Reclamações públicas

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P. F.
12/10/2026

Reembolso Não Recebido

Exmos Senhores, Reclamação relacionada com a encomenda n°003-26127L50055-A. Boa tarde Após ter estado cerca de 2 meses sem receber a encomenda que fiz, que deveria ter sido entregue entre 13 e 15 de maio de 2026, optei por proceder ao pedido de reembolso no início de setembro (valor 1410€) que após várias solicitações da minha parte por uma resposta nada aconteceu! Recebi depois informação de que iria receber até dia 30/setembro, mas não aconteceu! Após nova reclamação minha no dia 1/outubro, informaram que iria receber o valor nos 5 dias uteis seguintes, mas nada aconteceu! Nesta sequência, o apoio ao cliente informa que o assunto, como já tinha ultrapassado tanto tempo e o "vendedor" não assumiu o reembolso, seria a Leroy Merlin a assumir o reembolso. E informaram que me iriam contatar hoje dia 12/outubro, mas mais uma vez nada aconteceu! Ligo hoje novamente para o apoio ao cliente e dizem-me que iriam passar o assunto para "o administrativo"... não me deu muita confiança de que iria ter resolução! Desta forma decido por esta via solicitar ajuda, já que o Apoio ao Cliente é francamente mau pois nada resolve ou não tem possibilidade para ajudar ou então nada chega a quem de direito dentro da Leroy Merlin, mas o que é certo é que nada acontece e a Leroy Merlin fica assim com uma péssima imagem porque vai-se escudando neste apoio ao cliente e os meus 1410€ nunca mais me são reembolsados! Assim, solicito ajuda e à Leroy Merlin que me informem de qual o procedimento que deverei adotar para que me devolvam o valor que paguei ? A aguardar uma resposta. Paulo Fernandes

Em curso
A. C.
12/10/2026

Crédito de obras não libertado

Exmos. Senhores, Adquiri um imóvel para recuperação em Lisboa para habitação permanente via um crédito à habitação e adicionalmente um crédito para obras. O banco avaliou o projeto planeado e visto a recuperação valorizar consideravelmente o imóvel, concordou em avançar com o empréstimo, No decorrer da obra, foram feitas várias vistorias por um avaliador credenciado e selecionado pelo banco, com o intuito de libertar verbas do crédito de obras à medida que a obra progredia. Apesar dos relatórios destas vistorias estar conforme a realidade da execução da obra e o avaliador considerar que um dado valor deveria ser liberto, o banco deliberadamente revogou o relatório de avaliação disponibilizado pelo avaliador e criou a sua própria versão, sem qualquer confrontação com o estado da obra. Levando a uma redução considerável dos valores publicados pelo avaliador, i.e., o banco considerou que do valor partilhado pelo avaliador, somente 50% desse mesmo valor deveria ser disponibilizado nas verbas. Assim sendo, relatórios de avaliação adulterados foram criados e fornecidos ao proprietário que ficou impossibilitado de prosseguir com a obra, visto a verba disponibilizada pelo banco estar muito abaixo do valor realmente investido e gasto na obra. Tal facto levou a um bloqueio da obra. Por inúmeras vezes contactei o banco, que durante semanas persiste em não corrigir a situação. Continuando a afirmar que o valor dado pelo avaliador não é o correto e que, com novos relatórios de avaliação, não validados pelo mesmo, só disponibiliza uma fração do valor gasto. Como um empregado de um banco, sem conhecer ou visitar uma obra, consegue disputar e alterar o relatório dado por um avaliador profissional? Esta situação, que várias vezes foi comunicada ao banco, o qual diz que iria resolver, mantém-se, e o banco persiste em partilhar valores adulterados deixando o proprietário completamente bloqueado. Inclusive, todas as faturas dos valores gastos em obra foram apresentados ao banco, o que ainda assim, não chegou como argumentação suficiente que a obra está a progredir conforme os relatórios apresentados pelo avaliador. Compreendo que se possam fazer erros, isso é natural, no entanto, repetir o mesmo erro 3 vezes ao longo de semanas, quando é comunicado que a situação está incorreta e deve ser corrigida é inaceitável. Estou incrédulo e não tenho explicação para este tipo de procedimento por parte do BPI. Perante factos claros, como relatórios de avaliação feitos por um perito assim como faturas dos gastos feitos em obra, o banco recusa-se a libertar as verbas do crédito de obras que são justas e persiste em adulterar relatórios de avaliação. Caso pudesse retroceder, não consideraria o BPI para crédito à habitação ou de obras. As acções tomadas pelo banco reflectem uma grande falta de profissionalismo e rigor. Cada mês que passa com a obra bloqueada devido à falta de libertação de verbas do crédito de obras leva a gastos muito penalizadores para a minha vida pessoal.

