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Falta de profissionalismo e mal atendimento
Eu Carlos reis fiz uma simulação. Nesta empresa apara simular uma crédito consignado. Quem me enviou um e-mail foi Patrícia Lopes aonde já havia mandado todos meu documento. E ela. Insiste que que ainda faltava fiz perguntas que tinha dúvida não me esclareceu nada. Meu doc foram todos enviado e no e-mail seguinte mandou para mim sem esclarecer dúvidas nem nada que por falta de doc. Será encerrada. A minha solicitação já que havia mandado os documentos e ela não se quer foi profissional em esclarecer nada. Não teve um pingo de profissionalismo e não deixou nem se quer eu ter o tempo de. Enviar o que faltava já que avia mandado todos os doc e não me avisa nunca qual os o que faltava não me deu nem tempo de respirar e já encerrou a solicitação Acho o cúmulo de falta de profissionalismo
Veículo trocado e mau estado
Exmos Senhores, Recorro ao presente meio para reclamar sobre a empresa Record Go Mobility. Por ter plena noção da minha necessidade, aluguei um carro com imensa antecedência. O aluguer foi feito através da plataforma Booking, na categoria de SUV, na mesma reserva refere que, aquando o levantamento, pode não ser aquele veículo específico, porém terá de ser SUV equivalente. Acontece que, no levantamento, não me informam do carro que me irão disponibilizar, procedem a todos os registos e quando me entregam o carro qual o meu espanto, nada tem a ver com um SUV, com imensas marcas que não constavam e contrato. Questionei, foi-me dito que era da mesma categoria. Retorqui, não fazia qualquer sentido o que me estava a ser dito. Abri as portas e o carro está completamente sujo por dentro, os bancos estavam num estado deplorável, pedi para irem ver, disseram-me que constava no contrato, pedi que o imprimissem então, pois no meu nada estava escrito. Começaram a escrever à mão, mesmo à minha frente a gozarem literalmente comigo. Falei dos pneus, completamente carecas, colocando em risco quem fosse andar naquele carro. Ignoraram todos os problemas do carro, foram mal educados e ainda me disseram que o carro era da mesma categoria e ponto. Permaneci no estabelecimento, liguei com a minha de apoio do Booking, o senhor quis falar com eles, mentiram-lhe, à minha frente. Felizmente, o senhor apercebeu-se e ajudou-me. No entanto, perdi um total de 306€, pois tive de fazer uma reserva urgente noutra empresa e como o colaborador sem noção da Empresa Record já tinha processado o valor da franquia não tive acesso ao valor do cartão de crédito e tive de fazer um seguro à parte. Não esquecendo que pedi um comprovativo em como tinham descloqueado a franquia e foi-me dito que não era possível, a senhora do banco, com quem me encontrava em chamada, disse que eram obrigados e procedeu a uma reclamação também.
Resolução integral do contrato por falta de conformidade — Encomenda n.º 34210
Exmos. Senhores, No dia 22 de julho de 2026, efetuei uma compra online na JAMI, no valor total de 77,00 €, correspondente à encomenda n.º 34210, tendo-me sido posteriormente emitido o documento identificado como Recibo n.º 2179. A encomenda não foi expedida dentro do prazo anunciado no site da loja. Durante o período em que aguardei pelo envio, e após vários contactos da minha parte, foram-me transmitidas informações contraditórias relativamente à expedição da encomenda, incluindo a indicação de que esta já teria sido enviada quando não existia ainda qualquer tracking que o demonstrasse. Perante a demora e a ausência de resolução, abri uma disputa junto da PayPal. Só posteriormente a encomenda foi efetivamente expedida. Em 07 de Agosto de 2026, recebi finalmente a encomenda e constatei que a mesma apresentava diversas e graves faltas de conformidade relativamente ao que tinha adquirido. Designadamente: 1. Artigos pagos e não entregues Faltavam diversos artigos que constavam da encomenda e que foram integralmente pagos, nomeadamente pedras/cristais de aventurina, obsidiana e pedra da lua. 2. Quantidade de sabonetes diferente da adquirida Adquiri cinco sabonetes, concretamente duas unidades de uma variedade e três unidades de outra. Contudo, o que recebi corresponde apenas a duas barras de sabonete partidas em cinco pedaços: uma barra dividida em duas partes e outra dividida em três. Partir duas barras em cinco pedaços não corresponde ao fornecimento de cinco unidades individualmente adquiridas e pagas. Os produtos recebidos apresentam ainda diferenças significativas relativamente à aparência e apresentação dos produtos anunciados no site. 3. “Sais de limpeza” materialmente diferentes dos anunciados Os denominados “sais de limpeza” recebidos também não correspondem à apresentação e descrição comercial que determinaram a minha compra. As imagens e descrições apresentadas no site mostram produtos contendo ervas e outros elementos específicos. O produto que recebi apresenta-se essencialmente como sal fino colorido e perfumado, sem correspondência visível com vários dos elementos anunciados. Não estamos, portanto, perante uma simples diferença estética decorrente da natureza artesanal do produto, mas perante diferenças materiais na sua composição aparente e apresentação relativamente ao produto que foi anunciado e adquirido. 