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Faturação
Exmos Senhores, Quero manifestar o meu total desagrado e profunda insatisfação devido à recusa da Ryanair em emitir a minha fatura com NIF, mesmo tendo seguido todas as instruções dadas pela própria companhia É indicado que é possível adicionar os dados fiscais após o voo. Com base nessa informação, fiz a compra e só após a viagem decidi inserir os contribuintes uma vez que no portal do governo da Madeira só podemos solicitar o reembolso da viagem pela transportadora Ryanair após efetuarmos a viagem. Considero absolutamente inaceitável que a empresa se recuse a emitir o documento fiscal correto. Isto parece-me uma prática enganosa para quem confia nas informações oficiais fornecidas pela transportadora. Esta recusa está a causar-me prejuízos uma vez que não consigo obter o reembolso da viagem através do subsídio de mobilidade da Região Autónoma da Madeira. Peço que a Ryanair emita de imediato a fatura corrigida com o respetivo NIF.
Reclamação – Bagagem danificada | Voo FR2942 | 20/09/2026
Exmos. Senhores, No dia 20/09/2026, viajei no vosso voo FR2942, tendo a minha bagagem sido transportada no porão do avião. À chegada, verifiquei que a minha mala apresentava danos significativos, nomeadamente a roda partida, que deixou de funcionar, bem como um dos cantos da mala partido. A bagagem em causa corresponde ao número 0405376937. Após a chegada, dirigi-me aos Perdidos e Achados do aeroporto com o objetivo de efetuar a respetiva reclamação e obter o PIR (Property Irregularity Report). No entanto, o serviço encontrava-se fechado e não se encontrava nenhum agente disponível para me atender. Apesar disso, permaneci no aeroporto durante mais de duas horas após a aterragem, na tentativa de conseguir efetuar a reclamação e resolver a situação. Esta demora acabou também por me causar custos adicionais de transporte do aeroporto para casa, uma vez que o transporte que tinha inicialmente previsto ficou condicionado pelo tempo que tive de permanecer no aeroporto. A mala encontra-se danificada, conforme é possível comprovar através das fotografias que tirei à chegada e que junto a esta reclamação. Face aos danos causados, solicito uma indemnização no valor de 100 a 150 €, correspondente ao valor de uma mala de características semelhantes. Solicito que esta situação seja resolvida com a maior brevidade possível, incluindo a respetiva indemnização pelos danos causados. Caso não obtenha uma resposta adequada, terei de recorrer aos meios ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Aguardo uma resposta com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, António Manuel Loureiro Figueiredo
Compensação nos termos EU261 (Ref:G1Q57M / VY4MWH)
Boa tarde, Na sequência da decisão relativa ao pedido de compensação EU261 n.º 81275596, venho solicitar a reapreciação do processo referente ao voo FR3078, realizado no dia 8 de setembro de 2026, entre Barcelona e Lisboa. De acordo com o horário inicialmente previsto, o voo deveria ter partido de Barcelona às 19h00 e chegado a Lisboa às 20h10. No entanto, a partida ocorreu apenas às 22h30 e a chegada a Lisboa ocorreu às 00h00 do dia 9 de setembro, correspondendo a um atraso de 3h50 à chegada ao destino final. A decisão comunicada pela Ryanair refere que o atraso resultou de uma falha no equipamento de controlo de tráfego aéreo da NATS, ocorrida durante um trecho anterior, sendo esta situação considerada uma circunstância extraordinária. Compreendo que determinadas ocorrências relacionadas com a gestão do tráfego aéreo possam, em determinadas circunstâncias, ser consideradas circunstâncias extraordinárias. No entanto, solicito que seja demonstrado de forma concreta: de que forma a ocorrência identificada pela NATS afetou especificamente o voo FR3078; qual a relação causal direta entre essa ocorrência e o atraso de 3h50 registado na chegada a Lisboa; quais as medidas razoáveis adotadas pela Ryanair para evitar ou minimizar o atraso deste voo; e quais os elementos ou registos que fundamentam a classificação desta situação como circunstância extraordinária relativamente ao voo FR3078. Nos termos do Regulamento (CE) n.º 261/2004, a existência de uma circunstância extraordinária não deverá, por si só, determinar automaticamente a exclusão do direito à compensação, sendo necessário demonstrar a sua efetiva relação com o atraso concreto e que este não poderia ter sido evitado mesmo com a adoção de todas as medidas razoáveis. Considerando que o voo chegou ao destino final com um atraso de 3h50, solicito, assim, a reapreciação do pedido de compensação e o pagamento da indemnização prevista no âmbito do EU261, caso a Ryanair não consiga demonstrar os elementos acima indicados. Caso mantenham a decisão de não elegibilidade, agradeço que me sejam facultados os elementos concretos que sustentam a decisão, nomeadamente a documentação ou registos que demonstrem a relação entre a ocorrência da NATS e o atraso específico do voo FR3078. Aguardo a vossa reapreciação e respetivo esclarecimento. Com os melhores cumprimentos,
Ryanair não permite embarque após erro no check-in online e informa que já não existem lugares
