Reclamações públicas

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R. R.
29/05/2025

Computador comprado com levantamento em 30 minutos — sem entrega após vários dias

Exmos. Senhores, No passado dia 27 de maio de 2025, adquiri através do vosso site um computador portátil gaming da marca Acer, pelo valor de 849,98 €, com a modalidade de levantamento em loja em 30 minutos, tendo sido efetuado o pagamento no ato da compra. No entanto, até à data, não recebi qualquer confirmação de levantamento do produto, nem foi efetuada a entrega do mesmo, apesar de terem passado vários dias. A promessa de entrega rápida foi um fator determinante para a concretização da compra. Já efetuei vários contactos com o vosso serviço de apoio ao cliente, nomeadamente por telefone e email nos dias 27/28/29 de maio, tendo-me sido dito apenas que foi enviada uma mensagem interna à loja, sem que me fosse dada qualquer solução prática, resposta definitiva, ou forma de contacto com a loja em questão. Mais grave ainda, verifiquei que o produto em causa aparece agora como “esgotado” no vosso site, o que levanta sérias dúvidas sobre a disponibilidade real no momento da compra, podendo configurar publicidade enganosa ou incumprimento contratual. Aguardo resposta urgente. Com os melhores cumprimentos.

Encerrada
J. F.
29/05/2025

Sinistro Multi-riscos

Exmos. Senhores, Venho, por este meio, manifestar publicamente a minha profunda insatisfação com a atuação da Ocidental – Companhia Portuguesa de Seguros, S.A., da qual sou cliente há mais de 20 anos, sem qualquer sinistro, no tratamento de um sinistro relacionado com uma apólice de seguro multirriscos habitacional. A forma como o processo foi conduzido evidencia graves falhas em matéria de comunicação, transparência, boa-fé e cumprimento das obrigações para com os clientes. Como ex-funcionário e ex-mediador do setor segurador, constato, com desagrado, que esta situação vem confirmar a má reputação que, por vezes, recai sobre o sector. O caso em questão diz respeito a um sinistro ocorrido no pavimento da minha sala, cujo ressarcimento foi indevidamente recusado pela Ocidental Seguros, com base em alegações que considero infundadas, tecnicamente inconsistentes e manifestamente questionáveis. A Ocidental recusou o ressarcimento do sinistro com base na suposta existência de "deficiências estruturais" no edifício, alegando que estas excluiriam a cobertura. No entanto, não realizou qualquer perícia técnica que comprove essa conclusão. A avaliação limitou-se a uma mera observação visual, sem análise científica ou metodologia válida. Recusou-se sistematicamente a fornecer os documentos que sustentam a decisão, nomeadamente o relatório técnico da peritagem citado como fundamento para a recusa. A seguradora indevidamente transferiu para o segurado a obrigação de apresentar relatório técnico por entidade certificada, invertendo o ônus da prova que lhe compete. Esta conduta viola o dever de transparência e boa-fé e impede o exercício do direito de defesa do segurado. A minha experiência com a Ocidental - Companhia Portuguesa de Seguros, S.A. revela práticas profundamente preocupantes que minam a confiança dos clientes nesta instituição. A atuação da seguradora neste processo caracterizou-se por: Falta de transparência sistémica: Recusa reiterada em disponibilizar documentação fundamental que sustente as suas decisões; Utilização de argumentação genérica e não fundamentada: Alegações técnicas sem base em perícias ou relatórios detalhados; Desrespeito pelo direito à defesa do cliente: Negação de acesso a informações essenciais para contestação. Esta conduta não só viola os princípios básicos da relação segurador/segurado, como questiona seriamente a integridade dos serviços prestados pela companhia. Exorto outros consumidores que tenham enfrentado situações semelhantes com a Ocidental a: Partilharem publicamente as suas experiências; Formalizarem reclamações junto da ASF (Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões); Exigirem o cumprimento escrupuloso das obrigações contratuais e legais. Só através da denúncia organizada e da exigência coletiva de transparência poderemos promover mudanças significativas neste setor, garantindo que os direitos dos consumidores sejam efetivamente respeitados. Infelizmente, a minha experiência leva-me a crer que esta reclamação, tal como todas as que formalizei diretamente junto da Ocidental, será tratada com a habitual desconsideração, reduzida a um mero exercício protocolar. A postura institucional da Ocidental revela uma cultura organizacional que esconde um profundo desprezo pelo princípio basilar do serviço ao cliente. Esta atitude não se limita a uma mera falha operacional, configura uma distorção ética do próprio propósito de uma companhia de seguros. Cumprimentos.