4. Produtos destinados à utilização no corpo sem informação adequada Os sabonetes e sais recebidos destinam-se à utilização no corpo. No entanto, os produtos que me foram entregues não apresentam a rotulagem e informação que seria expectável e legalmente exigível para produtos cosméticos colocados no mercado, designadamente identificação adequada do produto e do responsável, lote, ingredientes e demais informações obrigatórias aplicáveis. Esta situação suscita-me igualmente sérias reservas de segurança quanto à utilização destes produtos. 5. Documentação da venda Relativamente à compra, recebi um documento identificado como “Recibo n.º 2179”, mas não me foi disponibilizada uma fatura fiscal que eu consiga identificar como tal. Recordo que a emissão de fatura por transmissão de bens constitui uma obrigação legal independentemente de o consumidor a solicitar. 6. Livro de Reclamações Acresce que, quando procurei utilizar o Livro de Reclamações Eletrónico através da informação/link disponibilizado no site, não consegui apresentar a reclamação através desse mecanismo/identificar o operador através do acesso disponibilizado. Solicito igualmente esclarecimento sobre esta situação. --- ### Resolução do contrato As desconformidades acima descritas foram verificadas imediatamente após a recepção da encomenda e, consequentemente, dentro dos primeiros 30 dias após a entrega. Nos termos do artigo 16.º do Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro, quando uma falta de conformidade se manifesta nos 30 dias posteriores à entrega, o consumidor pode solicitar a imediata substituição do bem ou a resolução do contrato. Perante a quantidade e gravidade das desconformidades existentes — produtos não entregues, quantidades incorretas, produtos materialmente diferentes dos anunciados e dúvidas relativas à rotulagem de produtos destinados ao contacto com o corpo — não pretendo a substituição dos produtos. Por este meio, declaro expressamente a resolução do contrato de compra e venda correspondente à encomenda n.º 34210 e exijo o reembolso integral dos 77,00 € pagos. Não aceito o reembolso parcial de 30,60 € que me foi proposto. A própria existência dessa proposta demonstra, aliás, que a empresa reconhece a existência de divergências na encomenda, mas o valor proposto não resolve a extensão das faltas de conformidade verificadas. Considerando que as desconformidades abrangem várias categorias de produtos da mesma encomenda e afetam substancialmente a confiança na compra realizada, não considero razoável manter parcialmente este contrato. Nos termos do artigo 20.º do Decreto-Lei n.º 84/2021, em caso de resolução do contrato, a devolução dos bens é efetuada a expensas do profissional. Assim, coloco os bens recebidos à vossa disposição para devolução e solicito que organizem a respetiva recolha, sem qualquer custo para mim. Não considero aceitável que, para corrigir uma situação que não provoquei, seja obrigada a suportar novos custos ou um grave incómodo, designadamente uma deslocação de aproximadamente 28 km — 14 km em cada sentido — até aos CTT, para devolver produtos que me foram enviados em desconformidade com a encomenda. Caso pretendam a restituição física dos bens, solicito, portanto, que providenciem a recolha na minha morada e que a devolução seja integralmente suportada e organizada por V. Exas., que não implique custos adicionais para mim. Nos termos legalmente aplicáveis, solicito o reembolso integral dos 77,00 €, através do mesmo meio de pagamento utilizado na compra, no prazo máximo legal de 14 dias após a comunicação da presente resolução, sem prejuízo das regras aplicáveis à disponibilização/devolução dos bens. Possuo e posso apresentar como prova: * comprovativo da encomenda n.º 34210 - Recibo n.º 2179; * comprovativo do pagamento de 77,00 €; * fotografias de todos os produtos recebidos; * fotografias dos sabonetes e respetivas quantidades; * fotografias dos sais recebidos; * screenshots das fotografias e descrições dos produtos anunciados no site; * registo dos artigos adquiridos e dos artigos em falta; * correspondência trocada com a JAMI; * informação relativa às datas de expedição e tracking; * documentação da disputa apresentada junto da PayPal; * proposta de reembolso parcial de 30,60 € apresentada pela empresa. Caso a situação não seja resolvida através do*reembolso integral do valor pago, reservarei o direito de recorrer aos mecanismos legais e administrativos ao meu dispor, designadamente entidades de defesa do consumidor, Resolução Alternativa de Litígios, Livro de Reclamações, PayPal e, relativamente às matérias da respetiva competência, às entidades fiscalizadoras competentes. Aguardo a resolução da situação e o reembolso integral dos 77,00 € pagos. Com os melhores cumprimentos, Marta Costa
Cobrança indevida e subscrição automática de uma adesão.
