Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Matosinhos caixa
Trabalhar nas caixas da IKEA Matosinhos hoje em dia está a tornar-se impossível. A pressão é constante, as chefias exigem cada vez mais e quem está na linha da frente é que sofre todos os dias. Passamos horas seguidas de pé, muitas vezes sem condições adequadas. Usamos botas de proteção pesadas, walkie-talkies, auriculares, tira-alarmes e mais equipamentos que só aumentam o peso no corpo e acabam por provocar dores, má postura e desgaste físico. No fim do dia, as costas, pernas e ombros ficam destruídos. Além disso, querem que uma pessoa faça tudo ao mesmo tempo: atender clientes, controlar várias caixas self-service, resolver problemas, ouvir reclamações e ainda manter rapidez e simpatia. A pressão é enorme e o desgaste mental é constante. Enquanto isso, muitas chefias ficam sentadas, longe da realidade de quem trabalha nas caixas, mas adoram apontar erros e criticar colaboradores. Falta compreensão, falta respeito e sobra autoritarismo. E sinceramente, os frontliners já nem fazem sentido. Já existem team leaders. Então que sejam os team leaders a ajudar nas caixas e a trabalhar realmente no terreno para merecer o salário que recebem, em vez de apenas mandarem e escolherem favoritos. Porque é isso que acontece muitas vezes: há sempre os mesmos protegidos que ficam com os melhores trabalhos, enquanto outros levam com a maior carga, pressão e stress. Isto cria injustiça, mau ambiente e desmotivação para quem realmente trabalha e dá tudo todos os dias. Quem manda devia passar uma semana inteira nas caixas para perceber o que os colaboradores enfrentam diariamente. Talvez aí existisse mais respeito por quem mantém a loja a funcionar. A IKEA parece ver apenas aquilo que lhe dá jeito: números, rapidez e resultados. Mas fecha os olhos ao desgaste físico e psicológico dos colaboradores que estão diariamente no atendimento e na linha da frente. Os colaboradores não são máquinas. Merecem respeito, apoio, melhores condições e menos pressão. Porque sem os colaboradores da linha da frente, nada funciona.
Encomenda não recebida
No dia 25 de Abril efetuei a compra online de uma máquina de lavar roupa, paga integralmente por transferência bancária. No site indicavam entrega prevista entre 27 e 29 de Abril. Após o pagamento, não recebi qualquer email de confirmação nem atualização sobre a encomenda. Contactei por telefone o apoio ao cliente por várias vezes e foi-me sempre dito que “alguém da loja online iria contactar”, o que nunca aconteceu. Enviei também email, ao qual responderam apenas que “estavam a analisar a situação”, sem qualquer esclarecimento adicional. Ao consultar posteriormente o estado da encomenda no site, verifiquei que a mesma tinha sido cancelada no dia 4 de Maio, sem qualquer aviso, explicação ou contacto da parte da empresa. Hoje é dia 8 de Maio e continuo sem receber o produto, sem qualquer informação concreta e, mais grave ainda, sem devolução do dinheiro pago. Considero esta situação extremamente grave e uma demonstração de falta de respeito pelo consumidor. Além do transtorno causado, trata-se de um eletrodoméstico essencial, cuja ausência me criou problemas totalmente desnecessários. Nos últimos meses gastei cerca de 1500€ nesta empresa, mas após esta experiência deixei de ter qualquer confiança no serviço prestado. A publicidade de prazos de entrega que depois não são cumpridos, associada à ausência de comunicação e retenção do valor pago, é inaceitável.
