Reclamações públicas

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A. C.
11/05/2025

Artigo danificado sem solução

Exmos. Senhores, Em Dezembro adquiri 1 ar condicionado multisplit e marcaram a montagem para a semana seguinte. Fui contactada perto da data a informar que afinal não havia técnico disponivel e teria de esperar 1mês pela instalação. A instalação correu pessimamente, pois durou 2dias e disseram que seria apenas uma manhã. O serviço prestado foi péssimo, deixaram os quartos com muita sujidade de um dia para o outro, cabos pendurados, x-actos abertos no chão, pó em todo o lado e a caixa do estore ficou cheia de pedras derivado aos furos que fizeram na parede. Após a montagem, ao fim de algumas semanas, começou a dar o erro F6 nas máquinas. Contactei a Worten e após 3deslocações de empresas parceiras,num periodo de 2meses,nenhuma conseguiu resolver o problema. Dirigi-me várias vezes à loja para tentar solucionar o problema e numa das deslocações, pedi para falar com o responsável de loja, a fim de devolver o equipamento. Falei com o Sr.Domingos (loja da Amadora) que informou que na segunda-feira seguinte (era sexta-feira 25Abril) me ligaria para resolver o problema. Passou uma semana e não fui contactada. Desloquei-me novamente à loja e no apoio ao cliente informaram que o Sr. Domingos se tinha esquecido de resolver o problema e estavam sem sistema informático e não era possivel proceder à devolução e teria de esperar pela resposta da supervisora. Passou mais uma semana e recebi apenas um telefonema a informar que iriam proceder à devolução mas teria de esperar chamada do técnico que vai fazer a desinstalação e aguardar que o equipamento chegue ao Entreposto. Ao fim de 5meses continuo com o problema por resolver, querendo comprar em outra loja, estou dependente da Worten para conseguir fazê.lo. O serviço prestado quer em loja, quer no apoio ao cliente via telefone é péssimo, nunca conseguem dar uma solução. Esta compra era de extrema importância pois tive 2bebés em Novembro e por esse motivo fiz a compra logo em Dez. Nunca consegui usufruir por completo do equipamento. Cumprimentos.

Encerrada

Pedido de emissão de Dístico de Deficiente

Exmos. Senhores, Em 24 de Fevereiro, enviei um Atestado Médico de Incapacidade Multiuso em que me é atribuída uma incapacidade de 98%. Tenho muitas dificuldades de locomoção e solicitei a emissão de um Dístico de Estacionamento. Tenho que me deslocar com frequência para terapias, consultas, exames, etc e é essencial que possa estacionar nos lugares reservados para esse fim. Até esta data, quase três meses depois continua em processamento!!! Não compreendo tanta demora para a simples emissão de um dístico. Solicito a sua emissão urgente. Cumprimentos.

Encerrada
F. C.
11/05/2025

Cancelamento de voo

Assunto: Pedido de compensação – Cancelamento de voo IB0539 Madrid → Lisboa, data: 28 de Abril de 2025 Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a companhia aérea Iberia, ao abrigo do Regulamento (CE) nº 261/2004, relativo aos direitos dos passageiros em caso de cancelamento de voos, atraso ou recusa de embarque. O meu voo IB0539, com partida prevista de Madrid para Lisboa no dia 28 de Abril de 2025, foi cancelado em cima da hora, após uma longa espera no aeroporto. A companhia não prestou qualquer tipo de assistência (alojamento, refeições ou transporte), obrigando-me a pernoitar por minha conta e risco, até conseguir ser reencaminhado no voo do dia seguinte IB0533, com chegada a Lisboa com um atraso superior a 12 horas face ao plano inicial. Apesar de compreender que o cancelamento possa ter estado relacionado com um alegado apagão (circunstância extraordinária), recordo que, mesmo nesses casos, o Regulamento obriga a companhia aérea a prestar assistência adequada, o que não foi cumprido. Nem tão pouco disponibilizou qualquer informação. Assim, para mim, Francisco António Pinto Coelho e para a minha mulher, Cristina Maria dos Santos Cavaco, venho requerer: 1. Compensação no valor de 250€, de acordo com o artigo 7.º do Regulamento CE 261/2004, aplicável a voos intracomunitários inferiores a 1.500 km, cancelados sem aviso prévio de pelo menos 14 dias; 2. Reembolso integral das despesas suportadas com alimentação, alojamento e transporte no período de espera, no valor de 46.20 €uros, cujo comprovativo anexo. Caso não obtenha resposta ou resolução favorável no prazo de 14 dias úteis, reencaminharei a reclamação para a Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC) e para o Centro Europeu do Consumidor, podendo ainda recorrer a meios judiciais. Com os melhores cumprimentos, Francisco António Pinto Coelho N.º reserva JS71K Rua Ana de Castro Osório Nº1 7ºA 1500-038 Lisboa Email – fcoelho55@gmail.com / Telefone -- +351 934352100