Em curso
R. C.
12/10/2026

Encomenda sempre em processamento

Tenho uma encomenda em processamento a mais de 10 dias, tento contactar a empresa e nem uma resposta.

Em curso
M. P.
12/10/2026

Gasolina estragada

Exmos Senhores, MOTIVAÇÃO 1. No dia 28/09/2026, pelas 14h50m, o proprietário do veículo marca Toyota Rav4 com matrícula 21-VZ-86, local E.N. 10, Km36,2, 2900-722 Setúbal, FORA DA LOCALIDADE. Atestou a viatura, onde regularmente o faz. 2. O veículo entrou na Caetano Auto para a sua regular manutenção dia 29/09/2026, pelas 09h00m, onde foi levantado no mesmo dia após a referida manutenção, entregue ás 17h36m. 3. O veiculo voltou a circular no dia 01/10/2026 ás 22h45m, após 200 metros, parou e não voltou a funcionar. 4. Confrontado com a ilicitude, teve de ser chamada a assistência em viagem, que enviou um reboque, que chegou ás 23h03m, indo deixar a viatura num depósito próprio, onde posteriormente seria entregue na marca. 5. Em virtude do sucedido, foi necessário alugar uma viatura na Guerin, com reserva de 02/10/2026 a 07/10/2026, visto haver feriado na segunda 05/10, atrasando o processo. 6. A entrega da viatura, após todos os testes e verificação do problema com a retirada do combustível (depois de confirmada a autorização pelo proprietário) e limpeza total do motor, feito novo abastecimento, o problema ficou resolvido. 7. Logo após a saída da Caetano auto, o gerente da bomba onde a viatura tinha sido abastecida, foi confrontado com a visualização da gasolina retirada em bidons. Respondeu que iria relatar a ocorrência e devia fazer reclamação à ¨BP Portugal.¨ Da douta decisão consta que se encontram provados os factos relatados, com todos os documentos comprovativos. 8. Atendendo a tudo o acima exposto, ao facto da gasolina ser a causa de todo o transtorno, poder-se-á afirmar que todas as alterações daí advém. CONCLUSÃO: Nestes termos e nos demais de direito aplicáveis, e com o mui douto suprimento de Vossas Excelências, fico a aguardar as vossas breves notícias, fazendo-se assim, mais uma vez, sã, serena e objetiva JUSTIÇA! Com os melhores cumprimentos, Mário Pereira Tm:968116551

Em curso
C. A.
12/10/2026

Leapmotor T03 – Avarias recorrentes, falhas na assistência

Venho apresentar uma reclamação contra a Leapmotor, enquanto marca responsável pelo veículo elétrico T03, matrícula BV-56-BX, devido às sucessivas avarias, à falta de fiabilidade do automóvel e à ausência de uma solução definitiva por parte da sua rede de assistência oficial. Desde a aquisição, o veículo tem apresentado problemas recorrentes. Inicialmente, foram registadas várias falhas relacionadas com a bateria de 12V, que obrigaram a três intervenções da assistência. Numa dessas situações, tive de aguardar aproximadamente um mês por uma marcação na oficina, ficando posteriormente cerca de uma semana privado do automóvel. Em junho de 2026, a bateria foi substituída na Stellantis & You, em Sacavém. Em setembro, surgiu uma nova avaria, desta vez no sistema de carregamento da bateria principal, impossibilitando a utilização normal do veículo. No dia 21 de setembro, o automóvel foi transportado por reboque para a oficina oficial, onde permanece até hoje, sem que tenha sido disponibilizado um veículo de substituição. Durante este período, enfrentei uma enorme dificuldade em obter informações sobre o diagnóstico, os trabalhos realizados e os prazos de reparação. Considero inaceitável que uma marca comercialize veículos e não consiga assegurar uma assistência técnica eficaz e uma comunicação adequada aos seus clientes. A situação agravou-se no dia 9 de outubro, quando fui informado de que o veículo estava pronto para levantamento. Ao chegar à oficina, recebi um relatório indicando que não tinha sido identificada qualquer anomalia e fui informado de que os testes tinham sido realizados com sucesso. Contudo, ao verificar que a bateria apresentava apenas cerca de 30% de carga, questionei se o sistema de carregamento tinha sido efetivamente testado. Apesar da confirmação da oficina, o vendedor que me acompanhou na aquisição do veículo, Sérgio Farinha, decidiu realizar um novo teste no local. O resultado foi surpreendente e inadmissível: o automóvel continuava exatamente com a mesma avaria que motivou a sua entrada na oficina, quase três semanas antes. Ou seja, a rede oficial de assistência da Leapmotor estava prestes a entregar um veículo como reparado, apesar de o problema persistir. Se não fosse a iniciativa do vendedor, teria levado o automóvel para casa e descoberto novamente a avaria quando tentasse carregá-lo. Perante este histórico, perdi completamente a confiança na fiabilidade do Leapmotor T03 e na capacidade da rede oficial para assegurar uma solução definitiva. Um veículo relativamente recente não deveria apresentar sucessivas avarias, nem obrigar o proprietário a permanecer semanas sem transporte e sem informações concretas. Já apresentei formalmente um pedido de resolução do contrato de compra e venda, incluindo o financiamento associado junto do Santander Consumer Finance, bem como diversas reclamações à Stellantis, sem que tenha recebido uma solução satisfatória. Entendo que a Leapmotor, enquanto fabricante e marca comercializada em Portugal, não pode ficar indiferente à experiência dos seus clientes e às falhas verificadas na sua rede oficial de assistência. Não pretendo continuar sujeito a novas tentativas de reparação sem garantias de resultado. Pretendo que a marca intervenha diretamente, em articulação com a entidade vendedora, para viabilizar a resolução contratual e a restituição dos valores legalmente devidos. Torno pública esta reclamação para alertar outros consumidores e solicitar o apoio da DECO PROteste na defesa dos meus direitos. Espero também um posicionamento formal da Leapmotor, que até ao momento não demonstrou capacidade para assegurar a fiabilidade e o acompanhamento que considero mínimos para um veículo desta categoria.