Resolvida
J. G.
29/05/2025

Fatura incorrecta

Exmos. Senhores, Sou cliente com o cartão Gal Electric nº PTGALP700582905040215890. Já por diversas vezes vos alertei para o erro existente nas faturas enviadas – problema com fatura de carregamento de veiculo.. No dia 25 de Novembro de 2024 coloquei o meu carro (híbrido plug-in) a carregar num dos carregadores da Herdade de Montalvo. Quando Um pouco mais tarde fui buscar o carro o carregador estava desligado com o cabo desbloqueado e o carro não tinha sido completamente carregado (7,34 KWh quando a capacidade da bateria do veículo é de cerca de 20kwh e estava completamente vazia no inicio). Atribuí o problema às múltiplas falhas de corrente que têm acontecido e a um reset do equipamento. No dia 30 de Novembro de 2024 coloco novamente o carro a carregar no mesmo carregador mas como não estava vazio a carga foi limitada (8,86Kwh). Foi grande o meu espanto ao receber a fatura anexa e liguei no dia 24 de Janeiro pelas 13:15, para o atendimento GALP para relatar o problema, tendo-me sido garantido que iria ser avaliado e voltariam ao meu contato. Foi-me dito para aguardar o dito contato antes de pagar a fatura. Por uma questão de ter uma prova escrita, enviei de imediato um email para a GALP no mesmo dia a relatar a situação e a pedir solução. Após os dois carregamentos efetuados em Novembro de 2024 e antes de receber a fatura referente aos mesmos que só chegou em Janeiro de 2025, efectuei mais um carregamento no mesmo carregador no dia 19 de Dezembro de 2024, e já no período de faturação seguinte, que foi faturado correctamente e que paguei atempadamente. Como nada acontecia após os contactos iniciais, voltei a ligar várias vezes para o numero de suporte onde me foi dito que o problema tinha a ver com a MOBIe mas que não me preocupasse pois estaria a ser resolvido e podia continuar a utilizar o cartão, coisa que não voltei a fazer até hoje. Entretanto em Abril de 2025 começo a receber telefonemas, sms, emails intimidatórios da empresa INTRUM a exigir o pagamento da fatura incorrecta. Respondi aos emails e SMS dizendo que a fatura em causa estava incorrecta e que aguardava solução. Como nada foi resolvido, no dia 9 de Maio de 2025 escrevi uma reclamação para a Galp Power no Livro de Reclamações Electrónico com o nº ROR00000000045274777 sobre a qual ainda não obtive resposta. Até ao momento, os serviços da GALP mostraram-se ineficientes na resolução do problema e a INTRUM continua a enviar comunicações intimidatórias . Solicito a correção imediata da fatura e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos.

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste
A. D.
29/05/2025

Cancelamento não efetuado e penhora indevida

Assunto: Cancelamento não efetuado e penhora indevida – Solicitação de apoio jurídico Prezados, Venho por este meio solicitar apoio relativamente a uma situação com a operadora NOS que tem gerado sérias consequências para mim. Há cerca de 1 ano e 5 meses, mudei-me de residência. Na altura, tinha um contrato ativo com a NOS para serviço de internet. No novo endereço, a operadora enviou técnicos por três vezes para tentar instalar o serviço, mas foi constatada a inexistência de cobertura de rede. Após essas tentativas, um dos atendentes da NOS informou-me que, devido à impossibilidade técnica, o contrato seria cancelado sem qualquer custo, visto que a falha era da parte da operadora. Confiei nessa informação e segui com a minha vida. No entanto, recentemente fui surpreendido com uma penhora no meu salário, decorrente de uma alegada dívida com a NOS. Contactei novamente a operadora e fui informado de que o colaborador que garantiu o cancelamento, afinal, não efetuou o procedimento. Sinto-me lesado, pois a situação foi causada por um erro interno da NOS e agora estou a ser penalizado financeiramente, inclusive com processo judicial. Gostaria de contar com o vosso apoio jurídico para resolver esta situação e reverter essa injustiça. Agradeço desde já pela atenção e aguardo orientações. Com os melhores cumprimentos, Ana Dalva Queiroz da Silva NIF: 298279355 anadalva25@gmail.com Tel: 910155326 Cumprimentos.