No dia 07/08/2026, tínhamos duas reservas distintas com a Ryanair: FR 993 – Roma Fiumicino → Valência, 19h40–21h50 – €125,98 FR 2645 – Valência → Porto, 23h15–23h50 – €145,98 Dentro do período permitido para check-in online, tentámos efetuar o check-in para ambos os voos através da aplicação da Ryanair. O check-in do voo FR 2645 foi realizado com sucesso. No entanto, ao tentarmos fazer o check-in do voo FR 993, a aplicação apresentou um erro e não permitiu concluir o procedimento. Temos screenshots que comprovam esta situação. Por esse motivo, dirigimo-nos ao balcão da Ryanair no aeroporto de Roma Fiumicino para resolver a situação. Fomos atendidos e processados antes das 19h00, ou seja, mais de 40 minutos antes da hora prevista de partida do FR 993 (19h40). Foi-nos cobrado um total de €110 (€55 por pessoa) pelo check-in no aeroporto, existindo recibo com a hora exata do pagamento. De seguida, fomos encaminhados para outro balcão para levantar os cartões de embarque. Nesse balcão fomos informados de que já não havia lugares disponíveis no avião e que não nos podiam emitir os cartões de embarque. Regressámos ao balcão inicial, onde o funcionário confirmou que efetivamente já não havia lugares disponíveis. Os €110 pagos pelo check-in no aeroporto foram posteriormente devolvidos. Como consequência, não conseguimos embarcar no FR 993, apesar de termos uma reserva paga e confirmada e de termos tentado efetuar o check-in online dentro do prazo, tendo sido impedidos por um erro da própria aplicação. Como consequência direta da impossibilidade de viajar de Roma para Valência, perdemos também o voo FR 2645 Valência–Porto, para o qual já tínhamos efetuado o check-in com sucesso. Fomos assim obrigados a comprar, de urgência, um novo voo: Wizz Air W4 6047 – Roma → Porto 08/08/2026, 06h45–08h40 €469,98 Além disso, tivemos de permanecer várias horas adicionais no aeroporto, suportando despesas de alimentação e outras despesas decorrentes desta situação. Os prejuízos e custos diretamente relacionados com o sucedido incluem, nomeadamente: - Voo Ryanair FR 993: €125,98 - Voo Ryanair FR 2645: €145,98 - Novo voo Wizz Air: €469,98 - Despesas adicionais de alimentação e outras despesas razoáveis decorrentes da situação. Já apresentámos uma reclamação diretamente à Ryanair, através da nossa conta, tendo sido atribuído o processo n.º 79504417. Solicitamos o apoio da DECO PROteste na análise desta situação, nomeadamente quanto aos nossos direitos enquanto passageiros ao abrigo do Regulamento (CE) n.º 261/2004, à eventual existência de uma situação de recusa de embarque e ao direito a compensação e/ou reembolso dos prejuízos e despesas adicionais causados pela situação. Temos documentação comprovativa de toda a situação, nomeadamente screenshots do erro da aplicação, recibo dos €110 com a hora do atendimento, reservas dos voos Ryanair, comprovativo do check-in do FR 2645, comprovativo do reembolso dos €110, reserva e recibo do voo Wizz Air e recibos das despesas adicionais. Agradecemos o vosso apoio na avaliação do caso e na defesa dos nossos direitos junto da Ryanair. Atenciosamente, Liliana
Documento não recebido
Apos falar ao telefone com o operador o mesmo me informou que se submeter online e pagar iria ter de imediato a guia para poder trabalhar paguei a guia nem vela não entendi porque enganam as pessoas Pedido Estado Guia Ofício Certidão 45382844 Transportes Certificado de Motorista de TVDE - Emissão e Renovação Em Processamento
informação errada
Exmos. Senhores, Venho apresentar uma reclamação relativamente a uma situação que aconteceu hoje, dia 6 de setembro, num comboio da CP com origem em Guimarães e destino a Porto São Bento. Entrei no comboio em Guimarães às 19h51 e, durante a viagem, quando o ecrã do comboio indicou que a paragem era Ermesinde, preparei-me para sair. Assim que saí do comboio, apercebi-me, juntamente com mais duas senhoras que estavam na mesma situação, de que afinal não estávamos em Ermesinde, mas sim em Rio Tinto. Chegámos a Rio Tinto por volta das 21h. As três saímos do comboio convencidas de que aquela era a estação de Ermesinde, uma vez que era essa a informação que estava a ser apresentada no ecrã do próprio comboio. Só depois de sairmos é que percebemos o erro. Considero esta situação inadmissível. Se a informação apresentada aos passageiros dentro do comboio indica uma determinada estação, é perfeitamente normal que os passageiros confiem nessa informação e saiam nessa paragem. Neste caso, três pessoas saíram do comboio no local errado por causa de uma informação incorreta disponibilizada pela própria CP. Gostaria, por isso, de perceber o que aconteceu e de saber como é possível o sistema de informação do comboio ter indicado Ermesinde quando a paragem era, na realidade, Rio Tinto. Espero que esta situação seja devidamente averiguada, uma vez que um erro destes pode causar transtornos bastante significativos aos passageiros, sobretudo a quem não conhece a linha ou a zona. Agradeço uma explicação relativamente ao sucedido e espero que sejam tomadas medidas para que situações semelhantes não voltem a acontecer.
