Tenho um diferendo com a MAPFRE que se arrasta há vários meses, de forma inconcebível e negligente, revelando manifesta incompetência dessa seguradora. É a seguinte a cronologia dos acontecimentos: - No dia de 29 de Maio de 2025 (!), ao acordar de manhã, deparei com uma fuga de água que vinha do tecto da minha cozinha; - No dia 30 de Maio, após ter contactado o vizinho que mora no andar imediatamente acima do meu (Sr. Jaime Homem de Sá), segurado pela MAPFRE, enviei-lhe um video mostrando a frequência do gotejamento e localização da fuga; - Tendo a situação permanecido e após mensagens trocadas com o vizinho, avancei para o contacto com a administração do condomínio onde resido (Rua do Freixo, 979, fracção A 3.3.4300-218 PORTO), que de imediato fez deslocar um técnico a minha casa; - Na sequência desta deslocação, no dia 3 de Junho tive a informação que o sinistro tinha sido participado pelo vizinho à MAPFRE; - No dia 5 de Junho de 2025 o perito da MAPFRE deslocou-se ao condomínio - No dia 17 de Junho de 2025, a água passou também a escorrer pela parede da cozinha junto à corete - no dia 24 de Junho de 2025 começou a pingar com mais intensidade, sem que tenha, entretanto,tido mais notícias da MAPFRE - No dia 23 de Julho de 2025, recebi finalmente um email da MAPFRE, reencaminhado pelo vizinho, onde esta seguradora dizia que estavam a decorrer "trabalhos periciais" e que no momento não assumia a responsabilidade pelo sinistro - Em email reencaminhado pelo vizinho com data de 16 de Setembro de 2025 a MAPFRE declinou a responsabilidade pelo sinistro, dizendo que a fuga de água não vinha do andar de cima!! (o que se veio a comprovar ser falso) - Voltei a contactar a administração do condomínio, que mais uma vez fez deslocar uma equipa técnica ao condomínio, que abrindo o tecto da minha cozinha e fazendo testes no andar de cima, detectou finalmente a origem da fuga, elaborando um relatório datado de 13 de Outubro, que o vizinho encaminhou para a MAPFRE - Decorridos mais de 15 dias sobre o envio deste relatório, e apesar de várias tentativas junto da MAPFRE continuei sem noticias, com o tecto da cozinha destruído e com a impossibilidade de receber visitas em casa e de todo o desconforto associado - Decidi então solicitar a intervenção de minha seguradora (Zurich), em 2/11/2025, que encetou contacto directamente com a MAPFRE - após inúmeras trocas de correspondência, denotando evidente vontade da MAPFRE em adiar sucessivamente a resolução do problema, finalmente e após video, fotos e relatório técnico, realizados atravès da administração do meu condomínio, a seguradora MAPFRE reconheceu que a origem da fuga de água, estava efectivamente no andar do seu próprio segurado - Foi solicitada mais documentação por parte da MAPFRE, designadamente o orçamento da reparação, a caderneta predial e a identificação da minha conta bancária, que rapidamente enviei - À data de hoje, decorrido quase 1 ano sobre o início do sinistro, continuo inexplicavelmente a aguardar o depósito da verba orçamentada para reparação na minha conta e com a reparaçao por efectuar. - Já procedi entretanto a reclamação junto da provederia do cliente da MAPFRE, mas ainda aguardo resposta Estou indignado e revoltado com tamanho atraso, e com a evidente falta de vontade da MAPFRE em resolver, de forma efectiva, o problema que acima descrevo Os meus cumprimentos Vitor Paixão Dias
Cobrança indevida
Venho por este meio expressar a minha reclamação devido ao pedido de pagamento de 199€ por parte da indebt a favor da medicare. O qual foi cancelado o debito direto a mais de 10 anos e o qual nao tive qualquer usufruto no decorrer da apólice. Tal como em todos os seguros que tive bastava sempre fazer o cancelamento do debito direto o que predispõe o cancelamento da apólice por falta de pagamento. Constantemente me enviam mensagens a pedir o pagamento com entidade e referência com a ameaça de haver encargos. Quero que seja anulada qual cobrança relativa a medicare e que todos os meus dados sejam apagados.
