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Aparelho danificado a chegada sem prazo ou resposta para Resolver o problema.
No dia 1 de julho, adquiri através da loja online da MEO um robot aspirador Vacuum S20. O equipamento foi entregue no dia 6 de julho, e desde o primeiro momento apresentava avaria: não liga, não acende qualquer luz, mesmo após ter permanecido mais de 12 horas em carregamento. Contactei de imediato a MEO, que me informou que a responsabilidade seria da Xiaomi. Contactei então a Xiaomi, que por sua vez exige um processo altamente burocrático e desrespeitoso para com o consumidor, que inclui: • Envio de um e-mail para solicitar a recolha do equipamento; • Avaliação técnica do produto; • Reparação do mesmo; • E, só após todo esse processo, o reenvio ao cliente. Ora, de acordo com a legislação portuguesa de defesa do consumidor, nomeadamente o Decreto-Lei n.º 84/2021, artigo 12.º, alínea 1: “Em caso de desconformidade do bem com o contrato, que se manifeste num prazo de 30 dias a contar da entrega, o consumidor tem direito à substituição do bem ou ao reembolso do valor pago.” No meu caso, o bem chegou avariado, sem nunca ter sido utilizado, o que configura desconformidade imediata com o contrato de compra e venda. A responsabilidade pela resolução imediata do problema é, em primeiro lugar, da loja vendedora, ou seja, da MEO, e não do fabricante. Além disso, enviei um e-mail à Xiaomi no próprio dia 6 de julho, e até hoje não obtive qualquer resposta. O meu esposo também enviou e igualmente não obteve retorno. Voltei a ligar à Xiaomi e a resposta que obtive foi que deveria simplesmente “aguardar” sem qualquer prazo definido. Como consumidora, recuso-me a aceitar essa postura passiva e abusiva. Comprei um equipamento novo, a funcionar, e recebi um equipamento avariado. Não é aceitável que eu, como cliente, seja a parte prejudicada, obrigada a esperar indefinidamente por um processo de reparação, quando o correto, legal e justo seria a substituição imediata do produto.
Cartão bloqueado
Boa noite. Exatamente dia 02/07/2025, recebi uma mensagem de que meu cartão seria bloqueado. Para tentar uma resolução do problema, fui ao banco para resolver. A funcionária disse para ligar no número indicado para resolver (não entendi, pois acreditei que o banco seria capaz de resolver). No dia seguinte liguei nos números indicados, porém com demora. Enfim, consegui, porém...o funcionário disse que, não conseguiria resolver, e que posteriormente, um outro funcionário entraria em contato em até 48h. Pois bem, meu dinheiro fica retido e até agora não houve solução. Tenho contas a pagar e outras necessidades. Este banco não tem sequer consideração. Não recomendo. P.s. Nem motivo do bloqueio eu tive. Quer abrir uma conta? Não vá para o Novo Banco.
Cortes constantes no fornecimento de água
Desde há várias semanas, muitos dias ao fim da tarde não há fornecimento de água no meu bairro de Famões. Normalmente o corte é entre as 19 e as 23 horas, coincidindo com a hora do banho e do jantar. Não se entende o motivo de tantas falhas no abastecimento.
Pedido de anulação de cartão Unibanco aprovado sem meu consentimento
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma queixa relativamente à emissão de um cartão de crédito Unibanco em meu nome, sem o meu consentimento formal. Fui abordado por uma promotora da Unibanco num estabelecimento comercial e, desde o primeiro momento, não mostrei qualquer interesse na proposta e informei que estava com pressa, deixando claro que não queria prosseguir com a adesão/criação de um cartão. Durante o atendimento, assisti a promotora a colocar o meu Cartão de Cidadão num leitor, sem que eu percebesse que estaria a utilizar essa ação para criar um cartão sem o meu consentimento explícito. Mais grave ainda, o cartão foi enviado para uma morada errada, que não corresponde à minha residência atual, o que demonstra falta de cuidado e possível negligência por parte da promotora e do banco. Apesar das minhas reiteradas solicitações de cancelamento, fui informado(a) que o pedido de adesão foi aprovado, o que não autorizei em momento algum. Solicito o apoio da DECO na intermediação deste caso, para garantir: A anulação imediata do contrato e cancelamento do cartão; A garantia de que nenhum vínculo contratual foi celebrado sem o meu consentimento; Uma confirmação escrita da anulação do processo e da ausência de qualquer responsabilidade financeira da minha parte. Saliento que estou a exercer o direito de revogação previsto no Decreto-Lei n.º 133/2009, art. 17.º, dentro do prazo legal de 14 dias, pelo que qualquer cobrança ou penalização será indevida.