Resolvida
C. P.
29/05/2025

Vendas à Distância | Proposta de renovação | Cobrança indevida em caso de cancelamento em 14 dias

Exmos. Senhores, Venho por este meio manifestar a minha insatisfação relativamente à proposta de renovação de serviço, que me foi apresentada no passado dia 13 de maio de 2025, por via dos serviços de call center, relativa à melhoria das condições do meu serviço, mantendo o mesmo valor mensal. Gostaria de salientar que, durante a proposta efetuada telefonicamente, não fui informada de que existiria uma taxa de desativação a ser paga caso decidisse cancelar o serviço dentro do período de 14 dias de livre resolução, ao qual julgo ter direito. Adicionalmente, informaram-me que as condições seriam naquele instante enviadas por e-mail e que eu receberia uma SMS à qual teria que lhe responder afirmativamente para dar seguimento ao processo. No entanto, não fui informada da taxa de "activação" de 134€ se decidisse cancelar no período ao qual tenho direito após analisar a proposta e as condições gerais apresentadas. Não me foi dado tempo suficiente para analisar as condições enviadas por e-mail e, consequentemente, não pude tomar uma decisão informada, dado que implica um novo período de fidelização por mais 2 anos. Deste modo, solicitei a audição da chamada à entidade visada, e a anulação da taxa de desativação e a revisão das condições apresentadas, de forma a respeitar os meus direitos como consumidora. Foi-me confirmado após a audição da chamada que o operador de facto não referiu esse valor em caso de cancelamento nos 14 dias, e que a mesma informação consta nas condições Gerais, sendo que nem sequer está explícito para o cliente, e a mesma deveria constar na proposta de adesão. Aguardo uma resposta da vossa parte para me ajudarem a solucionar esta questão de modo a não ficar prejudicada em quanto consumidora, pois este "serviço" é vendido telefonicamente como algo simples, uma proposta de renovação vantajosa, onde pelo mesmo valor tem serviços ilimitados e acesso a plataformas de streaming, contudo, com mais um fidelização por 2 anos. Com os melhores cumprimentos, Cumprimentos.

Encerrada
M. A.
29/05/2025

Reparação não efetuada

Exmos Senhores: adquiri, a 2 de março de 2023, uma Multifry FH1396/1, cujo botao de on7off ficou operacional a 15/4/2025. De imediato me dirigi a um reparador oficial (Pedro Geirinhas, Unipessoal Lda, onde deixei o equipamento para repração, ao abrigo da garantia, com prazo de entrega para 15/4/2025. No dia seguinte a ter terminado o prazo limite contactei a empresa que me disse que não tinham reparado a máquina e que não tinham recebido qualquer informação da vossa parte. De imediato contactei telefonicamente o vosso Serviço ao Cliente e, em emails seguintes, me foram solicitados - e enviados - os seguintes dados: fatura comprovativa da compra a guia de reparação. Após ausência de resposta da vossa parte recorri, de novo, ao vosso Atendimento ao Cliente onde me foi dito que não exisitia a peça necessária em stock e que teria de focar à espera. Reenviei email a 20 de maio a questionar para quando a entrega da peça para reparação ao que responderam que eu poderia aguardar a entrega da peça ou pedir a resolução da situaçao junto da loj onde adquiri a máquina. Questionei, de novo, sobre a demora, visto que já passou mais de mês e meio desde o fim da data de entrega do equipamento, ao abrigo da lei vigente, após solicitação da reparação. Limitaram-se a responder, e cito, que "Em relação à sua consulta, informamos que o tempo de reparação em garantir á relativo à mão de obra, e não conta quando estão à espera de peças". continuo sem saber quando é que a peça será entregue para reparação do equipamento. Mais denoto que a completa falta de informação da vossa parte, imputando ao utilizador a necessidade de contactos, assim como a ausência de informação sobre uma peça de um equipamento que se supõe exista em stock para entrega, demonstra uma total falta de consideração para com o cliente. Remeto esta reclamação através do portal da Defesa do Consumidor por considerar que estão esgotadas todas as vias de comunicação minimamente civilizada com a vossa Instituição. Aguardo resolução rápida Manuel Ataíde

Encerrada
I. A.
29/05/2025

Reclamação por práticas comerciais enganosas – Diana Lisboa

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a loja online Diana Lisboa (https://dianalisboa.com), devido às seguintes práticas comerciais irregulares e lesivas dos direitos do consumidor: A loja é apresentada como empresa europeia, mas os produtos são enviados da China, sem informação clara no momento da compra. Falta de tabela de medidas para o produto adquirido, que ficou pequeno, causando frustração e prejuízo. Política de devolução que obriga o cliente a suportar custos de envio internacional para a China, prática abusiva e pouco transparente. Proposta de reembolso parcial (20-30%-40%) como única alternativa, o que não é aceitável segundo o Código Civil e o Código de Defesa do Consumidor europeu. Muitas reclamações públicas sem resposta eficaz da empresa, demonstrando má-fé. Solicito a intervenção da DECO para mediar esta situação, garantir o cumprimento dos direitos do consumidor e promover a devolução integral do valor pago ou uma solução justa e adequada. Anexo a esta reclamação cópia da minha denúncia formal e toda a documentação pertinente. Agradeço desde já a atenção dispensada. Com os melhores cumprimentos, Izabelly Andrade

