Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
A. P.
10/05/2026

Pedido do reembolso do valor pago pelo equipamento

Exmos. Senhores, Em 02.08.2024 adquiri, um Aspirador SE 4002 1400W Karcher por 239.95€. A fatura recibo é n° 12922/2024. Sucede que este apresenta defeito: a máquina deixou de deitar o produto de limpeza. Comuniquei-vos de imediato o problema, em 26.03.2026, para que procedessem à reparação. O artigo encontra-se na vossa posse desde essa data, como passaram mais de 30 dias sem que me devolvessem o artigo reparado considero o contrato incumprido da vossa parte, pelo que exijo que me devolvam o dinheiro pago pelo equipamento ou a troca por um equipamento novo. Se isso não acontecer tomarei todas as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.

Encerrada
W. L.
10/05/2026

Reclamação formal – Danos causados em equipamento durante reparação e incumprimento do dever de res

Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativamente ao serviço prestado pela Worten Resolve do Centro Comercial Colombo, devido à forma negligente como o meu equipamento foi manuseado, aos danos causados durante a reparação e à falta de transparência no tratamento posterior da reclamação. Dirigi-me à loja Worten Resolve com o objetivo exclusivo de substituir a bateria do meu iPhone, uma vez que esta se encontrava degradada (“viciada”) e porque existia uma campanha promocional no valor de 67€. Antes de entregar o equipamento, questionei expressamente o funcionário sobre a origem do ligeiro levantamento do ecrã, perguntando se poderia tratar-se apenas da cola do ecrã a descolar. O funcionário respondeu de forma clara e segura que se tratava de uma bateria inchada que estaria a pressionar o ecrã, garantindo-me que, após a substituição da bateria, o telefone voltaria a ficar em perfeitas condições. Desloquei-me propositadamente ao Centro Comercial Colombo apenas para esta reparação, utilizando inclusive uma mota de aluguer (Elektra), levando comigo apenas o telefone para o respetivo serviço. Após cerca de duas horas, prazo indicado para a reparação, regressei à loja e, para meu total espanto, nenhum funcionário sabia informar do paradeiro do meu equipamento nem identificar quem tinha realizado a intervenção técnica. Após aproximadamente 30 minutos de espera, surgiu o funcionário responsável, informando-me que, alegadamente, após colocar o equipamento no “forno” utilizado para intervenção técnica, o ecrã teria deixado de funcionar, permanecendo totalmente preto. Mais grave ainda, o próprio funcionário admitiu que não realizou qualquer verificação do estado do equipamento no momento da receção, procedimento que, segundo o supervisor presente, constitui um passo obrigatório do protocolo interno da empresa. Tal omissão demonstra uma clara negligência no processo de receção do equipamento. O meu telefone encontrava-se plenamente funcional à data da entrega, incluindo o ecrã original Apple, sendo o único motivo da deslocação e reparação a substituição da bateria. O próprio equipamento tinha resposta ao toque, encontrava-se ligado e funcional, sendo impossível que o técnico não tivesse observado o ecrã operacional, até porque necessitou de desligar o aparelho para proceder à intervenção. Caso o ecrã apresentasse qualquer anomalia prévia, tal deveria ter sido comunicado imediatamente no ato da receção, o que não aconteceu. Quando procurei responsabilização pelo sucedido, o supervisor adotou uma postura hostil, defensiva e manifestamente pouco profissional, recusando assumir responsabilidades pelos danos causados e apresentando justificações contraditórias, acabando inclusivamente por contradizer o seu próprio funcionário relativamente aos procedimentos obrigatórios de verificação do equipamento. Apesar de reconhecerem uma fissura existente na tampa traseira do iPhone, tentaram usar esse facto para desresponsabilização, ainda que tal dano não tenha qualquer relação lógica ou técnica com a falha súbita do ecrã após intervenção interna no equipamento. Como consequência direta da intervenção da loja, vi-me coagido a suportar um custo adicional de 167€ pela substituição de um ecrã não original, de qualidade manifestamente inferior ao original Apple, apresentando diversos defeitos visuais, nomeadamente ao nível das cores e da qualidade geral de imagem, resultando numa clara desvalorização e degradação do meu equipamento. Foi ainda referido pelos funcionários que existiriam imagens de videovigilância da situação, tendo eu próprio sugerido que as mesmas fossem analisadas para comprovar que o telefone se encontrava funcional no momento da entrega, nomeadamente com o ecrã ligado e operacional. Face à gravidade da situação, dirigi-me à PSP, onde fui aconselhado a apresentar reclamação no Livro de Reclamações e aguardar resposta no prazo legal de 15 dias, o que fiz. No entanto, terminado esse prazo, não recebi qualquer resposta formal da entidade competente relativamente à reclamação apresentada. Em vez disso, fui apenas contactado telefonicamente pelos escritórios da Worten, numa tentativa de justificar informalmente a situação e encerrar o caso sem resolução efetiva, algo que recusei aceitar. Após novo contacto com a PSP, fui informado de que, não tendo recebido comunicação formal da entidade responsável pela reclamação, poderá ter ocorrido incumprimento legal do dever de resposta e eventual falha no correto encaminhamento da reclamação, situação suscetível de constituir contraordenação grave. Assim, venho exigir: 1. O reembolso integral do valor pago pelo ecrã não original (167€), imposto em consequência de danos causados durante a intervenção técnica da Worten Resolve; 2. A reposição do equipamento em condições equivalentes às existentes no momento da entrega, preferencialmente mediante instalação de componente original ou compensação adequada; 3. O esclarecimento formal, por escrito, relativamente ao tratamento dado à minha reclamação do Livro de Reclamações e respetivo número/processo; 4. A preservação e eventual análise das imagens de videovigilância referentes ao período da entrega e reparação do equipamento. Caso não exista resolução adequada da situação, reservo-me o direito de apresentar participação junto das entidades competentes de defesa do consumidor, arbitragem de conflitos de consumo e demais meios legais aplicáveis. Com os melhores cumprimentos,

