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Pontos retirados
Tenho um cartão de crédito do Wizink (Cartão Wizink Travel) que me facultava uma série de benefícios, designadamente dava pontos por cada euro de compras (que poderiam ser trocados por viagens). Foi-me enviado um email no dia 01-07-2025 desta instituição bancária referindo uma denúncia de contrato. Considerando que nunca falhei com os pagamentos ao Wizink, calculei que fosse um email fraudulento e não o abri (até por múltiplos conselhos do Wizink). No dia 21-07-2025, ao tentar confirmar junto do Wizink se o email era fraudulento, foi-me transmitido que, efetivamente, o banco irá cancelar o meu cartão de crédito por razões internas ao banco às quais sou completamente alheia (vai descontinuar aquele cartão). Como tinha mais de 30.000 pontos acumulados, questionei o banco sobre se podia trocar os pontos por viagens e fui informada que já tinha ultrapassado os dias que me deram para o efeito no email (15 dias). Não procuraram garantir que o prazo contasse apenas após a leitura do email, nem deram um prazo justo ao cliente. Fiz uma reclamação junto do Banco de Portugal à qual o Wizink respondeu afirmando que procederam à correção dos meus pontos e que eu poderia confirmar essa informação no meu extrato de julho. O meu extrato de julho indica que tenho mais de 26.000 pontos. No entanto, após contacto com a linha de pontos Wizink fui informada que tenho apenas cerca de 500 pontos (ou seja, o Wizink continua privar-me dos mais de 30.000 pontos sem justificação).
A1: demora na assistência
Aos serviços competentes da OK TeleSeguros No dia 30/07/2025, pelas 14h20m a viatura em que seguia com a minha família na A1, sentido Sul-Norte, sofreu um acidente ao quilómetro 193Km, com um objeto atravessado na faixa de rodagem. Não foi possível evitar a ocorrência, em virtude da colisão com o objeto (mais tarde identificado pela brigada da GNR como um eixo de uma viatura, ainda com parte de uma roda agarrada) se ter dado na faixa da esquerda, durante a ultrapassagem de um veículo pesado. Às 14h26h foi realizado o telefonema para a Assistência Brisa, reportando a situação: o acidente e respetivo pedido de assistência, assim como a existência de um objeto metálico de grandes dimensões na via, mencionando que tínhamos um bebé a bordo. Após a sinalização do carro imobilizado com o triângulo, foi possível avaliar os danos na viatura, tratando-se do pneu dianteiro direito totalmente destruído. Foi também acionado o pedido de socorro à Guarda Nacional Republicana, uma vez que o veículo estava imobilizado sobre um viaduto, com uma berma muito estreita. A brigada da GNR realizou o respetivo Auto de Ocorrência (em anexo), descrevendo-nos o objeto, mas a distância a que nos encontrávamos não nos permitiu fotografar o objeto, tendo em conta a perigosidade da circulação pedonal. A brigada autorizou a deslocação do veículo para uma centena de metros adiante, para possibilitar a mudança do pneu, No entanto, constatámos que não tínhamos connosco a “chave de segurança” da jante, o que obrigou a recorrer, pelas 16h56m, à Assistência em Viagem do seguro, designadamente no pedido do reboque que nos transportasse para o nosso destino, São Pedro do Sul. Foi mencionado que já estávamos imobilizados na autoestrada há quase 3 horas, com um bebé a bordo. Foi-nos informado que o seguro apenas autorizava o reboque para a localidade mais próxima, por motivo de furo. Referi que não era um furo normal, era consequência de uma colisão com um objeto na via, que era tarde para resolver a situação, a situação do bebé fechado num carro há horas e que tínhamos o alojamento pago em São Pedro do Sul. Felizmente o reboque chegou pelas 17h15 e o técnico que o conduzia foi incansável a procurar uma oficina que nos resolvesse o problema. Esta situação foi quase inviabilizada pelo serviço de táxi que chegou pelas 18h25m, mais de uma hora depois. Tendo em conta que foi mencionada várias vezes a gravidade da situação, que totalizou 4 horas imobilizados na autoestrada, com um bebé de 15 meses em situação de grande desconforto, atendendo à temperatura de 40ºC no exterior, venho assim solicitar a devida indeminização por danos pessoais. Aguardo deferimento.