perda de garantia
Exmos. Senhores, No dia 8 de junho entreguei o meu telemovel s22 na media markt do parque nascente, para ser enviado para um centro técnico para reparar, pois começou a reiniciar sem parar. Hoje dia 4 de julho, recebo uma mensagem da loja com o relatório do centro técnico a dizer que a anomalia do equipamento não é abrangida pela garantia. Como é possível a anomalia não ser abrangida pela garantia se o equipamento ainda se encontra no terceiro ano de garantia? Comprei o equipamento a 20 de novembro de 2022 e de acordo com a legislação em vigor (DL n.º 84/2021, aplicável a contratos celebrados a partir de 2022), os bens móveis têm um período de garantia legal de 3 anos. Sendo assim, venho aqui demonstrar o meu desagrado com a situação e solicitar que revejam a vossa avaliação e confirmem a cobertura da reparação ao abrigo da garantia. Aguardo o vosso parecer com a maior brevidade. Com os melhores cumprimentos
Serviço não foi realizado
Depois de 3 anos realizando serviços na Norauto, infelizmente, usaram de má fé e desonestidade para com o cliente Fiz o agendamento para o serviço de manutenção de um Megane, incluindo a troca das 4 velas (serviço com custo de 36 euros por conta de sua complexidade somado ao valor de 20 euros por vela de ignição). No dia de hoje, 04/07/25 por volta das 10:20 dei entrada na oficina Norauto Porto com o veículo para manutenção. As 10:36 fui contactado por um número desconhecido (939589859) número que eles afirmaram que não pertence a empresa ou aos funcionários. Achei a situação estranha pois ao tentar retornar a chamada 5 minutos depois o número se encontrava indisponível (poderá ter sido uma coincidência mas não acho)! Mais estranho ainda foi a rapidez no serviço (que normalmente demora bastante 2 a 3 horas), hoje incrivelmente tudo foi finalizado em aproximadamente 1 hora. Ao buscar o carro as 11:40~ e retornar a casa não notei nenhuma diferença na potência do motor, algo estranho já que normalmente velas de ignição novas melhoram minimamente o desempenho do carro. Ao verificar o motor chegando a casa não pude ver qualquer sinal de manuseio ou limpeza no local onde se encontram as velas e notei os parafusos forçados. Ao retornar a oficina as 16:15 aproximadamente e pedir para que verificassem o serviço fui literalmente maltratado e chamado de desonesto por minha atitude. Ao serem confrontados se negaram diversas vezes a me mostrar as velas instaladas (novas) no carro, também não sabiam dizer onde estavam as velas que foram substituídas. Em vídeo gravado pelo telemóvel afirmam que apenas o serviço de troca de velas demorou mais de 60 minutos, que os parafusos não estavam bons e tentaram me culpar pela situação ocorrida e se negaram novamente a mostrar as 4 velas instaladas (Ou seja o que me leva a perguntar quando demais serviços foram feitos??? Já que o tempo total de manutenção foi de uma hora) Conclusão da história, trocaram apenas a primeira vela (lado esquerdo), acredito que tiveram dificuldade em retirar os outros parafusos e preferiram entregar o carro como estava ao invés de me explicarem a situação ou se negarem a fazer o serviço, o que seria o correto e honesto por uma empresa renomada como essa. PREJUÍZO de mais de 50 euros. Nesta semana irei a outra oficina mecânica, pagar novamente pela troca das velas e que seja emitido um laudo técnico, a verificar as condições das velas que estão instaladas no momento e assim dar segmento ao processo, caso seja necessário nos tribunais. Deixo aqui meu descontentamento e tristeza pois como disse no início, já realizei vários serviços na Oficina e hoje me sinto desamparado e impotente pois terei que pagar pelo serviço 2 vezes. Não é apenas por conta do prejuízo financeiro e sim pelo sentimento de ser enganado de tal forma. Ainda tenho esperança que haja solução para esse problema. Peço apenas respeito sobretudo.