Encerrada
R. D.
09/05/2026

Reembolso não recebido

Exmos. Senhores, Em 05/04/2026, comprei-vos, através do vosso site, 5 Câmeras e 5 cartões de memória por 32,57€. A referência da encomenda é 8210503882793170. Contudo, recebi os produtos em 19/04/2026 e sua qualidade estava muito aquém do anunciado. Abri um processo de devolução, postei os produtos, paguei mais 12,25€ pela postagem, e eles foram recebidos em seu armazém em 22/abr. Desde então, venho tentado contato para receber o reembolso, pois o sistema de vocês não atualiza o status do envio e mostra como ainda em trânsito. Após várias tentativas, o processo de devolução dos cartões de memória avançou e foi negado, sem nenhuma justificativa. Hoje, depois de várias tentativas novamente, consegui a informação de que vocês julgaram, sem nenhuma prova, que não corresponde ao produto original. Até esta data, as câmeras ainda constam como em trânsito e nos contatos, vocês só fazem solicitar mais prazo para análise, sendo que nenhum deles é cumprido. Não aceito esta posição de modo algum, e exijo a restituição imediata do preço que paguei, além das despesas de postagem orientadas por vocês, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.

Encerrada
I. N.
09/05/2026

Vinted – devolução com danos e decisão injustificada

Exmos. Senhores, Venho solicitar o apoio da DECO relativamente a um litígio de consumo com a plataforma Vinted UAB, sediada na Lituânia, decorrente de uma transação efetuada através da referida plataforma, da qual resultou um prejuízo financeiro direto para a minha parte, sem que me tenha sido dada uma resolução justa, fundamentada ou qualquer possibilidade de recurso. No âmbito desta transação, vendi um equipamento eletrónico antigo pelo valor de 12€, o qual se encontrava plenamente funcional no momento do envio. Esta condição estava devidamente refletida no anúncio, quer através da descrição, quer através de fotografias, tendo sido igualmente esclarecido que, devido à antiguidade do equipamento, existiam características normais de utilização, nomeadamente a necessidade de uma ligeira pressão natural na ligação do cabo de alimentação para assegurar contacto estável, sem qualquer comprometimento do funcionamento. Após receção do artigo, o comprador alegou insatisfação com o equipamento, essencialmente por este não corresponder às suas expectativas pessoais. Apesar de considerar que o artigo estava conforme descrito e plenamente funcional, aceitei a devolução de boa fé e, inclusive, suportei os custos de devolução no valor de 2,65€. Aquando da receção do artigo devolvido, constatei que o mesmo não se encontrava nas condições em que foi enviado, apresentando danos físicos evidentes e tendo deixado de funcionar completamente. Entre os danos verificados destaco: * Folgas anormais nos encaixes; * Marcas visíveis de forçamento; * Danos físicos na estrutura; * Parafusos em falta e outros soltos no interior do equipamento; * Perda total de funcionalidade. Ao efetuar uma inspeção mais detalhada, verifiquei inclusivamente indícios claros de que o equipamento terá sido aberto e manipulado após a entrega ao comprador, sendo os danos observados incompatíveis com transporte normal ou simples utilização. Comuniquei toda esta situação à Vinted, fornecendo fotografias comparativas do antes e depois, explicações técnicas, esclarecimentos adicionais solicitados pela plataforma e colaboração total durante toda a investigação. Apesar disso, a decisão final da Vinted consistiu em: * Reembolsar integralmente o comprador, sem qualquer responsabilização aparente; * Atribuir-me apenas 4€ a título de “gesto comercial sem compromisso futuro”. Esta compensação apenas cobre parcialmente os custos de devolução que suportei (2,65€), resultando num prejuízo real de aproximadamente 10,65€, para além de ficar na posse de um equipamento danificado e sem funcionamento. Após contestar esta decisão e solicitar esclarecimentos concretos sobre os critérios utilizados, bem como informação sobre