ikea mau
A empresa IKEA apresenta-se como uma grande empresa moderna, preocupada com as pessoas e com o bem-estar dos colaboradores. Fala constantemente de comunicação aberta, respeito, inclusão e de um ambiente de trabalho saudável. No entanto, para muitos colaboradores, a realidade é muito diferente da imagem que a empresa tenta mostrar. Sempre que surgem problemas ou denúncias, a empresa procura negar os factos. Em vez de ouvir quem sofre, cria discursos preparados e usa chefias para defender que “está tudo bem” e que a empresa é um exemplo a seguir. Existe uma preocupação constante em proteger a imagem da empresa, mesmo quando há situações graves a acontecer internamente. Muitos colaboradores sentem que não vale a pena apresentar queixas, porque quando tentam falar com direções ou chefias, estas acabam por se encobrir umas às outras. As denúncias são frequentemente desvalorizadas e a resposta mais comum é dizer que “isso nunca aconteceu” ou que “é mentira”. Cria-se uma cultura de proteção interna onde as chefias defendem sempre a empresa e entre si. Ao longo do tempo, vários colaboradores apresentaram queixas de discriminação racial por parte de chefias, relatos de maus-tratos, ameaças e comportamentos abusivos. Também existem denúncias de uma direção hostil e intimidatória, que continua a atuar dentro da empresa como se nada tivesse acontecido. Apesar da gravidade destas situações, muitas destas pessoas mantêm os seus cargos sem qualquer consequência visível. Houve ainda casos de assédio praticado por chefias que foram comunicados à diretora de People and culture e a S.O.. No entanto, segundo os relatos dos colaboradores, essas denúncias foram ignoradas ou tratadas de forma superficial, sem verdadeira investigação ou proteção para quem denunciou. Existem também situações que levantam sérias dúvidas sobre imparcialidade e justiça dentro da empresa. Há relatos e provas de colaboradores que foram pressionados a aceitar baixar a sua categoria profissional. Existem mensagens entre chefias e a responsável de people and culture relacionadas com favorecimentos pessoais, incluindo tentativas de promover determinadas colaboradoras por amizade e proximidade pessoal, em vez de mérito profissional. Além disso, são apontados conflitos de interesses dentro da própria estrutura da empresa, com casos de marido e mulher a trabalhar na mesma loja em posições de influência, bem como relações pessoais entre chefias e colaboradores, o que coloca em causa a igualdade de tratamento, a imparcialidade nas decisões e a confiança no ambiente de trabalho. O mais preocupante é que este tipo de ambiente cria medo, silêncio e sofrimento entre os colaboradores. Muitas pessoas acabam por sentir que não podem falar sem correr o risco de represálias, isolamento ou perda de oportunidades dentro da empresa. Quando uma empresa escolhe proteger a sua imagem em vez de proteger os seus colaboradores, contribui para normalizar comportamentos abusivos, injustiças e favoritismos. A gravidade destas situações não deve ser minimizada. Discriminação, assédio, intimidação, abuso de poder e favorecimento pessoal no local de trabalho têm consequências sérias na saúde mental, emocional e até física das pessoas. Nenhuma empresa, por maior ou mais conhecida que seja, deve estar acima da responsabilidade de ouvir, investigar e agir perante denúncias tão graves. Ignorar estes problemas não os faz desaparecer — apenas permite que continuem a acontecer. Claudio Valente não é people
Encomenda online e portes de envio
Exmos. Senhores, Exponho a presente reclamação relativa a uma encomenda online efetuada a 17/01, com entrega na loja Benetton de Braga (Braga Parque), pela qual paguei 7 € de portes. A encomenda só ficou disponível para levantamento a 28/01 (ultrapassando o prazo indicado para entrega), tendo permanecido em loja por um período manifestamente insuficiente para recolha. A empresa cancelou a encomenda de forma automática, mas recusou o reembolso dos portes de envio. Contactei o apoio ao cliente a 12/02 e novamente a 22/03, tendo ficado sem resposta. A empresa só me contactou no dia 20/04, após reclamação no Portal da Queixa. A recusa de devolução dos portes não apresenta fundamento legal, uma vez que se trata de um contrato celebrado à distância, abrangido pelo Decreto-Lei n.º 24/2014, sendo devido o reembolso de todos os montantes pagos, incluindo custos de entrega. A política comercial da empresa relativa a ''portes grátis apenas para compras superiores a 100 €'' diz respeito às condições da compra e não pode prevalecer sobre normas legais imperativas aplicáveis ao reembolso, em caso de resolução ou cancelamento do contrato. Acresce ainda que no site da empresa não existe informação clara e transparente sobre a não devolução do valor dos portes, em caso de devolução/cancelamento da encomenda, o que reforça a falta de informação ao consumidor. Face ao exposto, solicito o reembolso do valor de 7 € correspondente aos portes de envio indevidamente retidos. Melhores cumprimentos, Sandra Castro
Produto Danificado