Resolvida
S. C.
11/05/2025

Credito de construção

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar a minha reclamação relativamente ao processo de financiamento que iniciei junto da vossa instituição há cerca de quatro meses, referente a um projeto habitacional constituído por duas casas de madeira, com projeto já aprovado pela respetiva Câmara Municipal. Desde o início, toda a documentação foi entregue conforme solicitado (em novembro de 2024). No entanto, mesmo com o processo documental completo e em ordem, o financiamento arrastou-se por mais de quatro meses sem qualquer resolução clara. No início de fevereiro foi-nos garantido que a aprovação seria concluída em 1 a 2 dias úteis. Com base nessa promessa, deslocámo-nos propositadamente a Portugal com a intenção de assinar toda a documentação necessária. Contudo, durante os oito dias em que estivemos no país, o banco foi sucessivamente adiando o processo, até que, no último dia antes do nosso regresso ao Reino Unido, nos foi dito para não nos preocuparmos, pois poderíamos assinar tudo online, à distância. Essa informação revelou-se falsa algumas semanas depois, quando nos foi comunicado que afinal teríamos de nos deslocar novamente a Portugal, em abril, para assinar presencialmente a escritura. Entre fevereiro e abril, recebemos diversos contactos telefónicos nos quais nos foram transmitidas informações contraditórias, muitas das quais se revelaram falsas. Essas informações erradas levaram-nos a adiar decisões importantes e a transmitir dados incorretos à empresa construtora responsável pelo projeto. Acresce que, ao longo do processo, nos foi dito várias vezes que já havia uma pré-reserva para assinatura da escritura e que tudo estava alinhado, restando apenas algumas “pequenas burocracias internas”. Esta informação passou-nos confiança de que tudo estava encaminhado e sob controlo. No entanto, fomos surpreendidos no final com a comunicação de que, afinal, o crédito não estava aprovado. Ora, como é possível marcar uma escritura sem financiamento validado? Esta incoerência demonstra uma enorme falta de rigor e seriedade por parte da vossa equipa. Para além da inaceitável demora, fomos surpreendidos com a justificação final de que o financiamento não poderia ser aprovado por se tratar de duas casas no mesmo terreno — argumento que nunca nos tinha sido referido anteriormente. Importa salientar que tanto a arquiteta responsável pelo projeto como o avaliador externo refutaram essa incompatibilidade, confirmando nos respetivos pareceres que o projeto e a documentação estavam conformes e em condições de financiamento. Depois de muita insistência da nossa parte, com prazos apertados e pressão constante sobre os vossos colaboradores, foi-nos então transmitido que a única forma de avançar com a aprovação do crédito de duas casas seria garantirmos, por nossa conta, o valor adicional necessário para a construção das fundações — cerca de 11 mil euros. Apesar de não termos sido informados desta exigência no início, respondemos em menos de 24 horas, confirmando que tínhamos essa verba disponível e prontos a avançar. No entanto, passámos novamente semanas sem qualquer resposta, sem retorno de chamadas, e sem conseguirmos falar com alguém responsável. Mais tarde, foi-nos dito que afinal teríamos também de assegurar os 65 mil euros correspondentes ao início da fase de fabrico das casas, pois a Caixa apenas libertaria as tranches posteriormente. Isto é inadmissível, pois contradiz tudo o que nos tinha sido indicado até então e no total já tínhamos disponibilizado cerca de 38 mil euros de capital próprio. A constante mudança de critérios e exigências pareceu-nos uma tentativa deliberada de nos empurrar para desistir do crédito. Sentimo-nos discriminados enquanto portugueses residentes no estrangeiro, como se o nosso esforço para regressar e investir em Portugal não fosse valorizado. Esta situação resultou em prejuízos financeiros diretos, incluindo o aumento dos custos de fabrico (cujo preço inicial já estava fixado) e o pagamento antecipado de 20% do valor total. Acresce um impacto emocional considerável, com elevados níveis de ansiedade e instabilidade no seio da nossa família. Adicionalmente, a forma como fomos tratados pela equipa responsável foi, em muitos momentos, desrespeitosa e negligente. Os documentos foram solicitados repetidamente, como se os anteriores nunca tivessem sido entregues, revelando uma clara desorganização interna. Nunca obtivemos respostas claras por email, sendo as comunicações feitas quase exclusivamente por telefone, o que demonstra falta de ética, transparência, e profissionalismo. Para além disso, sentimos que o processo foi conduzido por alguém sem a experiência necessária para lidar com a complexidade da situação. O mais preocupante é o facto de, aparentemente, a documentação do projeto só ter sido analisada com o devido rigor na última semana — após quatro meses de espera. Inclusive, quando solicitámos um endereço de email para formalizar uma reclamação, o nosso pedido foi recebido com desdém. Gostaria ainda de sublinhar que somos emigrantes que pretendem investir e regressar ao seu país de origem, o que torna a falta de profissionalismo, de empatia e de respeito pelo cliente ainda mais inaceitável. A má gestão, a falta de comunicação clara e a postura desinteressada demonstrada ao longo de todo o processo são incompatíveis com os valores que se esperam de uma instituição bancária como a Caixa Geral de Depósitos. Por todos estes motivos, apresento formalmente esta reclamação e informo que não pouparei esforços em divulgar esta situação publicamente, para que outros clientes estejam cientes do modo desrespeitoso, irresponsável e não profissional com que fomos tratados. Melhores cumprimentos, Renato Claudino e Sara Claudino 11/05/2025 (Cópia de reclamação a ser enviada para a Caixa Geral de Depósitos)