eventual mecanismo de recurso, a plataforma recusou fornecer qualquer fundamentação objetiva, limitando-se a referir que a decisão seguia “processos internos”, que não poderia ser alterada, e encerrando unilateralmente o processo sem qualquer possibilidade de contestação. Considero que esta atuação viola princípios básicos de equilíbrio contratual, transparência, boa fé e proteção do consumidor/utilizador da plataforma, deixando uma das partes claramente prejudicada sem qualquer fundamentação objetiva ou mecanismo efetivo de defesa. Venho assim solicitar análise jurídica da situação e apoio da DECO relativamente às vias disponíveis para exigir uma resolução justa, nomeadamente a responsabilização pelos danos causados ou o ressarcimento integral do prejuízo sofrido. Com os melhores cumprimentos, Ivo Neves Nome de utilizador na plataforma Vinted: ivorodrigues1

Encerrada
C. V.
09/05/2026

PRODUTOS ENGANOSOS

Venho apresentar reclamação relativamente a duas encomendas efetuadas na plataforma Temu, realizadas em períodos semelhantes, nas quais recebi vários produtos com defeitos, de qualidade extremamente baixa e completamente diferentes do que é anunciado no site. Entre os problemas encontrados destaco: * Adesivos que não aderem mais do que alguns segundos; * Lençol enviado com tamanho incorreto relativamente ao que foi comprado; * Vernizes recebidos já estragados/inutilizáveis; * Luz recebida partida; * Produtos sem qualquer qualidade mínima e claramente enganosos face às imagens e descrições apresentadas no momento da compra. Esta é já a segunda situação semelhante que acontece comigo na Temu, o que me faz sentir completamente enganada enquanto consumidora. O valor total das encomendas ultrapassa os 100€, sendo inaceitável receber artigos nestas condições. Exijo o reembolso integral do valor pago, sem qualquer obrigação de devolução dos produtos, uma vez que: * o erro não foi da minha responsabilidade; * os produtos tiveram de ser abertos apenas para teste/verificação; * muitos dos artigos não têm qualquer utilidade devido à péssima qualidade e defeitos apresentados. Considero esta situação uma prática comercial enganosa e solicito resolução urgente do problema e devolução total do montante pago. Já apresentei reclamação perante a Temu mas não quiseram resolver, ainda me ofereceram um voucher pelo qual era necessário eu gastar 135€ para receber um desconto de 15%. Também pedi as informações de empresa pelo qual me negaram as mesmas.

Resolvida
I. L.
09/05/2026

Ausência de resposta e falta de resolução de produto avariado

No dia 16/10/2025 adquiri um televisor de 55 polegadas na loja Conforama Amadora, correspondente à fatura n.º FT A 13/121321. No dia 05/02/2026 o equipamento apresentou avaria com menos de quatro meses de utilização. Após a avaria, entrei em contacto com a empresa por e-mail a comunicar a situação. Após uma semana sem obter resposta, desloquei-me à loja Conforama Amadora com o equipamento, solicitando a sua substituição devido ao curto período de utilização e à perda de confiança na fiabilidade do produto. O pedido foi recusado pela colaboradora do serviço pós-venda, tendo sido informado de que a loja não poderia receber o televisor por falta de espaço e que seria obrigatória assistência técnica ao domicílio, devendo regressar a casa com o equipamento. Apesar de não concordar com a solução apresentada, segui parcialmente as indicações transmitidas pela loja e enviei novo e-mail no dia 12.02.2026, reiterando a avaria e o pedido de substituição ao abrigo do Decreto-Lei n.º 84/2021. Até à presente data, 08/05/2026, nunca obtive qualquer resposta, contacto, agendamento de assistência técnica ou proposta concreta de resolução por parte da Conforama. Assim, venho apresentar reclamação pela ausência de resposta e resolução de um equipamento avariado dentro do período legal de garantia, solicitando a substituição do televisor ou outra solução legalmente adequada, nos termos da legislação de defesa do consumidor.