Encerrada
J. T.
28/05/2025

Não cancelamento de seguro INSURAMA de Macbook

Exmos. Senhores, Ativei seguro da Insurama para o meu MacBook Pro, em Junho de 2024. Há 2 dias, dia 27 de Maio, recebo uma mensagem pelo telemóvel da seguradora a alertar para o vencimento do seguro e consequente renovação. Enviei e-mail de imediato a apontar que não pretendia renovação do seguro, ao que me é respondido que teria de avisar com 1 mês de antecedência e que o seguro iria ser renovado automaticamente. Apontei que em momento algum me tinham avisado que o seguro renovava automaticamente de 12 em 12 meses e que teria de o cancelar com 1 mês de antecedência, ao que me responderam que não é preciso aviso nenhum. Há claramente falta de coerência e má conduta por parte da seguradora para com os seus clientes, uma vez que enviaram uma mensagem de telemóvel 1 semana antes do seguro renovar para avisar o cliente, quando o mesmo já nada pode fazer para o cancelar. Recuso-me a continuar com uma empresa que engana deliberadamente o consumidor e não se predispõe a resolver este tipo de problemas, e agradecia a resolução do mesmo. Não quero continuar com um seguro no valor de 200€ de uma empresa que nada faz para ajudar os seus clientes. Cumprimentos.

Resolvida
J. G.
28/05/2025
Stern Rent

Cobrança indevida e falta de resposta da Stern Rent

Exmos. Senhores, Solicito apoio jurídico relativamente a uma situação abusiva com a empresa Stern Rent. Usei um carro de substituição (entregue a 21 de Abril) e fui informado verbalmente que as passagens na Via Verde seriam cobradas conforme o uso. Aceitei essa condição. No entanto, posteriormente foi-me cobrado o montante total de 26,56€, sem que me fossem apresentadas as passagens efetuadas. Quando questionei por e-mail, indicaram que o valor incluía um "custo diário de utilização", contrariando completamente o que foi dito no momento da entrega. Apenas utilizei o carro 2 a 4 vezes, e em deslocações curtas. Não acredito que tal justifique a totalidade da caução. Envio de e-mails a 25 de abril, 21 e 24 de maio, sem resposta eficaz ou qualquer reembolso. Pretendo apoio para obter devolução da quantia indevidamente cobrada, bem como para responsabilizar a empresa pela incoerência nas condições e pela falta de resposta à minha reclamação. Cumprimentos.

Encerrada
P. D.
28/05/2025

Reclamação e pedido de reembolso parcial devido a erro na prescrição de óculos

Prezados(as) Senhores(as), Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente a um atendimento que recebi no vosso estabelecimento, mais concretamente com a Dra. Paula, no dia 2 de Fevereiro de 2025. Desde os meus 5 anos que utilizo óculos, e nos últimos tempos voltei a sentir dificuldades na visão, razão pela qual marquei uma consulta convosco. A Dra. Paula prescreveu-me umas lentes com características específicas (filtro azul e lentes “relax”), cuja graduação, posteriormente se verificou, estava incorreta. Durante cerca de dois meses tentei adaptar-me aos óculos sem sucesso, com sintomas como dores de cabeça e visão turva, sendo-me repetidamente dito que a adaptação levaria tempo. No entanto, procurei uma segunda opinião médica junto de um oftalmologista, que me passou uma receita adequada, com a qual finalmente consegui ver bem e sem desconforto. Infelizmente, todo este processo teve custos significativos para mim: A primeira armação custou 50 euros; As lentes erradas custaram 155 euros (totalizando 205 euros); Para corrigir a situação, tive de pagar 90 euros por umas novas lentes com a receita correta; E fui obrigada a gastar mais 110 euros numa segunda armação/lentes adicionais, pois não me foi dada a possibilidade de reembolso, apesar do erro não ter sido meu, mas sim do vosso serviço. Além disso, os primeiros óculos (com sistema de encaixe) apresentaram defeitos recorrentes e já tiveram de ser colados e enviados de volta, tornando-se mais um transtorno neste processo desgastante. Considero profundamente injusto que eu tenha arcado com todas as consequências de um erro que não cometi. Solicito, portanto, que reavaliem esta situação e que considerem uma forma de compensação justa – idealmente, um reembolso parcial (nomeadamente dos 110 euros gastos desnecessariamente) ou outra solução que demonstre responsabilidade e respeito para com o cliente. Estou disponível para fornecer todos os comprovativos e espero uma resposta da vossa parte com a máxima brevidade possível. Agradeço antecipadamente pela atenção e aguardo um retorno. Com os melhores cumprimentos, PATRICIA SILVA

Encerrada

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