Em curso
C. A.
12/10/2026

Avarias recorrentes em veículo Leapmotor T03

Venho apresentar uma reclamação contra a Stellantis devido aos sucessivos problemas apresentados pelo meu veículo Leapmotor T03, matrícula BV-56-BX, e à falta de soluções e respostas por parte da marca. Desde a aquisição, o veículo tem apresentado avarias recorrentes, começando por problemas na bateria de 12V, que resultaram em três intervenções da assistência. Numa dessas situações, tive de aguardar cerca de um mês por uma marcação na oficina e fiquei aproximadamente uma semana sem o automóvel. Em junho de 2026, a bateria foi finalmente substituída na Stellantis & You, em Sacavém. Em setembro, surgiu uma nova avaria, desta vez no sistema de carregamento da bateria principal, impedindo a utilização normal do veículo. No dia 21 de setembro, o automóvel foi transportado por reboque para a oficina, onde permanece até hoje, sem que me tenha sido disponibilizado um veículo de substituição. Durante este período, a comunicação da Stellantis tem sido extremamente deficiente, com ausência de informações concretas, falta de previsões para a reparação e necessidade de insistentes contactos da minha parte. Perante o histórico de problemas e a perda de confiança no veículo, apresentei formalmente um pedido de resolução do contrato de compra e venda, bem como do financiamento associado junto do Santander Consumer Finance. Apesar das comunicações e reclamações já apresentadas, continuo sem uma resposta efetiva. A situação tornou-se ainda mais grave no dia 9 de outubro, quando fui informado de que o automóvel estava reparado e disponível para levantamento. Desloquei-me à oficina, onde me foi entregue um relatório indicando que não tinha sido detetada qualquer anomalia. Contudo, ao verificar que a bateria estava com apenas cerca de 30% de carga, questionei se tinham efetivamente testado o carregamento. O consultor confirmou posteriormente que todos os testes tinham sido realizados e que o veículo estava em condições de ser entregue. Felizmente, encontrei no local o vendedor que me vendeu o automóvel, Sérgio Farinha, que, por iniciativa própria, decidiu testar o carregamento antes de eu sair. Para nossa surpresa, o veículo continuava exatamente com a mesma avaria que motivou a entrada na oficina. Ou seja, após quase três semanas de imobilização, a Stellantis estava prestes a entregar-me um automóvel sem qualquer resolução do problema, apesar de assegurar que tinha sido devidamente testado. Considero esta situação inadmissível e reveladora de graves falhas na assistência técnica e no acompanhamento ao cliente. Não é aceitável que um consumidor adquira um veículo relativamente recente, enfrente sucessivas avarias, fique semanas privado da sua utilização e continue a suportar as obrigações financeiras sem qualquer solução. Já apresentei reclamações através do Livro de Reclamações, do Portal da Queixa e de comunicações formais às entidades envolvidas, sem resultados satisfatórios. Neste momento, não pretendo continuar sujeito a sucessivas tentativas de reparação. Pretendo a resolução do contrato de compra e venda, com a devolução dos valores legalmente devidos e a resolução do financiamento associado. Torno pública esta situação para alertar outros consumidores sobre a experiência que tenho enfrentado com a Stellantis e solicito também o apoio e a orientação da DECO PROteste na defesa dos meus direitos, perante a falta de respostas e de uma solução definitiva por parte das entidades responsáveis.