Esta aplicação é simplesmente uma forma de roubar dinheiro! Sem qualquer autorização ou consentimento, efetua cobranças diretamente no meu cartão e subscreve automaticamente uma adesão! Faz cobranças sem o meu conhecimento e sem nunca me ter informado ou pedido autorização! O mesmo aconteceu também a outras pessoas que conheço!
Conta bloqueada
Venho por este meio demonstrar a minha indignação com a aplicação da Vinted. Tenho conta há mais de 3 anos, faço imensas vendas e tenho ótimas pontuações! Quando não é o meu espanto, abro a aplicação e aparece-me: Conta bloqueada! A minha conta foi eliminada porque supostamente estava a vender artigos falsos ou duplicados! A justificação ainda não foi muito bem explicada porque supostamente respondiam no prazo máximo de 5 dias e já passaram 7 e ainda não obtive nenhuma resposta! O artigo em questão foram caixas Mood (artigo continente), onde tenho várias, tenho fatura e estão novas com etiqueta! Aguardo o desbloqueio da minha conta e farei reclamações em todos os portais até ver este assunto resolvido! Têm tantas burocracias para
Avaria reincidente
Venho por este meio apresentar uma reclamação formal e expressar a minha profunda indignação e revolta com a atitude vergonhosa da Rádio Popular, exigindo a resolução imediata do contrato de compra e venda e a devolução integral dos 1.599,99 € pagos por um portátil defeituoso, ao abrigo do Decreto-Lei n.º 84/2021. É absolutamente inadmissível que um computador MSI Katana 15 B13VGK, que custou uma quantia tão elevada, apresente falhas graves na placa gráfica (NVIDIA RTX 4070), deixando o ecrã verde, vermelho e preto em pleno uso, e que a loja trate a situação com total desrespeito pelo cliente. O equipamento foi enviado para reparação (RMA RWI8-267150996) e, para meu espanto, ao tentar levantá-lo na loja, o ecrã falhou imediatamente à frente do vosso colaborador. A resposta absurda que recebi foi para levar o PC para casa e fazer "atualizações de software". É um despropósito empurrarem a responsabilidade para o cliente quando o produto vem avariado da própria assistência! Segui as instruções, atualizei tudo e o problema continuou. Voltei à loja e a própria coordenadora, juntamente com vários colaboradores, presenciou e testemunhou ao vivo no balcão o ecrã a falhar. Perante a ineficácia gritante da reparação e o transtorno causado, apresentei reclamação e pedi formalmente a devolução do meu dinheiro. O PC seguiu para o centro técnico (Ename / RMA RWI8-267290744) para verificação do defeito no âmbito dessa resolução de contrato. Como se não bastasse, o portátil regressa com um relatório revoltante a dizer que "não tem avaria". O centro técnico ignorou completamente a falha na GPU, não fez testes de esforço 3D e, numa atitude lamentável e não autorizada, formatou o computador sem sequer discriminar essa intervenção no relatório técnico, numa clara tentativa de mascarar um problema grave de hardware e passar o cliente por mentiroso. Sinto-me completamente lesado e enganado por uma empresa que se recusa a assumir as suas responsabilidades. Recusei-me, como é óbvio, a levantar um equipamento defeituoso e sem condições de uso, ficando o portátil retido na loja da Rádio Popular sob vossa custódia. Não vou tolerar mais desculpas, jogos de empurra com o fabricante nem atrasos. A minha relação comercial é com a Rádio Popular e exijo a resolução imediata do contrato com o reembolso integral.