Exmos. Senhores, Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à compra de um frigorífico Hisense RB3K330SAIC, adquirido no dia 30/04/2026 e entregue na minha residência no dia 06/05/2026. No momento da entrega, verifiquei que o equipamento apresentava várias amolgadelas nas portas, encontrando-se claramente danificado. Após inúmeras tentativas de contacto telefónico com a vossa loja, consegui finalmente falar com um responsável, que me solicitou o envio de fotografias comprovativas dos danos existentes. As fotografias foram enviadas de imediato por email, conforme solicitado, tendo-me sido garantido que seria contactado no próprio dia ou, no máximo, no dia seguinte (07/05/2026) para resolução da situação. Contudo, até à presente data, não recebi qualquer contacto, esclarecimento ou proposta de resolução. Além disso, tentei novamente contactar a loja por telefone, tendo efetuado mais de 20 chamadas sem qualquer sucesso ou resposta. Considero esta situação inadmissível, tanto pela entrega de um artigo danificado como pela ausência total de apoio ao cliente e falta de resposta aos contactos efetuados. Desta forma, informo que já não pretendo a substituição do equipamento, solicitando antes o cancelamento da compra e o reembolso integral do valor pago, incluindo quaisquer custos associados à entrega. Com os melhores cumprimentos,
Reclação de defeito estrutural não aceite
Exposição de factos e fundamentação jurídica da não aceitação da segunda reclamação (Decreto‑Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro) No âmbito da reclamação apresentada relativamente a uma raquete de padel da marca Cork Padel, adquirida pelo consumidor pelo valor de €399,00, vem a empresa expor os factos e fundamentar juridicamente a decisão de não aceitação da segunda reclamação apresentada sobre o mesmo artigo, à luz do disposto no Decreto‑Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro, que estabelece o regime aplicável à venda de bens de consumo e às garantias associadas. 1. Factos relevantes 1.1. O consumidor adquiriu uma raquete de padel da referida marca, a qual, após poucas semanas de utilização em condições normais, apresentou uma fissura estrutural. 1.2. Na sequência dessa ocorrência, foi apresentada reclamação junto da empresa. Embora não tenha sido possível comprovar de forma inequívoca a existência de um defeito de fabrico imputável ao produtor ou fornecedor, a empresa, a título excecional e sem reconhecimento de responsabilidade, procedeu à substituição do bem, nos termos previstos no regime da garantia. 1.3. Decorridas cerca de 4 a 5 semanas de utilização em contexto de treino regular, o bem de substituição apresentou novamente uma fissuração localizada exatamente no mesmo ponto estrutural do produto inicialmente adquirido. 1.4. Foi então apresentada uma segunda reclamação, solicitando nova substituição do artigo. 2. Enquadramento legal 2.1. Nos termos do artigo 13.º do Decreto‑Lei n.º 84/2021, em caso de falta de conformidade do bem, o consumidor tem direito à reposição da conformidade, nomeadamente através da reparação ou substituição, desde que tal não seja impossível nem constitua um encargo desproporcionado para o profissional. 2.2. O mesmo diploma legal estabelece ainda que as soluções previstas devem ser adequadas, eficazes e razoáveis, tendo em consideração: o valor que o bem teria se estivesse conforme; a gravidade da alegada falta de conformidade; e a possibilidade de a solução proposta resolver definitivamente o problema. 2.3. A repetição de uma falha estrutural idêntica, no mesmo local, em dois bens distintos, utilizados em condições comparáveis e por períodos semelhantes, evidencia que a situação não corresponde a um defeito pontual ou isolado suscetível de ser resolvido por sucessivas substituições. 2.4. Pelo contrário, esta reincidência é tecnicamente compatível com uma deficiência de natureza estrutural, potencialmente associada ao processo produtivo, às matérias‑primas utilizadas ou ao próprio desenvolvimento e conceção do produto, circunstância que extravasa o âmbito normal da aplicação do mecanismo de substituição previsto no regime da garantia. 3. Fundamentação da decisão 3.1. A empresa já procedeu, uma vez, à reposição da conformidade do bem, através da substituição integral do produto, em cumprimento do disposto no Decreto‑Lei n.º 84/2021, e sem reconhecimento da existência de defeito de origem. 3.2. A apresentação de uma segunda reclamação, assente na repetição exata da mesma falha estrutural, demonstra que a substituição por produto idêntico não constitui uma solução eficaz nem definitiva, podendo configurar uma medida desproporcionada, nos termos legalmente previstos. 3.3. Nestes termos, e no respeito pelos princípios da proporcionalidade, razoabilidade e equilíbrio contratual, a empresa decidiu não aceitar a segunda reclamação apresentada, por se entender que a situação não se enquadra num regime de substituições sucessivas, mas antes numa questão cuja resolução adequada deverá ocorrer ao nível da reavaliação técnica e do desenvolvimento do produto pelo fabricante.