Em curso
T. M.
12/10/2026

Reembolso não recebido

Fiz uma reserva de alojamento através do Booking para o dia 09/10/26. Uma semana antes da viagem, tentei várias vezes entrar em contacto com o alojamento, mas nunca obtive resposta. Liguei então para o Booking, expliquei a situação e disse que estava bastante apreensiva por viajar sem ter respostas do local reservado. Garantiram-me que, caso chegasse ao alojamento e houvesse algum problema, resolveriam tudo sem custos para mim, inclusive indicando que me realocariam sem dificuldade. No entanto, ao chegar ao local da reserva, percebi que se tratava de uma fraude, pois o alojamento simplesmente não existia. O Booking acabou por me dizer para fazer outra reserva e afirmaram que o reembolso seria feito depois da estadia, mas apenas em crédito no site—algo que nunca me tinha sido informado nas conversas anteriores. Quando entrei em contacto para pedir o reembolso do valor que tive de pagar a mais, disseram-me que o recibo de um dos novos alojamentos onde fiquei (o único sítio que consegui encontrar às 22h em Roma, senão teria de dormir na rua) não servia como comprovativo de pagamento para o reembolso. Em resumo, o Booking comprometeu-se a assumir as despesas se algo corresse mal, mas na prática fiquei prejudicada. Para além disso, ao aceder ao link do alojamento falso, vi que já havia várias reclamações de pessoas a alertar que o local não existia e, mesmo assim, o Booking não cancelou a minha reserva antes da viagem. Considero este comportamento inadmissível e quero receber o meu reembolso prometido

Em curso
P. V.
12/10/2026

Produto não conforme e recusa de reembolso

No dia 7 de julho de 2026 efetuei a compra da encomenda #5554 na loja online Mister Tuga, no valor de 49,70 €, paga através de cartão de crédito. A encomenda correspondia a uma camisola de futebol do FC Barcelona. A encomenda não chegou dentro do prazo anunciado. A 1 de agosto solicitei o cancelamento e o reembolso. A loja recusou, alegando que o artigo já tinha sido expedido a 8 de julho e que por isso o cancelamento não era possível, e ofereceu um cupão de 5 € como compensação. O código de rastreio indicado (CTT Express, 0082800082909724609292) manteve-se em trânsito internacional sem atualizações. A 2 de agosto reiterei o pedido com base no direito de livre resolução previsto no DL 24/2014. A loja respondeu que a sua política interna não prevê reembolsos em dinheiro, apenas substituição, por os artigos serem produzidos por encomenda, e aumentou o cupão para 10 €. A encomenda foi entregue a 11 de agosto, cerca de um mês após a compra. O artigo recebido não corresponde ao anunciado no site: falta o logotipo do patrocinador do clube, elemento que consta da imagem do produto na página de venda e que foi a razão principal da compra. Tratando-se de uma reprodução do equipamento do FC Barcelona da época 2006/2007. Comuniquei a falta de conformidade nos termos do DL 84/2021 e pedi a resolução do contrato com reembolso integral. A loja reconheceu por escrito a falha, propos o reenvio de um novo artigo e indicou que não era necessário devolver o que recebi. Recusei a substituição e mantive o pedido de reembolso, disponibilizando-me a devolver o artigo a expensas da loja. A partir daí sucederam-se promessas não cumpridas. A 18 de agosto foi-me prometida resposta definitiva em 24 a 48 horas, que nunca chegou. A 1 de setembro a loja confirmou por escrito que o reembolso integral, incluindo portes, tinha sido instruído com caráter de urgência para o método de pagamento original. A 11 de setembro, sem qualquer valor creditado, garantiram um ponto de situação no próprio dia, que não aconteceu. A 17 de setembro enviei interpelação final e solicitei a denominação social, o NIF e a morada da sede da empresa. Responderam que encaminhariam o pedido para a equipa de gestão. Até à data de hoje, 12 de outubro de 2026, não recebi o reembolso, nem os dados da empresa, nem qualquer outra comunicação. Acresce que a empresa não disponibiliza NIF nem morada em Portugal. A morada divulgada remete para Shelton Street, Covent Garden, Londres. Existem dezenas de reclamações públicas contra esta loja com o mesmo padrão, incluindo casos de encomendas apreendidas por suspeita de contrafação e de compradores interpelados por escritórios de advogados em representação de titulares de marcas. Pretendo o reembolso integral do valor pago, incluindo portes de envio. Anexo o registo completo da troca de emails com a loja entre 1 de agosto e 17 de setembro de 2026, e fotografias do artigo recebido.