Falta de resposta
Exmos. senhores, Via e-mail solicitei informações sobre subsidio T$ - Bicicleta elétrica comprada em 2025 - e não se consegue nem vossa resposta de existência ou não de potenciais candidaturas, e no site, já registado, não se consegue avançar para colocar os documentos. Isto é, perfeita nuvem de fumaça que não mostra se o programa está a funcionar e se se pode candidatar. Além disso o site é complicado, isto desde muitos anos que não existem melhorias básicas para esclarecimento e introdução de dados e registros... Aguardo vossa resposta. Duarte Fonseca NIF 183354419
Cartão bloqueado
Boa tarde. Em fevereiro deste ano devido a dificuldades financeiras atrasei me do pagamento da mensalidade tendo por isso entrado em incumprimento. O cartão ficou temporariamente bloqueado. Em Março regularizei o atraso com devidos juros e de lá para cá não me atrasei no pagamento de nenhuma fatura. À 5 meses que me encontro com o meu cartão black plus bloqueado tendo lá saldo de 350€ que necessito com urgência pois tenho a maquina lavar roupa e a de secar avariada e preciso urgentemente mandar concertar ou pelo menos comprar a de lavar. Sempre que logo para lá ou falo pelo chat da APP, dizem me sempre o mesmo: que está tudo em dia mas que não conseguem dar uma data para o desbloqueamento do cartão.. Sendo que a situaçao se arrasta a 5 meses e preciso de resoluçao urgente peço que me ajudem a resolver. Atentamente Sónia Sousa e Silva
Erro de informação de colaboradores ao cliente
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o vosso apoio na resolução de uma situação com o Banco BPI, relacionada com o meu cartão de crédito. No dia 31/03/2025 efetuei o pagamento de 1.004,96 €, com o objetivo de liquidar a totalidade da dívida do cartão. Antes de o fazer, contactei a linha de apoio do BPI e fui informado que esse pagamento bastaria para saldar toda a dívida. Mais tarde, fui informado de que uma compra em cotas (movimento fracionado) não tinha sido liquidada. O BPI reconheceu a falha de informação e devolveu os juros cobrados. No entanto, insiste que a dívida se mantém e deve continuar a ser paga mensalmente, mesmo tendo sido gerada por má informação da própria instituição. Alega ainda que utilizei parte do saldo disponível num cash advance posterior, o que só ocorreu porque me foi garantido que a dívida estava completamente saldada — logo, esse movimento foi consequência direta da falha de informação. O BPI recusa-se a cancelar ou saldar o valor fracionado, mesmo tendo assumido a responsabilidade pelo erro. Considero esta conduta abusiva e contrária aos princípios de boa-fé bancária. Agradeço o vosso apoio na tentativa de resolução deste problema, ou orientação sobre os passos mais eficazes a seguir. Com os melhores cumprimentos, Luis Carlos Gonçalves Crisóstomo Email: luisovskycrisostomo@gmail.com Telefone: 933131399 Cliente BPI: 5-5206683.000.001
Incumprimento Pagamento Prémio Salarial
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma queixa formal relativamente ao incumprimento do pagamento do prémio salarial de qualificações referente ao ano de 2025, conforme previsto no Decreto-Lei nº 134/2023, de 28 de dezembro, que estabelece a atribuição de um prémio pela valorização profissional obtida, a pagar durante o número de anos correspondente ao número de anos equivalentes ao ciclo de estudos conducente à atribuição do grau académico subjacente. De acordo com informações prévias, o prémio salarial de qualificações deve ser pago anualmente até ao dia 30 de julho de cada ano. No entanto, até à presente data, o pagamento relativo ao ano de 2025 não foi efetuado. O incumprimento deste prazo prejudica diretamente os jovens trabalhadores que, como eu, têm direito ao pagamento do referido prémio, o qual visa a valorizar a qualificação como um incentivo financeiro ao exercício da profissão em território nacional. A minha qualificação cumpre todos os requisitos exigidos para a atribuição do prémio salarial e o pagamento deveria ter sido efetuado de acordo com os prazos estabelecidos, ou, pelo menos, deveria ter sido dada uma justificação formal para a não execução do pagamento. Dessa forma, venho solicitar a devida intervenção para que possam ser realizadas as intervenções necessárias com a finalidade de impulsionar a resolução do pagamento do prémio salarial de qualificações referente ao ano de 2025, e para que o mesmo seja realizado com a maior brevidade possível, em conformidade com o Decreto-Lei nº 134/2023. Na expectativa de uma resolução célere e do vosso apoio nesta matéria, apresento os meus melhores cumprimentos.
Falta de resposta do serviço de apoio ao cliente a um problema com o pagamento do extracto
Exmos Senhores, Brevemente exponho o meu caso: Tentei pagar o valor extractado através das referências enviadas pelo cartão universo, mas, obtive sempre uma resposta de "referências inválidas". Informei do facto o cartão universo no dia 3 de Julho (o prazo de pagamento era até dia 10) e ofereci-me para realizar o pagamento de qualquer outra forma. Repeti o contacto várias vezes, tendo sempre que repetir desde o inicio a minha história e até hoje nada foi resolvido. Entretanto outros serviços, que não o Apoio ao Cliente, vão-me enviando mensagens por sms e tá por correio alertando-me para a necessidade de pagar, para a possibilidade de participação ao Banco de Portugal e, finalmente, para o bloqueio da conta e do cartão. O Serviço de Apoio ao cliente não resolve nada e, paralelamente, outros serviços, que parecem não conhecer nada do caso, vão-me pressionando para fazer algo que me é impossivel fazer, sem que o Apoio ao Cliente me diga como.