Anulação de candidatura
Exmos. Senhores Contribuinte nº 118 792 750, venho solicitar a vossa colaboração em relação ao programa PAE+S 2023, janelas eficientes. Foram-me solicitados esclarecimentos, que prestei, recebendo inclusivé um termo de aceitação com o valor a receber. Posteriormente, com o mesmo motivo do esclarecimento anteriormente aceite, foi anulada a candidatura. Antecipadamente grato Eugénio Lourenço
Propaganda enganosa, indução ao erro
Exame Senhores! Eu me chamo Eder Silva e como os outros cidadãos que aqui expulsaram suas histórias eu também sou mais uma vítima desta empresa! Venho por meio deste pedir o cancelamento imediato de qualquer contacto por parte da go bravo, para tentar me estorquir mais ainda! Pois vejam só todos, como está empresa além de enganar as pessoas em situação difíceis, ainda entra em contato com a gente para ainda tentar receber o restante do contrato que a gente não quer mais ficar com eles! Em Setembro de 2025,tive a infelicidade de entrar no caminho da go bravo, e recebi uma proposta para quitar todas a minhas dívidas que somandos as 2 dariam, 27.000€ mas a go bravo me fez uma proposta que se eu os contratasse eu pagaria 20.543,00€ das duas dívidas que eu tinha. Um contrato de 54 X 380€ por mês para quitar todas minhas dívidas! Paguei todas as parcelas em dia para go bravo até Fevereiro de 2026. 5 parcelas de 380,43. Em fevereiro a go bravo fechou o primeiro acordo para mim no valor 21.690€. Depois do acordo ja aumentou o valor da parcela de 380,43 para 480,43. Paguei mais duas parcelas de 480,43. No total paguei a bravo 2.863,01€ O segundo acordo ainda não foi feito e a dívida do segundo acordo sem juros era 4.790€ 21.690+4.790=26.480€ Ou seja nada do que a bravo te vende e verdade! Hoje estou com o segundo acordo por resolver sozinho, o banco ja me mandou uma carta de injunção! Todo o dinheiro que paguei a bravo ela colocou no bolso só em taxa embutidas que você so vai saber quando você vai questionar-los Desse valor de 2.863,01€ que paguei a bravo ela pagou 666€ para a minha dívida. 2.863,01-666=2.197,01 A bravo ficou com 2.197,01 em taxas e ainda meu ligou a disser que eu tenho que vos pagar mais 1500€ por não querer mais os seus serviços! Para vocês verem o absurdo que é está empresa, eu estou dez vezes pior de quando procurei eles para me ajudar!
Reclamação sobre prática comercial em rastreio auditivo e contrato de próteses auditivas
Exmos. Senhores, Venho solicitar a vossa intervenção relativamente a uma situação de aquisição de próteses auditivas ocorrida no contexto de um rastreio auditivo realizado numa unidade móvel em Setúbal, no dia 07/03/2026. Na sequência desse rastreio, a minha mãe (pessoa idosa e consumidora final) foi submetida a avaliação auditiva e, no decorrer do mesmo, foi-lhe apresentada a necessidade de aquisição imediata de aparelhos auditivos, tendo sido exercida pressão para decisão no momento da consulta. Durante o processo foram transmitidas informações no sentido de que a não aquisição do equipamento poderia resultar em agravamento significativo da perda auditiva e consequências graves para a saúde (como Doença de Alzheimer). A aquisição das próteses auditivas (Philips BT88B2 e Philips BT88XZ, bem como carregador associado) foi assim realizada em contexto de pressão comercial, não tendo existido avaliação médica especializada (otorrinolaringologia) no momento da decisão. Posteriormente, foi-nos indicado pela empresa que seria necessário apresentar receita médica para efeitos de faturação e eventual comparticipação pela ADSE, tendo ainda sido referido que tal poderia ser processado utilizando dados de terceiros, nomeadamente de um familiar, o que levantou sérias preocupações quanto à regularidade do procedimento. Importa ainda referir que não foi prestada informação clara e adequada relativamente ao direito de livre resolução do contrato previsto no Decreto-Lei n.º 24/2014 no momento da celebração do contrato. Após tomada de consciência da situação, foi comunicada por escrito à empresa a intenção de resolução do contrato e devolução dos equipamentos, tendo sido ainda solicitados esclarecimentos adicionais por email relativamente ao processo, aos quais não foi obtida resposta. No entanto, a empresa não aceitou o cancelamento, mantendo o contrato ativo e solicitando ainda a emissão de receita médica para efeitos de comparticipação. Face ao exposto, solicita-se a vossa intervenção no sentido de: apreciação da legalidade da prática comercial utilizada no rastreio móvel; avaliação de eventual prática comercial agressiva ou enganosa; apoio na resolução do contrato e devolução dos montantes pagos; esclarecimento sobre a utilização indevida de dados para efeitos de ADSE. Fico disponível para disponibilizar toda a documentação relevante (contrato, comunicações por email e demais elementos).