DECO PROteste e parceria com OK! seguros — que proteção tem efetivamente o consumidor?
Encontro-me numa situação que considero merecedora de uma posição institucional da própria DECO PROteste. Na sequência de um sinistro automóvel ocorrido em 22/06/2026, mantenho reclamações relativas à regularização do sinistro e, em particular, à prolongada privação da viatura. Tenho atualmente na plataforma DECO PROteste os casos 15441734, relativo à OK! seguros/Via Directa, e 15441739, relativo à AGEAS, tendo já solicitado a intervenção da DECO perante a ausência de solução efetiva. A questão que agora coloco à própria DECO PROteste é diferente. Como concilia a DECO PROteste a sua missão de defesa do consumidor com a promoção e manutenção de uma parceria comercial com a OK! seguros, quando um consumidor abrangido por essa relação se vê obrigado a recorrer à própria DECO para tentar obter resposta e proteção relativamente à atuação dessa seguradora? No caso concreto, a questão da privação de uso foi por mim suscitada e reiterada em diversas comunicações, devidamente documentadas, sem que a OK!/Via Directa apresentasse durante esse período uma resposta substantiva sobre a disponibilização de veículo de substituição ou sobre a compensação pela privação. Apenas posteriormente, já após a apresentação de reclamação junto da ASF, a Via Directa veio alegar ter disponibilizado uma viatura por um período de 5 dias e apresentou uma proposta de compensação limitada a 20 dias, à razão de €80 por dia. Essas posições foram por mim contestadas, permanecendo por demonstrar documentalmente a alegada disponibilização da viatura e por fundamentar a limitação da compensação a apenas 20 dias, quando a privação efetiva da viatura se prolonga desde 22/06/2026. Entretanto, continuo sem a viatura sinistrada e sem uma solução definitiva para a perda total, encontrando-me numa situação em que sou obrigado a ponderar a aquisição de outra viatura para assegurar necessidades normais de mobilidade pessoal e profissional, continuando simultaneamente a suportar os encargos financeiros da viatura sinistrada. Não pretendo que a DECO substitua os tribunais nem que declare antecipadamente a ilegalidade da atuação da seguradora. Pretendo, sim, perceber quais os critérios utilizados pela DECO PROteste para selecionar, recomendar e manter parceiros comerciais na área dos seguros, de que forma as reclamações concretas dos consumidores contra esses parceiros são consideradas nessa avaliação e qual é, na prática, o alcance da mediação e proteção que a DECO anuncia prestar em caso de conflito. É precisamente perante este tipo de situação que considero legítimo questionar a coerência entre a missão de defesa do consumidor assumida pela DECO PROteste e a manutenção de uma parceria comercial com uma seguradora cuja atuação, neste caso concreto, continua a ser objeto de reclamação e de pedido de intervenção da própria DECO. Agradeço, por isso, uma resposta objetiva e institucional a estas questões, e não apenas o reencaminhamento para as reclamações já existentes contra a seguradora.