Reclamação formal – Contestação da decisão Ref. CAC/UEGR/RBT/000120250287760
Exmos. Senhores, O meu nome é Claudia Salgado Rocha, titular do cartão de crédito VISA nº 4999 6900 2250 4883 e cliente Prestige do Banco Millennium BCP. Escrevo para me auxiliem a formalmente contestar a decisão enviada por e mail em 04 de agosto de 2025 (N.Ref.CAC/UEGR/RBT/000120250287760), na qual o Banco Millennium BCP recusou o reembolso das transações fraudulentas realizadas a 29 de julho de 2025, alegando que estas teriam sido autorizadas por “autenticação forte” via app e SMS. Gostaria de salientar os seguintes pontos factuais e legais que invalidam os fundamentos usados pelo banco para negar o reembolso: • Recebi em 29/07/2025 às 18h56 uma SMS oficial do Millennium a informar que o cartão havia sido bloqueado por alertar transações suspeitas, implicando que o banco assumiria a responsabilidade de prevenir uso indevido até à minha validação. Isso significa que o próprio sistema do banco identificou irregularidades! • As transações contestadas, no valor total de 2.350 €, não foram autorizadas por mim via app, nem recebi qualquer notificação ou pedido de autenticação, como sempre foi o protocolo normal de segurança com compras relevantes. Isso contraria a afirmação do banco de que houve “autenticação forte”. • Em 01/08/2025, dirigi me à agência (Sucursal 1419 – Estoril e Parede – segmento Prestige) e preenchi formalmente o formulário de “Cartões – Reclamação de Transação”, declarando expressamente que não reconheço as movimentações. • Não houve, em momento algum, qualquer mecanismo de autenticação que pudesse validar supostamente essas compras. O banco falhou na sua obrigação de diligência e segurança ao permitir transações de alto valor sem a dupla autenticação habitual. Trata-se de um erro técnico e procedimental que não pode ser imputado ao cliente. • Entendo que de acordo com o Regulamento (UE) 2018/389 e a Diretiva PSD2 (UE 2015/2366), o banco tem obrigação de reembolsar o cliente em caso de transações não autorizadas, exceto em caso de dolo ou negligência grosseira — o que nesta situação NÃO ocorreu, pois o cartão encontrava se na minha posse e não houve fornecimento intencional de dados.. Solicito: 1. A revogação da decisão de recusa e reabertura imediata do processo de análise; 2. O reembolso urgente e integral dos 2.350 € roubados de minha conta bancaria; 3. A disponibilização formal de provas inequívocas de que as transações foram realmente autorizadas por mim — incluindo logs de acesso ou registo via app; Grato,
Air Europa - Mau atendimento, negligencia e discriminação em voo
No voo da Air Europa, o embarque demorou muito por causa do overbooking e os funcionários foram extremamente rudes desde o início. Antes de saber que o voo estava lotado, tentei sentar numa poltrona aparentemente vaga porque tenho fobia de aviões e lugares cheios, e mesmo medicada, estava ficando sem ar. Quando me sentei, fui repreendida de forma grosseira por um comissário que falava só em espanhol, mesmo o voo saindo do Brasil, e me tratou em tom alto, como se eu fosse uma criança malcriada, me deixando muito constrangida. Ele ignorou totalmente meu pedido para que falasse um idioma que eu entendesse e manteve uma postura ríspida, quase agressiva, o que aumentou minha ansiedade e desconforto. Voltei ao meu lugar marcado e uma passageira ao lado, percebendo meu desconforto, explicou em português que o voo estava lotado por causa do overbooking e que a tripulação estava sendo ríspida com vários passageiros. Durante o voo, após a refeição, aguardei quase 30 minutos para que recolhessem o prato, pois por causa dos remédios que tomo para regular emoções, preciso ir ao banheiro logo depois de comer. Como o espaço era muito apertado e não estava no corredor, não podia me levantar com a bandeja à frente. Cansei de esperar, levantei-me com o prato e pedi ao mesmo comissário que o recolhesse ou que me deixasse jogá-lo fora, explicando minha urgência, mas ele foi rude e recusou-se. Ele me ignorou e virou as costas, demonstrando clara falta de empatia e descaso total pela minha situação, como se minha necessidade fosse um incômodo. Procurei outra comissária da classe executiva, que aceitou pegar o prato, mas acredito que ela o colocou no chão, pois ao sair do banheiro, o mesmo comissário veio até mim, em espanhol e tom elevado, acusando-me de ter deixado o prato no chão, ignorando minha explicação. A passageira ao lado comentou, rindo, Ele realmente não gosta de você. Depois disso, ele me ignorou totalmente; pedi água e café e fui ignorada