Devolução de artigos com endereço para a China, quando comprado em Portugal
Exmos. Senhores, Comprei 2 vestidos tipo Mónica, em tamanhos diferentes, primeiro de notar que achei que a loja era drop shipping, ou seja, vão comprar a outro fornecedor depois de receber a nossa encomenda, isto porque a foto era do mesmo vestido que vi na Temu. No entanto como sabia que iria devolver pelo menos um depois de experimentar, li com atenção o que no que se refere as devoluções onde diz que o valor da encomenda é devolvido, se enviar-mos as peças em boa condição e na embalagem inicial no prazo de 30 dias, estas se enquadravam com as minhas expectativas. A diferença de preço em relação à Temu era baixo por vestido, (Temu entre 22-36 Euros e na Diana Lisboa 39,95 preço após desconto. Inicial 80 Euros) então achei melhor usar o serviço da Diana Lisboa para devolver em Portugal. A encomenda demorou 2 semanas que logo vi não veio de um armazém perto, e quer qualidade quer corte eram más, mas a grande surpresa vem quando peço para devolver e me dão a etiqueta de retorno da China, com claro os custos a meio cargo, nada disto está mencionado nas devoluções e não é responsabilidade do consumidor, ir ao fornecedor original, claro que não enviei pois o custo ir ser absurdo para vestidos de baixo valor. De acordo com o Artigo 6.º da Diretiva dos Direitos dos Consumidores da UE, o Perante tal pedi que escolhesse das duas opções ou endereço nacional ou etiqueta de portes pagos para o estrangeiro. O e-mail que enviei, ao qual obtive a mesma resposta do envio ser por minha conta para a morada fornecida ou então que ficasse com os artigos e era dada um desconto. Venho por este meio comunicar a minha intenção de exercer o Direito de Livre Resolução contratual relativamente à encomenda acima referida, contendo o artigo 2 vestidos modelo Mónica, recebido no dia 14 de Maio 2026, uma vez que o tamanho não serve. O artigo encontra-se em perfeito estado de conservação, sem qualquer sinal de uso e na embalagem original. Fui informada por vós de que o artigo deveria ser devolvido para fora de Portugal. No entanto, recuso-me formalmente a proceder ao envio para o estrangeiro pelos seguintes fundamentos legais previstos na legislação europeia e nacional: Direito de Livre Resolução (Diretiva 2011/83/UE): Sendo um consumidor residente em Portugal e tendo efetuado uma compra numa loja online direcionada ao mercado europeu, assiste-me o direito legal de rescindir o contrato no prazo de 14 dias seguidos, sem necessidade de qualquer justificação. Dever de Informação Pré-Contratual Omitido: De acordo com o Artigo 6.º da Diretiva dos Direitos dos Consumidores da UE, o vendedor é obrigado a informar o consumidor, de forma clara e antes da celebração do contrato (ou seja, no vosso website antes do pagamento), se o local de devolução for fora da União Europeia ou se o consumidor tiver de arcar com custos de transporte internacionais desproporcionados. A vossa política de devoluções no website não menciona de forma explícita que os artigos têm de ser devolvidos para fora de Portugal. A jurisprudência de proteção ao consumidor da União Europeia dita que, caso o vendedor omita a informação de que a devolução ocorre fora do espaço europeu, o vendedor deve assumir os custos de envio internacional ou disponibilizar uma morada de devolução local (em Portugal). Face ao exposto, solicito que me seja fornecida: Uma morada de devolução em território nacional; ou, em alternativa, Um rótulo de envio pré-pago para a morada que foi fornecida. Caso não disponibilizem uma solução em conformidade com o direito europeu no prazo de 48 horas, irei avançar de imediato com: Uma denúncia formal junto do Centro Europeu do Consumidor (CEC Portugal) e da Direção-Geral do Consumidor (DGC). A abertura de uma disputa de Chargeback (reversão do pagamento) junto da minha entidade bancária / fornecedor de pagamento por práticas comerciais enganosas e violação dos direitos do consumidor. Fico a aguardar as instruções de devolução em conformidade legal. Com os melhores cumprimentos, Andréa Macedo