Dois seguros multirisco
Para: Fidelidade - Companhia de Seguros, S.A 04/07/2025 Boa noite, No dia 30/06/3024, realizei a transferência do me crédito habitação, que se encontrava no banco CGD para o banco BPI, após a culminação do processo, fui cancelar o seguro associado ao crédito habitação (multi risco), e eles alegam que não existe justa causa pelo facto de ter sido transferência do crédito habitação, no entanto, neste momento tenho contratado com a nova instituição financeira, um seguro multi-risco na seguradora Allianz, assim sendo, gostaria saber se esta posição manifestada pela companhia de seguros Fidelidade, encontra-se ajustada ao atual enquadramento legal em vigor. De referir que para o cancelamento do seguro, foi entregue uma cópia da nova escritura, como solicitado pela assistente de linha de apoio da Fidelidade, sem nunca mencionar o impedimento de resolução de seguro que agora alega a Fidelidade. Fico ao dispor para qualquer esclarecimento adicional, aguardo o vosso esclarecmento. Cumprimentos
Pagamentos consecutivos de duas operadoras em simultâneo
Exmos. Senhores, Venho por este meio expor uma situação, que penso que com a vossa ajuda e da Deco PROTESTE se poderá resolver. A conta em questão foi cancelada recentemente, por falta de pagamento da nossa parte, pelo que passo a explicar o que aconteceu: Em Dezembro de 2024 contactámos a Vodafone uma vez que a nossa fidelização com a MEO, tinha acabado. Pedimos a alteração dos serviços da MEO para a Vodafone e perguntamos inúmeras vezes se a Vodafone trataria de tudo que era preciso com a MEO para que essa alteração fosse efetuada com sucesso, ao que sempre nos responderam que sim. Posteriormente agendamos a instalação dos equipamentos, e os equipamentos foram instalados. Deixaram-nos dois cartões de telemóvel sobre os quais nos disseram que iriam enviar uma mensagem com a data e hora para a troca dos cartões, o que nunca aconteceu. Ligámos várias vezes a alertar para esta situação e nunca nos souberam dar uma reposta sobre o assunto. Foram nos passando de assistente em assistente, dizendo no fim que nos iriam contactar mais tarde para resolver, o que nunca aconteceu. Verificámos também ao longo dos meses que continuámos a pagar as faturas da MEO e simultâneamente, recebíamos mensagens da Vodafone para pagar as mensalidades da Vodafone. Pagámos as primeiras duas faturas e depois de inúmeros telefonemas para tratar do assunto sem resposta, nem telefones, resolvemos deixar de pagar e contactámos a MEO novamente para voltar para os seus serviços. Recentemente, tivemos de ir à loja da Vodafone, por 3 vezes quase em dias consecutivos, pelo motivo de nos continuar a aparecer mensagens de faturação para pagar, mesmo depois de voltarmos a MEO, nomeadamente faturas abismais de multas por incumprimento contratual, de um contrato que nunca recebemos e de um serviço que nunca tivemos concluído. A primeira que fomos à loja, fomos atendidos e o senhor que nos atendeu garantiu-nos que estava tudo tratado e que não teríamos de pagar mais nada. No dia seguinte recebi uma carta com 133 euros e uns cêntimos, referindo-se a uma multa por incumprimento contratual. Falei com o gerente da loja da Vodafone no Alegro Montijo, que me disse que teria de fazer uma reclamação sobre essa matéria. Fiz a reclamação e disseram que me ligariam dentro de alguns dias. No dia seguinte recebi uma mensagem a dizer que tinha um valor de 618 euros e uns cêntimos. Fui novamente à loja e fiz mais uma reclamação. No dia seguinte recebo