Resolvida
M. D.
09/05/2026
ANI SHOES

encomenda recebida mas mal....

fiz encomenda de umas sapatilhas dia 26 de abril e chegaram dia28 ,pagamento a cobrança no valor de 47.50€ ao transportador. sapatilhas em nada correspondem ao encomendado…. pedi uma cor veio outra em nada parecido tamanho encomendado 37 chegou um 38.... e nem palmilhas trazem…. enviei vários e-mails sem resposta e consegui estar em contacto com alguém da pagina pelo Messenger que já me disse que não aceitam fazer a devolução do valor…. pior que tudo e que não tenho o respectivo talão da compra pois não veio com a encomenda. estou entretanto a falar com esse alguém a exigir que me enviem o talão e nada… tenho as fotos do artigo encomendado e as fotos do que efetivamente chegou. tenho estes dados -anitashoes. ramiroantonio089@stores-emails.com numero do pedido-51887 feito dia 26 de abril 2026 tenho as fotos e conversas registadas.

Encerrada
M. V.
09/05/2026

Encomenda não concluída

Exmos. Senhores, Em 26/03/2026 efetuei uma encomenda, a qual por motivos de saúde não pode efetuar o levantamento, pelo valor de 78,90€. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo ARR897/335612, como não foi possível levantar a encomenda, conforme consta das vossas condições, a mesma é cancelada automaticamente e devolvido o valor da mesma. Contudo, até à presente data, o mesmo não foi efetuado. Já efetuei vários contatos junto dos vossos serviços, inclusive presencialmente na loja onde seria efetuado o levantamento no dia 29/04/2026 e obtive a resposta de que seria resolvido com a maior brevidade. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo, solicito a resolução do contrato celebrado, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização. Cumprimentos.

Em curso
M. L.
09/05/2026

Encomenda Não Levantada

Exmos. Senhores, Em 08/03/2026 efetuei uma encomenda, a qual não pode efetuar o levantamento, pelo valor de 36,44€. O pagamento foi efetuado no momento com saldo do Cartão Continente. Conforme fatura-recibo, como não foi possível levantar a encomenda, conforme consta das vossas condições, a mesma é cancelada automaticamente e devolvido o valor da mesma. Contudo, até à presente data, o mesmo não foi efetuado. Já efetuei vários contatos junto dos vossos serviços, inclusive presencialmente na loja onde seria efetuado o levantamento no dia 29/04/2026 e obtive a resposta de que seria resolvido com a maior brevidade. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo, solicito a rescisão do contrato celebrado, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização. Cumprimentos.

Resolvida
A. S.
09/05/2026

Rotura de stock sem contacto

A 30 de abril de 2025 efectuei a encomenda n.º 100120446 na loja online kibo.pt, referente a uma máquina de lavar roupa Bosch, com prazo de entrega anunciado de 1 a 3 dias úteis. A empresa vendeu-me um produto em rutura de stock, sem qualquer informação prévia. A encomenda permaneceu em estado «Processamento» durante mais de 5 dias úteis, sem qualquer contacto proactivo da empresa. Tentativas de contacto: — Email enviado a 5 de maio, sem qualquer resposta; — Múltiplas tentativas telefónicas sem sucesso; — Contacto telefónico obtido: operador reconheceu a existência de um problema, prometeu contacto nesse mesmo dia — o que não aconteceu; — Só a 6 de maio recebi email da Kibo a informar a rutura de stock, sem data de reposição. Nesse mesmo dia 6 de maio, imediatamente após receber o email da Kibo, respondi por escrito a solicitar o reembolso integral. Até à data desta reclamação não obtive qualquer resposta nem foi efectuado qualquer reembolso. Estive sem máquina de lavar desde 29 de abril, por incumprimento exclusivo da empresa. Pretensões: 1. Reembolso integral e imediato; 2. Compensação pelos danos causados (custos com lavandaria, tempo despendido); 3. Registo formal desta prática de venda de produtos sem stock disponível.

Encerrada

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