Avaria no carro
Venho por este meio proceder a uma reclamação ao serviço da AMF de Gaia, mais especificamente à Citroën. O meu veiculo ja se encontra nas instalações desde dia 17 de Abril de 2026 e até agora ainda não me apresentaram qualquer solução seja ela relativamente ao arranjo do meu carro ou mesmo para me darem um carro de substituição. No dia 28 de Abril de 2026 entrei em contacto com a AMF de Gaia em que me foi referido que o meu veículo estava na oficina, mais especificamente no elevador para verificarem o que realmente se passava. Assim sendo, refiro que em nenhum momento dei autorização para procederem aos trabalhos que realizaram no meu carro, ou seja, recuso-me a pagar qualquer tipo de despesas inerentes a esta situação. Uma vez que o fizeram sem o meu consentimento espero que assumam todas as despesas, inclusive mão de obra e tudo o que for reparado. Foi-me também informado que a corrente de árvore de cames NY5 rebentou, ou seja, a peça que esta a decorrer uma campanha para substituição e que nao fui informado para a sua mudança. O que me dizem é que tenho de aguardar por uma resposta da marca Citroën. Tenho um carro que me custou 18.000€ parado sem qualquer data de o voltar a ter, nem com qualquer resolução. Está-me a causar transtornos a nível pessoal e profissional, pois toda a logística que tenho de fazer com a minha familia tendo só 1 carro neste momento, faz com que todos os dias chegue atrasado ao trabalho. Quem se vai responsabilizar caso tudo isto me prejudique a nível profissional e pessoal? Procedo a esta reclamação para demonstrar o meu descontentamento com marca Citroën e com a AMF de Gaia por não encontrarem uma solução, exigirem dinheiro por um erro de fabrico e ainda não me terem dado uma data de resolução do problema. Fico aguardar uma resposta. Atenciosamente, Bruno vieira
Reembolso não recebido
À equipa de suporte da Shein, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa ao reembolso da minha encomenda, processada sob o ID de Devolução: UR1XAFE07UY6 e o código de rastreamento 0082900090009700009946. A devolução foi entregue e recebida nas vossas instalações no dia 21 de abril de 2026. O valor total dos artigos devolvidos perfaz 52,83€. No entanto, apenas recebi o reembolso de 11,48€, estando em falta o montante de 41,35€. Já tentei contactar o suporte diversas vezes, tendo recebido apenas respostas automáticas e pedidos de espera sem qualquer fundamento ou resolução. Hoje, dia 8 de maio, passados mais de 15 dias após a receção dos artigos, continuo sem o meu dinheiro. Os artigos devolvidos e não reembolsados incluem os seguintes SKUs: sh2406016031453146, sz2410315784538754, sh2405197831867986, sh2501031024536796, sh25072324688767992, sh2303149704520280, sh251225112704605943943, sh2405182021773326, sh25030466560253737, sh2401062072118185, sh25041064408598282, sz25031386708668724, sz25031388779184467, sz2412271132040330, sh2305129358464600, sh2305129358401006, sh2403145534502037, sh260226160543488079886, sh25050288294647153, sh25050288294601924. Exijo o reembolso imediato do valor em falta (41,35€) no método original de pagamento, conforme as regras da vossa plataforma e os direitos do consumidor. Caso a situação não seja resolvida nas próximas 48 horas, avançarei com queixa formal junto das autoridades competentes e do Centro Europeu do Consumidor. Aguardo uma resposta humana e uma prova de processamento do reembolso. Atentamente, Sofia Nogueira
Ainda não recebi encomenda
No dia 21 de Abril, fiz uma encomenda á Primor, e no dia 23 de Abril recebi informação da transportadora Paack que iria receber a encomenda no dia 26 Abril, hora bem, até á presente data ainda não recebi nada, já fiz 3 reclamações para a transportadora e a única coisa que fazem é reagendar a encomenda diariamente. Também já reclamei para a Primor no dia 5 de Maio e dois dias depois nem sequer resposta obtive, claro que hoje voltei a reclamar. Quero saber onde está a minha encomenda e quem se responsabiliza pela mesma?
Encomenda não recebida
Exmos. Senhores, Em 10/01/2026 adquiri dois roupeiros ,pelo valor de 529,10€ euros. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia 5 dias úteis . Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços e não obtive a resposta de que o bem está para entrega. Assim sendo, exijo, no prazo máximo de 8 dias, procedam à entrega do referido dos roupeiros , sob pena de resolução do contrato, e sem prejuízo do direito de indemnização por eventuais danos causados. Cumprimentos.
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