Encerrada
I. G.
12/10/2026

Vinted Pro Portugal — erro na validação do NIF de ENI

Exmos. Senhores, Estou a tentar converter a minha conta Vinted atual para Vinted Pro, como empresária em nome individual legalmente registada em Portugal. Durante o registo, o sistema apresenta a mensagem: «Não encontramos o Número de Identificação Fiscal (NIF) que introduziste». O meu NIF está associado à minha atividade profissional, pelo que não entendo o facto de não o aceitarem. Já fiz reclamação junto da equipe técnica que admite que é um erro no sistema deles mas estão á mais de meio ano e não resolvem. Eles é que obrigam a criar uma conta Pro e depois não aceitam. Quando nas regras deles está prevista este tipo de conta, comparado com empresas coletivas estamos a ser prejudicados sem motivo nenhum. Em anexo envio declaração de início de atividade e a captura de ecrã do erro. Agradeço a vossa ajuda nesta questão que está a prejudicar tantos empresários em nome individual em Portugal. Com os melhores cumprimentos. Cumprimentos.

Em curso
N. S.
12/10/2026

Recusa de reembolso após confirmação e falta de comunicação clara

No ano passado, comprei um sommier com arrumação nesta loja e foi uma das piores decisões que tomei. Em primeiro lugar, o espaço de arrumação não tem qualquer tipo de forro, pelo que tive de colocar um tapete para o revestir. Além disso, não é possível guardar objetos com segurança, uma vez que a estrutura da cama fica sem o devido apoio no chão, provocando imensos ruídos sempre que me movimento ou me deito. Para agravar a situação, este problema acabou por provocar uma deformação significativa no meu colchão, bem como dores intensas nas costas e na região lombar. Felizmente, consegui substituir o colchão ao abrigo da garantia, mas, no que diz respeito a esta loja, não tive a mesma sorte. Após apresentar uma reclamação, foi-me comunicado que, como forma de compensação, seria efetuado um reembolso. Recebi inclusivamente um e-mail a confirmar o processamento do mesmo, com indicação de que deveria aguardar entre 5 e 10 dias úteis e de que, após esse período, qualquer questão relacionada com o pagamento deveria ser tratada diretamente com a minha instituição financeira. No entanto, após os 10 dias úteis, como não tinha recebido qualquer valor, voltei a contactar a empresa para pedir esclarecimentos. Foi então que me informaram de que o reembolso tinha sido recusado, apesar de nunca me terem comunicado previamente que estaria sujeito a qualquer avaliação. Pelo contrário, o e-mail recebido confirmava que o reembolso seria efetuado. Mais grave ainda, só tive conhecimento dessa recusa porque tomei a iniciativa de voltar a contactar a empresa. Não houve qualquer comunicação espontânea da parte deles para me informar da decisão. Depois de quase 20 dias de contactos e espera, a empresa solicita agora fotografias e vídeos do produto para voltar a analisar a situação, algo que poderia perfeitamente ter sido pedido logo no início do processo. Neste momento, encontro-me fora do país e não me é possível enviar esses elementos de imediato, o que me deixa novamente sem qualquer solução. Entretanto, tentei apresentar uma reclamação através do Livro de Reclamações Eletrónico, mas não consegui localizar a empresa na plataforma oficial. Quando expus esta dificuldade por e-mail, a resposta voltou a ser um pedido de fotografias e vídeos, sem que fosse apresentada qualquer solução concreta para o problema. Considero esta situação inadmissível. Para além da fraca qualidade do produto e dos problemas que me causou, a empresa criou uma expectativa legítima de reembolso, confirmou-o por escrito e, posteriormente, recusou-o sem me ter informado atempadamente dessa decisão. Toda esta experiência revela uma enorme falta de transparência, comunicação e respeito pelo cliente. Os produtos apresentam uma qualidade muito inferior à esperada e o atendimento ao cliente deixa muito a desejar. Continuo à espera de uma resolução para uma situação que deveria ter sido tratada de forma clara e atempada. Não recomendo esta empresa.

Em curso

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