Encerrada
H. S.
11/05/2025

Borrego cobrado como cabrito

Exmos. Senhores, No dia 11 de Abril, no Continente de Fafe, pedi meio cabrito no balcão do talho, e vim a perceber depois de assar que era era anho, ou borrego, ou o que quer que seja, não era cabrito. Paguei cabrito mas levei anho ou borrego. Já fiz uma reclamação na plataforma online do Continente que foi contornada por eles com sucesso dizendo que, e passo a sitar "o artigo vendido foi corretamente cobrado. Esta loja não comercializa cordeiro de leite. Se se refere a borrego, o preço por kilo não corresponderia a meio borrego, não sendo por isso possível que o preço apresentado seja referente a borrego." Correto, o preço não é referente a borrego essa parte acertaram... Cumprimentos. Hugo Santos

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste
M. N.
11/05/2025

Encerramento de conta

Exmos. Senhores, Esta situação afecta a minha companheira Stefany Nascimento da Silva, Rua Antero de Quental, nº 240, Estúdio 12, 3000-131 Coimbra, requereu no início do mês de Janeiro de 2025, o encerramento da sua conta no Santander e liquidou o pagamento da quantia em dívida, através de 3 pagamentos mensais, iguais e sucessivos. No passado dia 29 de Março de 2025, o Santander enviou-lhe um documento comprovativo de encerramento da sua conta bancária neste Banco. A cliente nada deve. Este mês é com manifesta incredulidade que recebe um email do Santander a dizer que tem 9,22 € em atraso, conforme cópia que junta Acaso, o Santander não proceda à devida rectificação a requerente participará de imediato no Livro Vermelho, ao Banco de Portugal, ao Ministério da Economia, à ASAE e à DECO - Associação de Defesa de Consumidor (como associada), para o que houverem por conveniente. Pretendo ver a presente situação resolvida de imediato. Grata pela atenção dispensada, subscrevo-me com os meus melhores cumprimentos.

Encerrada
P. I.
11/05/2025

Redpass Total

Ontem, dia 10 de maio de 2025, fiquei impedido de entrar no Estádio da Luz (SLB), no jogo entre Benfica e Sporting. Sou sócio n.º 295034 do Sport Lisboa e Benfica, com as quotas em dia, possuidor de lugar cativo e detentor de Redpass Premium. Para este jogo, não realizei qualquer partilha do meu lugar com outros adeptos ou sócios do SLB. Ao tentar entrar no estádio (porta 27, no 1.º piso), através da app do SLB — método de acesso mais utilizado para entrada no estádio —, fui impedido, pois alguém, com acesso indevido aos meus dados ou, eventualmente, por falha do sistema do SLB, entrou fazendo-se passar por mim. A situação foi imediatamente comunicada aos seguranças na entrada do 1.º piso (Mais Vantagens), tendo eu mostrado, por diversas vezes, a app com a indicação de que o meu lugar não havia sido partilhado. No entanto, a única reação e postura, tanto dos seguranças quanto posteriormente na bilheteira do Sport Lisboa e Benfica, foi de total discriminação e desprezo perante a minha situação, acusando-me de agir de má-fé, insinuando que teria arranjado forma de lesar a instituição SLB — como, por exemplo, ao tirar fotos do cartão de sócio (físico). Toda essa situação prolongou-se por mais de 60 minutos e, durante esse tempo, a postura do SLB foi constantemente acusatória, sugerindo que eu estaria a tirar proveito indevido dos benefícios a que tenho direito como sócio, nomeadamente a possibilidade de partilha de lugar. Sempre respeitei as regras estipuladas pelo SLB para essa funcionalidade. O sentimento experienciado ontem, no Estádio da Luz, foi, pela primeira vez na minha vida, de discriminação, indiferença e de uma enorme falta de profissionalismo para com o cliente que sempre respeitou — ou respeitava — a instituição SLB. Tenho a referir os nomes dos dois funcionários envolvidos neste tratamento: Valdir Vasconcelos e Adriana Garcia, responsáveis diretos pela forma como fui tratado. Considero ser imperativo que estas ações por parte dos referidos funcionários sejam apuradas com a máxima seriedade.