Garantia recusada
Bom dia, comprei uma TV Thompson á cerca de 9 meses, recentemente apareceu umas linhas no ecrã e a imagem fica destorcida minutos depois. Recorri á garantia dada pela FNAC , o qual a resposta da loja do UBBO diz ser derivado a " dano estético". A TV sempre esteve colocada na parede, nunca teve sequer alguma pancada ou risco, pois não está numa zona de passagem. A loja da FNAC no UBBO diz que a TV irá ser enviada para a marca para análise e possivelmente " atribuir um valor de reparação" , se a TV está dentro da garantia e não houve qualquer dano estético como eles referem ( e como foi visível na entrega da mesma pelo funcionário, colocando na guia " apenas apresenta algum pó".) Deixo aqui o número da guia de reparação N° 890010257 para possível ajuda neste sentido . Obrigado
Reparação de estore sem solução, cobranças sucessivas e falta de clareza quanto à garantia
Contratei a Worten para a reparação de um estore manual. No dia 28/07/2026, paguei 30€ pela visita e diagnóstico e, posteriormente, 80€ pela reparação, num total de 110€. Poucos dias depois, o estore voltou a apresentar exatamente o mesmo problema. Após nova análise, fui informada de que seria necessária a substituição de uma peça responsável pelo mecanismo de subida e descida, no valor aproximado de 50€, elevando o custo total para cerca de 160€. O principal ponto da minha reclamação é que já paguei especificamente por um diagnóstico e pela reparação indicada na sequência desse diagnóstico. Se a peça agora considerada necessária só foi identificada posteriormente, entendo que houve uma falha ou insuficiência no diagnóstico inicial, e não uma nova avaria que justifique um novo custo para o consumidor. Além disso, solicitei diversas vezes informação sobre a garantia da reparação, sem receber previamente condições claras. Houve ainda informações contraditórias sobre os valores: no dia 12/08 recebi um aviso relativo a um orçamento de 80€, apesar de me ter sido comunicado que o novo valor seria de cerca de 50€. Existe também uma situação pouco clara relativamente aos contactos e à identificação dos profissionais envolvidos. O técnico que se deslocou à minha residência não correspondia ao perfil do profissional apresentado na plataforma como responsável pelo serviço. Ao contactar o número associado a esse perfil, fui informada de que correspondia a outra pessoa. Parte das comunicações foi ainda feita através de outro número particular, por uma pessoa cuja ligação à Worten ou ao prestador indicado nunca me foi devidamente esclarecida. Na sexta-feira, dia 14/08/2026, voltei a contactar a Worten e, com o objetivo de desbloquear a situação e recuperar o meu estore reparado, manifestei sob protesto disponibilidade para efetuar o último pagamento solicitado. Essa disponibilidade não significa que reconheça a cobrança como justa ou devida. Mantenho, portanto, o pedido para que a Worten apresente uma das seguintes soluções: 1 - Concluir a reparação sem novos encargos para mim, assumindo o custo da peça e apresentando previamente, por escrito, as condições e o período de garantia da peça e do serviço; ou 2 - Reembolsar os 110€ já pagos e devolver o meu estore, para que eu possa procurar outro profissional que realize a reparação com condições de garantia devidamente esclarecidas. Não considero razoável continuar a suportar novos custos pela mesma avaria depois de já ter pago pelo diagnóstico e por uma reparação que não resolveu o problema.
Danos feitos pela empresa onde se encontra o veiculo
No dia 27/07/2026 ás 09h00 deixei o Mercedes-Benz EQA AMG LINE 100% elétrico com a matricula BN-49-GA na oficina Carclasse de Guimarães situada na rua Corgo nº7 em Silvares Guimarães para a resolução de uma avaria inicial porque o veículo não fazia carregamentos elétricos, deram me um orçamento de 2.471,43€ eu não tinha outra alternativa e aceitei, mas no dia seguinte ao orçamento tornaram-me a telefonar e a dizer que o carro sofreu danos graves no sistema de ar-condicionado (compressor e condensado agente refrigerante anel de vedação e tubagem danificadas sem reparação) durante a intervenção dos serviços mecânicos ao efetuarem a reparação referindo que o mecânico que estava a intervir ficou atordoado por respirar o ar toxico no rebentamento, apresentaram-me um orçamento indevido de 3.578.90€ mais o outro valor da reparação acima referido do qual o veiculo foi para a oficina. A concessão recusa-se a assumir a responsabilidade por um estrago provocado sobre a sua custódia, reclamei pois os danos causados foi da responsabilidade da empresa e referi que o veiculo estava lá para a ser reparado por uma única avaria que eu me queixei quando o fui entregar. Passado uma semana deram-me uma resposta a dizer que não assumiam o prejuízo total e que só assumiam 50% do estrago que fizeram e os outros 50% tinha que ser eu a pagar, isto é inaceitável e inadmissível... Tive que pagar e assumir os 50% que eles danificaram pois não me entregavam o Veiculo, como eu já tinha as minhas férias marcadas e sem carro não me podia deslocar, então o prejuízo era ainda maior derivado ás datas que eu marquei e senão comparecesse não me reembolsavam o dinheiro do qual já tinha pago. Então tive que pagar o valor que eles apresentaram com os tais 50% nas peças e mão de obra o carro teve na oficina três semanas, fui o buscar na quinta feira pelas 12h30m dia 13/08/2026. Uma autentica desilusão. Atesta uma profunda falta de transparência e de serviço ao cliente de um concessionário oficial.
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