um email da Vodafone que dizia entre outras coisas que a Vodafone não se responsabiliza pela efetivação da rescisão do contrato com a operadora anterior, apenas pela solicitação da portabilidade e que é da responsabilidade do cliente averiguar que portabilidade ficou feita. Ora se assim é porque é que nunca nos disseram isso via telefone uma vez que perguntámos inúmeras vezes. Diz também nesse e-mail, que nos foi enviado uma contrato que teria de ser assinado e reenviado, que nunca recebemos, e assim sendo também não assinámos, o que também não o valida. Resumindo, neste momento a Vodafone não se responsabiliza por esta situação, tendo havido inúmeras falhas por parte da operadora na resolução deste processo e, segundo me parece, consideram que o valor acima referido de 618 euros terá de ser pago. Toda esta informação referida acima, poderá ser partilhada e mostrada de forma a comprovar tudo o que aqui e desta forma exponho. Muito obrigado dese já pela atenção dispensada neste assunto, aguardo atentamente uma resposta. Com os meus melhores cumprimentos, Ruben Jacinto
Garantia recusada
Exmos. Senhores, Em Maio de 2023, adquiri uma almofada Tempur original, na loja de Almada. (DESCRIÇÃO DO OBJECTO) por (PREÇO PAGO). A referência da encomenda é (COLOCAR REFERÊNCIA). Há cerca de 3 semanas, a almofada sofreu um acidente involuntário, em que teve de ser lavada. Saliento, que apenas a capa tem uma etiqueta afixada, enquanto que a viscoelástica não tem nenhuma. Comuniquei-vos de imediato o problema, para que atuassem em conformidade, mas recebi como resposta que a almofada não pode ser coberta pela garantia de 3 anos, por má utilização. Questionei o que cobre a garantia, responderam que apenas defeitos de fabrico, o que parece ser inusitado, tendo em conta o tempo da garantia. Peço a substituição do produto ou o seu reembolso. Tentei aceder ao Livro de Reclamações electrónico que como as etiquetas, são obrigatórios por lei, mas também não existe. Caso não me resolvam a situação nos próximos 15 dias, considerarei o contrato como incumprido da vossa parte. Cumprimentos.
Recusa de envio de recibo de vencimento
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa a um contacto telefónico efetuado no dia 4 de julho de 2025, pelas 14h23, para os serviços de contabilidade da empresa Valor de Sempre, tendo sido atendida pela colaboradora Sra. Lucélia Fortuna. O motivo do contacto prendeu-se com a necessidade de esclarecimentos sobre o meu último recibo de vencimento, respeitante ao período em que mantive vínculo contratual com a empresa Renato Alberto. Durante a chamada, fui tratada com notória falta de cordialidade e profissionalismo por parte da referida funcionária. A Sra. Lucélia Fortuna reconheceu ter ocorrido um erro no processamento do recibo, comprometendo-se a proceder à sua retificação. No entanto, quando solicitei que o recibo corrigido me fosse enviado por email — tendo em conta que já não me encontro a exercer funções na empresa — a colaboradora recusou-se terminantemente, alegando que tal responsabilidade não lhe competia e que eu deveria contactar diretamente a empresa. Lamento profundamente a forma como esta situação foi conduzida, tanto pela atitude demonstrada como pela ausência de colaboração na resolução de um erro assumido pela própria funcionária. Agradeço, desde já, a vossa atenção e fico a aguardar uma resposta célere e a devida retificação da situação. Com os melhores cumprimentos, Ana Furtado
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