Encerrada
A. B.
11/05/2025

Problemas com reembolso de encomenda

No dia 22 de abril de 2025, comprei uns AirPods (valor de 208€) através da Amazon, vendidos como “usado - muito bom” pela unidade Amazon Warehouse. Recebi o produto a 24 de abril e, ao abrir, percebi que estava em péssimo estado — com sinais claros de uso e desgaste. Pedi a devolução no mesmo dia da compra (22 de abril) e efetuei a devolução a 28 de abril, com a Amazon a receber o artigo no dia 30 de abril (tenho o comprovativo de rastreio). Apesar de ter devolvido exatamente o artigo que recebi, a Amazon está a recusar-me o reembolso, alegando que devolvi um produto diferente. Isto é falso. Nunca troquei nada, e estou a ser injustamente acusada, sem possibilidade de defesa. O apoio ao cliente recusa-se a prestar mais esclarecimentos até eu “devolver o artigo correto” — o que é impossível, porque já devolvi o que recebi. Sinto-me profundamente lesada e humilhada por esta situação. Exijo o reembolso integral do valor pago ou uma resolução urgente e justa. A Amazon tem de ser responsabilizada por este tratamento inaceitável a uma cliente honesta.

Encerrada
D. L.
11/05/2025

Endesa a enganar clientes em chamadas telefónicas

No dia 03/04 pelas 19h05 foi realizada uma chamada para 800101033 , cerca de 30 min, com intuito de negociar valores uma vez que recebi proposta de um concorrente. Infelizmente não apontei o nome do colaborador, apenas me lembro que era um homem brasileiro. Ora, antes demais, peço as gravações dessa chamada uma vez que não foi cumprido o falado! Resumidamente, foi proposta 2 opções: 1) adicionar um desconto adicional durante alguns meses, sem alterar o contrato 2) atualizar o contrato para ter um desconto maior para sempre mais um desconto adicional durante alguns meses. Para decidir, questionei várias vezes se todos os valores base de mantinham na segunda opção e especifiquei por exemplo o termo de potência porque é de facto um valor muito importante no cálculo da fatura, e foi-me confirmado que sim, que a única alteração seria o desconto adicional, e que me faria uma poupança (assim em cálculos muito rápidos e aproximados de 10EUR por mês) Para meu espanto, na primeira fatura após essa atualização, verifiquei que o termo potência passou de 0,381100€ para 0,515000€ , uma subida significativa que coloca logo em causa toda a poupança prometida , e que foi a base da atualização de contrato! Enfim, tentei expor esta situação junto da endesa, ao que me ignoraram e marcaram a exposição como fechada. Solicito que me solucionem esta questão, cumpram o que prometeram, caso contrário vou ter que mudar para o concorrente! Só aceito contacto por escrito daqui em diante, uma vez que não são de confiar.

Resolvida
L. M.
11/05/2025

Encomenda não recebida e recusa de reembolso

Exmos. Senhores, Boa tarde. No passado dia 10 de Maio realizei um pedido pela glovo no valor de 14 euros, recebi notificação que o estafeta já estaria a minha porta, mas o mesmo não tocou a campainha nem entrou em contato comigo, estranhei e desci, nesse momento ele pegou na mota e foi embora sem me deixar a comida, simplesmente confirmou no aplicativo em como teria entregue. Entrei em contato com o suporte da glovo e a resposta foi que não irão fazer o reembolso! Como assim? Gastei dinheiro por algo que não me foi entregue e ainda fico prejudicada como cliente? Onde o aplicativo da Glovo não tem segurança nenhuma, na uber o cliente tem de fornecedor o codigo da entrega para que o estafeta dê como entregue. Exijo que me devolvam o valor até porque seria para usar para novo pedido. Cumprimentos.

Encerrada

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