o voo inteiro. A passageira pediu a água para mim e ele a entregou, mas virou as costas, fingindo que eu não existia. Durante toda a viagem, ele se recusou a falar qualquer idioma que eu entendesse, me fazendo sentir invisível, humilhada e discriminada. Sua postura era hostil, parecia deliberadamente maltratar-me, como se eu fosse um problema. Quando o avião aterrissou, apesar de no horário, tivemos quase uma hora de atraso para desembarcar, porque liberaram a classe executiva primeiro. Ficamos amontoados, em pé, num corredor estreito, com empurra-empurra, calor e relatos de assédio. Parecia um transporte público no horário de pico. Quando finalmente desembarcamos, tivemos que correr para não perder a conexão para Porto, que só consegui pegar porque a fila estava quase no fim. Foi a pior experiência de voo da minha vida, pior até que viagens de ônibus no interior do Brasil, com muito menos conforto e respeito. Não volto a voar com a Air Europa e não recomendo a ninguém que precise viajar entre Brasil e Europa. Estou abrindo novamente a reclamação por total ausência de interesse por parte da empresa na resolução durante as tentativas anteriores. Após tentar solicitar uma retratação diretamente com empresa (protocolos RCC-AXTMB24 , RCC-AENNQY2), recebi somente um pedido de desculpas. Depois da abertura de duas reclamações no consumidor.gov ( protocolos 2025.06/00011351239 e 2025.08/00011629825) a empresa voltou a me contactar pelo meu email pessoal, disse que resolveríamos o problema através do canal "fale conosco" e depois encerrou o assunto com mais um pedido de desculpas (dessa vez o terceiro) Diante dos fatos relatados, venho requerer a devida reparação por danos morais sofridos durante o voo operado pela companhia Air Europa, em razão dos constrangimentos, maus-tratos e condutas discriminatórias praticadas por um membro da tripulação. Fui reiteradamente tratada com desrespeito, ignorada em minhas necessidades básicas, exposta a humilhações públicas e privada de um atendimento digno, mesmo tendo deixado claro meu estado de saúde e minhas limitações. Tais atitudes configuram não apenas falha na prestação de serviço, mas evidente violação aos direitos da personalidade, à dignidade da pessoa humana e à integridade psíquica da passageira, ensejando o dever de indenizar nos termos do ordenamento jurídico vigente.
Unicre - Financiamento Duplicado com apenas uma assinatura digital
Boa tarde, nos finais do mês de julho fiz um pedido de simulação de crédito num valor de 5500€ para consolidar as contas que tinha. Não assinei nenhum documento e com o não obtive resposta nunca mais quis saber disso. Mais tarde contactei com uma entidade para fazer algumas simulações de crédito e foi me autorizado um pedido de crédito consolidado num valor de 5568€ na entidade unicre Dia 30 ou 31 recebi os emails para fazer a assinatura digital o qual efetuei de imediato. Acerca de 2 dias os meus cartões de crédito foram consolidados e ainda recebi um valor de 5500 euros na conta hoje Achei estranho ao momento mas pensei que depois esse valor iria ser novamente retirado para o banco. Contactei o apoio ao cliente que muito rude não me demonstrou muito interesse no problema, mas após muitas tentativas disseram que tinha dois créditos pedidos. Um pessoal de 5500€ e outro consolidado de 5568€. Desde logo fiquei desconfiado porque recordo-me de ter feito algumas simulações nas quais me recordo valor de 5500€ mas nunca fiz a assinatura digital para esse crédito. A única assinatura digital que fiz após receber email no dia 30 ou 31 de julho foi o do crédito consolidado porque estava em contacto com a entidade que fez as simulações e no momento que me disseram que ia receber um email para assinatura foi o momento que assinei o contrato. Que recebi dois emails de assinatura digital. Recordo-me apenas de ter assinado um e fiquei com dois créditos onde apenas pretendia um. Desde modo como me encontro no tempo de livre resolução de crédito pretendo que a revogação do crédito pessoal seja efetuada. Na área pessoa da Unicre, tem a opção de amortização de crédito e a opção da razão tem a livre resolução, mas fico espantado que fazendo a livre resolução eles informam que a primeira mensalidade irá ser descontada e só depois é que é retirado o valor total da conta onde foi debitado. É impossível falar com alguém por chamada sobre este assunto e apenas dizem para enviar email e aguardar resposta. Se ficar a aguardar resposta acredito que o tempo de livre resolução seja ultrapassado .
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