Autocarro 800 gondomar sempre a falhar
O autocarro da STCP 800 sentido gondomar, que passa no campo 24 de agosto pelas 8:03h e 8:13h, voltaram a falhar pela terceira vez seguida nesta semana (14/9, 15/9 e agora 16/09), tive que chamar viagens de uber, que financeiramente não compensa visto que pago 40 euros de passe para usufruir destes autocarros. A empresa tem de ser responsabilizada.
Dificuldade na obtenção de fatura com NIFs para subsídio de mobilidade
Efetuei uma reserva para duas pessoas residentes na Madeira e, para solicitar o subsídio de mobilidade, preciso da fatura com o NIF de ambas. No momento da reserva não existe opção para inserir os NIFs, mas nas FAQs é referido que é possível adicioná-los posteriormente ao transferir a fatura. No entanto, esta informação não corresponde à realidade: não existe a opção de adicionar NIF. Após diversos pedidos de apoio ao cliente, continuo sem conseguir a fatura correta. O apoio simplesmente não resolve a situação: tanto o email como o telefone direcionam-me sempre para as FAQs. No chat informam-me que não é possível emitir a fatura, o que não faz sentido. Os meus pedidos de apoio são encerrados sem qualquer resposta efetiva ou solução.
800 Gondomar NÃO CUMPRE HORÁRIO
O autocarro 800 sentido gondomar que supostamente passa no campo 24 de agosto pelas 8:03h e 8:13h falham constantemente. Durante esta semana ainda não houve nenhum em cumprimento de horário (14/09 e 15/09) levando a uma espera de mais de meia hora na paragem e ter de pagar ubers para o trabalho, que é altamente despendioso e não pode ser rotina! Quanto a estes incumprimentos nada é feito, já faço reclamações há mais de 1 ano e nada muda, alegam sempre que ou é transito ou que por motivos operacionais não são realizadas as viagens, o que é impossivel visto que falham quase todos os dias 2 autocarros seguidos. Deviam ser responsabilizados.
Contestação à decisão de recusa – Pedido de Despesas EU261 nº 79535625 (Voo FR4024, 10/07/2026, Lisb
Exmos. Senhores, Venho solicitar a intervenção da Deco Proteste relativamente a uma recusa de reembolso de despesas por parte da Ryanair, que considero indevida à luz do Regulamento (CE) n.º 261/2004. Factos: No dia 10 de julho de 2026, o voo FR4024 (Lisboa–Cracóvia, reserva R315QW) foi cancelado pela Ryanair, tendo sido reagendado para uma hora muito cedo da manhã seguinte. Em consequência direta deste cancelamento, incorri nas seguintes despesas: Alojamento – Tinha reservado um quarto de hotel para pernoitar antes de seguir viagem para o meu destino final no dia seguinte. Com o cancelamento do voo noturno, deixou de fazer sentido usar esse alojamento, pelo que segui diretamente de comboio para o destino final. A reserva não era reembolsável, pelo que o valor pago foi integralmente perdido em consequência direta da alteração dos meus planos, imposta pelo cancelamento. Transporte – Uber – Devido ao novo horário do voo de substituição (muito cedo da manhã), não havia alternativas de transporte público disponíveis para chegar a tempo ao aeroporto, pelo que recorri a um Uber a partir de casa. Não solicitei qualquer hotel ou refeição disponibilizados pela Ryanair — a companhia não prestou qualquer assistência ao abrigo do artigo 9.º do Regulamento (CE) n.º 261/2004, pelo que suportei pessoalmente estas despesas. Pedido: A Ryanair recusou o pedido de reembolso (nº 79535625) com o motivo "despesas pré-pagas", alegando que as despesas não são consequência direta da perturbação. Discordo desta interpretação, uma vez que ambas as despesas resultaram diretamente do cancelamento e da subsequente alteração de horário do voo. Solicito o apoio da Deco Proteste para contestar esta decisão junto da Ryanair e obter o reembolso do valor total. Junto os comprovativos das despesas e a comunicação de recusa da Ryanair. Com os melhores cumprimentos,
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