Motorista extremamente incompetente
Exmos. Senhores e senhoras. Entre as 17:00 até as 17:40, apanhei eu e uma colega minha e muitos mais outras pessoas da mesma escola e muita mais gente que também queria apanhar o autocarro 1618 direção portela sintra na paragem chamada “Bairro da Pedra” e saímos cerca de uma hora depois, pelas 17:40 na paragem Av. Combatentes (X) Rotunda. Durante esta viagem, o condutor quando parava para as pessoas saírem, abria e fechava as portas do autocarro em menos de 2 segundos, obrigando as pessoas a correr para saírem e algumas levavam com as portas que fecham bruscamente nos braços e até uma pessoa na cabeça. O condutor continuou a fazer o mesmo ato mesmo depois de os viajantes reclamarem cerca de 6 vezes ao longo de 4 paragens. 2 paragens depois, uma senhora de idade é atingida com força pelas portas graças ao condutor fechá-las extremamente rápido, a senhora gritou a reclamar e depois disso o condutor parou de parar nas paragens indicadas, parou de abrir as portas traseiras não deixando as pessoas sair, mesmo com elas a gritarem extremamente alto e várias vezes para tentar fazer o condutor ouvir e mesmo assim não abria e continuava o caminho. Jovens estudantes e pessoas a voltarem do trabalho ou a irem para o trabalho não conseguiam sair do autocarro que claramente estava demasiado cheio, com um calor de 29 graus e ainda mais quente no autocarro. Todos clicavam no botão STOP para sair na hora certa, ninguém clicou em cima da paragem e também mesmo se o tivessem feito não justifica o motivo de abrir apenas uma porta nas paragens. Quando eu quis sair, cliquei no stop cerca de 80 metros antes da paragens, uma distância perfeitamente normal para acionar o STOP. O condutor parou, mas não abriu a porta traseira, falei alto a pedir ao condutor para abrir a porta, não abriu. Tentei novamente mais alto, não abriu. Fechou as portas e continuou o percurso fazendo eu e a minha colega sair na paragem seguinte, que de facto, é perigosa contando o facto da ausência de passei para pedestres e passadeiras para atravessar e contando que é um ângulo morto para os condutores por ser uma curva apertada. Graças ao condutor, dois estudantes, menores, tiveram que sair ali, e mais uns quantos que também eram estudantes tiveram que sair naquela paragem graças a falta de vontade de realizar o seu trabalho pelo motorista, mesmo com quase 20 pessoas a reclamarem para abrir a porta ao mesmo tempo. Peço que não se repita novamente, porque estas viagens de autocarro estão cada vez mais desagradáveis para jovens estudantes que só querem ir para casa ou tem outras atividades a realizar. Obrigado e continuação
Contrato celebrado sem consentimento e incumprimento de proposta comercial aceite
Era cliente MEO há vários anos. Após iniciar portabilidade para a Vodafone, fui contactada pelo Departamento de Portabilidades da MEO em 13/05/2026, com proposta de retenção: pacote M4 por 44,99EUR/mês. Aceitei de boa fé e realizei portabilidade para a MEO, tanto para o meu número como para o do meu marido (que estava na NOS). A minha portabilidade foi concluída a 15/05/2026 e a do meu marido apenas a 18/05/2026, com três dias de atraso por instruções erradas dos serviços da MEO. Desde 14/05/2026 nunca recebi as condições contratuais acordadas nem qualquer confirmação de ativação da proposta, o que impediu o agendamento da instalação. Fui colocada num pré-pago de apenas 1GB, quando o meu plano anterior era de 100GB por 22EUR/mês, ficando sem dados durante vários dias. Realizei inúmeras chamadas pagas a vários números da MEO, sendo sistematicamente reencaminhada entre departamentos sem qualquer resolução. Vários atendentes chegaram a negar a existência da proposta M4 a 44,99EUR/mês, causando fundado receio de burla. Submeti reclamação no Livro de Reclamações (referência ROR0000000045602323). A MEO respondeu afirmando não encontrar serviços associados ao meu NIF, o que é inaceitável dado que tenho número MEO ativo e as portabilidades foram efetuadas pela própria MEO. Submeti reclamações adicionais no Livro de Reclamações em 21/05/2026. Hoje, 21/05/2026, ao contactar novamente a MEO com o objetivo de resolver a questão da instalação do meu serviço de retenção M4 por 44,99EUR/mês, uma atendente realizou um pedido de contrato M3 pelo valor de 53,49EUR/mês SEM O MEU CONHECIMENTO E SEM O MEU CONSENTIMENTO. Só tomei conhecimento deste facto quando fui transferida para outro departamento. Ou seja, foi celebrado um contrato diferente do que aceitei, por um valor superior e por um pacote inferior, sem qualquer autorização da minha parte. Esta situação configura: violação grave dos direitos do consumidor; celebração de contrato sem consentimento; prática comercial desleal; e falha reiterada no dever de informação. Tenho como prova os registos de todas as chamadas efetuadas desde 14/05/2026 e as reclamações submetidas no Livro de Reclamações. Solicito a intervenção da DECO para obrigar a MEO a: ativar as condições acordadas em 13/05/2026 (pacote M4, 44,99EUR/mês); cancelar o contrato M3 celebrado sem o meu consentimento hoje; reembolsar qualquer valor cobrado indevidamente; compensar os prejuízos causados desde 13/05/2026.
Bloqueio técnico de conta Google após recurso aceite ("Demasiadas tentativas falhadas")
Venho solicitar a mediação da DECO PROTESTE junto da Google Ireland Limited / Google Portugal, devido a um bloqueio técnico injustificado que me impede de aceder à minha conta de email principal. A minha conta foi recentemente suspensa por suspeita de infração das regras. Submeti o recurso oficial da plataforma, o qual foi analisado e formalmente aceite pela Google, que me enviou uma notificação a confirmar o restauro do acesso e a instrução de efetuar o login. Contudo, o sistema automatizado de segurança da Google encontra-se num erro técnico em "looping". Após introduzir com sucesso o código de validação enviado para o meu e-mail alternativo de recuperação, o formulário final bloqueia e exibe a mensagem: "Demasiadas tentativas falhadas. Tente novamente passadas algumas horas.” Já segui todas as diretrizes oficiais de segurança: aguardei mais de 48 horas de isolamento total sem tentativas, mudei de ambiente de rede (dados móveis para alterar o IP) e limpei os cookies através de janelas anónimas. O erro persiste exatamente no mesmo passo. Uma vez que a Google já deliberou que a conta me deve ser devolvida, exijo a intervenção manual de um técnico ou da equipa de engenharia de contas para remover esta restrição automatizada e restabelecer o meu acesso. Solução pretendida: Desbloqueio manual da conta por parte da equipa técnica da Google e envio de link de acesso seguro.
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